ATA Nº 15 /2014 ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA DA CÂMARA ... ?· ATA Nº 15 /2014 . ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA…

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ATA N 15 /2014

ATA DA REUNIO ORDINRIA DA CMARA

MUNICIPAL REALIZADA EM 4 DE JUNHO

DE 2014

Aos quatro dias do ms de junho do ano de dois mil e catorze, nesta Vila de Alvaizere, edifcio

dos Paos do Municpio e Gabinete da Presidncia da Cmara Municipal, pelas dezasseis horas e

vinte minutos, se reuniu ordinariamente a Cmara Municipal, tendo comparecido os

Excelentssimos Senhores: Paulo Tito Delgado Morgado, Presidente, Clia Margarida Gomes

Marques, Vice-Presidente, Slvia Rodrigues Lopes, Maria Teodora Freire Gonalves Cardo e

Nelson Paulino da Silva, Vereadores. ------------------------------------------------------------------------

Aberta a reunio, teve inicio o PERODO ANTES DA ORDEM DO DIA: ---------------------------------

1.PERIODO ANTES DA ORDEM DO DIA; A Sr. Vereadora Teodora Cardo, tomou a palavra e solicitou esclarecimentos sobre as

esttuas ou monumentos de pedra, pelo facto de ter sido referenciado pelo Sr. Presidente,

por diversas vezes, tanto na reunio extraordinria da Assembleia Municipal de 15 de maio,

como na Conversa em torno dos Forais Manuelinos (atividade que decorreu no dia 16 de

maio, no Museu Municipal de Alvaizere), que esta despesa tinha sido aprovada pelo Executivo.

Prosseguiu referindo que s teve conhecimento deste facto na reunio extraordinria da

Assembleia Municipal de 15 de maio e que, sobre este assunto, s sabe aquilo que o Sr.

Presidente na altura referiu, ou seja, que tinha sido aprovado, no entanto, a Sra. Vereadora

Teodora Cardo, no se recorda de ter sido abordado este assunto em reunio de Cmara.

Referiu tambm que nunca lhe foi comunicado nem o tipo de obra, nem os locais onde as

mesmas iriam ser colocadas. ---------------------------------------------------------------------------------

O Sr. Vereador Nelson Paulino da Silva, no uso da palavra, tambm referiu possuir a mesma

dvida, sendo que tem sido abordado vrias vezes na rua sobre este assunto e menciona que

no se recorda de este assunto ter sido discutido em reunio de Cmara, desconhecendo em

que moldes que foi feito. Afirmou responder a quem o questionava que s sabia aquilo que

lhe tinha sido transmitido aps reunio extraordinria da Assembleia Municipal de 15 de maio.

Referiu ainda que tambm lhe tinha sido comunicado que havia sido dito pelo Sr. Presidente,

aquando da reunio extraordinria da Assembleia Municipal de 15 de maio, que a realizao

desta obra tinha sido aprovada pela Cmara, facto esse que diz no ser verdade, sendo que

nem sequer foi colocada para discusso tal obra, nem em que moldes iria acontecer. O Sr.

Vereador Nelson Paulino Silva questionou, tambm, quais os montantes envolvidos, sendo que

o que viu, at ao momento, foi o monumento na rotunda da entrada da Vila, porm, e aps

leitura do Boletim Informativo do passado ms de abril, supe que haver mais. ------------------

A Sr. Vereadora Teodora Cardo, tomou novamente a palavra, e referiu que pretende saber as

razes pelas quais o programa do evento Alvaizere Capital do Chcharo 2014 no foi

publicado no jornal O Alvaiazerense, sendo que constatou que na ltima edio deste jornal

no havia uma nica referncia e vrias pessoas j a questionaram sobre este facto. Para ela,

era recorrente haver sempre um programa neste jornal, embora o programa esteja disponvel

na Pgina da Internet do Municpio, o facto que muita gente no tem acesso Internet,

principalmente nos meios rurais e por isso afirma que teria sido importante o mesmo ter sido

publicado no jornal O Alvaiazerense, sendo que s est no ltimo Boletim Informativo do

Municpio de Alvaizere e na Pgina Internet da Cmara Municipal. Prosseguiu a sua

interveno referindo que gostaria de dar uma sugesto ou propor umas retificaes

relativamente Pgina Internet da Cmara Municipal, dando a ttulo de exemplo a

comemorao do Dia da Criana e, neste mbito, as atividade promovidas pelo Agrupamento

de Escolas, no dia 02 de junho sendo que, a nvel do Site, quando se clica em ver mais, s

referido o incio e o trmino do evento, no constando o programa, o mesmo acontecendo com

outros eventos. Por fim, a Sr. Vereadora Teodora Cardo, sugeriu que o Grupo de Teatro do

Agrupamento de escolas de Alvaizere sai da toca, na medida em que promoveu, de forma

gratuita, peas de teatro inseridas nas comemoraes do Dia da Criana, fosse compensado

com uma verba para fazer face s despesas, uma vez que este grupo dignifica o Concelho. -----

O Senhor Presidente tomou a palavra e referiu que no percebe como, de uma forma

casustica, a Sra. Vereadora Teodora Cardo pode decidir atribuir subsdios a associaes,

legalmente constitudas ou no, uma vez que existe e est em vigor um Regulamento de

atribuio de subsdios que tem de ser cumprido. No caso referido pela Sr. Vereadora, no foi

feito nenhum pedido de qualquer subsdio, pelo que no compreende que a Sr. Vereadora

queira agora atribuir subsdios a quem no os pediu, nem se encontra legalmente constitudo,

estando assim em absoluta contradio com o que est definido no Regulamento atualmente

em vigor. Quanto s publicitaes, os tcnicos da Cmara so incumbidos de publicitar tudo

aquilo de que tm conhecimento. Se alguma Associao ou grupo organizado pretender que

sejam publicitadas mais informaes, tero de as entregar, para que os servios delas tenham

conhecimento e as publicitem. Quanto s Esttuas ou Monumento de Pedra, como referido pela

Sr. Vereadora Teodora, o Sr. Presidente informou que sua competncia exclusiva a

autorizao desta despesa, sendo a Cmara Municipal incompetente para discutir e aprovar o

assunto. Na sua opinio, a sede do Concelho merece e necessita que sejam embelezados e

ornamentados os espaos pblicos, portanto, e sendo sua competncia decidir sobre este

processo, tendo em conta o objeto e os montantes envolvidos, na altura que achou indicada,

procedeu aos procedimentos necessrios para que este projeto fosse concretizado. Sendo um

dos autores do Concelho, nomeadamente o Santos Carvalho, estamos a pagar cerca de 8 mil

euros por cada pea, ou seja pagamos por cinco peas o valor que muitos Municpios pagariam

s por uma. Seguidamente, o Sr. Presidente, proferiu ainda a seguinte interveno: tendo em

conta as observaes, consideraes e afirmaes do Sr. Vereador Nelson Silva, proferidas na

ltima reunio de Cmara, no ponto 4.1, onde se discutiu, debateu e votou o Regulamento de

Apoio ao Associativismo, por considerar que as mesmas enfermam de profundo

desconhecimento relativamente ao assunto a em debate, cumpre-me, agora e aqui, uma vez

que no estive presente aquando da discusso desse ponto, prestar alguns esclarecimentos e

dados objetivos para o cabal esclarecimento dos factos e para que no restem dvidas a

ningum. ---------------------------------------------------------------------------------------------------------

A saber: -----------------------------------------------------------------------------------------------------------

Referiu no concordar com os subsdios atribudos Associao Casa do Povo de Alvaizere,

Associao Casa do Povo de Mas de D. Maria, Associao Humanitria dos Bombeiros

Voluntrios de Alvaizere e Sociedade Filarmnica Alvaiazerense Santa Ceclia, s quais,

segundo ele, est a ser atribudo um subsdio relativamente elevado e exagerado. Ora, referir

apenas generalidades deste gnero, sem objetivar com valores e sem referir contrapropostas

aos valores apresentados devidamente fundamentados, no demonstra qualquer vontade de

participar ativa e construtivamente na formulao de propostas vlidas, justas e realistas. -------

Ao referir que no concorda com os valores atribudos Associao Humanitria dos Bombeiros

Voluntrios de Alvaizere, ainda que seja para a aquisio de uma viatura, por j ter sido

atribudo, na sua opinio, um montante significativo ao longo do corrente ano, revela um

profundo desconhecimento da matria em causa, ou ento uma enorme insensibilidade, eu

diria mesmo, irresponsabilidade, perante as necessidades bsicas de socorro e assistncia

populao do concelho. ----------------------------------------------------------------------------------------

Em minha opinio, sendo eu conhecedor da necessidade e da urgncia da aquisio de uma

viatura de transporte de doentes no urgentes e tambm da premncia da aquisio de uma

ambulncia, para as quais no h qualquer possibilidade de financiamento por parte da ANPC

(Autoridade Nacional de Proteo Civil) ou de outras fontes similares, e sendo certo que esse

investimento representar para a Corporao de Bombeiros um investimento total na ordem

dos 90.000, vir a associao aqui solicitar um apoio ao Municpio de 25.000 para a aquisio

de uma viatura, parece-me completamente justo, razovel, ajustado at e digno de uma

resposta favorvel por parte do Executivo Municipal, tendo em conta os superiores interesses

em causa e os fins a que se destina. ------------------------------------------------------------------------

Caso no saiba, os valores que o Municpio transfere regularmente para a Associao

Humanitria dos Bombeiros Voluntrios de Alvaizere, e que o se