Bareme Imprensa

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ndice

Bareme-Imprensa

ndice - 3

ndiceMetodologia ............................................................................................................................. 5Introduo ........................................................................................................................... 7 Metodologia ......................................................................................................................... 7 1. Universo .............................................................................................................. 7 2. Amostra ............................................................................................................... 7 3. Recolha de Informao ......................................................................................... 8 4. Tratamento da Informao.................................................................................... 9 5. Apresentao dos Resultados ................................................................................ 9 Documentao Tcnica Indicadores de Audincia de Imprensa .......................................... 11 Documentao Tcnica CATI Entrevistas telefnicas assistidas por computador................ 12 Documentao Tcnica Variveis Scio-Demogrficas........................................................ 13 Documentao Tcnica Grupos Ocupacionais .................................................................... 14 Documentao Tcnica Classes Sociais Marktest................................................................ 16 Documentao Tcnica Regies Marktest.......................................................................... 18 Documentao Tcnica Amostragem estratificada desproporcional .................................... 19

Marktest

Direco de Estudos de Meios

Relatrio Anual de 2004 - Fevereirol 2005

Metodologia

Bareme-Imprensa

Metodologia - 7

IntroduoO Bareme-Imprensa um estudo regular da MARKTEST, onde se analisam as audincias de jornais e revistas em Portugal Continental. Este estudo surgiu a partir de um estudo geral de meios, o Bareme - Base Regular de Meios - que foi criado em 1983 e estudava as audincias de Televiso, Rdio e Imprensa. Em 1992, inclua apenas a Rdio e a Imprensa, passando a Televiso a ser analisada com outra tcnica, genericamente designada por audimetria. No incio de 1994, concluiu-se o processo que conduziu existncia de um estudo e uma tcnica de recolha de informao especfica para cada meio estudado (para Televiso, audimetria, para Rdio, Bareme-Rdio e para Imprensa, Bareme-Imprensa). Desde o incio de 1996, a recolha de informao do BaremeImprensa passou a ser realizada por entrevista pessoal e telefnica.

Metodologia1.UniversoA partir de 2003, os universos analisados no Bareme-Imprensa passam a ser calculados com base nos Censos de 2001 do Instituto Nacional de Estatstica (INE), cujos resultados definitivos foram disponibilizados em Dezembro de 2002. Os resultados publicados anteriormente, estavam a ser extrapolados para os universos quantificados a partir dos Censos de 1991 do INE. 1.1. Definio O Bareme-Imprensa estuda o universo constitudo pelos indivduos com 15 e mais anos, residentes em Portugal Continental. Apesar do estudo ser realizado atravs da tcnica de entrevista telefnica, para a quantificao do universo so considerados tambm os lares que no possuem telefone. Nos dados disponibilizados pelo INE no estudo Indicadores de Conforto das Famlias de 1997, a taxa de posse de telefone estimada de 79.9%. Em 1999, os estudos efectuados pela Marktest apontavam para uma taxa de 90%. Em 2002, usando j como base o universo de lares quantificados pelos censos 2001 do INE, os estudos efectuados apontam para uma taxa de posse de telefone de 82.4%, o que representa 2 886 647 lares com telefone no continente, para um total de 3 505 292 lares 1.2. Quantificao A partir da 1 vaga de 2003, para a quantificao do universo deste estudo foram utilizados os dados definitivos do Recenseamento Geral da Populao (Censos) do INE de 2001. Com base nestes dados, o universo de indivduos residentes em Portugal Continental com 15 e mais anos, est quantificado em 8 311 409 indivduos. Os quadros seguintes apresentam a distribuio por algumas das principais variveis demogrficas: Quantificao do universo Variveis Indivduos Sexo Masculino 3 968 422 Feminino 4 342 987 Idade 15 a 17 anos 372 523 18 a 24 anos 1 027 112 25 a 34 anos 1 500 736 35 a 44 anos 1 427 556 45 a 54 anos 1 274 953 55 a 64 anos 1 079 933 65 e mais anos 1 628 596 Regies MARKTEST Grande Lisboa 1 650 626 Grande Porto 913 926 Litoral Norte 1 604 834 Litoral Centro 1 352 110 Interior Norte 1 842 169 Sul 947 744 Total 8 311 409 % 47.7 52.3 4.5 12.4 18.0 17.2 15.3 13.0 19.6 19.8 11.0 19.3 16.3 22.2 11.4 100.0

2. AmostraNo incio de 2003, optou-se por uma distribuio no proporcional da amostra quanto varivel idade. Esta deciso foi analisada e aprovada pela C.A.E.M. (Comisso de Anlise dos Estudos de Meios).

Sexo e Dia de Semana, para cada um dos concelhos do continente, mas no proporcional quanto s variveis Idade e Regio. Idade, resulta do facto dos Censos 2001 revelarem um

Assim, a amostra deste estudo proporcional quanto s variveis

A opo de tornar a amostra no proporcional quanto varivel

envelhecimento da populao portuguesa. Assim, luz destes dados, a amostra do estudo iria ser reforada nos grupos etrios mais elevados, nomeadamente no grupo dos indivduos com mais de 64 anos, em prejuzo dos grupos mais jovens. Por se constatar, nos resultados do estudo, que os indivduos pertencentes aos grupos etrios mais elevados tm um comportamento mais homogneo, optou-se por manter no grupo etrio + de 64 anos, a amostra que anteriormente lhe era atribuda (amostra distribuda com base nos Censos 91) e redistribuir as restantes entrevistas por todos os outros grupos etrios, proporcionalmente ao peso que tm na populao actual. A no proporcionalidade por regio, tem por base a mesma justificao, isto , nos meios urbanos e nomeadamente nas regies da Grande Lisboa e do Grande Porto, existe uma maior heterogeneidade de comportamento. Assim, nos concelhos pertencentes s duas regies mencionadas (Grande Lisboa e Grande Porto), aplicada uma sobre-amostragem. Dado que a amostra ponderada (ver Documentao Tcnica sobre Amostragem estratificada desproporcional), ela adequada ao presente estudo. Para a amostra proporcional considera-se, para cada uma das vagas, um total de 4300 entrevistas, sendo a sobre-amostragem de 740 entrevistas, 485 na Grande Lisboa e 255 no Grande Porto. 2.1. Distribuio da Amostra A tabela seguinte quantifica o nmero terico de entrevistas distribudas por vaga, para as principais variveis sciodemogrficas do estudo:

Base: Indivduos residentes em Portugal continental, com idade igual ou superior a 15 anos.

Marktest

Direco de Estudos de Meios

Relatrio Anual de 2004 - Fevereirol 2005

8 - Metodologia

Bareme-Imprensa

Distribuio amostral por variveis scio-demogrficas

Variveis Sexo Masculino Feminino Idade 15 a 17 anos 18 a 24 anos 25 a 34 anos 35 a 44 anos 45 a 54 anos 55 a 64 anos 65 e + anos Regies MARKTEST Grande Lisboa Grande Porto Litoral Norte Litoral Centro Interior Norte Sul Total

Terico 2 401 2 639 229 642 947 892 807 681 842 1 339 728 830 700 953 490 5 040

% 47.6 52.4 4.6 12.8 18.8 17.7 16.0 13.5 16.7 26.6 14.4 16.5 13.9 18.9 9.7 100.0

Na 1 vaga de 2004, a recolha decorreu no perodo de 6 de Janeiro a 28 de Maro. Na 2 vaga de 2003 a recolha foi realizada entre 2 de Abril e 12 de Julho de 2004. Na 3 vaga, a recolha foi efectuada entre 13 de Setembro de 2004 e 6 de Janeiro de 2005. 3.2. Procedimentos Na recolha da informao, apenas alguns lares contactados resultaram em entrevistas efectivas. Relativamente s vrias situaes que ocorrem na execuo da entrevista, esto estabelecidas regras de procedimento para reduzir o nmero de substituies: Nos contactos em que h uma situao de Recusa, que pode assumir a forma de recusa explcita, desligar o telefone sem nenhuma explicao ou desistir da entrevista, estes nmeros de telefone ficam disponveis para mais duas tentativas. Isto significa que os nmeros de telefone nestas situaes ficam disponveis para serem seleccionados at terceira tentativa. Aps a terceira tentativa o nmero de telefone fica bloqueado. Tudo isto acontece at ao final da recolha. Para as situaes de Fora de Cotas, o procedimento o mesmo do descrito para as de Recusa. Na situao de Ausente Temporariamente, h novo contacto na hora e dia que for indicado pela pessoa que atendeu o telefone. Quando assinalada uma Ausncia Definitiva, haver mais uma tentativa com um intervalo de tempo de, no mnimo, quinze dias.

Na Documentao Tcnica encontra-se a distribuio terica da amostra de cada vaga, por concelho. Dado que a amostra de cada vaga se distribui proporcionalmente pelos dias da semana, obtiveram-se os seguintes valores:Distribuio Terica da Amostra por dias da semana

Dia da semana Segunda-Feira Tera-Feira Quarta-Feira Quinta-Feira Sexta-Feira Sbado Domingo Total 2.2. Mtodo de Seleco

Entrevistas por vaga 720 720 720 720 720 720 720 5 040

Total do ano 2 160 2 160 2 160 2 160 2 160 2 160 2 160 15 120

durante todo o perodo em que decorre o estudo.

Atendido ou Ocupado. Estes nmeros voltaro a ser ligados

No h limite para o nmero de tentativas nas categorias de No

Na categoria de Ocupado haver um intervalo de 10 minutos entre cada tentativa. Na categoria de No Atendido, a temporizao destas tentativas est programada automaticamente do seguinte modo: De Segunda a Sexta feira: 17:00 s 19:00 intervalo de uma hora at prxima tentativa 19:00 s 20:00 intervalo de trinta minutos at prxima tentativa 20:00 s 21:00 intervalo de quinze minutos at prxima tentativa 21:00 s 22:00 intervalo de dez minutos