Cassio Garcia Ribeiro Soares DaSilva

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Text of Cassio Garcia Ribeiro Soares DaSilva

  • i

    Nmero: 217/2009

    UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS

    INSTITUTO DE GEOCINCIAS

    PS-GRADUAO EM POLTICA CIENTFICA E TECNOLGICA

    Cssio Garcia Ribeiro Soares da Silva

    Compras Governamentais e Aprendizagem Tecnolgica: Uma anlise da poltica de Compras da

    Petrobras para seus empreendimentos offshore

    Tese apresentada ao Instituto de Geocincias como parte dos requisitos para obteno do ttulo de Doutor em Poltica Cientfica e Tecnolgica.

    Orientador: Prof. Dr. Andr Tosi Furtado

    CAMPINAS SO PAULO Agosto 2009

  • ii

    by Cssio Garcia Ribeiro Soares da Silva, 2009

    Catalogao na Publicao elaborada pela Biblioteca do Instituto de Geocincias/UNICAMP

    Ttulo em ingls Government procurement and technological learning: an analysis of Petrobras procurement policy in offshore projects. Keywords: - Public procurement policy - Brazil; - Tecnology and State - Brasil;

    - Industrial policy; - Oil industry; - Petrobras.

    rea de concentrao: Titulao: Doutor em Poltica Cientfica e Tecnolgica. Banca examinadora: - Andr Tosi Furtado; - Adilson de Oliveira; - Adriana Gomes de Freitas; - Claudio Schuller Maciel - Newton Muller Pereira. Data da defesa: 20/08/2009 Programa de Ps-graduao em PC&T Poltica Cientfica e Tecnolgica

    Silva, Cssio Garcia Ribeiro Soares da . Si38c Compras governamentais e aprendizagem tecnolgica: uma anlise da

    poltica de compras da Petrobras para seus empreendimentos offshore / Cssio Garcia Ribeiro Soares da Silva-- Campinas,SP.: [s.n.], 2009.

    Orientador: Andr Tosi Furtado. Tese (doutorado) Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Geocincias.

    1. Empresas pblicas Brasil - Compras. 2. Tecnologia e Estado - Brasil. 3. Politca industrial. 4. Indstria petrolfera - Brasil. 5. Petrobras. I. Furtado, Andr. II. Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Geocincias. III. Ttulo.

  • v

    DEDICATRIA

    Aos meus pais Jayr e Cida e minha esposa Talita, pelo amor e apoio incondicionais.

    Ao meu v e padrinho Dito (in memorian) pelo exemplo que deixou.

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    AGRADECIMENTOS

    Apesar da redao de uma tese de Doutorado ser um trabalho predominantemente

    individual, no posso deixar de registrar a minha gratido a todos que contriburam (direta ou indiretamente) para a realizao deste trabalho. Agradeo primeiramente a Deus por ter iluminado meu caminho e, o mais importante, por

    me ter dado a serenidade e a confiana que precisei nos momentos de dificuldade.

    Agradeo minha me, Cida, pelo carinho, incentivo e por sempre ter acreditado no meu

    potencial. Ao meu pai, Jayr, pelo apoio, carinho e por ter me mostrado que o conhecimento a

    riqueza maior do homem. Espero ser um filho mais presente a partir de agora.

    minha esposa, Talita, amiga, companheira, confidente e, sobretudo, incentivadora. Obrigado amor pelos afagos e pelas palavras de incentivo nos momentos de angstia.

    s minhas irms, Mariana e Brbara. Mesmo distantes sempre torceram por mim e me apoiaram de maneira irrestrita.

    Aos meus avs, Benedito (in memorian), Juvelina, Arlindo e Amlia (in memorian), pelas doces lembranas da infncia, pelas frias mais felizes e pelo carinho de sempre.

    Aos meus sogros, Luci e Hlio, pelo incentivo, carinho e pelos deliciosos churrascos e

    almoos dominicais. Acolheram-me de braos abertos como um filho, desde o incio.

    Ao meu orientador, Andr, pelos ensinamentos ao longo desses anos de Mestrado e

    Doutorado e por ter me introduzido nos estudos relacionados indstria do petrleo. Posso dizer

    que fui privilegiado por ter sido seu orientando. Transmitiu-me, ao longo dessa trajetria, conhecimentos valiosos, com pacincia e dedicao. Obrigado por tudo: pela orientao,

    inspirao, confiana e incentivo no decorrer desses sete anos de convvio.

    Ao professor Marcelo Pinho pelas crticas e sugestes durante o exame de qualificao, as

    quais contriburam sobremaneira para a evoluo desta pesquisa.

    professora Adriana Gomes de Freitas pelas valiosas contribuies durante a qualificao e defesa desta tese.

    Ao professor Newton Muller Pereira pelas idias no decorrer da disciplina de Seminrios

    de Tese de Doutorado e pelos comentrios, crticas e sugestes apresentados na acasio da defesa

    desta tese.

    Ao professor Adilson de Oliveira, pelos ensinamentos transmitidos ao longo do Estudo

  • viii

    da Competitividade da Indstria Brasileira de Bens e Servios do Setor de P&G, por ter aceitado

    participar da banca da minha defesa e pelas valiosas contribuies.

    Ao professor Cludio Schuller Maciel, por ter aceitado participar da minha banca e pelos

    comentrios precisos e instigantes acerca da geopoltica do petrleo durante minha defesa.

    Aos amigos da Unesp e da Unicamp, Henrique, Edmundo, Everton, Carol, Andr,

    Roberto, Fabi, Diogo, Marcos Paulo e Adalberto. Aos amigos da Repblica Canil, Mrio,

    Fernando, Maurcio, Marcelo e Luis Henrique. Aos amigos Daniel Mallio e Daniel Magnusson.

    Sei o quanto cada um de vocs torceu por mim nesses quatro anos, por isso, meu muito obrigado.

    Espero a partir de agora ser um amigo menos ausente.

    minha querida prima La, por alegrar meus dias (ainda que virtualmente), com seu senso de humor. No posso deixar de agredec-la tambm pelo suporte tcnico na formatao

    deste trabalho. Sem contar com a consultoria de especialistas em informtica como a La e o

    Edmundo, tudo teria sido muito mais difcil.

    Aos funcionrios do Instituto de Geocincias Unicamp, em especial Valdirene, ao seu

    Anbal, Edinalva e Adriana. No h como no destacar o carinho, a ateno e a eficincia com

    que eles atendem aos alunos da Ps-graduao do IG. No medem esforos para nos ajudar. Meu muitssimo obrigado a vocs.

    Agradeo CAPES por ter fornecido os recursos financeiros necessrios para a realizao

    desta tese.

    Aos funcionrios da Petrobras que gentilmente me receberam, ajudando-me a conhecer melhor essa fascinante empresa brasileira. Meus agradecimentos especiais ao Senhor Roberto

    Moro, pelo apoio que concedeu a este estudo e pela carta de recomendao, que certamente

    ajudou a abrir as portas das empresas subcontratadas no projeto da P-51. Ao senhor Carlos Eduardo Rodrigues da Silva, por ter disponibilizado uma lista com os contatos das empresas

    subcontratadas que compuseram a amostra. Ana Florencio, sempre muito atenciosa e solcita, que desempenhou papel fundamental nos agendamentos das entrevistas junto aos funcionrios da Petrobras.

    Aos representantes dos EPCistas e das empresas subcontratadas que participaram do

    projeto da P-51, pela ateno a mim dispensada e por terem fornecido informaes extremamente pertinentes para o entendimento do referido projeto.

  • ix

    EPGRAFE

    E nos falta tambm um verdadeiro conhecimento de nossas possibilidades, e principalmente de nossas

    debilidades. Mas no ignoramos que o tempo histrico se acelera, e que a contagem desse tempo se faz contra ns. Trata-se de saber se temos um futuro como nao

    que conta na construo do devenir humano. Ou se prevalecero as foras que se empenham em interromper

    o nosso processo histrico na formao de um Estado-nao. (FURTADO, 1992, p. 35)

  • xi

    SUMRIO

    Apresentao.................................................................................................................... 25

    Captulo 1 A poltica de compras governamentais....................................................... 33

    1.1. Fundamentos tericos da poltica industrial....................................................... 34

    1.2. A poltica de compras governamentais............................................................... 40

    1.3. A Poltica de compras governamentais de cunho inovativo................................ 50

    1.3.1. As trs variantes da poltica de compras governamentais de cunho inovativo............................................................................................. 55

    1.4. Consideraes finais.......................................................................................... 57

    Captulo 2 O debate em torno da aprendizagem tecnolgica...................................... 59

    2.1. Os Nexos entre a aprendizagem tecnolgica e a literatura de industrializao recente..............................................................................................................

    60

    2.2. Modalidades de aprendizagem tecnolgica........................................................ 66

    2.3. Aprendizagem e capacitao tecnolgica: duas faces da mesma moeda............. 71

    2.4. Consideraes finais.......................................................................................... 76

    Captulo 3 As indstrias do petrleo e para-petroleira................................................ 79

    3.1. Percurso histrico da indstria do petrleo e gs natural................................... 79

    3.2. Descrio das principais caractersticas da indstria de P&GN.......................... 85

    3.2.1. Dinmica tecnolgica da indstria de P&GN....................................... 89

    3.3. A indstria para-petroleira..............................................................................