Edição 619

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Jornal Folha Popular, Tenente Portela, 5 a 12 de abril de 2013.

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  • FOLHA POPULARANO XII N 619 TENENTE PORTELA - 5 A 12 DE ABRIL DE 2013 R$ 2,00 www.fpop.com.br

    PGINA 10

    ENCARTE

    PGINA 5

    Carlito Pereira conta suatrajetria de vida

    NOSSA TERRA, NOSSA GENTE

    TENENTE PORTELA LEGISLATIVO

    Primeira sesso legislativa descentra-lizada de 2013 ocorre em Daltro Filho

    ANTONIO OLIVEIRA / FP

    PGINA 4

    REDENTORA CLIMA

    Tornado destri casas naReserva Indgena do Guarita

    PGINA 9

    TRS PASSOS POLCIA

    7 BPM realiza OperaoFronteira SeguraGesto de resduos slidos discutida em audincia pblica

    PGINA 8

    ANTONIO OLIVEIRA / FP

    CLEBER GIORDANI TESCHE

  • Tenente Portela - 5 a 12 de abril de 201322222 FOLHA POPULAR

    Direo e edio Jlio Evaristo dos SantosDiagramao Cristofer Silveira

    Assinaturas:Semestral:R$ 45,00, Anual: R$ 80,00, Correio R$ 170,00Circulao: SemanalImpresso: Cia da Arte Iju/RS. Fone: (55) 3332.7070

    Representante para o Brasil:Pereira de Souza & Cia. Ltda. | Fone: (51) 3311.8377

    pereriradesouza.poars@terra.com.br

    Colaboradores:Adriane Lorenzon, Antonio Oliveira, Cleber Giordani Tesche,Marcos Pandolfo, Rgis Carniel, Tiago Albarelo, Sandra M. C. Scherer.

    As matrias assinadas so de inteira responsabilidade de seusautores e, necessariamente, no refletem a opinio do jornal.

    Geral

    FOLHA POPULARO jornal que voc l!

    Empresa Jornalstica Pari Ltda.CNPJ-MF:05.438.552/0001-08

    Alvar no1053

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    Rua Araci, 47. Tenente Portela - RSCEP: 98500-000.

    Fone: (55) 3551.1608 / 9622-7396

    folhaportela@gmail.com

    EDITORIAL

    DE OLHO NA IDIA FRUSTRAOQuando o Grmio ganhou do Fluminense

    no Rio de Janeiro, de 3 x 0 , e depois fez maisuma ou duas apresentaes de qualidade, pa-recia que o time tinha ganhado uma identida-de. A idia que ficou para os torcedores erade que a parte mais difcil j tinha sido orga-nizada e, a partir daquele momento, seriamnecessrios somente a sintonia fina, o ajustefinal, para que os gremistas pudessem torcerpara um cano de time. Triste frustrao terque admitir que o nico time que representa oRio Grande na Libertadores est jogando umfutebol sofrvel, enrolado e aptico.

    O time do fluminense, no jogo de quarta-feira, veio bem montado, respeitando o trico-lor gacho, e no deixou Barcos e Vargasjogarem. O Grande nome do Grmio foi Dida,que salvou duas bolas e conseguiu garantir oempate dentro de casa.

    *Felipe dosSantos

    *Advogado

    Um time que consegue garantir o empa-te dentro de casa no pode ser campeo de

    uma competio se nomudar de atitude, se nodesenvolver o espritode equipe.

    Algo de errado estacontecendo no vesti-rio do Grmio, algumacoisa est prejudicandoo entrosamento dos jo-gadores ou a auto esti-

    ma do time.Alguns podem achar que esse no o mo-

    mento ou que essa seria uma atitude muitodrstica, mas penso que Luxemburgo deve-ria sair do comando do time antes mesmo dadeciso que vai definir a classificao para aprxima fase da Libertadores, ele no est

    esperar e ver, mas a certezade que o Grmio havia montado umgrande time, por enquanto, noexiste mais.

    conseguindo motivar o time e nem est comjeito de que vai conseguir fazer isso.

    Tomara que, se ficar, seja campeo dalibertadores, mas a forma que o Grmio jo-gou , contra o Flumi-nense, deixa transpa-recer que no h mui-ta esperana e queaquele timao que jo-gou a primeira partidacom o Fluminenseno foi nada mais queum acaso e uma noitempar de inspiraode alguns jogadores.

    Sempre vi Elano como um jogador limi-tado, sem grande influncia em campo, massou forado a admitir que Elano um jogadoressencial a qualquer equipe que pretenda ter

    Show contratado pela Expo-tenpo credencia a feira a ser, nasua 6 edio, a maior j realiza-da no municpio.

    Iniciativas para melhoria doque deu certo em outras ediese para corrigir pequenos descui-dos, no fechando a praa de ali-mentao depois dos shows, porexemplo, mostram a preocupa-o da comisso organizadoracom os detalhes de um evento jconsolidado na regio.

    So sete meses para a comu-nidade se mobilizar em torno des-te projeto que d visibilidade e in-tegra os habitantes do municpio.

    um timo cooperativo e que pretenda se tor-nar um grupo slido. Foi assim com a sele-o de Dunga. Saiu Elano acabou o time,tambm assim com o time de Luxembur-

    go, sem Elano o timevira um amontoado dejogadores aloprados,com exceo de ZRoberto, que se esfor-a ao mximo paramanter o r tmo e aqualidade da equipe.

    esperar e ver,mas a certeza de que

    o Grmio havia montado um grande time,por enquanto, no existe mais.

    Na atualidade, diversas comunida-des esperam pelas concluses de aces-sos e ligaes asflticas e outras tantascomemoram suas concluses, obrasde relevante interesse pblico e social,sem dvida alguma, fundamentais paraalavancar desenvolvimento e facilitara ligao entre os povos.

    Entretanto, em diversos casos, oEstado, mesmo chegando tarde no seudever constitucional de prover as co-munidades de obras de infraestrutura epromoo do desenvolvimento, noprovidencia o pagamento da justa in-denizao das reas indenizveis queabrange a faixa de domnio paralela srodovias.

    O ato de apossamento dos imveis

    realizados pelo Estado, sem qualquerindenizao prvia e justa torna-se umato administrativo ilcito, e do qual,tambm o Estado no pode se furtarsob qualquer pretexto, gerando o de-ver de indenizar os proprietrios lin-deiros das rodovias, eis que ocorreuuma limitao ao direito de usufruir datotalidade de suas propriedades.

    Assim, resta a discutir, pois, apenaso montante das indenizaes, que de-ver ser justo e suficiente para reparar aparte em relao ao prejuzo que foisubmetido em funo do agir ilcito doresponsvel pela construo das obras.

    Neste contexto, a indenizao nasdesapropriaes, por determinao daConstituio Federal, em seu artigo 5,

    Obras de infraestrutura e o deverde indenizao pelo Estado

    XXIV, deve ser prvia, justa e em di-nheiro, e estabelece no artigo 182, 3,o princpio da justa indenizao, e,quando no realizada, dever ser bus-cada judicialmente e determinada porpercia judicial, aps anlise detalhadacom a adoo de mtodo comparativode preos e valores adequados.

    Importante ressaltar que o deverde indenizar decorre da perda da pos-se de reas em face das construesde rodovias e do no recebimento daprvia e justa indenizao em dinhei-ro, nos moldes do quanto garantido pelaConstituio Federal.

    Tiaraju Thorstenberg de AndradeAdvogado

    beltiaraju@terra.com.br

    TEXTO DO LEITOR

    Pessoas fsicas tambm po-dem contribuir financeiramentee ter o valor descontado no im-posto de renda, o que estimula apopulao a colaborar para osucesso do evento.

    A nfase na agricultura fami-liar, motor gerador de pujanaeconmica e desenvolvimentopara a Regio, demonstra respei-to e considerao com o produ-tor.

    Enfim, se trabalharmos unis-sonamente em prol de um obje-tivo comum para toda a comu-nidade, os frutos sero colhidossem intempries e tropeos.

    Feira

  • FOLHA POPULAR 33333Tenente Portela - 5 a 12 de abril de 2013

    *Sugira, critique, colabore com O Observador. Esta coluna s existe pelo e para o leitor. Mande cartas, telefone para a redao ou envie e-mail para folhaportela@gmail.com

    C U R T A SA Biblioteca Pblica Municipal

    agradece os livros que foram doa-dos e refora a campanha para quemais exemplares sejam arrecadados.Ler a melhor escola e o livro paraser lido e repassado. Participe.

    Na quarta-feira, 18, o projeto de

    interiorizao do Governo do Estadotraz o Executivo Estadual para TrsPassos. Boa oportunidade para rei-vindicar melhorias para a regio.

    Estelionatrios tm agido no mu-

    nicpio, principalmente atravs detelefonemas. Oferecem financia-mentos a juros baixos, passam tro-tes em idosos e intimidam munci-pes pelo telefone. A Delegacia dePolcia pede que a populao fiquealerta.

    Obras na 163, que liga os muni-

    cpios de Tenente Portela, Vista Ga-cha e Barra do Guarita, continuamem andamento. A populao aguar-da, pacientemente, a concluso daobra.

    Banda Jota Quest agrada a gre-

    gos e troianos. Claro que imposs-vel contentar a todos, mas a quali-dade e o critrio da escolha de umadas melhores bandas nacionais in-contestvel. A Expotenpo vem a.

    Se j existe a destinao para o

    lixo, o principal quesito para que alojstica e a conscientizao dos mu-ncipes acontea, mos obra. Se-parar o lixo evita a poluio, garantea preservao dos mananciais degua e gera emprego e renda. Omeio ambiente agradece.

    O Cris est cada vez mais pare-

    cido com o DAlessandro. Quando otime mais precisa, o temperamentoexplosivo atrapalha toda a coletivi-dade. Inadmissveis tais comporta-mentos.

    Safra deve realmente bater re-

    cordes. Parou de chover na pocacerta. Bom para o desenvolvimentoda Regio que , antes de mais nada,agrcola. Se o campo vai bem, todosprogridem.

    Biloga Thais Stein, falando, durante audincia pblica promovida pelo Cigres e pela Adm. Municipal, que alm da conscientiza-o dos cidados necessrio que se faa a coleta do lixo selecionado em dias diferentes da coleta do lixo orgnico. Pgina 8

    A coleta seletiva s funciona se forfeita em dias alternados.

    Nos dias 08 e 09, em Trs Passos, o Consrcio Turstico Rota do Yucumrealizou curso de capacitao para os Gestores de Turismo das Prefeituras Mu-nicipais consorciadas. O curso compe o Programa de Capacitao Regional,com recurso proveniente da Consulta Popular do Corede Celeiro. Participaram24 representantes. As atividades realizadas, prticas e tericas, incluem a ela-borao de um breve inventrio turstico em cada um dos municpios, fazendoum mapeamento dos atrativos, servios e equipamentos para o turismo. Opresidente do Consrcio Rota do Yucum e prefeito de Derrubadas, Almir Bage-ga, considera que o programa capacitar a iniciativa pblica e priva