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Apostila Aprovar Ano05 Fascículo15 Qui Port

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Guia de ProfissesMatemtica

Q

uase todas as profisses apresentam, em suas prticas, algo de Matemtica. Administrao de empresas, Cincias Biolgicas, Odontologia, Medicina, Qumica, Agronomia, Arquitetura, Engenharia, Cinema, Direito, Geologia, Jornalismo, Psicologia so algumas das profisses em que o domnio da Matemtica fundamental. Do Grego mthema (): cincia, conhecimento, aprendizagem; mathematiks ( ): apreciador do conhecimento, ela a cincia do raciocnio lgico. H muito tempo, busca-se um consenso quanto definio do que a Matemtica. No entanto, nas ltimas dcadas do sculo XX, tomou forma uma definio que tem ampla aceitao en-

tre os matemticos: matemtica a cincia das regularidades (padres). Segundo essa definio, o trabalho do matemtico consiste em examinar esses padres abstratos que tanto podem ser reais quanto imaginrios, visuais ou mentais. Ou seja, os matemticos procuram regularidades nos nmeros, no espao, na cincia e na imaginao, e as teorias matemticas tentam explicar as relaes entre elas. Uma outra definio seria a de que a investigao de estruturas abstratas definidas axiomaticamente, usando a lgica formal co- Ilustrao: Pitgoras, cercado por Empdocles, Averroes, Hipatia e Parmnides, no afresco A Escola de Atenas, de Rafaello Sanzio mo estrutura comum. As estrutu- (1509). ras especficas, geralmente, tm Entre as competncias do professor de sua origem nas cincias naturais, mais Matemtica formado pela UEA esto: comumente na Fsica, mas os mateelaborar propostas de ensino-aprendimticos tambm definem e investigam zagem de Matemtica para educao estruturas por razes puramente bsica; analisar, selecionar e produzir internas Matemtica, por exemplo, ao materiais didticos; desenvolver estraperceberem que as estruturas tgias de ensino que favoream a criatifornecem uma generalizao unificante vidade, a flexibilidade e a autonomia do de vrios subcampos ou uma ferrapensamento matemtico dos educanmenta til em clculos comuns. dos, buscando trabalhar, com mais nHistoricamente as disciplinas bsicas fase, nos conceitos do que nas tcnicas dentro da Matemtica esto associae frmulas. das necessidade de se efetuarem clA grade curricular do curso prev a amculos no comrcio, medir terras e prepliao e o aprofundamento dos signidizer eventos astronmicos. Essas trs ficados dos conhecimentos matemtinecessidades podem ser, grosso mocos. Inclui contedos matemticos predo, relacionadas com as grandes subsentes na Educao Bsica nas reas divises da Matemtica: o clculo bside lgebra, Geometria e Anlise, conco (somas, subtraes, multiplicaes tedo de reas afins Matemtica, que e divises), o estudo das estruturas, o so fontes originadoras de problemas estudo dos espaos (clculos de reas e campos de aplicao de suas teorias, e volumes atravs do clculo bsico) e alm de contedos de cincias da eduo estudo das alteraes. cao e histria da Matemtica. O curso na UEA O curso tem quatro anos de durao, O curso de Licenciatura Plena em Matemtica, oferecido nos Centros de Estudos Superiores da UEA em Parintins, Tef e Tabatinga, est formando para o Magistrio educadores que percebam o ensino de Matemtica como um processo dinmico e como um espao de criao e reflexo. com perodo de integralizao de, no mnimo, trs e de, no mximo, oito anos. Foi elaborado com base na Diretriz Curricular Nacional, estabelecida pelo Ministrio da Educao. O regime acadmico do curso de oito perodos em sistemas de crditos. A Licenciatura atende, atualmente, a cerca de 460 acadmicos nas trs unidades da UEA.

ndiceQUMICAClculo estequimtrico ............. Pg. 03(aula 85)

PORTUGUSCrase II Casos especiais ....... Pg. 05(aula 86)

HISTRIASegundo reinado (18401889) ................................................... Pg. 07(aula 87)

FSICAOndas ........................................ Pg. 09(aula 88)

GEOGRAFIARelevo e hidrografia da Amaznia ................................................... Pg. 11(aula 89)

BIOLOGIAEmbriologia I ............................ Pg. 13(aula 90)

Referncias bibliogrficas ...... Pg. 15

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QumicaProfessor Pedro CAMPELO Aula 85

No exemplo anterior, quando escrito em forma de frao, a unidade grama cancela-se, deixando o valor convertido a mols (a unidade desejada). 2.00 g NaCl 1 mol NaCl ( )()= 1 58.44 g NaCl mol1 = 0.034mol 5. A EQUAO QUMICA E O CLCULO ESTEQUIOMTRICO Outro uso da estequiometria achar a quantia certa de reagentes a ser usada em uma reao qumica. Um exemplo mostrado abaixo usando uma reao termine: Fe2O3 + 2Al Al2O3 + 2Fe Quantos gramas de alumnio so necessrios para reagir completamente com 85 g de xido de ferro III? 85 g Fe2O3 1 mol Fe2O3 2mol Al ()()() 1 160 g Fe2O3 1 mol Fe2O3 27 g Al ()= 28,6875 g Al 1 mol Al Resposta: 28,6875 g de alumnio. Outro exemplo: Num laboratrio de qumica, h duas solues. A primeira de cido sulfrico (H2SO4) com concentrao desconhecida; a segunda de soda custica (NaOH) em concentrao de 0,10 mol/L. Sabe-se que 25 mL da soluo de cido exigem 22,50 mL da soluo de soda custica para ser neutralizada completamente. Com base nessas informaes, pede-se que se calcule a concentrao de cido na soluo. Resoluo Comea-se montando uma regra de trs simples com base nos dados da soluo de soda custica: 1000mL 0,10mol NaOH 22,50mL y y=0,00225 mol NaOH A 2.a equao ser feita com base na reao de neutralizao entre o cido e a base: H2 SO4 + 2NaOH Na2SO4 + 2H2O 1mol H2SO4 2mol NaOH z 0,00225mol NaOH z = 0.001125mol H2SO4 Com esses dados, monta-se uma 3.a equao, em relao soluo cida: 25mL 0.001125mol H2SO4 1000mL x mol H2SO4 x = 0,045 mol/L H2SO4 Resposta: 0,045 mol/L. 6. REAGENTE LIMITANTE Numa reao qumica, o reagente limitante aquele que ser consumido por completo em primeiro lugar, fazendo com que a reao termine. A sua determinao depende da quantidade inicial (moles) de cada um dos reagentes e leva em conta a estequiometria da reao. 6.1. Determinao do reagente limitante Exemplo de Reao Qumica Para demonstrar o clculo do reagente limitante, utiliza-se, como exemplo, a seguinte reao, que culmina com a formao de cloreto de magnsio e gua: 2HCl + Mg (OH)2 MgCl2 + 2H2O Acertar a equao Numa reao qumica e de acordo com a Lei de Lavoisier, no h perda nem ganho de tomos. Isso implica que o nmero total de tomos de cada elemento no lado esquerdo da equao deve ser sempre igual ao do lado direito. Ao proceder

Clculo estequiomtrico1. DEFINIO A estequiometria o estudo e o clculo das relaes (mensurveis) quantitativas de reagentes e produtos em reaes qumicas (ou equaes qumicas). A palavra vem do Grego stoikheion (elemento) e metria (medida, de metron). O termo "estequiomtrico" usado, com freqncia, em Termodinmica para referir-se "mistura perfeita" de um combustvel e o ar. 2. A ESTEQUIOMETRIA E AS LEIS QUMICAS A estequiometria baseia-se na lei da conservao das massas, na lei das propores definidas (ou lei da composio constante) e na lei das propores mltiplas. Em geral, as reaes qumicas combinam propores definidas de compostos qumicos. J que a matria no pode ser criada ou destruda, a quantia de cada elemento deve ser a mesma antes, durante e aps a reao. Por exemplo, a quantia de um elemento A no reagente deve ser igual quantia do mesmo elemento no produto. 3. O BALANCEAMENTO DAS EQUAES QUMICAS A estequiometria usada freqentemente para balancear equaes qumicas. Por exemplo, os dois gases diatmicos hidrognio e oxignio podem combinar-se para formar um lquido, gua, em uma reao exotrmica, como descrita na Equao [1]. H2 + O2 H2O [1] A Eq. 1 no mostra a estequiometria correta da reao, isto , no demonstra as propores relativas dos reagentes e do produto. 2H2 + O2 2H2O [2] A Eq. 2 j tem a correta estequiometria e, por isso, dita uma equao "balanceada", que demonstra o mesmo nmero de tomos de cada tipo em ambos os lados da equao. H quatro tomos de hidrognio, no lado dos reagentes, e quatro, no lado do produto, aln de dois tomos de oxignio, tambm, em ambos os lados da equao. Ou seja, a massa conserva-se. 4. AS UNIDADES DE QUANTIDADE DE MATRIA EM MOL, MASSA E VOLUME NO CLCULO ESTEQUIOMTRICO O termo "estequiometria" tambm usado, com freqncia, para as propores molares de elementos em compostos estequiomtricos. Por exemplo, a estequiometria do hidrognio e do oxignio na gua (H2O) 2:1. Em compostos estequiomtricos, as propores molares so nmeros inteiros (e a que est a lei de propores mltiplas). Compostos cujas propores molares no so nmeros inteiros so chamados de compostos no-estequiomtricos. A estequiometria no somente usada para balancear equaes qumicas, mas tambm para converses de unidades por exemplo, de gramas a mols, ou gramas a mililitros. Por exemplo, se temos 2,00 g de NaCl, para achar o nmero de moles, pode-se fazer o seguinte: 2.00 g NaCl = 0.034mol 58.44 g NaCl mol1

01. (Fatec 95) A quantidade de dixido de enxofre liberado em uma fundio pode ser controlada fazendo-o reagir com carbonato de clcio, conforme a reao representada a seguir. 2CaCO3(s) + 2SO2(g) + O2 2CaSO4(s) + 2CO2(g) Supondo um rendimento de 100% dessa reao, a massa mnima de carbonato de clcio necessria para absorver uma massa de 3,2 toneladas de SO2, tambm expressa em toneladas, : Dados: Massas Molares CaCO3 = 100g/mol; CaSO4 = 136g/mol; SO2 = 64g/mol; CO2 = 44g/mol; O2 = 32g/mola) 3,2 d) 5,0. b) 6,4. e) 10,0. c) 0,5.

02. (FEI 93) O cobre um metal encontrado na natureza em diferentes minerais. Sua obteno pode ocorrer pela reao da calcosita (Cu2S) com a cuprita (Cu2O), representada a seguir: Cu2S(s) + 2 Cu2O(s) 6 Cu(s) + SO2(g) Numa reao com 60% de rendimento, a massa de cobre obtida a partir de 200g de calcosita, com 20,5% de impureza e cuprita suficiente, : Dados: 0 = 16u; S = 32,0u; Cu = 63,5ua) 58,9 g d) 381,0 g b) 98,2 g e) 405,0 g c) 228,6 g

03. (Fei 94) O cromo obtido por aluminotermia (reduo do metal na forma de xido com alumnio metlico como redutor) usando o xido de cromo III (Cr2O3), proveniente do minrio cromita (FeO.Cr2O3) de acordo com a reao de equao: Cr2O3 + 2Al 2Cr + Al2O3 Na produo de 3,30 toneladas de mangans a partir de um minrio, a pirolusita, que contm 60% em massa de MnO2, pelo mesmo processo, so necessrios: Massas molares: Mn = 55g/mol; O = 16g/mol; Al = 27g/mola) b) c) d) e) 5,22t 2,61t 4,35t 3,13t 8,70t de de de de de minrio minrio minrio minrio minrio e e e e e 2,16t 1,62t 1,62t 2,16t 2,16t de de de de de alumnio alumnio alumnio alumnio alumnio

04. (Puccamp 93) Descargas eltricas provocam a transformao do oxignio (O2) em oznio (O3). Quantos litros de oxignio, medidos nas condies normais de presso e temperatura, so necessrios para a obteno de 48,0g de oznio? (Dado Massa molar: O = 16,0 g/mol)a) 11,2 d) 44,8 b) 22,4 e) 56,0 c) 33,6

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determinao do reagente limitante, a equao deve ser "acertada" (ou "balanceada") para cumprir a lei de Lavoisier. Na equao exibida anteriormente, encontram-se 4 tomos de hidrognio (H), 2 de cloro (Cl), 1 de magnsio (Mg) e 2 de oxignio (O) tanto esquerda como direita, pelo que j se encontra acertada. 6.2. Clculo do reagente limitante

01. (Fuvest 91) O alumnio obtido pela eletrlise da bauxita. Nessa eletrlise, ocorre a formao de oxignio que reage com um dos eletrodos de carbono utilizados no processo. A equao no balanceada que representa o processo global : Al2O3 + C CO2 + Al Para dois mols de Al2O3, quantos mols de CO2 e de Al2, respectivamente, so produzidos nesse processo?a) 3 e 2 d) 2 e 1 b)1 e 4 e) 3 e 4 c) 2 e 3

O reagente limitante encontra-se dividindo a quantidade (em mol) de cada reagente pelo seu ndice estequiomtrico. O reagente para o qual se obtiver o valor mais baixo o limitante. Reagente em mols De acordo com a estequiometria da equao, dois moles de HCl reagem com uma mole de Mg(OH)2. Se for preparada uma reao entre um mole de cada composto, o reagente limitante seria o HCl, visto que se gasta a uma proporo maior (2 de HCl por cada 1 de Mg(OH)2). Essa observao emprica comprovada ao efetuar o clculo indicado anteriormente, na caixa de texto: NMg(OH)2 = 1/1 = 1 NHCl = 1/2 = 0,5 Reagente em massa A unidade de medida mais freqentemente utilizada para quantificar os reagentes (em estado slido) a massa. Quando apenas a massa (e no a quantidade em mol) dos reagentes conhecida, necessrio efetuar a converso para determinar o reagente limitante. Exemplo: Questo: Caso faamos reagir 10 gramas de HCl com 5 gramas de Mg(OH)2, qual o reagente limitante? Determinao da massa molecular de cada um dos reagentes: MMg(OH)2 = 24,3 + (16 + 1). 2 = 58.3 g/mol MHCl = 1 + 35,45 = 36,45g/mol Determinao do nmero de moles, utilizando a massa molecular: 5g MolMg(OH)2 = = 0,086mol 58,3g/mol 10g MolHCl = = 0,273mol 36,6g/mol Diviso pelos coeficientes estequiomtricos: 0,086 NMg(OH)2 = = 0,086mol 1 Resposta: Nessa situao, o reagente limitante o Mg(OH)2 (0,086 < 0,137). 7. RENDIMENTO Em Qumica, o rendimento (ou rendimento qumico ou, ainda, rendimento da reao) a quantidade de produto obtido numa reao qumica. O rendimento absoluto pode ser dado em gramas ou mols (rendimento molar). O rendimento fracional ou relativo, que serve para medir a eficcia de uma reao de sntese, calculada dividindo-se a quantidade de produto obtido, em mols, pelo rendimento terico, tambm em mols: rendimento real rendimento relativo = rendimento terico Para se obter um rendimento em percentagem, o resultado multiplicado por cem (por exemplo, 0,673 corresponde a 67,3%). Um ou mais reagentes so normalmente usados em excesso numa reao qumica. O rendimento terico , portanto, calculado com base na quantidade molar do reagente limitante, tomando-se

em conta a estequiometria da reao. Teoricamente, o rendimento ideal seria de 100%, o que, na prtica, impossvel de alcanar. Rendimentos perto dos 100% so designados quantitativos; acima dos 90%, excelentes; acima dos 80%, muito bons; acima de 70%, bons; abaixo dos 50%, razoveis; e, abaixo dos 40%, baixos. Rendimentos que aparentam estar acima de 100% podem acontecer se o produto encontrar-se impuro. Eventuais passos de purificao tm sempre o efeito de diminuir o rendimento; os rendimentos relatados na literatura cientfica so normalmente os do produto final purificado.

Exerccios01. (Cesgranrio 90) O H2S reage com o SO2 segundo a reao: 2 H2S + SO2 3S + 2 H2O. Assinale, entre as opes abaixo, aquela que indica o nmero mximo de mols de S que pode ser formado quando se faz reagir 5 moles de H2S com 2 mols de SO2:a) 3 d) 7,5 b) 4 e) 15 c) 6

02. (Fuvest 94) Uma das maneiras de impedir que o SO2, um dos responsveis pela chuva cida, seja liberado para a atmosfera trat-lo previamente com xido de magnsio, em presena de ar, como equacionado a seguir: Dados: massas molares em g/mol MgO = 40 e SO2 = 64 MgO(s) + SO2(g) + 1/2O2(g) MgSO4(s) Quantas toneladas de xido de magnsio so consumidas no tratamento de 9,6x102 toneladas de SO2?a) 1,5 x 102 d) 6,0 x 103 b) 3,0 x 102 e) 2,5 x 104 c) 1,0 x 103

03. (Puccamp 94) Num acidente, 4,9 toneladas de cido sulfrico so derramados numa rodovia. Quantas toneladas de xido de clcio devem ser utilizadas para neutralizar o cido? Dados: Equao da reao: H2SO4 + CaO CaSO4 + H2O Massa molar do H2SO4 = 98/mol Massa molar do CaO = 56g/mola) 56 d) 4,9 b) 9,8 e) 2,8 c) 5,6

02. (Cesgranrio 92) Num processo de obteno de ferro a partir da hematita (Fe2O3), considere a equao no-balanceada: Fe2O3 + C Fe + CO Utilizando-se 4,8 toneladas de minrio e admitindo-se um rendimento de 80% na reao, a quantidade de ferro produzida ser de: Pesos atmicos: C = 12; O = 16; Fe = 56a) 2688 kg d) 2688 t b) 3360 kg e) 3360 t c) 1344 t

04. (Puccamp 95) Combustvel e importante reagente na obteno de amnia e compostos orgnicos saturados, o hidrognio pode ser obtido pela reao: NaH(s) + H2O(l) NaOH(aq) + H2(g) Quantos litros do gs, nas condies ambiente, podem ser obtidos pela hidrlise de 60,0g de hidreto de sdio? Dados: Volume molar, nas condies ambiente = 24,5L/mol Massa molar do NaH = 24g/mola) 61,2 d) 36,8 b) 49,0 e) 33,6 c) 44,8

03. (Cesgranrio 94) O gs hidrognio pode ser obtido em laboratrio a partir da reao de alumnio com cido sulfrico, cuja equao qumica no-ajustada dada a seguir: Al + H2SO4 Al2(SO4)3 + H Um analista utilizou uma quantidade suficiente de H2SO4 para reagir com 5,4g do metal e obteve 5,71 litros do gs nas CNTP Nesse processo, o ana. lista obteve um rendimento aproximado de: Dados: Al = 27a) 75% d) 90% b) 80% e) 95% c) 85%

05. (PUCMG 97) Um mtodo usado para obter o oxignio em laboratrio a decomposio trmica do cloreto de potssio. Essa reao pode ser representada pela equao: 2KClO3(s) 2KCl(s) + 3O2(g) Com relao decomposio completa de 2mols de cloreto de potssio, CORRETO afirmar que:a) as quantidades, em mol, de cada um dos produtos so iguais. b) a massa de KClO3(s) decomposta de 122,5g. c) a massa de KCl(s) obtida de 149,0g. d) a quantidade de O2(g) produzida de 33,6L nas CNTP . e) a massa de O2(g) produzida de 48 g.

04. (Cesgranrio 95) De acordo com a Lei de Lavoisier, quando fizermos reagir, completamente, em ambiente fechado, 1,12g de ferro com 0,64g de enxofre, a massa, em g, de sulfeto de ferro obtida ser de: (Fe=56; S=32)a) 2,76. d) 1,28. b) 2,24. e) 0,48. c) 1,76.

05. (FEI 95) Na neutralizao total de 80,0g de hidrxido de sdio NaOH por 98,0g de cido sulfrico H2SO4, a 25C, a quantidade de gua obtida igual a:a) 1mol de molculas b) duas molculas c) 1,204.1024 molculas d) 18 gramas e) 2 moles de 22,4 litros Massas atmicas: H=1u ; O=16u ; Na=23u; S=32u

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PortugusProfessor Joo BATISTA Gomes Aula 86

Sem crase porque nome histrico no admite artigo. 4. Na aula de ontem, o professor fez aluso a Helena. Crase facultativa porque Helena nome no-especificado. 5. Aproveitei o feriado e fui ver a Gabriela, irm do Tenrio. Sem crase porque o verbo ver transitivo direto; funo de a Gabriela: objeto direto.

Crase II Casos especiais1. NOME PRPRIO GEOGRFICOCom nomes de lugar (cidade, estado, pas, continente, planeta), o fenmeno da crase acontece quando a palavra admite artigo a. Teste prtico Para tirar dvidas, faz-se o seguinte teste prtico, usando os verbos vir ou ser: a) Venho de ou venha da? b) Sou de ou sou da? Se o resultado for de, conclui-se que o nome no admite artigo (portanto sem crase); se o resultado for da, conclui-se que o nome admite artigo (o fenmeno da crase pode ocorrer). Observao Se o nome da localidade vier especificado, a lgica que admita artigo. Exemplos comentados: 1. Nas frias, retornei a Itacoatiara. Sem crase porque Itacoatiara no admite artigo (sou de Itacoatiara). 2. Nas frias, conheci a Bahia de Jorge Amado. Sem crase porque, apesar de Bahia admitir artigo (sou da Bahia), o verbo conhecer no admite preposio. 3. Nas frias, fui Bahia. Com crase porque Bahia admite natu-ralmente o artigo a (sou da Bahia). 4. Ao anoitecer, chegamos a Manaus. Sem crase porque Manaus no admite artigo (sou de Manaus). 5. Ao anoitecer, chegamos Manaus da Zona Franca. Com crase porque a expresso Manaus da Zona Franca admite artigo. 6. Meu maior desejo visitar a Argentina. Sem crase porque, apesar de Argentina admitir artigo (sou da Argentina), o verbo visitar no admite preposio.

3. MODA, MANEIRAAs expresses moda, maneira, desde que sejam locues adverbiais, provocam o fenmeno da crase, mesmo estando subentendidas e antes de palavra masculina. Exemplos comentados: 1. O jovem escritor tem estilo Machado de Assis. Crase correta porque o a com acento grave representa a expresso maneira. 2. Ela escreve Mrcio Souza. Crase correta porque o a com acento grave representa a expresso maneira. 3. Ela escreve a Mrcio Souza. Sem crase porque se pode entender que ele manda correspondncia para Mrcio Souza. 4. Quando sai noite, ela veste-se 1920, imitando alguma personagem da literatura. Crase correta porque o a com acento grave representa a expresso maneira. 5. Sempre admirei a maneira como ela se veste. Sem crase porque o verbo admirar transitivo direto; funo da expresso a maneira: objeto direto.

LOCUES ADVERBIAIS FEMININASAs locues adverbiais femininas admitem crase naturalmente. altura pura fora baila queima-roupa quela poca boca cheia boca pequena busca (de) cabeceira (de) caa (de) s cegas s avessas s carradas direita (de) s centenas s cinco horas doida moda (de) escuta espreita (de) semelhana de falta de s escuras s expensas de feio (de) flor d'gua fora (de) s margens de s moscas guisa (de) imitao de instncia de solta s ordens (de) s pores Lus XV s rajadas maneira de s suas ordens s tantas s turras margem (de) surdina tarde merc (de) -toa (adjetivo) tona moda (de) mostra uma hora vela paisana s vezes porta (de) prestao procura (de) prova d'gua prova d'gua s apalpadelas bea beira (de) beira-rio rdea curta brasileira (moda) revelia (de) risca cata (de) sade de custa (de) s carreiras disparada disposio (de) s claras s costas escovinha (cabelo) espera (de) esquerda (de) exceo de s escondidas s favas s gargalhadas fina fora s mancheias frente (de) s mil maravilhas noite s ocultas paisana s segundas-feiras sombra (de) s pencas s pressas luz de Machado de Assis mo mo armada s tontas marcha r superfcie (de) medida que meia-noite toa (sem rumo) mngua traio ltima hora uma (= juntamente) unha venda (estar, pr) s vsperas (de) Virgem Santssima vista (de) primeira vista proporo que vossa espera

4. BIFE A CAVALO, MILANESABife a cavalo Sem crase porque no se pode entender que o bife seja moda cavalo. Bife milanesa Com crase porque se pode entender bife moda de Milo. Bife portuguesa Com crase porque se pode entender bife moda de Portugal. Bife Cames Com crase porque se pode entender bife maneira de Cames.

2. NOME DE MULHERPara usar (ou no) crase com nome de mulher, temos de considerar trs condies: a) Pessoa determinada (ntima, familiar) Admite artigo e, por isso, o fenmeno da crase pode acontecer. Sabemos se a pessoa ou no de nosso convvio pelas informaes contidas na frase. b) Pessoa no-especificada Admite artigo facultativamente; por isso, o uso da crase tambm facultativo. c) Nome histrico Por no admitir artigo, no admite crase. Exemplos comentados: 1. Na reunio, fiz referncia Amlia, minha prima. Com crase porque Amlia (nome determinado) admite artigo. 2. Enderecei vrios e-mails Catiane, minha noiva. Com crase porque Catiane (nome determinado) admite artigo. 3. Na aula de Histria, o professor fez aluso a Helena de Tria.

5. LOCUES FEMININAS (adverbiais, conjuntivas, prepositivas)As locues adverbiais, prepositivas e conjuntivas, desde que femininas, provocam o fenmeno da crase. Exemplos comentados: 1. Entrem e fiquem vontade. Funo da expresso vontade: adjunto adverbial de modo. 2. Sempre estivemos espera de milagres. Funo da expresso espera de milagres: adjunto adverbial de modo. 3. Com a crise, samos procura de emprego. Funo da expresso procura de emprego: adjunto adverbial de modo. 4. Acirrou-se a procura por emprego. Funo da expresso a procura por emprego: sujeito.

6. PALAVRA OCULTAEntenda-se por palavra oculta aquela que es-

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t subentendida para evitar repetio desnecessria. Exemplos comentados: 1. Vou igreja de Santo Amaro, depois de Santo Antnio. Observe que a palavra igreja est subentendida antes da expresso de Santo Antnio. Por isso, a crase normal. 2. Refiro-me moa da esquerda, no da direita. Observe que a palavra moa est subentendida antes da expresso da direita. Por isso, a crase acontece. 3. O assunto vai da pgina 5 10. Note que a palavra pgina est subentendida antes do nmero dez. Por isso, a crase acontece.

6. CRASE COM DEMONSTRATIVOSAdmitem crase os demonstrativos que tm letra a inicial: aquele(s), aquela(s) e aquilo. Nesse caso, o fenmeno da crase a fuso de a (preposio) + a (primeira letra dos pronomes demonstrativos). Exemplos comentados: 1. Estou fazendo aluso queles que, em eleies passadas, enganaram o povo. A crase representa a fuso de a (preposio exigida por aluso) + a (de aquele). 2. Remeto esta mensagem queles que tudo perderam nas enchentes. A crase representa a fuso de a (preposio exigida por remeter) + a (de aqueles).

Caiu no vestibular01. (FGV) Observe a palavra sublinhada na frase: A campanha de meus adversrios interpe-se dos meus parceiros. Assinale a alternativa que JUSTIFICA o uso do sinal de crase:a) Interpor-se rege preposio a e subentende-se um objeto indireto feminino. b) Interpor-se rege preposio a e dos meus parceiros masculino. c) Interpor-se rege preposio a e subentende-se um objeto direto feminino. d) Interpor-se rege preposio a e o objeto direto explcito masculino. e) Interpor-se verbo intransitivo e dos meus parceiros adjunto masculino.

7. DEMONSTRATIVO AOs pronomes demonstrativos aquele(s), aquela(s) podem vir representados pelo monosslabo a(s). Quando isso se d em sintonia com exigncia da preposio a, a crase acontece com naturalidade. Exemplos comentados: 1. No me refiro a voc, mas que chegou atrasado. A crase representa a fuso de a (preposio exigida pelo verbo referir-se) + a (demonstrativo que simboliza aquele). 2. Na reunio, fez aluso s mulheres de hoje e s que lutaram pela igualdade no passado. A crase representa a fuso de a (preposio exigida pelo substantivo aluso) + as (que simboliza o demonstrativo aquelas). 3. Esta blusa semelhante que voc me deu no Natal passado. A crase representa a fuso de a (preposio exigida pelo adjetivo semelhante) + a (que simboliza o demonstrativo aquela).

7. CRASE COM PRONOMES RELATIVOSPara usar crase com pronomes relativos, temos de dividi-los em dois grupos: a) Que, quem, cujo, cuja, cujos, cujas Jamais admitem crase porque no admitem artigo. b) A qual, as quais Admitem crase (porque aceitam artigo) quando regidos por um verbo (ou substantivo) que exija a preposio a. Exemplos comentados: 1. Esta foi a nica concluso a que cheguei. Sem crase porque o pronome relativo que no aceita artigo. 2. Esta foi a nica concluso qual cheguei. Com crase porque o pronome relativo qual aceita artigo. 3. Esta foi a nica soluo a qual encontramos. Sem crase porque o verbo encontrar (transitivo direto) no exige preposio. 4. Esto aqui as provas a que nos referimos no processo. Sem crase porque o pronome relativo que no aceita artigo. 5. Esto aqui as provas s quais nos referimos no processo. Com crase porque o pronome relativo qual aceita artigo. 6. Ainda est em cartaz o filme a cuja parte final assisti. Sem crase porque o pronome relativo cuja no aceita artigo.

02. (FGV) Assinale a alternativa que preenche, de acordo com a norma culta, os espaos da frase: ........ 23 anos ................. o golpe fatal no socialismo de Mitterrand.a) A b) Ha c) d) H e) A aconteceu aconteceu acontecia acontecia acontecia

03. (FGV) Assinale a alternativa em que h ERRO no uso do acento indicativo de crase.a) O leitor dedicava-se leitura de crnicas. b) O cronista dava preferncia s crnicas de estilo mais elaborado. c) O cronista produzia seus textos tardinha. d) O cronista deve estar atento s situaes do cotidiano. e) O texto da crnica lembrava-lhe sua infncia.

Dificuldades da LnguaTOA, TOA e -TOA1. TOA Toa substantivo. Significa corda com que uma embarcao reboca outra que est deriva. 2. TOA toa (com crase e sem hfen) locuo adverbial de modo. Significa: a) Ao acaso; a esmo; doida. Depois da separao, pus-me a viajar toa, sem me fixar em nenhum lugar. b) Sem razo, ou por motivo frvolo; irrefletidamente; inutilmente. Quase sempre, ela briga com os filhos toa, toa. 3. -TOA -toa (com crase e com hfen) adjetivo. Significa: a) Impensado, irrefletido. Fez um gesto -toa, sem inteno de ferir ningum. b) Sem prstimo; intil; desprezvel; fcil. Depois da morte do pai, virou um indivduo -toa. No quero importun-lo com um problema -toa.

8. CRASE E MUDANA DE SENTIDONos casos seguintes, a presena (ou ausncia) da crase implica mudana de sentido. No se trata, pois, ao p da letra, de crase facultativa. 1. Ele escreve Lus Fernando Verssimo. Sentido: Ele escreve maneira de Lus Fernando Verssimo. 2. Ele escreve a Lus Fernando Verssimo. Sentido: Ele escreve para Lus Fernando Verssimo (corresponde-se com ele). 3. Ele sempre namorou s cegas. Sentido: Ele sempre namorou sem medir conseqncias, adoidadamente. 4. Ele sempre namorou as cegas. Sentido: Ele sempre namorou mulheres cegas.

04. (FGV) Dentre as frases abaixo, a que apresenta sinal indicador da crase indevido :a) Estas teses sobre a iluso, primeira vista, nada acrescentam ao que j se l nos estudos antigos. b) terapia convencional preferem os mdicos novas condutas que combatam as iluses patolgicas. c) Minha experincia revela que iluso no se pode combater seno com o tratamento psicolgico. d) A referncia a doenas mentais ligadas s iluses marcou o congresso de medicina do ms passado.

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HistriaProfessor DILTON Lima Aula 87

REVOLTA PRAIEIRA a) Local Pernambuco. b)Causas Terras concentradas nas mos de famlias oligrquicas poderosas; comrcio dominado pelos portugueses. c) Famlia oligrquica mais poderosa Cavalcanti, dona de cerca de um tero das propriedades de Pernambuco; dominava a poltica na regio e fazia disso um instrumento para servir a seus interesses. d)Partido da Praia Participao do Partido da Praia, formado por polticos que no pertenciam ao domnio dos Cavalcanti. Suas idias eram transmitidas por meio do jornal Dirio Novo, que ficava na Rua da Praia. Por isso, os rebeldes ficaram conhecidos por praieiros. e) Influncia O movimento foi influenciado pelas idias do socialismo utpico. f) Proposta Manifesto ao mundo propondo: Desapropriao das terras. Nacionalizao do comrcio. Voto livre e universal. Extino do Poder Moderador. Extino do Senado vitalcio. Liberdade para a provncia. g)Destaques: Pedro Ivo e Borges da Fonseca. Observao Poucos se envolveram realmente em defesa das massas. Na verdade, eles no desejavam o confronto com as elites agrrias. No contestavam a escravido. PARLAMENTARISMO S AVESSAS (18471889) a) O sistema parlamentarista (caso ingls) caracteriza-se pela supremacia do poder Legislativo sobre o Executivo. b) No caso brasileiro, a supremacia legislativa no aconteceu, sendo chamado de Parlamentarismo s Avessas. A fora poltica cabia ao imperador D. Pedro II. Era ele quem escolhia o cargo de PrimeiroMinistro. Posteriormente, realizar-se-iam eleies para formar o parlamento (deputados). Na prtica, essas eleies vieram marcadas pelas fraudes a fim garantir a vitria para liberais ou conservadores. c) Caso no houvesse harmonia entre o Executivo (primeiro-ministro) e o Legislativo (deputados), o Imperador D. Pedro II teria poder para demitir o primeiro-ministro ou dissolver o parlamento, convocando novas eleies. No Brasil, o imperador reinava e governava, concentrando nas mos a chave da vida poltica. PROCESSO ABOLICIONISTA a) A Inglaterra foi a grande responsvel pela abolio da mo-de-obra escrava no Brasil. A Revoluo Industrial necessitava de mercados consumidores. Os negros, sendo livres, iriam tornar-se assalariados e, conseqentemente, consumidores. b) Aps a Guerra do Paraguai, em 1870, a sociedade mobilizou-se e assumiu uma posio abolicionista clara e direta. Vrios segmentos sociais comearam a se posicionar em defesa da libertao dos escravos. c) A oligarquia agrria produtora de caf do Oeste paulista, principal responsvel pela lavoura, tornou-se defensora do fim da escravido. Essa classe social tomou conscincia de que o trabalho escravo era inoperante; portanto deveria ser substitudo pelo trabalho livre. d) As presses contra a escravido eram defendidas por vrias instituies antiescravistas (internacionais e nacionais) que se avolumaram entre os anos de 1870 e 1880. O Brasil era o nico pas americano livre que ainda utilizava escravos. e) As principais leis abolicionistas foram: Lei Bill Aberdeen (1845) Probe o trfico negreiro e aprisiona navios que transportavam escravos.

Segundo reinado (18401889)GOLPE DA MAIORODADE (1840) Foi uma trama poltica idealizada pelas elites dominantes, visando antecipar a maioridade de D. Pedro de Alcntara, futuro D. Pedro II. Esses grupos dominantes (as elites agrrias) acreditavam que o poder centralizado nas mos do imperador seria fundamental para acabar com as rebelies que estavam ocorrendo, como, por exemplo, a Farroupilha, no Rio Grande do Sul. No dia 23 de julho de 1840, Pedro de Alcntara, com apenas 15 anos, foi aclamado imperador, usando como ttulo D. Pedro II. Estava iniciado, no Brasil, o Segundo Reinado, que duraria quase 50 anos (1840 1889). GRUPOS POLTICOS Dentro do Segundo Reinado, formaram-se dois grupos polticos: liberais e conservadores. Tinham em comum: a) Defender os interesses da classe dominante (grandes proprietrios de terras e de escravos aristocracia rural). b) Possuir pouca diferena ideolgica. c) Discordar apenas quanto aos meios de atingir os objetivos da classe dominante. d) Revezar-se no poder, mas houve um perodo em que governaram juntos (Era da Conciliao 1853-1868), sob o comando de Honrio Hermeto Carneiro Leo, o Marqus de Paran. ELEIES DO CACETE Definio e caractersticas: a) Fraudes e violncia fsica utilizadas pelos liberais para vencer as eleies de outubro de 1840. Os capangas contratados pelos liberais invadiram os locais de votao, distribuindo cacetada. b) O Partido Conservador pediu ao Imperador D. Pedro II que anulasse as eleies. O pedido foi atendido: a Cmara foi dissolvida e novas eleies foram convocadas. Observao Os liberais revoltaram-se contra a deciso do imperador. Essas rebelies ocorreram em So Paulo e Minas Gerais, em 1842. ECONOMIA Caf Principal responsvel pelas transformaes econmicas, sociais e polticas no Brasil, na segunda metade do sculo XIX. O caf reintegrou a economia brasileira aos mercados internacionais, contribuindo, decisivamente, para o incremento de produo. Regies cafeeiras a) Vale do Paraba e Zona fluminense (RJ) 1.a metade do sculo XIX Utilizao exclusiva de mo-de-obra escrava. Mentalidade atrasada, conservadora e escravocrata. Utilizam, como transportes, os carros-de-bois e as barcaas. b)Oeste paulista 2.a metade do sculo XIX. Utilizavam, como mo-de-obra, escravos, negros, homens livres, assalariados e imigrantes. Passaram a adotar uma mentalidade moderna e capitalista. Utilizavam como transportes as ferrovias. Observao A economia, nesse perodo, continuou estruturada no velho modelo agroexportador e dependente dos mercados externos. Semelhante ao Perodo Colonial, a economia sustentava-se na exportao de produtos, dos quais o caf tornou-se produto-rei.

01. ( PUCMG ) So mudanas significativas que ocorreram no Imprio Brasileiro a partir da segunda metade do sculo XIX, EXCETO:a) incentivo imigrao europia, com a supresso do trabalho escravo, atravs do sistema de parceria introduzido na lavoura cafeeira do Vale do Paraba pelo Senador Vergueiro. b) surto de desenvolvimento industrial sob o patrocnio do Baro de Mau, garantindo a liberao de capitais ingleses, aps a extino do trfico negreiro. c) impulso s atividades urbanas em curso no pas, propiciado pela decretao da tarifa protecionista Alves Branco, possibilitando o aumento das rendas governamentais. d) disponibilidade de capitais, antes empregados no trfico de escravos africanos que, aps o decreto da lei Eusbio de Queirs, foram canalizados para a modernizao do pas.

02. (FATEC) Em 4 de setembro de 1850, foi sancionada, no Brasil, a Lei Eusbio de Queirs (ministro da Justia), que abolia o trfico negreiro em nosso pas. Em decorrncia dessa lei, o governo imperial brasileiro aprovou outra, a Lei de Terras. Dentre as alternativas a seguir, assinale a correta.a) A Lei de Terras facilitava a ocupao de propriedades pelos imigrantes que passaram a chegar ao Brasil. b) A Lei de Terras dificultou a posse das terras pelos imigrantes, mas facilitou aos negros libertos o acesso a elas. c) O governo imperial, temendo o controle das terras pelos coronis, inspirou-se no Act Homesteade americano, para realizar uma distribuio de terras aos camponeses mais pobres. d) A Lei de Terras visava a aumentar o valor das terras e obrigar os imigrantes a vender sua fora de trabalho para os cafeicultores. e) O objetivo do governo imperial, com esta lei, era proteger e regularizar a situao das dezenas de quilombos que existiam no Brasil.

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01. (FGV) Leia as afirmativas acerca da economia brasileira do sculo XIX. I. A expanso da malha ferroviria, na segunda metade do sculo, tem relao direta com o forte desenvolvimento da economia aucareira. II. O fim do trfico negreiro, em 1850, trouxe, como decorrncia, a liberao de capitais para outras atividades econmicas. III. A Tarifa Alves Branco (1844), criada para aumentar as receitas do governo imperial, revelou-se uma medida protecionista. IV. Em funo da Lei de Terras (1850), ampliou-se o acesso terra por parte de imigrantes, e ocorreu a expanso da pequena e mdia propriedade. V. A Lei do Ventre Livre (1871) e a Lei dos Sexagenrios (1885) faziam parte de um projeto de abolio gradual da escravido. So corretas as afirmativasa) b) c) d) e) I e II, apenas. II, III e IV, apenas. II, III e V, apenas. II, III, IV e V, apenas. I, II, III, IV e V.

02. (UERJ) A febre especulativa comeou ainda sob o Imprio (...). A libertao dos escravos provocara o sbito aumento da necessidade de pagar salrios, e os fazendeiros sentiam carncia de dinheiro (...). [O] primeiro governo republicano, (...) convicto de de que a circulao monetria era insuficiente e, ademais, aberto a idias de industrializao, (...) estabeleceu um mecanismo de bancos privados emissores, o que incitou ainda mais a especulao (...).(GORENDER, Jacob. A burguesia brasileira. So Paulo: Brasiliense, 1986.)

O processo descrito acima ilustra a seguinte poltica econmica desenvolvida no governo provisrio de Deodoro da Fonseca, de 1889 a 1891:a) Poltica do caf-com-leite c) Naturalizao e) Funding Loan b) Positivismo d) Encilhamento

03. (MACKENZIE) O movimento resultou da conjugao de trs foras: uma parcela do exrcito, fazendeiros do oeste paulista e representantes das classes mdias urbanas.(Emilia Viotti)

Momentaneamente unidas, segundo a autora, conservaram profundas divergncias na organizao do novo regime. Identifique o fato histrico mencionado pelo texto.a) b) c) d) e) Golpe da Maioridade. Proclamao da Repblica. Guerra do Paraguai. Organizao do Gabinete de Conciliao. Introduo do Parlamentarismo no Imprio.

Julga os traficantes na Inglaterra. Lei Eusbio de Queiroz (1850) Extino do trfico negreiro. Os ingleses viviam sua industrializao e viam na abolio da escravido as possibilidades de aumentar seu mercado consumidor. Lei do Ventre Livre (1871) Foi de autoria do visconde de Rio Branco. Declarava livres os filhos de escravos que nascessem a partir da promulgao da lei. Apesar de liberto, o menor ficaria, at 8 anos de idade, sob o controle dos senhores, os quais teriam a opo de receber do estado a indenizao de 600$000 ou de utilizar-se dos servios do menor de idade at os 21 anos. Lei do Sexagenrio (1885) Tambm chamada de Saraiva-Cotegipe, declarava livres os escravos com mais de 65 anos. Lei urea (1888) Extinguiu a escravido no Brasil. Observao As primeiras provncias a abolir a escravido foram: o Cear (1883) e o Amazonas (1884) LEI DE TERRAS (1850) Determina que as terras s podem ser adquiridas pela compra. Com essa medida, as elites agrrias dominantes impediram que ex-escravos ou imigrantes pudessem ser donos das terras, restando-lhes a condio de trabalhadores. TARIFA ALVES BRANCO (1844) a) Medida protecionista de elevao das taxas alfandegrias s mercadorias estrangeiras que desembarcaram no pas. b) Atitude tomada pelo ministro da Fazenda Manuel Alves Branco. c) Percentuais estabelecidos: 30 a 60%. d) Objetivo: aumentar a arrecadao do Estado Imperial, j que as tarifas alfandegrias constituam a principal fonte de recursos do Imprio. SISTEMA DE PARCERIA a) Implantado pelo senador Campos Vergueiro, utilizando mo-de-obra imigrante. b) Estabelecimento de 364 famlias de alemes e suos na fazenda do senador Vergueiro, em Ibicaba, interior de So Paulo. c) Proposta feita aos imigrantes: Recebimento de uma quantidade de ps de caf. Cultivo de gneros necessrios ao sustento da famlia. Ocorrendo excedente, os imigrantes poderiam vend-los. d) As propostas no se concretizaram. Os imigrantes viviam num regime de escravido. Em muitas fazendas, recebiam ps de caf muito velhos, cuja capacidade de produo j se esgotara. e) As perspectivas dos imigrantes foram frustradas. Tratados como escravos, eles se revoltaram em 1857. Foi a chamada Revolta de Ibicaba. ERA MAU a) Perodo de surto industrial que viveu o pas durante o Segundo Imprio. b) Baro e Visconde de Mau: Irineu Evangelista de Souza. c) Incentivos a Mau: Tarifa Alves Branco (1844) e Lei Eusbio de Queiroz (1850). d) Investimentos de Mau: Fundio de ferro e bronze. Construo de bondes e ferrovias. Iluminao a gs. Implantao de estaleiros. Telgrafo submarino. Navegao a vapor. Banco Mau & Cia, com filiais na Inglaterra, na Argentina, no Uruguai, em Paris e em Nova Iorque. e) Falncia de Mau Edio de uma nova tarifa alfandegria que reduzia as taxas sobre importao de mquinas, ferramentas e armas. Essa atitude do governo prejudicou a Fundio Mau, que no pde concorrer com os preos estrangeiros dos produtos similares. Foi a chamada Tarifa Silva Ferraz (1865).

GUERRA DO PARAGUAI (1864 1870) a) Situao do Paraguai antes da guerra: nao prspera; nacionalismo econmico; produo industrial; combate ao analfabetismo. b) Formao da Trplice Aliana, em 1865, para invadir o Paraguai: Brasil, Argentina e Uruguai. b) Projeto expansionista do Solano Lopez: formar o Grande Paraguai, o que daria para seu pas uma sada para o mar e ampliaria a rea de cultivo agrcola. O grande Paraguai seria formado pelo Paraguai, Uruguai, Rio Grande do Sul, parte do Mato Grosso e as provncias argentinas de Corrientes e Entre-Rios. c) Conseqncias Destruio do Paraguai. Cerca de 75% da populao foi dizimada pela guerra (genocdio). A indstria paraguaia foi destruda. O pas teve que pagar uma enorme indenizao de guerra. Endividamento da Trplice Aliana (Brasil, Argentina e Uruguai). Fortalecimento poltico do exrcito brasileiro, que se transformou num instrumento de contestao ao imprio escravista e, conseqentemente, numa viga de sustentao das campanhas abolicionistas e republicanas. Observao Todo desenvolvimento paraguaio fez-se com capital nacional. Para a Inglaterra, o modelo econmico desse pas era muito perigoso e, portanto tinha que ser destrudo. O Paraguai antes da guerra era o mais desenvolvido da Amrica Latina. PROCLAMAO DA REPBLICA a) Foi a vitria dos republicanos. A Repblica era um desejo coletivo que unia, no mesmo ideal, grupos que estavam descontentes com o Imprio: Fazendeiros do Oeste Paulista. Setores do exrcito. Camadas mdias urbanas. Setores do clero (igreja). b) A estrutura econmica continuou tendo como base a agroexportao. O Pas permaneceu na dependncia do capital internacional, e as massas trabalhadoras continuaram a ser marginalizadas. REPBLICA DA ESPADA (18891894) Exrcito no poder Perodo em que o Brasil foi governado pelos militares. Tivemos dois presidentes: Deodoro da Fonseca (18891891). Floriano Peixoto (18911894). ENCILHAMENTO Ministro da Fazenda: Rui Barbosa. Meta: industrializao. Poltica emissionista: emisso de grande quantidade de papel-moeda sem lastro-ouro. Conseqncias: inflao galopante; especulao financeira. CONSTITUIO DE 1891 Foi elaborada por uma Assemblia Constituinte. Estabeleceu como forma de governo a Repblica; como sistema de governo, o Presidencialismo. Sofreu forte influncia dos Estados Unidos. O Pas passou a chamar-se Repblica dos Estados Unidos do Brasil. Transformou o Brasil em federao composta de 20 estados autnomos. Imps o voto universal (direto) e descoberto (aberto) para todos os cidados maiores de 21 anos. No podiam votar analfabetos, mulheres, mendigos, praas de pr e religiosos de ordem monstica. Adotou a diviso em trs Poderes: Executivo, Legislativo e Judicirio. Promoveu a separao entre a Igreja Catlica e o Estado. Observao O presidente da Repblica era eleito para um mandato de 4 anos, vedada a reeleio.

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FsicaProfessor Carlos Jennings Aula 88

Soluo: Pela Equao Fundamental das Ondas: v v 340 = mx= mx=mx= 17m f f 20 v 340 = mn= mn= 1,7.102m f 20.103 02. A funo de uma onda dada por: , onde x e y so medidos em cm e t em s. Determine a amplitude, o perodo, o comprimento e a velocidade de propagao da onda. Soluo: Por comparao direta:

OndasSo movimentos oscilatrios que se propagam num meio, transportando apenas energia, sem transportar matria. Natureza das ondas Mecnicas Perturbaes provocadas em meios materiais elsticos, transportando energia mecnica (ondas em cordas, em superfcies lquidas, ondas sonoras etc.). No se propagam no vcuo. Eletromagnticas Vibraes de cargas eltricas que transportam energia na forma de quanta pacotes de energia (luz, ondas de rdio, de TV, microondas, raios X etc.). Propagam-se no vcuo e em alguns meios materiais. Tipos de ondas Transversais A direo do movimento vibratrio perpendicular direo de propagao.

01. (Unirio adaptada) Entre as afirmativas abaixo, a respeito de fenmenos ondulatrios, assinale a que falsa:a) A velocidade de uma onda depende do meio de propagao. b) A velocidade do som no ar independe da freqncia. c) No vcuo, todas as ondas eletromagnticas possuem o mesmo perodo. d) Ondas sonoras so longitudinais. e) Ondas sonoras so tridimensionais.

a) a = 10cm b) 1/T= 2T=0,5s c) 1/ =1/5 =5cm d) v= / T v=5/0,5 v=10cm/s Ondas em uma corda A velocidade v de propagao de um pulso (meia onda) que se propaga numa corda esticada depende da intensidade da fora (T) que a traciona e da densidade linear (), conforme a frmula de Taylor:

02. Uma onda sonora propaga-se no ar com uma velocidade de 340m/s e possui comprimento de onda igual a 40cm. correto afirmar que sua freqncia vale:a) 3.400Hz c) 850Hz e) 40Hz b) 1.700Hz d) 340Hz

Longitudinais A direo do movimento vibratrio coincide com a direo de propagao.

A densidade linear () a relao entre a massa (m) e o comprimento (L) da corda: = m/L.

AplicaoTem-se uma corda de massa 400g e de comprimento 5m, tracionada de 288N. Determine a velocidade de propagao de um pulso nessas condies. Soluo: Dados: m = 400g = 0,4kg; L = 5m; T = 288N A densidade linear da corda vale: m 0,4 = = = 8.102kg/m L 5 Aplicando a frmula de Taylor:

03. Para que ocorra difrao, a onda deve encontrar:a) um obstculo com dimenses muito menores que seu comprimento de onda; b) uma fenda de dimenses muito maiores que seu comprimento de onda; c) uma fenda de dimenses muito menores que seu comprimento de onda; d) uma fenda ou um obstculo de dimenses da mesma ordem de grandeza do seu comprimento de onda.

Dimenses da propagao Segundo as dimenses em que ocorre a propagao, uma onda pode ser: Unidimensional A energia propaga-se linearmente (como numa corda). Bidimensional A energia propaga-se superficialmente (como na superfcie da gua). Tridimensional A energia propaga-se no espao (como o som e a luz). Caractersticas das ondas

Crista de onda O ponto mais alto da onda. Vale de onda O ponto mais baixo da onda. Comprimento de onda () A distncia entre duas cristas ou dois vales consecutivos. Pode-se tambm definir comprimento de onda como a menor distncia entre dois pontos em concordncia de fase: duas cristas ou dois vales esto sempre em concordncia de fase, e uma crista e um vale, sempre em oposio de fase. Perodo (T) Tempo necessrio para a onda deslocar-se de um comprimento de onda. Pela definio da velocidade mdia: v = S/t. Como vm = v e t = T , tem-se: v = / T. Equao Fundamental das Ondas Como o perodo o inverso da freqncia, T = 1/f, vem: v = v = v= .f T 1/f Funo de onda Fornece a configurao da onda num dado instante t. Possui duas variveis: x (posio) e t (tempo):

Reflexo Um pulso propagando-se ao longo de uma corda com velocidade v, ao atingir a extremidade da corda, reflete-se com inverso de fase se a extremidade for fixa; sem inverso de fase se a extremidade for livre. O pulso refletido (com ou sem inverso de fase) possui a mesma velocidade v do pulso incidente.

04. (FMUSP) O fenmeno fsico que caracteriza uma onda :a) b) c) d) e) o o o o o transporte transporte transporte transporte transporte de de de de de energia; matria; energia e matria; intervalos de tempo; fontes de luz.

05. (UFPI) Se n cristas de uma onda so detectadas por minuto, qual o perodo dessa onda em segundos?a) 30 c) 120 e) 120/n Refrao Um pulso passa de uma corda para outra de diferente densidade linear. A refrao, nesse caso, sempre acompanhada de reflexo no ponto de juno das cordas. O pulso refratado no sofre inverso de fase, mas o pulso refletido pode ou no sofrer inverso, dependendo das densidades das duas cordas, de acordo com as ilustraes abaixo: b) 60 d) 60/n

06. (UniforCE) Ondas estacionrias ocorrem em conseqncia de:a) b) c) d) e) refrao de ondas; reflexo de ondas; difrao de ondas; polarizao de ondas; disperso de ondas.

07. (UFPI) Para que duas ondas sofram interferncia destrutiva, com extino total, elas devem ter:a) a mesma direo e fases opostas; b) a mesma direo, a mesma freqncia, a mesma amplitude e fases opostas; c) a mesma freqncia e fases opostas; d) a mesma amplitude e a mesma freqncia; e) a mesma direo, a mesma freqncia e fases opostas.

Aplicaes01. O ouvido humano sensvel a ondas mecnicas sonoras entre 20Hz e 20.000Hz, aproximadamente. Determine o maior e o menor comprimento de onda que sensibiliza o ouvido humano no ar. A velocidade de propagao da onda sonora no ar 340m/s. Quando a densidade linear da primeira corda for menor, o pulso refletido ser invertido em relao ao pulso incidente. Isso ocorre porque o ponto de juno entre as cordas funciona como um ponto fixo. A energia do pulso incidente divide-se

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01. Morcegos podem produzir e detectar sons de freqncia muito maiores do que as que o ouvido humano pode captar. Para caar insetos que fazem parte da sua dieta, uma freqncia tpica usada 100 kHz . Se a velocidade do som no ar, temperatura ambiente, de 344 m/s, o comprimento de onda associado quela freqncia vale:a) 3,4mm. d) 2,9mm. b) 3,4cm. e) 2,9cm. c) 1,0cm.

entre os pulsos refletido e refratado. A velocidade do pulso menor na corda de maior densidade. Se a primeira corda for mais densa, o pulso refletido no se inverte, em razo da menor inrcia da corda menos densa. A velocidade do pulso maior na corda menos densa. Interferncia Dois pulsos propagando-se numa mesma corda, em sentidos opostos, encontram-se em um determinado instante, produzindo a interferncia. Segundo o Princpio da Superposio de Ondas, cada ponto da corda tem uma amplitude resultante igual soma algbrica das amplitudes dos pulsos componentes. Aps o encontro, de acordo com o Princpio da Independncia das Ondas, cada pulso continua a se propagar como se nada tivesse ocorrido.

Refrao Ocorre quando, numa superfcie lquida, uma onda passa de uma regio de maior profundidade para outra de menor profundidade (ou vice-versa). Aqui, tambm, trabalha-se com raios de onda, que obedecem Lei da Refrao (Lei de Snell-Descartes): n1 . sen i = n2 . sen r

Caiu no vestibular(UEA) Um trem de ondas planas passa de uma regio de guas profundas para outra, de guas rasas. Sabendo-se que a freqncia das ondas incidentes 5Hz, calcule a freqncia das ondas refratadas, a velocidade das ondas nas guas profundas e a velocidade das ondas nas guas rasas.

02. Duas ondas idnticas, viajando na mesma direo e em sentidos opostos, encontramse em pleno oceano. Durante esse encontro:a) formam uma onda com o dobro da freqncia das ondas iniciais; b) formam uma onda com o dobro da amplitude das ondas iniciais; c) se aniquilam; d) formam uma onda com a metade da freqncia das ondas iniciais; e) formam uma onda com a metade da amplitude das ondas iniciais;

Note-se que: a = a1 + a2, onde a = amplitude do pulso resultante. Caso a1 = a2 (em mdulo), na interferncia destrutiva, a amplitude resultante nula. Ondas estacionrias Originam-se da combinao dos fenmenos de reflexo e interferncia e ocorrem devido superposio de duas ondas idnticas (a incidente e a refletida) propagandose em sentidos contrrios.

Soluo: a) Na refrao, a freqncia no se altera: f = 5Hz. b) v1 = 1 . f = 40.5 v1 = 200cm/s c) Aps a refrao: v2 = 2 . f = 30.5 v1 = 150cm/s Difrao Ondas propagando-se na superfcie da gua incidem em um obstculo em que h um furo, como na figura abaixo.

Indique qual das opes acima apresenta a afirmativa correta. 03. (UFMG) Ao tocar um violo, um msico produz ondas nas cordas desse instrumento. Em conseqncia, so produzidas ondas sonoras que se propagam no ar. Comparando-se uma onda produzida em uma das cordas do violo com a onda sonora correspondente, CORRETO afirmar que as duas tm:a) a mesma amplitude. b) a mesma freqncia. c) a mesma velocidade de propagao. d) o mesmo comprimento de onda.

No ventre (V), ocorre uma interferncia construtiva de uma onda incidente com uma refletida (resultando na amplitude mxima da onda). No n (N), ocorre uma interferncia destrutiva (resultando em amplitude nula), ou seja, os ns no executam movimento oscilatrio, impedindo a transmisso de energia, que fica confinada nos ventres.

AplicaoUma corda vibra no estado estacionrio com freqncia de 20 Hz. Determine o comprimento e a velocidade de propagao da onda.

04. (FEI) O aparelho auditivo humano distingue no som trs qualidades, que so altura, intensidade e timbre. A altura a qualidade que permite a essa estrutura diferenciar sons graves de agudos, dependendo apenas da freqncia do som. Assim sendo, podemos afirmar que:a) o som ser mais grave quanto menor for sua freqncia; b) o som ser mais grave quanto maior for sua freqncia; c) o som ser mais agudo quanto menor for sua freqncia; d) o som ser mais alto quanto maior for sua intensidade; e) o som ser mais alto quanto menor for sua freqncia.

Soluo: a) =50cm=0,5m =1m; 2 b) v= .f = 1.20 v=20m/s Ondas na superfcie de um lquido Ocorrem em pulsos circulares ou em pulsos retos. A frente de onda corresponde circunferncia ou ao segmento de reta mais afastado da fonte.

Reflexo Quando uma frente de onda, propagando-se numa superfcie lquida, incide sobre um obstculo, cada ponto da frente reflete-se, obedecendo Lei da Reflexo: o ngulo de incidncia igual ao de reflexo.

As ondas atravessam o furo e se espalham em todas as direes a partir dele. Esse fenmeno a difrao e corresponde possibilidade de uma onda contornar um obstculo. A difrao explicada pelo Princpio de Huygens: quando os pontos do furo no obstculo so atingidos pela frente de onda, tornam-se frentes de ondas secundrias que mudam a direo de propagao da onda principal, contornando o obstculo. Tambm a luz pode apresentar difrao. O fenmeno s ser ntido se as dimenses da abertura ou do obstculo forem da ordem de grandeza do comprimento de onda da onda incidente.

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GeografiaProfessor Paulo BRITO Aula 89

Examinando o mapa da classificao atual, podemos observar que apresenta, conforme ordem crescente de altitude, a seguinte diviso: 1. Plancie do rio Amazonas: Compreende uma estreita faixa de terras planas que acompanha, principalmente, os rios Amazonas, Solimes, Purus, Juru, Javari e Madeira, com altitudes inferiores a 100m e desnveis mximos de 60m. Foi o que restou daquela que se considerava uma plancie gigantesca, reduzida cerca de vinte vezes do tamanho que se imaginava. 2. Depresso da Amaznia Ocidental: a mais ampla poro da regio, apresentando altitudes entre 100 a 200m. 3. Depresso Marginal Norte-Amaznica: As altitudes variam entre 200 e 300 metros. 4. Depresso Marginal Sul-Amaznica: Tambm apresenta uma variao de 200 a 300 metros de altitude. 5. Planalto da Amaznia oriental: Recoberto por mata densa e com altitude entre 400 e 500 metros, abrange terras que vo de Manaus at o Oceano Atlntico. 6. Planaltos residuais Norte-Amaznicos: Possui as maiores altitudes da regio, variando entre 800 e 1.200m, e os pontos culminantes do relevo brasileiro, que so o Pico da Neblina (3.014m) e o pico 31de Maro (2.992m), ambos na serra do Imeri, fronteira do Amazonas com a Venezuela. Nessas terras altas, as tempestades caem muito noite, e o ndice pluviomtrico fica acima de 3.000mm por ano, criando uma intensa nebulosidade que dificulta ou impede a obteno de imagens de satlites ou fotos areas.

Relevo e hidrografia da AmazniaAt pouco tempo atrs, quando se falava do relevo da Amaznia, logo se lembrava da grande Plancie Amaznica. Alis, essa denominao marcou, durante muitos anos, como principal compartimento, o relevo da regio. Dois fatores contriburam para que essa idia estivesse presente. O primeiro corresponde viso cientfica do final do sculo XIX, uma vez que as expedies de reconhecimento limitavam-se aos trechos navegveis dos rios, no percorrendo aqueles encachoeirados que banham terras mais altas ou acidentadas. O segundo diz respeito s classificaes de Aroldo de Azevedo e Aziz Nacib Ab Saber. Utilizando-se das tecnologias da poca, eles configuraram a plancie Amaznica como predominante na Regio, possuindo limites com o Planalto das Guinas e o Planalto Sul-Amaznico. Todavia, aps se iniciarem os modernos estudos fisiogrficos da Regio nos anos 70, essa antiga viso passou a ser discutida por no se basear em cotas altimtricas. Alm disso, ela vem caindo em desuso face proposta feita, em 1995, pelo professor Jurandyr Ross, do Departamento de Geografia da USP . Com base nessa nova fisiografia e na reavaliao dos conceitos tcnicos das formas de relevo encontrados no Brasil, podemos dizer que o nmero de pores do relevo amaznico praticamente dobrou, como veremos adiante, representando mais fielmente as diversas formas de topografia, mudando aquela idia geral e equivocada de que a Regio apresentava uma nica e grande plancie Perfil longitudinal do relevo amaznico

01. A mais ampla poro do relevo amazonense :a) Depresso Marginal Norte-amaznica. b) Depresso da Amaznia Ocidental. c) Plancie do rio Amazonas e alguns afluentes. d) Depresso Marginal Sul-Amaznica. e) Planalto da Amaznia Oriental.

02. As maiores altitudes do relevo amaznico encontram-se:a) nos Planaltos Residuais Norte-Amaznicos. b) na Depresso da Amaznia Ocidental. c) na Plancie do rio Amazonas e alguns afluentes. d) na Depresso Marginal Sul-Amaznica. e) Todas as anteriores esto erradas.

03. Este compartimento do relevo, recoberto por mata densa e com altitude entre 400 e 500 metros, vai de Manaus at o oceano Atlntico. Trata-se do:a) Planalto da Amaznia Ocidental. b) Vale do rio Amazonas. c) Planalto da Amaznia Oriental. d) Planalto das Guianas. e) Altiplano da Amaznia Central.

Alm dos pontos apresentados no quadro acima, existem outros picos com menor altitude no extremo-norte dos municpios de So Gabriel da Cachoeira, Santa Isabel do Rio Negro e Barcelos, como o Arac, Rondon, Tunu, Macaco, entre outros, e as serras Tapirapec, Trara, Dara, do Padre, Curupira, Bela Adormecida, Urucuzeiro, Kaburi, dos Porcos, da Pedra, Unaiuxi e Parima. O perfil topogrfico apresentado acima representa um corte transversal de noroeste a sudeste, com cerca de 2.000km de comprimento, que vai das altssimas serras do norte da regio, na fronteira com a Venezuela, at o norte do Estado de Mato Grosso. Podemos notar, claramente, as estreitas faixas de plancie situadas s margens do rio Amazonas, a partir das quais se seguem vastas extenses de planaltos e depresses. VISO GERAL DA BACIA HIDROGRFICA AMAZNICA A bacia Amaznica possui 1/5 da gua doce da Terra, numa rea de cerca de 5,9 milhes de km2 em territrio brasileiro e 6,2 milhes de km2 na Amrica do Sul, correspondendo a 5% das terras emersas. a maior bacia fluvial do mundo (Molinier et al., 1995), com 10 dos 20 maiores rios da Terra. Essa grande bacia estende-se desde 5 de latitude norte at 20 de latitude sul, apresentando, a norte, o relevo do planalto das Guinas, a oeste, a cadeia Andina, a sul, o planalto Brasileiro e, a leste, a costa do Atlntico. Abrange terras de oito pases (Brasil, Bolvia, Colmbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela), alm de um territrio (Guiana Francesa). A desembocadura do curso principal no Oceano Atlntico dse nas proximidades da linha do Equador.

04. As serras do Padre, Curupira, Bela Adormecida, Urucuzeiro, Kaburi, dos Porcos, do Trara, da Pedra, Unaiuxi e do Imeri, encontram-se nos municpios de:a) Santa Izabel do Rio Negro e So Gabriel da Cachoeira. b) Benjamin Constant e Tabatinga. c) Japur e Tef. d) Lbrea e Boca do Acre e) Manacapuru e Maus.

FORMAS DE RELEVO DA AMAZNIA Segundo o dicionrio tcnico da nova classificao para o Brasil, possvel dividir o relevo amaznico em trs principais formas: I. Depresso: Caracteriza-se por ser uma superfcie entre.100~500m de atitude, com sua inclinao formada por processos prolongados de eroso. mais plana do que o planalto. II. Planalto: O termo parece-nos sugestivo, porm nada tem a ver com plano alto. Trata-se de uma superfcie irregular com altitude acima de 300m. o produto da eroso sobre as rochas cristalinas (metamrficas) ou sedimentares. Pode apresentar morros, serras ou elevaes ngremes, de topo plano (chapadas). III. Plancie: uma superfcie muito plana, com o mximo de l00m de altitude, formada pelo acmulo recente de sedimentos movimentados pelas guas do mar, de rios ou de lagos. Ocupa poro modesta no conjunto do relevo brasileiro. Classificao atual do relevo A recente classificao do professor Jurandyr Ross resultou de uma pesquisa baseada em levantamentos feitos pelo RADAMBRASIL, que fotografou cada pedao do Pas com equipamentos especiais de radar instalados em um avio e imagens de satlites, no perodo de 1970 a 1985.

05. As principais serras do Estado do Amazonas esto situadas ao norte, mas encontramos algumas no sul, como as serras:a) do Candombl, do Machado e de Fortaleza. b) do Padre, do Trara e do Uaups. c) de Tapirapec, Urucuzeiro e Caparro. d) da Bela Adormecida, do Kaburi e da Arara. e) do Jatapu, do Morro dos Seis Lagos e de Parintins.

06. Coloque C quando a informao estiver correta e F quando for falsa:( ( ( ( ( ) O mdio Amazonas tem regime de duas cheias anuais. ) O rio Amazonas navegvel de Manaus at o seu esturio. ) A bacia Amaznica entulhada, em grande parte, por aluvies. ) Rios de guas escuras carregam muitos materiais orgnicos e sedimentos. ) O rio Juru o mais sinuoso da regio.

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Bacias hidrogrficas

O Rio Amazonas e suas caractersticas Considerado o principal da bacia Amaznica, o rio Amazonas, com 8.570km de extenso (IBGE), o maior do mundo em extenso e em volume de gua. Por isso, ele foi chamado pelo explorador espanhol Vicente Ynez Pinzon, quem primeiro o avistou, de Rio Grande de La Mare Dulce. Entretanto ele foi batizado por outro espanhol, Francisco Orellana (1541), que, segundo se conta, observou, em meio aos ndios tapajs, a existncia de mulheres guerreiras nas linhas de frente, de grande combatividade, semelhante s mulheres guerreiras gregas, que extirpavam o seio direito para melhor manejar o arco. Originalmente, a palavra amazonas, criada pelos gregos, quer dizer sem seios.

01. Associe as colunas: (A) Furos (B) Igaraps (C) Parans (D) Pororoca (E) Terras-cadas( ( ( ) Pequenos braos de rios contornan-

do ilhas.) Pequenos cursos dgua, que unem

Vrios fatores contribuem para a existncia de tamanha rede hidrogrfica. Um deles a quantidade de chuvas que ocorrem na regio, aliada sua localizao. Cortada pela linha do Equador, acaba beneficiando-se do vero que ocorre nos dois hemisfrios. Quando vero no norte, os rios desse hemisfrio (margem esquerda do rio Amazonas) que ficam cheios devido ao aumento no ndice de precipitao nessa estao. O mesmo ocorrer ao sul quando for vero. Assim, ora os rios da margem direita esto cheios, ora os da esquerda. Graas a essa distribuio dos rios em hemisfrios diferentes, as enchentes esto naturalmente em equilbrio. Se no fosse assim, elas seriam catastrficas e o ecossistema da vrzea no existiria. Quando as chuvas do sul persistem durante muito tempo ou as do norte comeam mais cedo, o que ocorre em mdia de 4 em 4 anos, as terras situadas acima do nvel mdio das enchentes (I0m no rio Amazonas) so inundadas. O nvel das guas do seu grande rio sobe gradualmente de novembro a junho, quando comea a descer at fins de novembro. Nas regies do mdio e baixo Amazonas, as cheias ocorrem no ms de junho e julho. No alto Amazonas ou Solimes, o regime de cheias ocorre duas vezes ao ano. A cheia do rio Negro no ocorre ao mesmo tempo, uma vez que o perodo de chuvas em seu vale s comea no primeiro trimestre de cada ano. A maior enchente foi registrada em 1953, quando, em Manaus, o nvel das guas atingiu 29,7m acima do nvel do mar, algo em torno de 2,8m acima da mdia das anteriores. Outro fator que contribui, embora em menor escala, para alimentar a bacia hidrogrfica Amaznica o derretimento das geleiras existentes na Cordilheira dos Andes, constituindo o regime glacial de alimentao do rio principal e seus tributrios, ao lado do regime pluvial.

(

(

rios entre si ou rios e lagos. ) As guas do oceano empurram as do rio Amazonas, com efeito destruidor e forte estrondo. ) Enormes blocos de terras das margens dos rios so arrastados pela correnteza. ) Pequenos cursos dgua que se ligam aos rios, possuindo suas prprias nascentes.

Durante muito tempo, acreditou-se que o rio nascia da confluncia dos rios Ucayalli e Maraon, na Cordilheira dos Andes, em territrio peruano. Porm isso constitua um erro de geografia. Com os recursos modernos e a partir de uma reavaliao e constatao de diversas expedies, passou-se a considerar a mxima extenso do rio, como determinam as convenes, portanto a nascente do Ucayalli, passando, assim, a ser o primeiro do mundo. AFLUENTES DO RIO AMAZONAS Observando o mapa da hidrografia, possvel notar a existncia de inmeros rios tributrios do Amazonas. Em toda a extenso da bacia, chegam a, aproximadamente, 1.100 rios, formando um imenso labirinto, que deslumbra os visitantes em suas viagens. Alguns dos principais afluentes do rio Amazonas so: Margem direita Javari: Este rio nasce na Serra da Contamana (400m de altitude) com o nome de Jaquirana. Juta: Com sua nascente prxima regio banhada pelo Ipixuna, afluente do Juru, possui passagens estreitas e guas barrentas. Juru: Nasce no serro das Mercs (Serra da Contamana). Seu leito pode sofrer variaes entre 8~16m no nvel das guas, entre a vazante e a enchente. Madeira: Com 3.240km, o mais notvel afluente do Amazonas, nascido da juno dos rios Mamor e Guapor, em frente cachoeira madeira. Purus: Com guas barrentas iguais s do Solimes . Tef: Surgindo das terras altas entre os rios Tapau e Juru, corre em direo nordeste, recebendo guas dos lagos e de inmeros igaraps. Coari: Durante a maior parte do ano, a navegao intensa, embora, em alguns momentos, s trafeguem pequenas embarcaes. Margem esquerda I: Sua nascente encontra-se nos contrafortes andinos, em territrio equatoriano. Negro: Nasce nas regies do Popai, mais precisamente na Serra do Juna (Planalto Colombiano). Japur: Conhecido na Colmbia, onde nasce, pelo nome de Caquet. Nhamund: Origina-se em terras altas, entre as cabeceiras do Uatum e as do Trombetas. Apresenta, em determinados trechos, um azul profundo, estendendo-se por montes e espessa vegetao. Urubu: Este rio se forma dos igaraps Mbiara, Caranay e Urubutinga, em terras altas, nas fronteiras da Guiana. Suas guas so pretas, sendo que, na vazante, parecem um melao aps a segunda cachoeira. Comunica-se com o Amazonas por diversos canais e igaraps.

02. Assinale a caracterstica falsa quanto ao rio Amazonas:a) Quem primeiro o avistou foi Vicente Pinzon. b) Sua largura mdia de 4 a 5km. c) Sua velocidade varia de 2,5 a 5km. d) Nasce da confluncia do Ucayalli com o Maraon. e) Apresenta um desnvel de 65 metros.

03. (FlNESTSP). Na bacia hidrogrfica Amaznica, ocorrem dificuldades para a implantao de usinas hidreltricas porque ela apresenta:a) Oscilao na vazo fluvial maior que entre outras bacias, o que exige grandes reservatrios e altas barragens. b) Relevo de altiplanos com solos friveis que dificultam a execuo de barragens. c) Relevo com pequena variao altimtrica, exigindo extensos reservatrios que podem acarretar forte impacto ao ambiente natural. d) Relevo plano, regularidade na vazo fluvial e extensa cobertura florestal. e) Quedas dgua nos baixos cursos do afluente do Amazonas, que, nas enchentes, dificultam a gerao de energia.

04. Presena de cidos hmicos e escassez de peixes, insetos e plantas aquticas e submersas, que, certamente, levaram os nativos a denomin-los rios de fome. Essas caractersticas dizem respeito aos rios de guas:a) esverdeadas; b) barrentas; c) escuras; d) brancas; e) nenhuma das anteriores.

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BiologiaProfessor JONAS Zaranza Aula 90

Inicialmente, mesmo com o aumento do nmero de clulas, no h aumento do volume total. A esse perodo, chamamos segmentao ou clivagem.

Embriologia IParte da Biologia que estuda as modificaes de um desenvolvimento embrionrio (ontogenia) 1. Estudo do vulo O vulo uma clula normalmente imvel e muito maior que o espermatozide, conseqncia de uma intensa sntese de protenas no perodo de crescimento da ovognese. Como toda clula, apresenta membrana, citoplasma e ncleo. no citoplasma do vulo que se encontra o vitelo ou deutoplasma, substncia que serve de alimento ao embrio. A quantidade de vitelo varivel nos diferentes vulos, varia tambm a localizao do vitelo em relao ao citoplasma e ao ncleo. Esses dois caracteres permitem classificar os vulos em diversos tipos, no esquecendo que a segmentao ou clivagem inversamente proporcional quantidade de vitelo, como podemos observar a seguir: Isolcito ou Oligolcito Possui pouco vitelo, homognea ou quase homogenearmente distribudo pelo citoplasma. Ex.: anfioxo, mamferos. A fase seguinte a gastrulao. Nessa fase, o aumento do nmero de clulas acompanhado do aumento do volume total. Formam-se, ainda nessa fase, os folhetos germinativos ou embrionrios, que daro origem a todos os tecidos do indivduo,formao do blastporo e arquntero. O estgio seguinte a neurulao ou organognese, em que ocorre a diferenciao (formao) dos rgos. Perodos do desenvolvimento embrionrio aps a fecundao Segmentao ou Clivagem: aumento do nmero de clulas sem aumento do volume total. Gastrulao: aumento do nmero de clulas com aumento do volume total e organizao dos folhetos germinativos, formao do blastporo e arquntero. Neurulao ou Organognese: formao do tubo neural, celoma e notocorda e a diferenciao dos folhetos embrionrios em rgos. Tipos de segmentao As divises que ocorrem durante a segmentao denominam-se clivagens, e as clulas que se formam so chamadas blastmeros. No reino animal, a diferena na quantidade e na distribuio do vitelo no ovo determina diferenas na segmentao, pois a quantidade de vitelo influi na velocidade de diviso da clula: quanto maior a quantidade de vitelo, menor a velocidade de diviso. Em funo disso, podemos considerar dois tipos bsicos de segmentao: Holoblstica ou total ocorre no ovo todo; Meroblstica ou parcial ocorre s em parte do ovo. Segmentao holoblstica ou total

01. Na gua do manguezal, comum encontrar ovos com envoltrio gelatinoso, extremamente ricos em vitelo nutritivo e apresentando segmentao parcial discoidal. Esses dados indicam tratar-se de ovosa) isolcitos. c) heterolcitos. e) alcitos. b) centrolcitos. d) telolcitos.

02. (Fuvest) Qual a diferena, no desenvolvimento embrionrio, entre animais com ovos oligolcitos e animais com ovos telolcitos?a) b) c) d) e) Nmero de folhetos embrionrios formados. Presena ou ausncia de celoma. Presena ou ausncia de notocorda. Tipo de segmentao do ovo. Modo de formao do tubo neural.

03. Em ovos oligolcitos, a fase da embriognese caracterizada por um macio de clulas formado por sucessivas clivagens, aproximadamente com o mesmo volume do ovo inicial, denomina-sea) mrula. b) blstula. d) arquntero. e) blastmero c) gstrula.

Heterolcito Muito vitelo. Distino entre plo animal, que contm o ncleo, e plo vegetativo, que contm o vitelo. Ex:anfbios.

Telolcito vulos grandes, com muito vitelo, no plo vegetativo. Ntida separao entre o citoplasma e o vitelo, no plo animal. Ex.: peixes (alguns), rpteis e aves.

04. (Puccamp) Um pesquisador, ao examinar ovos em desenvolvimento, observou que apresentavam as seguintes caractersticas: grande quantidade de vitelo clivagem parcial discoidal presena de mnio, alantide e crio somitos mesodrmicos tubo neural dorsal De acordo com esses dados, conclui-se que os ovosa) b) c) d) e) no eram de aves; no eram de rpteis; eram de anfbios ou de rpteis; eram de anfbios ou de aves; eram de rpteis ou de aves.

Segmentao meroblstica ou parcial

Centrolcito Vitelo ocupa praticamente toda a clula e no se mistura ao citoplasma, que reduzido a uma pequena regio na periferia da clula e junto ao ncleo. Ex.: insetos.

Segmentao holoblstica A segmentao holoblstica ocorre nos ovos alcitos, isolcitos e heterolcitos e pode ser subdividida em trs tipos, com base no tamanho das clulas que se formam a partir da terceira clivagem (quando muda o plano de diviso celular): Holoblstica igual formam-se, com a terceira clivagem, oito blastmeros iguais. Ocorre nos ovos alcitos e isolcitos:

05. UEA A obteno de clulas-tronco tem sido feita a partir de embries com 5 e 6 dias de vida e que j apresentam cerca de 100 clulas. Recentemente foi possvel obter clulas-tronco a partir de embries com 3 e 4 dias de vida e que apresentavam de 8 a 10 clulas.(Cincia hoje, 212 Vol. 36; jan/fev 2005)

Embries com 3 a 4 dias de vida e com cerca de 8 a 10 clulas e embries com 5 a 6 dias de vida e com cerca de 100 clulas correspondem, respectivamente, s fases:TIPOS DE OVOS Aps a fecundao, o ovo sofre sucessivas divises mitticas, dando origem a vrias clulas, que permanecem unidas. o incio do desenvolvimento do embrio. Holoblstica desigual formam-se, com a terceira clivagem, blastmeros de tamanhos diferentes: quatro menores (micrmeros) e quatro maiores (macrmeros). Ocorre em ovos heterolcitos: a) b) c) d) e) mrula inicial e mrula avanada; mrula e blstula; blstula inicial e blstula avanada; blstula e gstrula; gstrula inicial e gstrula avanada.

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Blastocisto Durante essas duas fases, de mrula e de blstula, o volume total permanece constante, embora aumente o nmero de clulas. No h, portanto, aumento de volume durante a segmentao. Segmentao meroblstica Devido diferena na distribuio do vitelo, existem dois tipos bsicos de segmentao meroblstica: segmentao meroblstica discoidal; segmentao meroblstica superficial. A cavidade central que se observa na blstula recebe o nome de blastocele e cheia de lquido sintetizado pelas clulas que formam os seus limites. Nos ovos isolcitos e heterolcitos, a blastocele bem desevolvida. Na blstula formada pela segmentao dos ovos telolcitos, no chega a se constituir uma verdadeira blastocele, pois a cavidade formada no inteiramente delimitada pelos blastmeros. chamada discoblstula, pois o ovo tem segmentao discoidal, e a blastocele recebe o nome de cavidade subgerminal.

01. A figura a seguir representa uma das fases do desenvolvimento embrionrio de um certo organismo.

Na segmentao meroblstica discoidal, as divises ocorrem apenas na regio da cicatrcula (regio da clula sem vitelo), formando um disco de clulas sobre a massa de vitelo. Esse tipo de segmentao d-se nos ovos telolcitos. Segmentao meroblstica discoidal

ExercciosAssinale a alternativa que contm, respectivamente, o TIPO e a FORMA DE CLIVAGEM desse ovo:a) b) c) d) e) alcito; holoblstica igual. heterolcito; holoblstica desigual. heterolcito; meroblstica desigual. telolcito; meroblstica discoidal. centrolcito; meroblstica superficial.

02. O esquema a seguir ilustra o processo de segmentao e clivagem em

A segmentao meroblstica superficial ocorre nos ovos centrolcitos. As clulas embrionrias ficam dispostas na superfcie do ovo, deixando o vitelo no seu interior. Segmentao meroblstica superficial

01. Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do texto a seguir. Nos animais, a clivagem varia conforme a quantidade de vitelo. Em ...................., a clivagem total, pois eles apresentam ovos ...................... . Por outro lado, em ........................, a clivagem parcial, pois seus ovos so ........................ .a) rpteis - heterolcitos - equinodermos centrolcitos b) mamferos - telolcitos - peixes oligolcitos c) rpteis - oligolcitos - equinodermos telolcitos d) mamferos - oligolcitos - peixes telolcitos e) equinodermos - telolcitos - mamferos oligolcitos

Fonte: AMABIS e MARTHO. "Curso Bsico de Biologia". 1985. a) mamferos. sb) anfbios. c) anfioxo. d) aves. e) rpteis.

03. (PUCSP) Considere trs animais com as seguintes caractersticas relativas ao desenvolvimento: I. apresenta ovo rico em vitelo (telolcito), com segmentao parcial; no tem estgio larval. II. apresenta ovo pobre em vitelo (oligolcito), com segmentao total; no tem estgio larval. III. apresenta ovo com quantidade razovel de vitelo (mediolcito), com segmentao total; tem estgio larval. Os animais I, II e III podem ser, respectivamente,a) b) c) d) e) galinha, camundongo e sapo. r, tartaruga e tamandu. tatu, sapo e largatixa. avestruz, r e tatu. capivara, jacar e salamandra.

02. (Unesp) Um dos caminhos escolhidos pelos cientistas que trabalham com clonagens desenvolver em humanos a clonagem teraputica, principalmente para a obteno de clulas-tronco, que so clulas indiferenciadas que podem dar origem a qualquer tipo de tecido. Quanto a esse aspecto, as clulastronco podem ser comparadas s clulas dos embries, enquanto estas se encontram na fase deFases da segmentao Embora existam diferentes tipos de segmentao, ela normalmente se realiza segundo duas fases: mrula forma-se um macio celular com poucas clulas; blstula forma-se uma cavidade interna cheia de lquido. a) b) c) d) e) mrula. gstrula. nurula. formao do celoma. formao da notocorda.

03. (Puccamp) No desenvolvimento embrionrio de um ovo de galinha, formam-se blastmerosa) b) c) d) apenas na camada superficial; apenas no disco germinativo; iguais em toda a gema; maiores no plo vegetativo e menores no plo animal; e) maiores no plo animal e menores no plo vegetativo.

04. (Puccamp) Comparando-se o desenvolvimento embrionrio do anfioxo com o das aves, verifica-se quea) no anfioxo, a segmentao holoblstica; nas aves, meroblstica; b) o anfioxo um animal protostmio; as aves so deuterostmias; c) o anfioxo um animal diploblstico; as aves so triploblsticas; d) o embrio do anfioxo protegido por anexos embrionrios; o das aves s protegido pela casca do ovo; e) o embrio do anfioxo desenvolve-se fora do corpo materno; o das aves desenvolve-se no interior do tero materno.

Obs.: Nos mamiferos, a segunda fase denominada de BLASTOCISTO (VEJA ABAIXO), constituda de massa celular ou embrioblasto e trofoblastos, clulas responsveis pela nidao, isto , fixao do embrio na cavidade endometrial do tero. Exclusivo dos mamferos

04. (Puccamp) Qual das afirmaes a seguir, relativas a diferentes tipos de ovos, verdadeira?a) Ovos com muito vitelo no plo vegetativo tm segmentao total. b) Ovos com muito vitelo no centro tm segmentao discoidal. c) Ovos oligolcitos tm segmentao parcial. d) Os ovos da maioria dos artrpodos so oligolcitos. e) Os ovos da maioria dos mamferos so pobres em vitelo.

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Gabarito do nmero anteriorAprovar n. 14

Gabarito do Simulado

DESAFIO MATEMTICO (p. 3) 01. D; 02. C; 03. C; 04. D; 05. E; 06. A; 07. C; 08. A; DESAFIO MATEMTICO (p. 4) 01. C; 02. C; 03. B; 04. C; 05. B; 06. A; DESAFIO FSICO (p. 5) 01. E; 02. A; 03. C; 04. C; 05. C; 06. A; 07. E; APLICAES (p. 7 e 8) 01. A; 02. E; 03. E; 04. A; 05. C; 06. E; ARAPUCA (p. 7) 01. E; DESAFIO GRAMATICAL (p. 8) 01. B; 02. C; 03. C; 04. A; 05. E; CAIU NO VESTIBULAR (p. 8) 01. E; DESAFIO HISTRICO (p. 9) 01. B; 02. A; 03. A; 04. A; DESAFIO HISTRICO (p. 10) 01. B; 02. E; 03. A; DESAFIO BIOLGICO (p. 11) 01. A; 02. D; 03. D; 04. B; DESAFIO BIOLGICO (p. 12) 01. B; 02. D; 03. A; 04. B; 05. A; EXERCCIOS (p. 12) 01. E; 02. B; DESAFIO MATEMTICO (p. 13) 01. D; 02. 15; 03. 12; 04. A; 05. C; 06. D; 07. A; 08. B; DESAFIO MATEMTICO (p. 14) 01. C; 02. D; 03. B; 04. D; 05. C; 06. E; 07. N=4; 08. Soma dos elementos da diagonal principal = 12 e determinante =72; 09. Zero; 10. 12;

01. 02. 03. 04. 05. 06. 07. 08. 09. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22. 23. 24. 25. 26. 27. 28. 29. 30. 31. 32. 33. 34. 35. 36. 37. 38. 39. 40. 41. 42. 43. 44. 45. 46. 47. 48. 49. 50. 51. 52. 53. 54. 55. 56. 57. 58. 59. 60. 61. 62. 63. 64. 65. 66. 67. 68. 69. 70.

E; A; D; B; E; B; C; B; E; D; D; E; F, F, V, V e V; D; C; B; C; E; E; D; E; C; A; D; A; C; pabs=2,0 105 Pa; D; B; 5cm; B; C; B; D; A; C; E; B; D; B; B; E; A; E; B; C; A; B; A; A; D; B; D; E; C; A; E; D; D; B; D; A; C; C; B; B; D; B; B; D;

As PombasRaimundo Correia Vai-se a primeira pomba despertada ... Vai-se outra mais ... mais outra ... enfim [dezenas De pombas vo-se dos pombais, apenas Raia sangunea e fresca a madrugada ... E tarde, quando a rgida nortada Sopra, aos pombais de novo elas, serenas, Ruflando as asas, sacudindo as penas, Voltam todas em bando e em revoada... Tambm dos coraes onde abotoam, Os sonhos, um por um, cleres voam, Como voam as pombas dos pombais; No azul da adolescncia as asas soltam, Fogem... Mas aos pombais as pombas [voltam, E eles aos coraes no voltam mais... 1. ENJAMBEMENT Processo potico de pr no verso seguinte uma ou mais palavras que completam o sentido do verso anterior. O termo francs pode ser substitudo por cavalgamento ou encadeamento. Note que o processo em questo ocorre entre os versos 2/3 e 5/6 2. VERSOS DECASSLABOS Todos os versos do soneto tm dez slabas mtricas. Vamos verificar o 13.o verso: Fo/gem/... Mas/ aos/ pom/bais/ as/ 1 2 3 4 5 6 7 pom/bas/ vol/tam 8 9 10 3. RIMAS MASCULINAS So masculinas as rimas que ocorrem entre palavras oxtonas. Em todo o soneto, h apenas uma rima masculina: pombais/mais. 4. RIMAS RICAS Ocorrem entre palavras de classes diferentes. Encontramo-las nos seguintes pares de versos: 1/4 (despertada: adjetivo; madrugada: substantivo), 2/3 (dezenas: numeral; apenas: advrbio), 6/7 (serenas: adjetivo; penas: substantivo) e 11/14 (pombais: substantivo; mais: advrbio). 5. SMILE figura que consiste em comparar, de maneira comum, coisas semelhantes. Note a comparao que o poeta faz entre o fenmeno que ocorre com as pombas (saem dos pombais, mas voltam) e o que ocorre no corao dos seres humanos (os sonhos saem e no voltam mais).

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