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MONITORAGGIO AMBIENTALE ED ECOLOGIA APPLICATA MONITORAMENTO E GESTAO DE ICTIOFAUNA

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  • MONITORAGGIO AMBIENTALE ED ECOLOGIA APPLICATA MONITORAMENTO E GESTAO DE ICTIOFAUNA
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  • HYDRO ou seja MISSION HYDRO ou seja MISSION: gesto do patrimnio ictico e dos ecossistemas aquticos para permitir o aproveitamento destes, sem alterar as caractersticas naturais e mantendo a biodiversidade. SYNERGY ou seja VISION SYNERGY ou seja VISION: sinergia entre disciplinas com diferente formao tcnica e cientfica. Nascida a partir da experincia de vinte anos do Laboratrio de de guas interiores do Departamento de Biologia Evolutiva Experimental, HYDROSYNERGY, prope-se para a gesto do patrimnio ictico e de criao de peixes, atravs da realizao de produtos inovadores, que querem ser um ponto de encontro entre as necessidades ecolgicas e as estratgias econmicas.
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  • GESTO AMBIENTAL Gestione delle problematiche ambientali mediante un approccio mutuato dalla ricerca scientifica
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  • BELLE COSE CHE INCONTRIAMO
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  • PROBLEMATICHE CHE AFFRONTIAMO
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  • Aplicao de ndices I.S.E.C.I. STAR.ICMI. I.F.F. EPI-D M.A.Q.I. - Water Framework Directive e Testo Unico Ambientale: realizao dos objectivos nacionais e adaptao s normas europeias. Prazo ano 2015 - Sensvel s perturbaes temporalmente e espacialmente diferentes
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  • AMOSTRAGEM Regras da UE fornece diferentes intervalos de tempo diferentes para a monitorizao, dependendo do ndice usado.
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  • MICROSCOPIA OPTICA E ELETRNICA ANLISES MOLECULARES valori osserv ati MTODOLOGIAS Necessrias para minimizar a subjectividade devida interpretao do operador
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  • - O decreto identifica o ISECI - ndice do Estado Ecolgico das Comunidades de Peixes (Zerunian et al, 2009), o ndice de usar para o elemento de qualidade biolgica (EQB) peixes. - Projeto realizado em Emilia-Romagna em nome da Agncia Regional para a Proteo Ambiental (ARPA). APLICAO DO NDICE I.S.E.C.I. NA REGIO DE EMILIA-ROMAGNA
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  • Somente 60% das estaes examinadas foram classificados com um Juzo boa ou elevada (dentro dos parmetros definidos de regulamentos Unio Europeia). Usando esta ferramenta analtica, pode-se observar uma deteriorao geral na qualidade do estado ecolgico das comunidades de peixes ao longo de um gradiente altidudinale: os valores baixos observados em reas de vrzea so devido ao maior nvel de humano encontradas em reas de vrzea.
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  • LAGOS DE VARIGNANA Fabricado na dcada de 50 para a irrigao de culturas de pssegos e damascos
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  • Lagos de Varignana
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  • Com o tempo ganharam valor ecolgico considervel: rappresentanto um dos poucos habitats de plancie onde o pique capaz de executar todo o ciclo reprodutivo. Esox lucius Linnaeus, 1758 (luccio)
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  • Ao mesmo tempo, o regime hidrolgico alterada com uma frequncia temporal diferente das chuvas. Ao longo dos ltimos 20 anos, a cultura de pssegos e damascos foram substitudos por aqueles de kiwi.
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  • A combinao destes dois factores resultou numa reduo significativa dos nveis de gua presente nas bacias.
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  • Elevados caudais em inverno permitem criao ou restaurao de habitats crticos Elevados caudais em primavera promovam a migrao reproductiva
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  • (environmental flow)
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  • PARQUE DO RIO TREBBIA Area protegida estabelecido atravs de uma lei regional em novembro de 2009.
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  • Burhinus oedicnemus Linnaeus, 1758 (occhione) Espcies protegidas nos termos do artigo. 157 da Lei de 11 de Fevereiro de 1992.
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  • O rio Trebbia
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  • Agricultura intensiva de tomate
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  • Em azul: leito fluvial Em vermelho: derivao de gua
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  • Detalhe do canal de diverso
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  • Rio seco Durante os perodos de seca, so regularmente escavados buracos, a fim de reter a gua durante os perodos de seca.
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  • Buraco artificial
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  • Na primavera h inundaes freqentes, que eliminam os buracos.
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  • Aps destas inundaes impossvel recriar os buracos no rio porque comea o perodo de reproduo do occhione. O resultado a perda de funo de buracos: o rio est seco e perde-se o perodo de reproduo dos peixes (primavera/vero).
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  • O rio, se livre para se mover, seria naturalmente ambientes heterogneos. Para recriar as condies o mais natural possvel necessrio envolver diferentes atores: engenheiros hidrodinmico stakeholders biologos
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  • Large Woody Debris
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  • OBRIGADO Gianluca Zuffi WWW.HYDROSYNERGY.IT [email protected] [email protected]
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  • Outro problema a propagao de formas aliengenas: - criao de formas aliengenas como fonte de alimento para os seres humanos (ex. camaro killer) - a introduo de peixes a fins de pesca (ex. siluro, barbo europeu e barbo espanhol) - introduo de espcies exticas para o controle biolgico (ex. lucioperca e gambusia) pode ser de benefcio imediato, mas a longo prazo revelar-se prejudiciais para a natureza. Espcies no-nativas
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  • Silurus glanis Linneaus, 1758 Sander lucioperca L INNAEUS, 1758 Esox lucius Linnaeus, 1758
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  • Luciobarbus graellsii Steindachner, 1866 Barbus barbus Linaeus, 1758 Barbus caninus B ONAPARTE, 1839 Barbus plebejus Bonaparte, 1839
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  • Procambarus clarkii Girard, 1852 Austropotamobius pallipes Lereboullet, 1858
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  • Gambusia affinis B AIRD & G IRARD, 1853