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Tg Aula3 2008

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Text of Tg Aula3 2008

  • 1. Tipografia e tipos Tcnicas Grficas em Jornalismo Professor mestre Artur Araujo ([email protected])

2. Antes, alguns lembretes...

  • O exerccio sobre projeto grfico deve ser entreguehoje , 11 de maro.
  • Quem entregar entre amanh e 18 de maro, ter 25% de desconto na nota.
  • Quem entregar de 19 a 25 de maro, ter 50% de desconto da nota.
  • No sero aceitos trabalhos aps 25 de maro. A nota, nesse caso, ser 0.
  • O exerccio sobretipografia j est disponvel no site . Deve ser entregue daqui a 14 dias, em 25 de maro.
  • Estamos a 42 dias da entrega do trabalho individual sobre publicaes.
  • Estamos a 63 dias da prova prtica.

3. A importncia da fonte

  • Os tipos so a principal ferramenta de comunicao do projeto grfico.
  • As faces alternativas de tipos permitem que voc d expresso ao documento, para transmitir instantaneamente, e no verbalmente, atmosfera e imagem (Roger Parker).

4. Esttuas transparentes

  • Assim como a oratria, a msica, a dana, a caligrafia como tudo que empresta suagraa linguagem , a tipografia uma arteque pode ser deliberadamente mal utilizada. um ofcio por meio do qual os significados de um texto (ou sua ausncia de significado) podem ser clarificados, honrados e compartilhados, ou conscientemente disfarados.(...) A tipografia que tem algo a dizer aspira, portanto, a ser uma espcie de esttua transparente. (...) Um dos princpios da tipografia durvel , sempre, a legibilidade.
  • Robert Bringhurst

Robert Bringhurst (*1946) 5. A funo da tipografia

  • A tipografia tem comoobjetivo bsico comunicaruma informao por meio de letra impressa

Rafael Souza Silva 6. Nomenclaturados tipos 7. Kerning

  • Designa o ato de aproximar uma letra de outra. Seu oposto o espacejamento (outracking ).

8. Espacejamento (tracking)

  • Designa o ato de afastar uma letra de outra. Seu oposto o kerning (oucrenagem ).

9. Variantes dos tipos versalete VERSAL caixa baixa(Caixa Alta e Baixa) CAIXA ALTA Itlico Redondo Negrito Claro 10. Caixa alta e caixa baixa

  • As duas terminologias, caixa alta e caixa baixa, foram institudas por conveno, porque antigamente os tipgrafos tinham como hbito guardar as matrizes dos tipos em compartimentos de madeira ou ferro, num cavalete. Nas partes superiores eram colocados os tipos de letra maiscula e nas inferiores, os tipos de letra minscula, passando a partir da a serem identificados como tipos de caixa alta e caixa baixa.

11. 12. Caixa alta (versal) e versalete

  • Versal Designao da letra maiscula de cada um dos tipos do mesmo corpo. o mesmo que caixa alta.
  • Versalete Tipo constitudo de letras maisculas na altura das letras minsculas do mesmo corpo. Tipo com a forma de letra maiscula, mas com o tamanho de minscula.

13. Algumas famlias tipogrficas

  • Conjunto ou coleo de tipos cujo traado, em qualquer corpo (tamanho) ou variante (claro/negrito, redondo/itlico, largo/estreito etc.), apresenta as mesmas caractersticas estruturais e cujo desenho bsico conhecido por um nome, que pode ser o do seu criador, alusivo sua origem ou arbitrrio.
  • As definies das famlias variam.

14. Fontes serifadas Xfontes bastonadas

  • A fonte serifada guia o leitor de uma letra para outra, criando um ritmo e geralmente facilitando a leitura.Serifa um pequeno trao em forma de filete, barra ou simples espessamento que finaliza as hastes das letras. Remete a elementos da escrita cursiva.
  • A fonte bastonada valoriza o desenho da letra.

15. Bastonado (ou sem-serifa) e serifado 16. Classificao tradicional (Brasil) 17. Gtico

  • Gnero de escrita caracterizada por letras angulosas e de linhas quebradas, que se formou progressivamente mediante um fraturamento dos traos da minscula carolngia. A forma perfeita e acabada de letra gtica recebeu o nome de letra de forma, e foi imitada nas primeiras obras impressas. A escrita gtica no foi criada pelos godos, como seu nome parece indicar: essa denominao refere-se apenas ao estilo em voga na Europa, do sculo XII Renascena.

18. Romano antigo

  • Contraste pouco acentuado entre os elementos eserifas inclinadas(jenson, mancio, bembo, elzevir, caslon, garamond etc.).

Jenson (romano antigo) Serifa inclinada Serifa inclinada Serifa inclinada Pouco contraste entretraos finos e grossos 19. Romano moderno

  • Contraste marcante entre traos finos e grossos eserifas retas , horizontais e verticais,nunca inclinadas(bodoni, didot etc.)

Bodoni (romano moderno) Serifas retas Contraste entretraos finos (em vermelho)e grossos 20. Romano de transio (scs XVII e XVIII)

  • Serifas triangulares em alguns casos; comeam os contrastes de traos.

Baskerville Jenson (romano antigo) Serifa inclinada Baskerville (transio)traos grossos e finos aparecem Baskerville (transio) serifa triangular Bodoni (romano moderno)serifa reta 21. Romano antigo Romano de transio Romano moderno Jenson (romano antigo) Baskerville(romano de transio) Bodoni (romano moderno) 22. Grotesco

  • O grotesco tem caracteres de traado uniforme, com elementos da mesma espessura esem serifas . So os tiposbastonados .

Helvetica 23. Egpcio

  • Egpcio engloba as fontes arrematadas comserifas quadradas , da mesma espessura dos demais traos. Memphis, kamak, stymie e clarendon so o exemplos dessas famlias.

Clarendon Serifas quadradas 24. Manuscrito

  • Rene famlias de traado inspirado o na escrita manual. Esses tipos apresentam um nmero pequeno de variedades e foram mais divulgados na Inglaterra e Estados Unidos.

Rage 25. Fantasia

  • Um grupo de fontes, pelo seu traado extico ou alegrico, no atendem s caractersticas dos troncos j enumerados. So as fontes fantasia.

Criter 26. 27. Como lidar com as variadas fontes

  • Diante de um menu de tipos, o editor de arte deve se preocupar com a padronizao grfica, o que significa um repertrio limitado de tipos. Uma pgina deve primar pelo princpio da repetio. Por isso, aconselhvel que o nmero dos tipos de letras no seja exagerado . Ao se adotar, por exemplo, trs tipos, possvel variaes que tornam a pgina ao mesmo tempo diversificada e conforme um padro. A exceo aqui vai para os cadernos culturais e projetos estticos ousados.

28. A escolha da fonte

  • A escolha do tipo de letra, apesar de subjetiva, diz respeito legibilidade, que a facilidade de reconhecer as letras.
  • Se, para a compreenso de uma determinada letra, o leitor tiver de se valer da letra seguinte, o tipo escolhido deve ser descartado.

29. Grotescas para ttulo, serifadas para textos

  • Atualmente, diversos projetos editoriais misturam caracteres serifados e bastonados, deixandottulos e legendas sem serifae otexto com serifa .

30. A diferena entre legibilidade e leiturabilidade

  • Um texto legvel se ele pode ser compreendido por uma pessoa alfabetizada e familiarizada com o vocabulrio
  • Um texto oferece leiturabilidade se a pessoa consegue ler o texto confortavelmente

31. A importncia do tamanho da fonte e da coluna

  • A determinao da largura deve levar em conta o tipo de letra e o tamanho do corpo. Linhas muito compridas com corpo pequeno dificultam a leitura, fazendo as letras se embaralharem o mesmo ocorre com o corpo grande em colunas pequenas: o excesso de hifenizao incomoda a leitura.

32. Dicas interessantes para diagramar

  • Esquea as regras matemticas, se a pgina est agradvel viso.
  • TEXTOS EM CAIXA ALTA PREJUDICAM A LEITURABILIDADE.
  • Textos em negrito prejudicam a leiturabilidade.
  • Textos em itlico prejudicam a leiturabilidade.
  • Em geral, texto em grotesco (sem serifa, bastonado) mais difcil de ser lido do que texto serifado.

33. Prxima aula: oficina de page maker Aula terica do dia 25/3: Capas