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Ação da Água das Chuvas no Planeta Terra (Caderno III)

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Text of Ação da Água das Chuvas no Planeta Terra (Caderno III)

  • TEMAS GEOLGICOS PARA EDUCAO AMBIENTAL

    CADERNO III

    AO DA GUA DAS CHUVAS

    NO PLANETA TERRA

    Parte I

    Regina Celia Gimenez Armesto

  • Foto da capa: Chuva.

    Fonte: Portal O Jornal de Alagoas. Cidades, Destaque, Municpios. Alerta para chuvas

    constantes nos prximos dias. Disponvel em: http://www.ojornalweb.com/2011/04/28/alerta-e-

    para-chuvas-constantes-nos-proximos-dias-2/. Acesso em: 28 jul.2011.

  • TEMAS GEOLGICOS PARA EDUCAO AMBIENTAL

    Caderno III AO DA GUA DAS CHUVAS NO PLANETA TERRA Parte I

    i

    Os cadernos de Temas Geolgicos para Educao Ambiental foram

    concebidos com o intuito de levar para a escola uma nova abordagem no mbito

    da Educao Ambiental voltada para o 6 e 7 anos do Ensino Fundamental.

    Trata-se de um esforo no sentido de disponibilizar informaes relacionadas

    s geocincias, sobre o meio fsico em que vivemos, e em que medida a

    interferncia do homem pode gerar problemas ambientais como por exemplo

    eroso, assoreamento, inundaes, escorregamentos etc.

    Visando abordar questes ambientais relacionadas ao planeta Terra, a gua

    foi utilizada como elemento de ligao para a elaborao de sete cadernos:

    CADERNO I Processos naturais modificadores do relevo terrestre

    CADERNO II Problemas ambientais decorrentes da falta ou excesso de gua

    CADERNO III Ao da gua das chuvas no planeta Terra Parte I

    CADERNO IV Ao da gua das chuvas no planeta Terra Parte II

    CADERNO V Ao da gua dos rios no planeta Terra

    CADERNO VI Ao da gua do mar no planeta Terra

    CADERNO VII Ao da gua subterrnea no planeta Terra

    A construo dos Cadernos de Temas Geolgicos para Educao Ambiental

    foi desenvolvida com o objetivo de disponibilizar para alunos e professores

    material pedaggico complementar em Educao Ambiental. Todos os temas

    abordados so ilustrados por fotos, de forma a estimular alunos e professores a

    discutir os problemas de uso e ocupao do territrio dentro de sua realidade, e

    transportar os conceitos relacionados origem e evoluo das paisagens para

    situaes vivenciadas no seu dia a dia. Visam ainda suprir uma lacuna deixada

    pela falta de material para Educao Ambiental que aborde as questes

    relacionadas s formas de uso e ocupao do meio fsico, e em que medida a

    atuao do homem pode desencadear srios problemas ambientais.

    Para servir como ponto de partida para pesquisas em Educao Ambiental,

    todas as fontes consultadas acham-se relacionadas ao final de cada

    tema, bem como abaixo ou ao lado de cada ilustrao. No caso de

    material disponvel na internet, as informaes podem ser acessadas

    digitando-se o endereo eletrnico, ou as palavras-chave citadas na

    fonte, logo abaixo ou ao lado das ilustraes.

    Nos textos, fartamente ilustrados para facilitar o entendimento e a

    cognio, procurou-se tambm incluir mensagens relacionadas ao

    uso adequado dos recursos naturais, de forma a conscientizar os

    alunos sobre a necessidade de posturas responsveis com relao

    ao meio ambiente no apenas individualmente, mas a perceber os

    efeitos coletivos da responsabilidade ambiental na sua comunidade e

    na sociedade. Segundo esse enfoque foram ainda inseridas em cada

    caderno pequenas sementes de cidadania que, se bem cultivadas e

    estimuladas, podero despertar noes de direitos e deveres que os

    alunos devem ter e fazer valer, com vista a prepar-los para o

    exerccio da cidadania.

    A aplicao de fotografias como instrumento didtico-pedaggico

    em Educao Ambiental, no Ensino Fundamental, representa ainda

    uma janela aberta para a divulgao sistemtica da Geodiversidade,

    no que concerne conscientizao da importncia do meio fsico na

    questo ambiental.

    importante ressaltar que os Cadernos de Temas Geolgicos

    para Educao Ambiental constituem material paradidtico e, em

    nenhuma hiptese, substituem os livros didticos.

    Os cadernos esto disponveis no site da CPRM - Servio

    Geolgico do Brasil, no site www.cprm.gov.br, no menu Canal Escola/

    Educao Ambiental.

    Regina Celia Gimenez Armesto

    e-mail: [email protected]

    APRESENTAO

  • SUMRIO

    APRESENTAO .............................................................................. i

    1. EROSO ........................................................................................ 1

    1.1. Eroso normal ...................................................................... 1

    1.2. Eroso acelerada ................................................................. 1

    2. A GUA SUPERFICIAL COMO AGENTE DE EROSO E

    SEDIMENTAO .......................................................................... 2

    2.1. Eroso laminar ..................................................................... 3

    2.2. Eroso linear: a formao de sulcos e ravinas .................... 4

    3. EROSO DE GRANDES MASSAS DE SOLO ............................. 6

    4. ENXURRADA ................................................................................. 7

    4.1. Causas das enxurradas ....................................................... 8

    4.2. Problemas ambientais causados pelas enxurradas ............ 10

    5. FONTES DE CONSULTA .............................................................. 12

    TEMAS GEOLGICOS PARA EDUCAO AMBIENTAL

    Caderno III AO DA GUA DAS CHUVAS NO PLANETA TERRA Parte I

  • Como j vimos no Caderno I, a EROSO o conjunto de

    processos que atuam na superfcie terrestre capaz de

    desagregar, remover e transportar partculas e fragmentos

    de rochas para as partes mais baixas do relevo onde so

    depositados.

    A atuao da eroso pode ser normal ou acelerada.

    A EROSO NORMAL, NATURAL ou GEOLGICA resulta

    unicamente da atuao das foras da natureza, sem que

    haja a interveno do homem. Trata-se de um processo

    lento, que geralmente no perceptvel em curto prazo,

    sendo responsvel pela modelagem do relevo da superfcie

    terrestre e pela formao dos solos.

    O processo de eroso natural

    contribuiu para a formao

    do solo denominado de terra

    roxa, resultado da alterao

    de uma rocha chamada

    basalto. A terra roxa boa

    para agricultura e, no

    municpio de Guara (SP),

    vem sendo utilizada para o

    cultivo de cana-de-acar.

    A EROSO ACELERADA, tambm chamada de

    EROSO ANTRPICA resultante da acelerao do

    processo de eroso natural, e decorrente das alteraes

    provocadas pelo homem no ambiente, como por exemplo

    a retirada da cobertura vegetal. Via de regra, a eroso

    acelerada ou antrpica resulta em impactos que podem

    comprometer e causar modificaes na paisagem natural.

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    Prticas agrcolas inadequadas, e a retirada da mata ciliar

    aceleraram o processo de eroso nas margens do rio. A areia

    resultante da eroso vai parar dentro do rio, provocando o

    assoreamento. Rio do Peixe, no municpio de Dracena (SP).

    Fonte: PEIXOTO, C. A. B. Geodiversidade: adequabilidades/potencialidades e limitaes frente

    ao uso e ocupao. In: Geodiversidade do estado de So Paulo.

    Fonte: PEIXOTO, C. A. B. Geodiversidade: adequabilidades/potencialidades e limitaes

    frente ao uso e ocupao. In: Geodiversidade do estado de So Paulo.

    A areia que trazida

    para o leito provoca o

    assoreamento do rio

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    1. EROSO

    1.1. Eroso normal

    1.2. Eroso acelerada

    Quer no processo de eroso natural, quer atravs da

    eroso acelerada, a GUA o principal agente

    erosivo em nosso planeta. 1

    TEMAS GEOLGICOS PARA EDUCAO AMBIENTAL

    Caderno III AO DA GUA DAS CHUVAS NO PLANETA TERRA Parte I

  • Dependendo da intensidade com que a chuva cai

    em uma determinada regio e de como se processa

    o escoamento da gua da chuva por uma encosta,

    podem ocorrer dois tipos de eroso: a EROSO

    LAMINAR e a EROSO LINEAR.

    2. A GUA SUPERFICIAL COMO AGENTE DE EROSO E SEDIMENTAO

    A eroso hdrica (causada pela gua) um processo natural.

    O clima, o relevo, a composio do solo e do substrato

    rochoso, em conjunto, condicionam o potencial da eroso

    hdrica em um dado local. J a existncia ou no de cobertura

    vegetal, e o tipo de uso do solo so fatores que podem

    contribuir para o agravamento do processo erosivo provocado

    pelas chuvas.

    A eroso hdrica se inicia com o impactos das gotas de

    chuva sobre o solo, desagregando suas partculas que vo

    sendo removidas e transportadas pelo escoamento da gua

    da chuva (escoamento superficial).

    A sedimentao acontece quando essas partculas so

    depositadas nas partes mais baixas do terreno, e nos leitos

    dos rios, que so responsveis por transport-las at lagos

    e oceanos.

    O impacto da gota de chuva sobre o solo sem vegetao aumenta

    depois que a camada superficial do solo est saturada de gua. O

    processo de desagregao das partculas do solo ento intensificado.

    Olha s que interessante Alex! A gente v a chuva caindo, mas no imagina que ela pode provocar dois tipos de eroso!

    Pois Camila, agora fiquei curioso: quero ver o efeito desses dois tipos de eroso no solo. Por favor, vire a pgina para vermos se h exemplos!

    Fonte: Eroso. Disponvel em:

    http://pessoas.feb.unesp.br/an

    na/files/2009/08/ Erosao.pdf.

    Fonte: SANTOS, R. F. dos. Vulnerabilidade ambiental.

    Momento em que a

    gota de chuva cai ,

    provocando eroso e

    desagregao das

    partculas do solo.

    2

    TEMAS GEOLGICOS PARA EDUCAO AMBIENTAL

    Caderno III AO DA GUA DAS CHUVAS NO PLANETA TERRA Parte I

  • Pontualmente, a EROSO LAMINAR pouco perceptvel.

    Entretanto, a foto a seguir demonstra a intensidade e o

    resultado da EROSO LAMINAR em uma plantao de feijo

    aps as fortes chuvas de vero.

    Na maior parte do Brasil, onde domina o clima tropical, os

    efeitos da eroso laminar seriam minimizados se as

    plantaes adotassem prticas de conservao do solo,

    como por exemplo a plantao em terraos ou plantar

    sobre palha distribuda no solo, de modo a proteger o

    solo da eroso.

    2.1. Eroso laminar

    Conforme podemos verificar na foto abaixo, a EROSO

    LAMINAR se d quando a gua da chuva espalha-se

    pelo terreno como se fosse um lenol e vai escorrendo

    de forma difusa, quer dizer, em vrias direes, sem

    formar sulcos no terreno.

    Nesse processo, a gua da chuva carrega, em

    suspenso, pequenas partculas desagregadas do solo,

    promovendo uma eroso progressiva e uniforme das

    camadas superficiais do solo.

    Eu nunca poderia imaginar que esse pouquinho dgua pudesse estar erodindo o solo! Esta vendo Alex! Quando se tem noes de geologia e de proteo ao meio ambiente, a gente passa a enxergar coisas que ocorrem na natureza e que antes nem percebamos!

    Esquema de uma plantao

    em terraos, o que diminui a

    fora da gua da chuva que

    desce pela encosta e,

    consequentemente, a

    eroso.

    Na eroso laminar a

    gua escorre em vrias

    direes.

    Fonte: Eroso: eroso em lenol

    ou laminar.

    Disponvel em:

    http://redin.lec.ufrgs.br/index.php/

    3.2._EROS%C3%83.

    Com a chuva, a eroso

    laminar destruiu a plantao

    e provocou a eroso do solo..

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    Modificado de: RIBEIRO, P. V. Geografia material para as turmas de 1 Srie do Ensino Mdio.

    Disponvel em: http://www.csanl.com.br/professores/material/paulovictor/texto.pdf.

    Fonte: Embrapa. Agncia de Informao

    Embrapa. Solo. O feijoeiro comum prefere

    que tipo de solo? Disponvel em:

    http://www.agencia.cnptia.embrapa.br/Age

    ncia4/AG01/arvore/AG01_2_20720041528

    20.html

    3

    TEMAS GEOLGICOS PARA EDUCAO AMBIENTAL

    Caderno III AO DA GUA DAS CHUVAS NO PLANETA TERRA Parte I

  • sulco eroso laminar

    A EROSO LINEAR causada pela concentrao

    das guas que escoam na superfcie do terreno. A

    continuidade desse processo erosivo provocado pelo

    escoamento superficial d origem a SULCOS como o

    que pode ser visto nas fotos a seguir.

    Formao de sulco na encosta. Bacia do rio Botafogo (PE).

    Como pode ser

    observado, os sulcos

    so estreitos, pouco

    profundos, e o

    escoamento da gua se

    concentra em canais

    bem definidos.

    sulco

    ravina

    Vooroca ou booroca

    lenol fretico

    lenol fretico

    lenol fretico

    Com a evoluo do processo os canais podero se aprofundar e atingir o lenol fretico, dando origem s VOOROCAS ou BOOROCAS que estudaremos no caderno VII.

    A continuidade do processo erosivo pode promover o aprofundamento e alargamento dos sulcos, dando origem s RAVINAS.

    Fonte: MACHADO, M. F.; SILVA, S. F. da. Geodiversidade:

    adequabilidades/potencialidades e limitaes frente ao uso e ocupao e aos potenciais

    mineral e turstico. In: Geodiversidade do Estado de Minas Gerais.

    Fonte: PFALTZGRAFF, P. A. dos S. et. al. Riscos Geolgicos. In: Geodiversidade do

    Brasil: conhecer o passado para entender o presente e prever o futuro.

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    a Ravina resultante do

    processo erosivo em

    Gilbus (PI), acelerado

    pela retirada da vegetao.

    largura da ravina

    profundidade

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    Fonte: PFALTZGRAFF, P. A. dos S.

    et. al. (Org.). Geodiversidade do

    Estado do Piau.

    Fonte: Modificado de: Solo.

    Disponvel em:

    http://www2.fc.unesp.br/lapalma/

    bio%20aula%2003.pdf.

    Esquema mostrando a

    evoluo do processo erosivo

    at a formao de vooroca

    2.2. Eroso linear: a formao de sulcos e ravinas

    sulco

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    TEMAS GEOLGICOS PARA EDUCAO AMBIENTAL

    Caderno III AO DA GUA DAS CHUVAS NO PLANETA TERRA Parte I

  • importante salientar que tanto os SULCOS quanto as

    RAVINAS so produtos da eroso provocada pelo

    escoamento da gua das chuvas na superfcie dos

    terrenos: o chamado de escoamento superficial.

    J no processo de formao das voorocas ou

    boorocas, o processo erosivo condicionado pelo

    escoamento da gua subterrnea.

    A formao de SULCOS, RAVINAS ocorre com mais

    intensidade, em terrenos de rochas sedimentares, que

    so mais facilmente erodidas.

    A eroso acelerada pelo desmatamento est provocando a

    evoluo das ravinas para voorocas nesta rea rural de

    Rio Branco (AC).

    Quase sempre, SULCOS e RAVINAS se desenvolvem em

    terrenos que sofreram a retirada da vegetao, ou que

    apresentam pouca cobertura vegetal, em funo da falta de

    cuidados com o manejo dos solos agrcolas.

    Os prejuzos causados com a eroso hdrica esto

    relacionados principalmente perda de solos agrcolas que

    so levados pelo escoamento superficial.

    H ainda a perda de reas agricultveis, pois a presena de

    SULCOS e RAVINAS no terreno impede a utilizao de

    maquinrio agrcola.

    Alex, cada vez eu estou mais convencida da necessidade de levar todas as escolas do pas as informaes sobre os cuidados que devemos ter ao planejar o uso e ocupao dos terrenos e no manejo dos solos.

    Concordo com sua sugesto Camila! Seria uma maneira de informar aos alunos e tambm propor que eles levem para suas comunidades a mensagem sobre a deteriorao do solo pelo manejo negligente, que pode ser irreversvel, e vir a prejudicar o potencial agrcola do pas.

    Fonte: SILVA, C. R. da et. al. Aplicaes mltiplas do Conhecimento da Geodiversidade. In:

    Geodiversidade do Brasil: conhecer o passado para entender o presente e prever o futuro.

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    TEMAS GEOLGICOS PARA EDUCAO AMBIENTAL

    Caderno III AO DA GUA DAS CHUVAS NO PLANETA TERRA Parte I

  • A gua superficial o principal agente, responsvel pela eroso de

    grandes massas de solo.

    Esse processo erosivo pode estar associado :

    eroso fluvial: grande massa de solo e rochas levada pela correnteza, cuja fora erode o LEITO

    e provoca o DESBARRANCAMENTO DAS

    MARGENS do rio.

    eroso marinha: provocada pelas ao conjunta das ondas, correntes costeiras e pela oscilao

    das mars. Seu efeito pode ser mais facilmente

    percebido quando a largura da praia diminui, ou

    com o recuo das falsias.

    A enxurrada provocada pelas fortes

    chuvas de janeiro de 2011 entulhou

    essa rua, em Terespolis (RJ), com

    uma grande massa de solo, areia de rio,

    blocos de rocha e troncos de rvores

    As chuvas torrenciais que caram

    janeiro/2011 provocaram o

    escorregamento de grandes massas

    de solo, causando destruio em

    Nova Friburgo (RJ).

    Eroso nas margens do rio

    Paraguai, no municpio de

    Cceres (MT).

    Fonte: Portal G1. VC no G1. Leitores enviam fotos

    da chuva na Regio Serrana do RJ. Disponvel em:

    http://g1.globo.com/vc-no-g1/fotos/2011/01/leitores-

    enviam-fotos-da-chuva-no-rio-de-janeiro.html.

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    Fonte: Portal Terra. Notcias. Brasil. Veja fotos da

    chuva no Rio de Janeiro.

    Disponvel em:

    http://noticias.terra.com.br/brasil/fotos/0,,OI144142-

    EI306,00-

    Veja+fotos+da+chuva+no+Rio+de+Janeiro.html.

    Fonte: SILVA, A. et. al. Avaliao da eroso na

    margem direita do rio Paraguai a jusante da

    praia do Julio, municpio de Cceres-MT.

    Disponvel em:

    http://www.rga.ggf.br/index.php?journal=rga&p

    age=article&op=viewFile&path%5B%5D=1&pat

    h%5B%5D=1.

    Fonte: Eroso destri

    falsias no litoral do Canoa.

    Disponvel em:

    http://descobrindooceara.blo

    gspot.com/2010/03/erosao-

    destroi-falesias-no-litoral-

    de.html.

    3. EROSO DE GRANDES MASSAS DE SOLO

    Eroso marinha afeta as falsias em Canoa Quebrada,

    no Cear.

    eroso pluvial: grandes massa de solo e rochas podem ser levadas pelas guas das chuvas torrenciais que provocam

    ENXURRADAS, capazes de arrastar tudo que encontram pela

    frente, ou durante os ESCORREGAMENTOS, deixando um

    rastro de destruio.

    6

    TEMAS GEOLGICOS PARA EDUCAO AMBIENTAL

    Caderno III AO DA GUA DAS CHUVAS NO PLANETA TERRA Parte I

  • A ENXURRADA pode ser definida como o escoamento

    superficial concentrado, com alta capacidade para

    transportar grandes massas de solo, rochas e detritos. A

    gua corre com rapidez e muita fora, formando correnteza,

    e arrastando tudo que encontra pela frente.

    Em decorrncia das fortes

    chuvas que atingiram a

    regio serrana do Rio de

    Janeiro, a enxurrada invadiu

    casas e causou grande

    destruio em Areal, distrito

    de Petrpolis.

    A inundao causada pela

    enxurrada de janeiro/2011,

    permaneceu no centro de

    Nova Friburgo (RJ), por

    mais dois dias.

    Depois que passa a correnteza da enxurrada, a

    inundao pode permanecer nas reas mais planas, por

    horas ou at dias.

    Em junho/2010, em

    Palmares (PE), a fora da

    enxurrada obrigou

    moradores a aguardar

    socorro nos telhados das

    casas.

    Voc reparou nos redemoinhos formados pela fora da correnteza?

    Eu vi, Lvia! Mas agora estou querendo saber quais as causas das enxurradas!

    Ento vira a pgina para aprendermos um pouco mais sobre este tema!

    Com as chuvas de

    janeiro/2011, o rio Grande,

    em Bom Jardim (RJ),

    transbordou e a enxurrada,

    com forte de correnteza,

    chegou ao telhado das

    casas.

    Fonte: Portal G1. Chuvas no RJ. Veja fotos dos estragos das chuvas no Rio de Janeiro. Disponvel

    em: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/chuvas-no-rj/fotos/2011/01/veja-imagens-da-tragedia-no-

    rj.html.

    Disponvel em:

    http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/f

    orte+enxurrada+varreu+alagoas+e+pe

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    Fonte: Portal G1. VC no G1. Leitores enviam fotos da chuva na Regio Serrana do RJ. Disponvel em:

    http://g1.globo.com/vc-no-g1/fotos/2011/01/leitores-enviam-fotos-da-chuva-no-rio-de-janeiro.html

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    Fonte: Portal G1. VC no G1. Leitores

    enviam fotos da chuva na Regio Serrana

    do RJ. Disponvel em:

    http://g1.globo.com/vc-no-

    g1/fotos/2011/01/leitores-enviam-fotos-da-

    chuva-no-rio-de-janeiro.html.

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    4. ENXURRADA

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    TEMAS GEOLGICOS PARA EDUCAO AMBIENTAL

    Caderno III AO DA GUA DAS CHUVAS NO PLANETA TERRA Parte I

  • a) chuvas violentas concentram-se e caem sobre uma

    determinada regio. O volume de chuva pode ser to

    grande, que os rios no conseguem escoar a gua

    acumulada e transbordam provocando inundao na

    regio. Formam-se torrentes de gua que ganham fora

    e velocidade e correm com violncia, principalmente

    sobre superfcies impermeveis, como nas reas

    asfaltadas.

    Esse processo ocorreu em junho de 2010, quando as

    fortes chuvas que caram sobre os estados de

    Pernambuco e Alagoas provocaram grandes

    ENXURRADAS devido ao transbordamento dos rios

    Canhoto, Munda e Una, entre outros, causando

    destruio em mais de 30 municpios, que resultou na

    morte de 47 pessoas, e cerca de 80 mil desabrigados.

    Efeitos da enxurrada na cidade de

    Branquinha, em Alagoas. Fonte: Portal IG. ltima Segundo. Brasil. Forte

    enxurrada varreu Alagoas e Pernambuco. Disponvel

    em: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/forte+

    enxurrada+varreu+alagoas+e+pernambuco/n123767523

    6767. html#8.

    A enxurrada invadiu o centro de Rio Largo (AL) e destruiu tudo que

    encontrou pela frente.

    A enxurrada provocou a destruio

    de muitas casas em Barreiros (PE). Fonte: Portal Terra. Brasil. PE: fortes chuvas destroem

    Palmares e outras cidades. Disponvel em:

    http://noticias.terra.com.br/brasil/fotos/0,, OI127764-

    EI306,00-PE+fortes+ chuvas+

    destroem+Palmares+e+outras+cidades.html

    Ruas de Qebrangulo (AL) ficaram completamente destrudas

    .

    Fonte: Portal IG. ltima Segundo.

    Brasil. Forte enxurrada varreu

    Alagoas e Pernambuco.

    Disponvel em:

    http://ultimosegundo.ig.com.br/bra

    sil/forte+enxurrada+varreu+alagoa

    s+e+pernambuco/n123767523676

    7.html#7

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    Fonte: Portal IG. ltima

    Segundo. Brasil. Forte

    enxurrada varreu

    Alagoas e Pernambuco.

    Disponvel em:

    http://ultimosegundo.ig.c

    om.br/brasil/forte+enxurr

    ada+varreu+alagoas+e+

    pernambuco/n12376752

    36767.html#12.

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    4.1. Causas das enxurradas

    8

    As ENXURRADAS podem acontecer quando:

    TEMAS GEOLGICOS PARA EDUCAO AMBIENTAL

    Caderno III AO DA GUA DAS CHUVAS NO PLANETA TERRA Parte I

  • b) chuvas intensas caem sobre regies de montanhas ou

    morros ngremes, com encostas mais inclinadas,

    fazendo com que o escoamento da gua ganhe

    velocidade. Quanto maior a inclinao do terreno, maior

    ser a capacidade destrutiva da enxurrada. Tambm

    neste caso, o fluxo violento da gua provoca eroso

    no solo e arrasta tudo que encontra pelo caminho:

    prdios, casas, veculos, estradas, pontes etc.

    Calamento da rua

    destrudo pela enxurrada

    que atingiu Terespolis

    (RJ), em janeiro de 2011.

    Em Friburgo, as fortes

    chuvas de janeiro de

    2011 provocaram o

    escorregamento das

    encostas e a enxurrada

    inundou ruas e praas,

    que ficaram cobertas

    de lama e detritos.

    c) h o rompimento de diques e barragens e as guas que

    estavam represadas no reservatrio inundam a regio logo

    abaixo da represa.

    Em 2009, aps 48 horas de

    chuvas, a Barragem Algodes I

    rompeu e a enxurrada

    arrasou plantaes e casas,

    deixando cerca de 3.000

    desabrigados em Cocal da

    Estao e Buriti, no Piau.

    Pela sua fora, as ENXURRADAS podem provocar a eroso e

    so capazes de transportar grandes massas de solo. So

    capazes de destruir margens at mesmo alterar o traado de

    trechos de um rio ou canal.

    Rompimento da barragem da

    PAMPULHA, em Belo Horizonte

    (MG), em 1954, quando uma

    fenda se abriu. Posteriormente,

    toda a barragem cedeu e a gua

    se espalhou por toda a rea

    central da cidade, atingindo

    casas e o aeroporto.

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    Fonte: Portal IG. ltimo Segundo. Fotos. Enchentes no Rio de Janeiro. Disponvel em:

  • As ENXURRADAS trazem srios problemas, tanto quando ocorrem

    nas cidade, quanto nas rea rurais.

    Nas cidades, toda terra que desce em funo dos deslizamentos

    nas encostas, bem como o lixo jogado nas ruas, entopem os

    bueiros ou so levados pela correnteza e vo parar nos rios e

    lagoas, contribuindo para seu assoreamento. Quando esse

    assoreamento ocorre, rios e lagoas tm sua profundidade

    diminuda em funo do acmulo de sedimentos e lixo no fundo.

    Muitas vezes, o lixo transportado pelos rios chega a atingir o mar.

    Lixo acumulado na Av. Maracan,

    no Rio de Janeiro, trazido pela

    enxurrada, em abril de 2010.

    Em 2010, a enxurrada

    afetou vrias cidades de

    Pernambuco e levou para a

    praia de Boa Viagem, no

    Recife, 15 toneladas de lixo.

    Lo, acho que poderamos fazer uma campanha, l no bairro onde moramos, sobre a necessidade de manter ruas e encostas limpas. Acho legal, porque a prpria populao que joga o lixo nas ruas e encostas depois reclama que a gua invadiu suas casas e deixou lixo espalhado por todo lado! Alex, mas tambm temos que eleger uma comisso para cobrar da prefeitura a limpeza dos bueiros e a dragagem para desassorear os rios, canais e as lagoas. Concordo, Lvia! Se cada um fizer a sua parte, todos saem ganhando! Ah meninos! Lembrei de outra coisa muito importante! Nessa campanha, a gente poderia distribuir um folheto informando que durante as enxurradas as pessoas devem procurar lugares mais altos e mais seguros. Camila, devemos tambm informar sobre o perigo de tentar andar pelas ruas, porque a pessoa pode cair dentro de buraco, ou bueiro sem tampa e ser levado pela correnteza! Felipe, e ainda h o perigo de levar um choque em algum fio que esteja de baixo da gua!

    Fonte: Portal R7. Notcias. Rio e cidades.

    Fotos. Chuvas provocam mortes e

    destruio no Rio de Janeiro.

    Disponvel em:

    http://noticias.r7.com/cidades/fotos/chuva

    -no-rio-20100406-43.html#fotos

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    Fonte: Portal G1. Brasil. Cerca de 15 toneladas de lixo so recolhidas de praia no Recife. Disponvel em:

    http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/06/cerca-de-15-toneladas-de-lixo-sao-recolhidas-de-praia-no-

    recife.html.

    4.2. Problemas ambientais causados pelas enxurradas

    10

    TEMAS GEOLGICOS PARA EDUCAO AMBIENTAL

    Caderno III AO DA GUA DAS CHUVAS NO PLANETA TERRA Parte I

  • Tanto nas cidades, quanto no campo, as enxurradas

    podem afetar o funcionamento de servios como

    transporte, fornecimento de gua, luz, e gs e tambm

    destruir ruas, estradas e pontes.

    Camila, seria muito bom se a gente pudesse evitar as enxurradas!

    Lvia, mas no podemos: elas so fenmenos provocados pela natureza, que o homem no consegue controlar.

    Ento ns precisamos cobrar dos prefeitos e governadores planos de emergncia para avisar a populao sobre a aproximao de chuvas intensas , visando a alertar as pessoas para que saiam das reas de risco.

    Ponte na BR-116 foi

    destruda pela fora da

    enxurrada, interrompendo

    o acesso Bom Jardim

    (RJ), em janeiro de 2011.

    Nas reas rurais a enxurrada tambm causa srios

    prejuzos para agricultura e pecuria. A queda de pontes,

    interdio dos acessos por causa da queda de barreiras, e

    a destruio das estradas dificultam o escoamento da

    produo e o recebimento de rao para a os rebanhos e

    avicultura (criao de aves).

    Estas dificuldades tm reflexo tambm nas cidades que

    sofrem com o desabastecimento de legumes, verduras, frutas,

    leite e derivados, e tambm com a elevao dos preos

    desses produtos.

    A fora da enxurrada pode dizimar rebanhos e destruir

    plantaes. Entretanto, o maior prejuzo que as enxurradas

    podem causar est relacionada perda irreversvel de solos

    agrcolas de boa qualidade, que so levados pelas guas.

    Entre os efeitos da enxurrada tambm merecem destaque a

    perda da biodiversidade, causada pela morte de animais e

    plantas que so levados pelas guas, e a destruio de belas

    paisagens, recantos naturais e pontos tursticos.

    Na localidade de Vieira,

    toda a rea na frente da

    plantao, foi coberta

    pela areia trazida pela

    enxurrada que atingiu

    Terespolis (RJ), em

    janeiro/2011.

    Fonte: Portal G1. VC no G1. Leitores

    enviam fotos da chuva na Regio

    Serrana do RJ. Disponvel em:

    http://g1.globo.com/vc-no-

    g1/fotos/2011/01/leitores-enviam-fotos-

    da-chuva-no-rio-de-janeiro.html.

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    Fonte: Portal G1. VC no G1. Leitores enviam fotos da chuva na Regio Serrana do RJ. Disponvel

    em: http://g1.globo.com/vc-no-g1/fotos/2011/01/leitores-enviam-fotos-da-chuva-no-rio-de-

    janeiro.html.

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    FORTE enxurrada varreu Alagoas e Pernambuco. In: Portal IG. Disponvel em:

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