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Uma publicação da FRATERNIDADE PAX UNIVERSAL Coordenação: Carmen Balhestero CONSCIÊNCIA, DISCERNIMENTO E COCRIAÇÃO Outubro/2014 • Ano 1 • n º 1 sob a orientação do Mestre Saint Germain

CONSCIÊNCIA, DISCERNIMENTO E COCRIAÇÃO

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  • Revista da PAX

    Uma publicao da Fraternidade PaX UniversalCoordenao: Carmen Balhestero

    CONSCINCIA, DISCERNIMENTO E COCRIAOERA DA LUZOutubro/2014 Ano 1 n 1 sob a or ientao do

    Mestre Saint Germain

  • Ardella Nathanael (USA) Paneuritmia Dana Circular Sagrada

    Reencontro com Seu Ser Sagrado Sbado, 18 de outubro, das 10 s 15 h

    R$ 100,00 Dana para pessoas de todas as idades. No re-

    quer aprendizado prvio nem condio fsica

    especial.

    Pede-se usar roupas brancas ou em tons pastel.

    Saiba mais: http://paneurhythmy.us/Ardella.shtml

    Proposta de reencontro com Seu Ser Total atravs de uma dana suave, harmoniosa e muito simblica, ao som de msica criada especialmente para ela, com violino, violo, coro, etc. Cada movimento tem um signifi-cado to profundo que mobiliza a energia e a informao de nosso interior, gerando uma reprogramao celular em nosso cor-po fsico, que se traduz por SADE. Tambm produz harmonia em nosso ser emocional e clareza em nossa mente, o que nos leva a um processo de integrao dos nossos trs corpos (fsico, mental e emocional) com o corpo espiritual, permitindo-nos atingir um estado superior de conscincia em que a alma se manifesta, sendo que a alma que realiza a Dana.

    Queridos amigos,

    com amor e alegria que receberemos pela segunda vez na PAX a ARDELLA NATHA-NAEL. Eu tive a honra de conhecer seu tra-balho quando morei em So Francisco, em 1989, e suas alunas faziam as Danas Circu-lares Sagradas na praa em frente Catedral de So Francisco de Assis, proporcionando a todos momentos de leveza, amor, integra-o e comunho.

    Sbado, 18 de outubro de 2014, Ardella estar na PAX, conduzindo um Momentum em que vrias pessoas atuaro pela PAZ PLANETRIA fazendo os mesmos movimen-tos sagrados canalizados por Petar Danov, da Bulgria, e usando roupas brancas ou em tons pastel.

    Se sentir o chamado, venha fortalecer esta grande corrente de amor e alegria.

    Esperamos voc na PAX.

    Dias Iluminados com muito Amor e Realizaes,

    PAX & Luz,

    Eu Sou

    Carmen Balhestero

  • Revista da PAX

    EditorialQueridos amigos,

    Seguindo as diretrizes do Mestre Saint Germain, iniciamos uma nova eta-pa nas atividades da PAX com a nossa Revista Digi-tal. Bem-vindos ERA DA LUZ.

    Nosso objetivo compartilhar dicas sobre espiritualidade e bem-estar, para que possa-mos viver cada vez melhor. Segundo a NASA, a Me Terra mudou literalmente de endereo em nossa galxia, a Via Lctea, e os trabalhos da PAX, ao longo destes ltimos 35 anos, foi preparar este momento nico que vivemos, a fim de que possamos escolher viver de forma diferente, com mais conscincia e longevida-de, este novo ciclo, elevando a frequncia de nossa vibrao para que possamos suportar o calor intenso e as novas frequncias de Luz .

    A Me Terra acelerou sua vibrao. Ela est cada vez mais prxima do Sol, e ns, se-res humanos aqui encarnados, precisamos re-descobrir novas formas de manter nosso cor-po e nossa vida equilibrados, para podermos viver melhor a cada dia.

    Nesta Revista, voc encontrar sugestes para viver de forma mais plena, incorporando a verdade e a leveza em todos os momentos da vida, em vrias reas.

    Bem-vindos a este novo ciclo! Que, juntos, possamos assumir a respon-

    sabilidade de mudar os padres limitadores do passado e reescolher novamente viver a PAZ e a plenitude. Vamos compartilhar aquilo que vivemos, para que possamos melhorar nossa energia e manifestar a PAZ.

    Dias Iluminados com muito Amor, Ben-os e Realizaes,

    Pax & Luz. Eu Sou

    Carmen Balhestero

    www.livrariapax.com.br

  • A GRANDE INVOCAO

  • Revista da PAX

    Do ponto de Luz na mente de Deus,que flua Luz mente dos homens,

    e que a Luz desa Terra.

    Do ponto de Amor no corao de Deusque flua amor ao corao dos homens,

    que Cristo retorne Terra.

    Do centro onde a vontade de Deus conhecida,que o propsito guie as pequenas vontades dos homens,

    propsito que os mestres conhecem e servem.

    Do centro a que chamamos a raa dos homensque se realize o plano de Amor e de Luze feche a porta onde se encontra o mal.

    Que a Luz, o Amor e o Poderrestabeleam o Plano Divino sobre a Terra

    hoje e por toda a eternidade. Amm.

  • O DIA A DIA

    plANO fsICO

    Onde se d a nossa relao mais estreita com o mundo

    em que vivemos

  • Como ter uma vida de sucessoSaiba por que as coisas no do certo em sua vida

  • Revista da PAX

    A verdade que a vida que temos exata-mente a vida que queremos, ou seja, co-lhemos o que plantamos. Portanto, tudo que voc tem na sua vida fruto do que voc fez, pensou, desejou etc. Mas, em geral, as pessoas plantam bananas e querem colher morangos. Isso nunca deu certo. Voc vai colher exatamente o que plantou, ou seja, se no quer mais bananas ter que plantar o que quer. Se quiser coisas di-ferentes na vida, ter de fazer coisas diferentes. Se continuar a fazer as mesmas coisas ento ter somente as mesmas coisas como resultado.

    Por que as coisas do errado em nossas vi-das? Em geral temos ou procuramos sempre um culpado que pode ser nossos pais, nossos paren-tes, nosso chefe, nossos empregados, o governo, a crise, o azar, o diabo ou at culpamos a Deus. Quem pensa assim, quem procura um culpado porque se coloca como vtima dos outros ou das circunstncias. A pessoa no entende que ela a responsvel de tudo que acontece em sua vida.

    O resultado de tudo que temos na vida a partir das escolhas que fazemos. Aqui entra a lei da causa e efeito. Nossa vida o efeito e nossas atitudes so as causas. Para cada atitude espec-fica recebemos um efeito especfico. Portanto, se quer efeitos diferentes, ento precisa mudar as causas, ouse j, mudar suas escolhas e, principal-mente, suas atitudes.

    Se torne uma pessoa de sucesso e felizConsiderando ento que nenhuma pessoa vti-ma, que ningum de fora culpado por nada em nossas vidas e que recebemos somente o reflexo do que lanamos. Podemos ento afirmar que o sucesso ou fracasso de uma pessoa um fator que est nas mos dela. a pessoa quem decide se ser vitoriosa ou perdedora, se ser feliz ou triste.

    As pessoas podem ento questionar dizen-do, mas eu quero ser feliz e ter sucesso, mas no consigo e, nem mesmo o fato de desejar esse su-cesso ou felicidade, no mudam nada. Continuo na mesma. Acontece que existe uma diferena

    muito grande entre o que desejamos ou falamos e o que realmente fazemos de prtico na vida. Por exemplo, uma pessoa diz que quer ter uma de-terminada profisso, mas no quer estudar para aquilo. Outra j est atuando em sua profisso e quer se destacar, mas no se dedica suficiente, no investe etc. Mas, digamos que a pessoa j faz tudo isso, se dedica, investe e mesmo assim no tem sucesso. Ento, chegamos a questo primor-dial, porque tudo depende de uma postura inter-na da pessoa.

    Mude a sua realidade com posturas internasA verdade que a nossa vida um reflexo de como somos dentro de ns. As nossas atitudes internas ou posturas interiores que contam. Por exemplo, se eu vou iniciar um negcio prprio mas no acredito que vai dar certo, ento minha atitude fora pode parecer que quero, mas a pos-tura dentro de mim no quer, vibra contra o ne-gcio ao desacreditar.

    Portanto, para mudar sua realidade tem que mudar sua interioridade. Tudo que acreditamos se torna realidade. Tudo que realmente deseja-mos alcanamos. As nossas crenas que nos estruturam e formam nossa realidade, ou seja, se suas crenas so negativas criaro uma realidade negativa ou se forem positivas criaram uma re-alidade positiva. Por exemplo, se voc tem uma viso negativa de dinheiro, ento ter dificulda-des em lidar com dinheiro e ter uma realidade negativa em relao a prosperidade.

    Nossa realidade quntica e precisamos en-tender que o universo fora de ns no existe. O que existe apenas o que est dentro de ns. Nossa realidade somos ns que fazemos. Se eu achar que uma cidade violenta, ento ela ser violenta e s verei violncia, mas se achar que no assim, ento, no ser assim.

    preciso dominar nossa mente e retomar nosso poder pessoal, nosso poder de acreditar, e

  • o destino estar em nossas mos. No ser mais a vida que nos guia, mas ns que guiamos a vida.

    Como mudarAs pessoas costumam buscar ajuda para resolver seus problemas, mas, no fundo, querem algum que resolva os seus problemas para elas. Portan-to, a pessoa no est disposta realmente em fa-zer o que precisa ser feito. Se possvel, quer mu-dar tudo sem ter trabalho algum. Mas ningum muda se no quiser, e ningum mudar voc se voc no quiser e no trabalhar junto. Nenhum terapeuta, mdico, lder religioso, especialista ou guru vai te ajudar ou resolver sua vida se voc no deixar, se voc no colaborar e se voc no trabalhar junto.

    Portanto, uma mudana, uma cura ou um su-cesso depende sempre de quanto a prpria pes-

    soa deseja e se empenha para isso. Os profissio-nais que vo trabalhar ajudando ou orientando a pessoa sero meios, caminhos ou ferramentas de transformao que atuam em conjunto com a prpria pessoa.

    A terapia metafsica quntica tranforma as pessoasTcnicas teraputicas e psicanalticas metafsicas podem ajudar uma pessoa a mudar suas crenas e padres internos, proporcionando uma melho-ra real e resultados concretos em sua vida, que ser renovada com novas crenas e uma vibrao mais positiva, consciente e prspera. Assim, com essa nova vibrao e postura quntica interna, a pessoa automaticamente transforma sua realida-de externa, tornando-se capaz de realizar tudo que deseja em todas as reas de sua vida.

    SERGIO CAMPOS

    Psicanalista, consultor e palestrante empresarial, coach. Terapeuta me-tafsico, numerlogo, tarlogo, radiestesista.

    IONE CAMPOS

    Cirurgi dentista, coach, palestrante empresarial. Terapeuta metafsica, acupunturista, fitoterapeuta, especialista em Medicina Chinesa e ra-diestesista.

    PARA DATAS, VALORES E INSCRIES, ENTRE EM CONTATO COM A PAX: Tels: (11) 2236-2726 | 2236-0244 [email protected]

  • Revista da PAX

    Aps o grande despertar, Sidarta Gautama, o Buda, dirigiu-se ao Parque dos Cervos, nos arredores de Benares, na ndia, a fim de pregar a sua doutrina, expressando-a atravs das famosas Quatro Nobres Verdades, que so:

    1. O sofrimento humano existe.

    2. O sofrimento tem uma causa.

    3. O sofrimento causado pelo desejo e apego coisas que no podem satisfazer o esprito.

    4. O sofrimento pode findar se seguir-se, no dia a dia, a senda das oito trilhas que so:

    Opinies puras. Aspiraes puras. Palavras puras. Procedimentos puros. Modo de viver puro. Esforos puros. Pensamentos puros.

    Meditao ou contemplao puros.

  • A nutrio essencial do ser

  • Revista da PAX

    A harmonia entre o corpo e a alma numa unio de nutrio e arte, visa ao tratamento nutricional do indivduo como Ser Humano integral, desde crianas at os idosos.

    O que se nutrir? Serapenasescolherali-mentos saudveis?

    A nutrio efetiva acontece quando as c-lulas apresentam a possibilidade de estarem nutridas e, portanto, funcionando em seu pleno potencial!

    Para isso, oSer Humano precisa desenvolver uma Conscincia Alimentar por meio da nutrio fsica, emocional e mental, ou seja, deve aprende a digerir, a excretar e a funcionar em essncia, e a arte pode participar desse contexto, como fer-ramenta coadjuvante para o desenvolvimento do potencial humano, despertando-o para a ma-neira de nutrir-se no apenas como ser humano, mas como ser csmico.

    Nutrir-se equivale a preencher-se, a viver uma plenitude nutricional at sua prpria essn-cia, tendo como alvo a nutrio da clula na inti-midade da relao Mente e Corpo. Essa a nutri-o essencial, que propicia equilbrio, vitalidade, bem-estar e, portanto, longevidade. Sua dinmi-ca rene conceitos de nutrio fsica, metafsica e anmica:

    Nutrio fsica a nutrio por meio dos alimentos, levando em conta as boas prticas dietticas em geral, em especial as milenares, como a chinesa e a ayurvdica.

    Nutrio metafsica a nutrio dos chakras, da energia vital, e pode ser obtida pela associao de comportamento alimenta-res com cromoterapia emandalas radinicas, entre outras prticas teraputicas holsticas.

    Nutrio anmica a nutrio da alma, da essncia do ser, e pode ser obtida por meio da arte.

    Folhas, Frutos e Flores... NutriNdo a sua primavera

    As folhas verdes, tenras mostram sua nutrio, os frutos coloridos, verdes e maduros aparecem para serem colhidos, e as flores belas, coloridas e char-mosas, embelezam a vida e exalam perfume no ar...

    O que voc comeu e come desde que nas-ceu? O que voc j mudou na sua alimentao? Foi por conscincia, por necessidade (doena) ou por mero modismo? Suas escolhas alimen-tares so feitas com prazer, ou seja, elas renem sade, bem-estar e prazer? Voc se alimenta cer-tinho para qu: por que preciso ou porque tem conscincia e conhece a fome dos rgos? A sua relao com a comida, com os alimentos, de raiva, indiferena, culpa ou medo?

    Nutrir a sua primavera nutrir as suas clulas, os seus rgos e o seu corpo. Nossas clulas se renovam de tempos em tempos, e nessa reno-vao que temos a oportunidade de renascer. E renascer fisicamente se traduz em longevidade, principalmente quando acompanhado do renas-cimento espiritual.

    Ento, d ateno ao que voc come, ao que voc pensa e ao que voc sente; oferea nutrio fsica, metefsica e anmica ao seu ser e cultive uma vida mais plena.

    dicas de NutrioA primeira palavra chave para dirigir um novo h-bito alimentar ateno. A segunda escolha!

    Escolher alimentos saudveis e locais adequa-dos para a aquisio de alimentos, como tambm, lanchonetes e restaurantes apropriados so itens importantes a serem considerados como ferra-mentas para organizao da rotina alimentar.

    Devemos prestar ateno ao que escolher para cada refeio. Aqui, vou dar algumas dicas relacionadas ao almoo, para adquirir mais vita-lidade por meio da harmonia entre os alimentos.

  • BIANCA DE CARVALHO

    Terapeuta na arte de nutrir, graduada em Nutrio e ps-graduada em Nutrio Hospita-las, trabalha com nutrio holstica h 19 anos, englobando Diettica Chinesa, Ayurveda, Metafsica da Nutrio Energtica dos Chakras, Mesas Radinicas;,e vem trazendo a Arte da Pintura como ferramenta coadjuvante no desenvolvimento do Potencial Humano.

    Escolha de um a dois alimentos de cada gru-po abaixo para compor seu prato., lembrando que se trata de uma dica generalizada e no in-dividual.

    Grupos de alimentos1. Folhas verdes. Chocria ou escarola, couve,

    agrio, espinafre, brcolis, couve flor, rcula, alface.

    2. Legumes. Abbora, abobrinha, chuchu, quia-bo, berinjela, beterraba, cenoura.

    3. Cereais. Arroz integral, arroz com ervas, arroz com folha, arroz com legumes, como milho verde, batata, inhame, mandioca, mandioqui-nha.

    4. Leguminosas. Feijo de diversos tipos, lenti-lha, gro-de-bico, ervilha.

    5. Protena animal. Peixe, frango caipira sem pele, carne sem gordura, ovos caipira.

    Ateno vegetarianos: considerem no item 5 os seguintes alimentos: algas, tofu or-gnico, sementes (nozes, castanha-do-para, amndoas).

    Prefira preparaes como ensopados, assa-dos, assim como bem vindo usar temperos naturais para acentuar o sabor da refeio.

    Temperos como alecrim, organo, manjerico, cebolinha, salsinha podem dar as mos para a dupla tradicional alho e cebola, pois tais ervas realam o sabor dos alimentos e preparaes e conferem um teor considervel de antioxi-dantes, que contribui para a preveno de do-enas e promoo de sade.

    Preste ateno ao ato de comer, ou seja, pro-cure mastigar bem os alimentos; assim, alm de facilitar a sua primeira digesto, que ocor-re na boca, voc ter o real prazer de sabore-ar aquilo que est comendo.

  • Amados filhos,Renascer reavivar a essncia da Vida a cada momento,

    nas clulas e nos corpos. Que possais aceitar as bnos de um novo ciclo em vossas caminhadas agora, manifestando

    a Vitria, a Maestria e a Ascenso.

    Amor e Luz,

    Eu Sou Saint Germain

  • EDUCAO DAs pRXIMAs GERAEs

  • Revista da PAX

    Como ser o mundo daqui a 40 anos? difcil prev-lo neste ritmo to acelerado de mu-danas, sobretudo devido ao desenvolvi-mento da tecnologia. Apenas um exemplo como ilustrao: o Facebook, criado h 10 anos, j faz parte da vida de mais de um bilho de pessoas no planeta, incluindo milhes de crianas.

    Aqui comea a nossa reflexo: o fato de algo ser novo, j implica que seja melhor? Algo novo diferente, mas no necessariamente melhor do que o que existia antes.

    Algumas pessoas, mais otimistas, falam que estamos entrando na Era do Conhecimento, com o universo das informaes disseminadas virtu-almente. No mundo interntico, as distncias f-sicas desaparecem e o acesso s informaes do presente e do passado, com um simples toque do mouse, tornam-se possveis. So, sem dvida, novssimos tempos. Mas eu prefiro pensar que estamos na Era da Comunicao em Tempo Real em vez de na Era do Conhecimento, o que ainda levar tempo para se concretizar.

    Infelizmente, na sociedade capitalista, os avanos tecnolgicos vm atrelados ao pensa-mento consumista vigente. Existe um grande mo-vimento de informaes circulando, mas, muitas vezes, informaes desse movimento, repetidas para divulgar marcas, grifes e produtos que rapi-damente se tornam descartveis e que precisam ser substitudos.

    A obsolescncia programada nos leva a com-prar produtos de quarta gerao sem que te-nhamos necessidade nem do produto em sua primeira edio. Somos pressionados a acredi-tar que preciso comprar para se sentir inclu-do. A ordem consumir mais e mais.

    E sobre a quantidade de imagens a que es-tamos expostos? Com a facilidade da divulgao de imagens pelos meios eletrnicos, o crebro chega a ficar abarrotado. Ns, muitas vezes, nem nos lembramos do que assistimos. Tanto material

    visual sufoca os pensamentos e abafa os verda-deiros desejos, pois passamos a desejar o que a mdia nos impe.

    Neste mundo acelerado, a reflexo se tor-na uma atividade mental suprflua. Reflexo pra qu? Com a ideologia do descartvel reinando, com o pensamento de que tudo deve ser substi-tudo, reforado pelas imagens apresentadas nas telas cada vez mais presentes em todos os espaos que habitamos at dentro das peruas escolares!

    Vamos pensar nas crianas neste contexto. Como educ-las de forma que possam ser real-mente mais felizes?

    A educao do ser humano envolve uma rede complexa de informaes e relaes na fa-mlia, na escola e na sociedade. O ilustre Rui Bar-bosa j nos alertava que a famlia a clula mater da sociedade. De fato, o primeiro grupo do qual participamos o familiar, e, embora tenha havido tantas mudanas em sua estrutura, as pesquisas mostram que os primeiros valores so aprendidos na famlia. E, depois, no convvio na escola e em outros grupos sociais estes valores sero refora-dos ou questionados e substitudos.

    Inteligncias mltiplasA Teoria das Inteligncias Mltiplas, desenvol-vida por Howard Gardner, em Harvard, tendo como base os novos conhecimentos do crebro humano, nos apresenta nove tipos de intelign-cias que precisam ser estimuladas na nova edu-cao: lingustica, lgico-matemtica, musical, corporal-cinestsica, espacial, intrapessoal, in-terpessoal, naturalista e existencial. Esta teoria pode ser referncia para pensarmos como forta-lecer nossas crianas para enfrentar os desafios do futuro.

    Tive oportunidade de assistir a uma palestra de Gardner aqui no Brasil, e ao lhe ser pergun-tado sobre aquais inteligncias ele daria priori-dade para se desenvolver nas crianas de hoje,

  • ele respondeu: a intrapessoal, a interpessoal e a naturalista.

    Vamos analisar, mesmo que rapidamente, as inteligncias defendidas por esse pesquisador para serem prioridade na formao das novas geraes.

    A Inteligncia Naturalista, que trata da nossa relao com a natureza, precisa ser desenvol-vida por uma questo de sobrevivncia do nosso planeta. Se no corrermos atrs dos prejuzos que j causamos ao nosso mundo, nossa espcie tender extino.

    A Inteligncia Intrapessoal trata do conhe-cimento de si mesmo. a inteligncia do autoconhecimento. O indivduo precisa ter conscincia de suas potencialidades, de suas limitaes, de como administrar suas emo-es e, principalmente, saber motivar-se neste mundo em transio. O cultivo da esperana e do otimismo so essenciais para o desenvolvi-mento desta competncia humana.

    Atividades importantes para o desenvolvi-mento da inteligncia intrapessoal passam por aes de interiorizao, de observao, de con-templao que servem como antdoto veloci-dade do mundo exterior.

    A Inteligncia Interpessoal, por sua vez, se de-senvolve na relao com o outro nos diferen-tes grupos sociais.

    Mas que relao pode ser desenvolvida numa sociedade consumista? Uma relao de aparn-cia, esquecendo-se da essncia do ser humano. A ordem a beleza externa a qualquer custo. preciso aparentar juventude e felicidade que ser conseguida com a posse dos produtos que so oferecidos no mercado. O poeta Raimundo Correa, no final do sculo XIX, j fazia uma crtica avant la lettre sobre esta iluso:

    Quanta gente que ri, talvez existe

    Cuja ventura nica consiste

    Em parecer aos outros venturosa.

    Nossa sociedade, infelizmente, caminha a passos largos para esta superficialidade. Uma prova disso so as inmeras livrarias fechadas e o aumento de academias de ginstica e institutos de beleza.

    Como proteger a criana nesta sociedade da competio e do exibicionismo?

    Adulto: educador em potencialA relao do adulto com a criana sempre uma relao pedaggica. Mesmo que o adulto no queira ensinar, a criana est aberta a aprender. Ou seja, todo adulto deve assumir seu papel de edu-cador na relao com as crianas. Se h uma crian-a perto de voc, saiba que ela est aprendendo com voc. Todos ns somos educadores em po-tencial. E a misso do educador, alm de transmitir conhecimentos e fazer uma ponte entre a criana e a cultura, passar os valores que acredita, filtrar o que h de melhor para chegar criana.

    A educao deve questionar os valores indi-vidualistas e ns, educadores, devemos passar o que acreditamos. Por exemplo:

    A importncia do respeito ao outro como an-tdoto ao bullying crescente.

    Destacar modelos de pessoas altrustas como antdoto glamourizao da marginalidade.

    Buscar alternativas de lazer que fujam dos sho-pping centers, centro absoluto do consumo.

    O educador precisa valorizar o ser humano em vez do ter humano, to reforado na so-ciedade capitalista; buscar viver de acordo com o que acredita em oposio a muitos que vivem em funo do olhar dos outros; e respeitar a fase

  • da vida da criana como criana, em oposio viso da criana como um adulto em miniatura; mostrar que no podemos nos acomodar diante do sofrimento alheio como antdoto a este indivi-dualismo reinante.

    preciso ser um subversivo nesta sociedade que oferta muitas ofertas: do suco artificial rede dos milhes de amigos (desconhecidos). A edu-cao precisa estimular as pessoas a no se con-formarem com esta insana ordem estabelecida . Assim, quem sabe, possamos ter a esperana de fortalecer nossas crianas para viverem realmen-te mais felizes nas prximas geraes.

    ILADA DE CASTRO

    Doutora em artes pela Escola de Comunicaes e Artes (ECA/USP), com a tese Contos de fadas na dramaturgia para crianas, mes-tre em teatro ECA/USP, com a dis-

    sertao A dramaturgia no teatro para crianas em So Paulo. Dramaturga, com textos encenados para crianas e roteiros para espetculo de teatro e dana. Escritora, com vrias histrias infantis publicadas em jornais. Adaptadora para CD de textos para criana de Jorge Amado, Flvio de Sousa e Vitor-Guarani.

  • Doena renal crnica em felinos

    Atualmente, tem crescido a procura por servios mais qualificados no mercado de pet. O cres-cimento do setor tem levado os mdicos veterinrios a se especializarem para melhor aten-der seus pacientes, oferecendo um servio cada dia mais diferenciado. Um exemplo disso a especialidade em felinos, que vem crescendo com o aumento da aquisio destes. O diferencial do gato, se comparado ao co, a praticiade, pois eles se adaptam em espaos pequenos, no neces-sitam de passeios, nem de aprendizado para a realizao de suas necessidades fisiolgicas (usam naturalmente a caixa sanitria) ou de banhos peridicos (exceto animais com dermatopatias), pois se auto-higienizam, e sua expectativa de vida mais longa. Por tudo isso, felinos esto sendo consi-derados o pet do momento.

    Um dos principais motivos que levam proprietrios de gatos a procurar um mdico veterinrio a doena renal crnica. A origem do gato selvagem a frica, e sua domesticao comeou h 4.500 anos a.C.. Com o passar do tempo, o felino foi se adaptando escassez de gua e passou por mu-danas comportamentais, como esconder suas necessidades fisiolgicas em areia, e fsicas, como a alterao na morfologia renal, pela rara disponibilidade de gua. Graas a seus antepassados, o gato com doena renal crnica tem mais sobrevida quando comparado ao co.

  • Revista da PAX

    O que a doena renal crnica?A predisposio para a doena independe dea raa, sexo ou idade, sendo os gatos mais velhos os mais vulnerveis.

    Os rins exercem vrias funes, como filtra-o, excreo e hidratao; controle de clcio, fsforo, potssio e sdio no organismo (eletrli-tos); controle dos nveis pro da protena; produ-o de eritropoetina (responsvel pela produo de glbulos vermelhos).

    A doena renal crnica consiste na perda da funo renal em razo de alteraes na estrutura e/ou funo de um ou de ambos os rins (mais de 75% dos rins), e progressiva e irreversvel. Os prin-cipais sinais clnicos so: emagrecimento e perda de apetite, ingesto de gua em locais inusitados, como torneira, vaso sanitrio ou box, aumento da frequncia de mico, juntamente com grande quantidade de urina, vmitos, nuseas, desidrata-o, lceras orais, hlito urmico e diminuio do tamanho ou irregularidade dos rins.

    As causas que podem levar doena renal crnica so diversas. Dentre elas, podemos citar clculos renais, dieta no balanceada, tumores, cistos, alteraes congnitas (rins policsticos, co-mum nas raas persas e maine coons), infeces bacterianas (pielonefrite crnica), infecciosas (Aids felina, leucemia felina e/ou peritonite infecciosa fe-lina), hipertenso sistmica e idiopticas sem causa definida. Algumas doenas renais agudas, se no receberem o tratamento adequado, podem tornar--se crnicas, agravando o quadro clnico.

    Em geral, o diagnstico obtido pelos sinais clnicos associados coleta de sangue (dosagem de uria, creatinina, fsforo, sdio, potssio e clcio), exame de urina (anlise de densidade e presena de protenas) e ultrassonografia (para avaliao de morfologia e outras alteraes no sistema urinrio, como clculos, cistos, etc.).

    TratamentoO tratamento realizado a partir da sintomatolo-gia apresentada pelo animal. Caso ele apresente desidratao, haver a necessidade de fluidote-rapia; se apresentar vmito, ser medicado com

    antiemtico; havendo presena de clculos, o tratamento vai desde o alimentar at o cirrgico, dependendo da gravidade, sempre com o objeti-vo de oferecer ao animal uma melhor qualidade de vida e minimizar a progresso da doena. O prognstico para felinos, quando diagnosticados precocemente, costuma ser favorvel, podendo a sobrevida ser de meses a anos.

    importante saber como prevenir o desen-volvimento da doena. Gatos adultos e idosos devem passar periodicamente por consulta vete-rinria, para exames de rotina; gatos de qualquer idade, se apresentarem algum dos sinais rela-tados antes, devem ser encaminhados para um profissional. Alm disso, animais que apresentem alterao renal congnita devem ser afastados da reproduo.

    Dez moTiVos PArA esCoLhermos um gATo Como ANimAL De esTimAo1

    1. Grande disponibilidade de tipos e modelos.

    2. Adaptam-se a pequenos espaos.

    3. Baixo custo (a maioria dispensa banho e tosa).

    4. So autossuficientes!

    5. So inteligentes!

    6. Fazem a prpria higienizao.

    7. Dormem de 16 a 18 horas por dia.

    8. Tm ao teraputica (ajudam a reduzir a pres-so arterial em humanos)

    9. Estimulam a troca de mveis!

    10. Os gatos tm sete vidas!!!

    1 Fonte: Dr. Archiovaldo Reche.

    TALITA YOSHIkAwA PONGELUPE PIZARRO

    Formada em Medicina Veterinria e ps-graduada em Clnica Mdi-ca e Cirrgica de Felinos, atua na rea desde 2007, quando realizou

    trabalho voluntrio semanal de terapia assistida por animais com um grupo de senhoras da terceira idade, com trabalho de adestramento aos animais e de atividade fsica aos idosos. Atualmente, atende animais de pequeno porte no Centro de Especialida-des Veterinrias Morde Co.

  • Revista da PAX

    MENSAGEM DO MESTRE SAINT GERMAIN (1 jun. 2014)

    Amados Filhos, No Poder da Intuio reverenciareis a chama de um novo tempo. Que possais reaprender a ouvir a intuio e, centrados na F, manifestareis a felicidade e a abundncia.

    Amor e Luz, Eu Sou Saint Germain

  • plANO sUpERIOR

    Uma verdade,

    muitos caminhos para a busca da nossa verdadeira

    essncia

  • A ndia e seus deuses

  • Revista da PAX

    ndia, pas no sul da sia com 3 milhes de qui-lmetros quadrados e mais de 1 bilho de ha-bitantes, possui uma cultura milenar. Foi ocu-pada 2 mil anos a.C. pelos rias, depois sofreu a invaso grega (200 anos a.C.), que a influenciou muito na astronomia e na escultura, e, mais tarde, tornou-se possesso inglesa, mas libertou-se por meio de Mahatma Gandhi, que implantou a inde-pendncia pela no violncia.

    Altamente religiosa, cerca de 83% da sua po-pulao pratica o Hindusmo; 11%, o Islamismo; 2%, o Cristianismo; e somente 1% praticante do Budismo, apesar de o incio dessa doutrina ter se dado na ndia, com Sidharta Gautama, o Buda o Iluminado.

    O Hindusmo foi introduzido pelos rias, que adoravam o Sol, a Lua, a Chuva, os Ventos, o Fogo e todas as foras da natureza. A Trindade hindus-ta compe-se de:

    Brahma Deus criador do Universo. Ele pos-sui quatro cabeas, significando o seu gran-de Saber. Sua esposa, Saraswati, a deusa do aprendizado das artes e da msica.

    shiva Deus da destruio, da transmuta-o e renovao. Sua esposa, Parvati, a deusa da energia vital, tambm conhecida como Durga ou kali.

    Vishn Deus responsvel pela preser-vao e pela sustentao do Universo. Sua esposa, Lakshimi, a deusa da riqueza e da prosperidade.

    Os deuses mais venerados, porm, so: krishna, Ganesha, Lakshimi e Muruga ou Murugan.

    KrishnaEncarnao de Vishn, o deus do amor, da ale-gria e da juventude, e fonte da criao, do co-nhecimento, da ao e da devoo. No Bhagavad Gita (expresso snscrita que significa A Sublime Cano) h os mais belos e profundos ensina-mentos do Senhor krishna: a sntese da evolu-o do homem desde o seu estado primitivo at alcanar a sua condio divina. O Bhagavad Gita

    um poema csmico que ensina que o caminho da evoluo no o agir (ego humano) e o no agir (total passividade), mas o reto agir.

    GaneshaFilho de Shiva e Parvati, o deus da boa sorte e o mais popular da ndia, representado com corpo humano e cabea de elefante. Segundo o mito, Ganesha foi gerado para impedir a entrada de estranhos na casa de seus pais sempre que Shiva estivesse ausente. Depois de um longo perodo de ausncia, porm, quando Shiva retornou, no reconhecendo Ganesha, cortou-lhe a cabea. Re-voltada, Parvati, exigiu que o pai reavivasse o filho. Ento, Shiva colocou no corpo inerte do filho a cabea do primeiro animal que viu, devolvendo--lhe a vida. Diante da imagem grotesca do filho, Parvati jurou que ele seria o deus mais venerado e que no haveria celebrao em tempo algum sem que, antes, ele fosse reverenciado. Mito, ou lenda, o fato que, at hoje, em residncias e estabele-cimentos comerciais, h sempre, em primeiro pla-no, uma imagem de Ganesha. E em casamentos, festas, inauguraes, etc., primeiramente se ora a Ganesha, pedindo-lhe as bnos de boa sorte.

    LakshimiConsorte de Vishn, a deusa da beleza, da rique-za e da prosperidade. Representa o aspecto femi-nino de Deus em todas as suas manifestaes.

    A festa mais popular da ndia o Festival das Luzes Dvali, em snscrito que vai da Lua Nova de outubro Lua Nova de novembro. Antecipadamente ao Festival Dvali, as casas so pintadas e iluminadas o mximo possvel, pois acredita-se que Lakshimi visita e abenoa com prosperidade, as casas mais limpas e ilumina-das. Sendo a deusa da riqueza, reverenciada por todos, e especialmente venerada pelos em-presrios. De rara beleza, comparada a Vnus e considerada a esposa ideal, pelo seu amor e dedi-cao. Sua imagem sempre representada sobre uma flor de ltus, smbolo da pureza, e sua mo erguida em postura de beno aos seus devotos.

  • Muruga ou MuruganFilho de Shiva e de sua consorte, Parvati, significa Senhor com seis faces e considerado o Senhor da Retido, aquele que protege o dhar-ma e destri o mal, o pessimismo, as negatividades, o medo, a insegurana, as dvidas e a incerteza.

    Imprescindvel dizer que as Plides, chama-das na ndia de Kartikai, so um aglomerado de estrelas da Constela-o de Touro, atravs das quais nos chega a energia de Purificao e Cura da Conscincia por meio da transio do despertar da humanida-de. O ser responsvel pelas irradiaes das Pliades o Senhor Muruga, tambm co-nhecido como kartikeya, Skanda, Subrahmanya, ou Shanmukha. E as seis cabeas com que representado simbolizam os cinco elementos e a mente, que devem estar em harmonia para que haja o crescimento mental, intelectual e espiritual.

    Quando invocamos o Senhor Muruga com o nosso prprio poder individual de f e de con-

    fiana, por meio de seu mantra Om saravaa bhavaya nama, ele liberta uma grande quan-tidade de energia que vence doenas, dvidas, negatividades e carmas. Sendo um ser transmu-

    tador, Muruga prontamente irradia a energia que restabelece a sade, cria um ambien-

    te de positividade e cura problemas li-gados a relacionamentos e finanas

    com coragem e sabedoria.A fora e o poder de kumara

    Muruga, que trazem a Nova Ida-de de Ouro sobre a Terra, esto ativos de forma extraordinria, atingindo a inteligncia mais elevada e ativando as seis partes do crebro humano que corres-

    pondem s seis faces de Muruga: lbulos parietal e frontal, hemisf-

    rios direito e esquerdo, lbulo occi-pital e meio do crebro.

    Nesta Nova Era, de acordo com o Plano Espiritual, um grande vrtex de Luz

    desce das Pliades e se aporta na Montanha Sagrada de Arunachala, em Tamil Nadu, de onde se irradia e toca todos os seres do Planeta Terra em todos reinos e dimenses, a fim de que todos carmas negativos e energias mal qualificadas se-jam transmutados pelos Seres de Luz que habitam dentro da Montanha Sagrada de Arunachala, nas bnos do Senhor Muruga.

    HELOSA LASSLVIA

    Aposentada como Diretora Finan-ceira, atua com a Grande Frater-nidade Branca Universal h mais de 50 anos e na Fraternidade Pax Universal desde a sua fundao.

    Considerada pelo Plano Espiritual como Me Peque-na, passou por inmeras iniciaes e vivncias em muitos pases (Mount Shasta nos EUA, Egito, Tibet) ministra cursos, palestras, meditaes, vivncias e iniciaes de acordo com as orientaes dos Mestres Ascencionados.

    DINA AUGUSTO

    Com formao na rea de sade, especializao em enfermagem mdico-cirrgico e central de este-rilizao, preparo de material para diversas especialidades de cirur-

    gias e larga vivncia nessa rea, atua na Fraternidade PAX desde 2008 como massoterapeuta e terapeuta holstica, ministrando palestras sobre sade, fazendo atendimento de massagem oriental e ocidental, lim-peza e harmonizao de chacras, terapia com cristais e acupuntura no invasiva (sem uso de agulha).

  • Revista da PAX

    Harmonizao e equilbrio dos chakras

    O campo energtico das pessoas sofre srios danos com os sentimentos negativos, abalos emo-cionais e afetivos, ocasionados por separao amorosa, perda de pessoas queridas, estresse e depresso. A doena surge inicialmente nos centros de foras, especificamente na Aura, que, com a formao de fendas, atinge o corpo fsico. A Aura uma emanao luminosa que envolve o corpo humano. Ela interpenetra os quatro corpos inferiores do homem e, dos vrtices turbilhonantes em forma de cones, formam os sete chakras principais, que esto associados s glndulas endcrinas e aos plexos nervosos. Os chakras absorvem a energia vital e alimentam o corpo humano por meio dos meridianos, que so os rios por onde circulam a energia vital.

    Com base neste conhecimento, desenvolvi tcnicas de equilbrio e de harmonizao dos chakras, associadas com massagens teraputicas, e de liberao dos meridianos, com tcnicas de shiatsu.

    A harmonizao e o equilbrio consistem no trabalho com o tubo de luz, iniciando com a luz branca, que equilibra e harmoniza; depois com a chama azul, que fora, poder e proteo; com a chama rosa, que amor incondicional; e, finalmente, com a chama violeta, que transmuta purifica e liberta. Trabalhar o perdo tambm muito importante. O perdo liberta mgoas ressentimentos que formam manchas no chakra cardaco, provocando doenas na parte superior do trax.

    Os efeitos da massagem A harmonizao e o equilbrio produzem relaxamento e preparam o corpo fsico, para receber os to-ques de massagem. E os efeitos desta podem variar de pessoa para pessoa, mas, de uma maneira geral, todos sentem apoio emocional. Tambm influncia nos diversos processos orgnicos, proporcionando sensao de bem-estar e alvio do ciclo de dor. A massagem atua, ainda, na circulao sangunea, prin-cipalmente no retorno venoso, diminuindo edemas e equilibrando o sono e a presso arterial.

  • Xamanismo Crstico A Manifestao da Conscincia na Era da Luz

  • Revista da PAX

    Durante muitas Eras, o ser humano traba-lhou com a natureza, buscando a evoluo do ser interior no encontro da Sabedoria de seus ancestrais e a sobrevivncia do homem e do planeta.

    Na busca, porm, acabou se perdendo no ca-minho dessa jornada, em que a organizao da sociedade moderna trouxe a perda quase total do vnculo com a nossa ancestralidade, deixando nossa sabedoria merc da lgica humana . Ns sabemos que essa busca e esse encontro s de-pendem de ns mesmos, pois se encontram em nosso interior.

    O Xamanismo que se pratica hoje no planeta tem a mesma origem daquele praticado por nos-sos antepassados:

    A comunho dos elementos da Natureza: fogo, terra, gua, ar e ter.

    Os instrumentos sagrados: chocalho, apito, pau de chuva, digerido, concha, tambor, sino...

    O reino animal: o lobo, o urso, a guia, o bfalo...

    O reino vegetal: as plantas sagradas que tra-zem as vises.

    O reino mineral: os cristais.

    O plano espiritual: a hoste anglica, os interdi-mensionais, os interplanetrios, os Mestres da Fraternidade Branca...

    Ns, seres encarnados nesta Idade da Luz, praticamos agora uma abordagem nova, diferen-te, com vivncias que reverenciam a Presena EU SOU, buscando a revelao da nossa sabedoria ancestral, atingindo a iluminao ou a Ascen-so Divina. Essa conexo entre o ser humano e a Divindade denominada Xamanismo Crstico (nome dado pelo Mestre Saint Germain).

    A configurao nessa busca da Iluminao ou Ascenso ocorre totalmente dentro de uma interiorizao, sem nenhum tipo de alterao do estado de conscincia, sem uso de qualquer substncia que provoque um estado alterado

    dessa mesma conscincia, produzindo visualiza-es ou miragens que no sejam prprias do es-tado consciente daquele que pratica.

    Na busca dessa interiorizao, ns usamos apenas aquilo que os nossos ancestrais utiliza-vam nos primrdios dos tempos:

    Os elementos da natureza que fazem parte da nossa constituio: a terra (o fsico), a gua (o emocional) ,o ar (o mental) e o fogo (o esprito).

    Os instrumentos de viagem: tambor e chocalho.

    Os animais de poder: totens, medicina da cura.

    A prtica do jejum.

    : ametista, turmalina, turqueza, citrino, diamante...

    O plano espiritual: Arcanjo Miguel, Comando Ashtar, El Morya, kuthumi, Mestra Rowena, Serapis Bey, Me Maria, Mestre Hilarion, Mes-tre Jesus, Me kwan Yin, Madame Pele, Mulher Bfalo Branco, Nossa Sra. Aparecida, Mestre Saint Germain.

    Este trabalho busca uma revelao da inte-rao do conjunto da prtica xamnica com a Presena Divina EU SOU no despertar da Chama Trina (azul, dourada e rosa) que se encontra no centro do nosso corao, elevando a vibrao e mudando a frequncia at atingir o Santo Ser Crstico (o mensageiro, isto , o elo entre o Ser e o Divino), que a unio da essncia do Eu Supe-rior com o Ser Humano, trazendo Terra a Ilumi-nao to esperada, fazendo com que o Xam Crstico desperte para esta Nova Idade da Luz.

    CLUDIO BUENO

    Arquiteto, socilogo e cientista po-ltico. Lidera Vivncias Xamnicas gratuitas na PAX uma vez por ms, aos sbados.

  • Revista da PAX

    Em 1985, pintei uma tela intitulada O Templo Alqumico de Purificao da Chama Violeta, como um marco no caminho espiritual, um rito de passagem da Magia, que estudava na po-ca, para a Alquimia. Desde ento, minha conexo com o Mestre Ascencionado Saint Germain se manifestou conscientemente, e assim at hoje! No agora, vivencio a realidade de ser um Sacerdo-te do Fogo Violeta de Saint Germain e da Ordem de Melchizedek, realidade manifestada por meio das Iniciaes recebidas em diversos Sistemas de Reiki e outras Iniciaes espontneas que ocor-rem quando elevamos nossas frequncias na Luz. Nesses 19 anos alqumicos, Momentos Sagrados pontuaram cada estgio de renascimento em oi-tavas superiores, que proporcionaram vivncias ainda mais iluminadas, como meu encontro com Carmen Balhestero e a Fraternidade Pax Univer-sal, em 1989, na Conferncia de Metafsica, em So Paulo! Um evento que se caracterizou como um verdadeiro reencontro de Almas Agentes da Luz, que, como um upgrade, proporcionou con-tatos com uma biblioteca viva de seres portado-res do amanhecer de uma nova conscincia!

    Nesse mesmo perodo, minha obra artstica se revelou ao mundo por meio das ilustraes elabo-radas para o best-seller de Paulo Coelho, O Alqui-mista, oportunidade em que os primeiros traos de Melchizedek, O Rei de Salm, se delinearam na tela, para representar o Ser que sempre apare-ce queles que esto prestes a desistir de Sua Lenda Pessoal. A no desistncia me levou a outros e ou-tros encontros de Essncias, como o Reiki.

    Master em diversos Sistemas de Reiki, facilito para muitos que se sentem chamados a essa co-nexo com a Fonte de Tudo O Que , no apenas para curar imperfeies, mas, e principalmente, para criar Perfeio, pois Somos os Criadores de Nossa Prpria Realidade.

    Aqui e agora, o caminho para viver essa nova realidade se alarga, pois as vidas inspira-doras e visionrias na Senda esto prestes a atingir a massa crtica humana e, como efeito, vivenciamos o despertar coletivo da humani-dade. A oportunidade de transcender frontei-ras ocorre quando, por meio da Pax Tour e com Carmen Balhestero, lideramos grupos em Via-gens Iniciticas aos templos e vale sagrado dos Inkas, Machu Picchu, Lago Titikaka, Puno, Ilhas de Uros e Sillustani, Portal Aramuru Muru, com Meditao no Lago da Serenidade e Iniciao da Ordem de Melchizedek em Machu Picchu e Cuzco no Peru, alm da celebrao Inti Raimi - Festival do Sol.

    Fronteiras vibracionais esto sendo harmoni-zadas e alinhadas por meio de centenas de Inicia-es Presenciais outorgadas no Solo Sagrado da

    saudaes de paz e Amor Csmicos!

  • Pax desde 2006, quando tive a honra de ser con-vidado para fazer parte do grupo da Pax Universal, juntamente com profissionais de diversos pases.

    Essas Iniciaes Sagradas, manifestadas atra-vs da Luz Universal Imaculada (denominada Rei-ki por Sensei Mikao Usui, seu redescobridor mais conhecido), foram trazidas para a Terra por Mestre Saint Germain, na Atlntida, oportunizando a to-dos os Reinos da Me Terra a religao e o reali-nhamento com a Fonte de Toda A Vida.

    Homens, Mulheres e Crianas podem usu-fruir dessa Energia Vital Csmica para a cura, ma-

    nuteno e criao nos mais diversificados as-pectos da vida. Reiki no s cura doenas, mas tambm amplia habilidades inatas, harmoniza o esprito, traz sade ao corpo, e tudo isso nos ajuda a alcanar a felicidade.

    A Feliz Idade acontece quando estamos no equilbrio da Santssima Trindade, manifesta em Nossos Sagrados Coraes, assim como nos Sa-grados Coraes de Jesus e de Me Maria:

    A Chama Trina! A Chama Rosa do Amor, a Chama Amarelo-Dourado da Sabedoria e a Chama Azul do Poder, unificadas e magnificadas.

  • Revista da PAX

    A Energia Reiki est acessvel tambm para as crianas. Por feio, geramos filhos, frutos sa-grados da Fonte que se manifestam na fisicalida-de atravs de Ns. Sementes de Luz delicadas e frgeis diante da sociedade estabelecida, porm portadoras de razes e ramos fortes para ofere-cerem flores de Amor, Saber e Poder em Perfeito Equilbrio para que, por meio delas, desperte-mos, em algum Momentum, nossa conscincia de Quem Somos Ns.

    Como Nossas Obras mais primorosas de criao, as crianas so o tesouro e a herana que podemos outorgar Me Terra como reco-nhecimento por Sua maternidade renascente e por sua doao, e tambm ao Universo, pois elas (as crianas) so mantenedoras dos Propsitos e manifestadoras do Projeto Primordial da Cria-o. Assim, devemos cuidar e vigiar para que se-jam robustas em Amor, Honra e Dignidade.

    Semanalmente, tenho a alegria de sintoni-zar pessoas aos Sistemas de Energia Vital Uni-versal Csmica, mais conhecido como Reiki Usui

    e Tibetano, karuna Reiki, Teramai Reiki, Sekhem Seichim Reiki, Shamballa Multidimensional Hea-ling, formar Sacerdotes e Sacerdotisas na Ordem de Melchizedek e do Fogo Violeta de Saint Ger-main, transcendendo a iluso, e mais recente-mente, Magos e Sacerdotisas da Terra, aqueles que esto sendo sincronizados com o Tempo Galctico, atravs da Sintonizao Galctica, que promove a experincia de estar na frequn-cia de Tempo Natural. Vidas e vidas sendo trans-formadas pelo simples assumir Seus Propsitos mais elevados.

    Gratido, Gratido, Gratido.

    Esse o mantra que vibra constantemente em meu ser.

    Gratido infinidade de seres que lapidaram o caminho que trilho...

    Gratido infinidade de seres que estou prestes a reencontrar... Somos Uma nica, Amada e Grande Alma! Assim .

    EU SOU MRIO DINIZ MIkHAEL MELCHIZEDEk

    Mestre Reiki nos Sistemas Usui,Tibetano e TeraMai registrado na Sociedade de Reiki Mikao Usui - Brasil karuna Reiki Master The International Center for Reiki Training - Michigan - USA, Mestre Sekhem Seichim. Sacerdote Master Melchizedek e Fogo Violeta. Iniciado no Processo de Reprogramao de DNA - Viver de Luz - 2001. Master Teacher Shamballa Multidimensional [email protected]eikidesignios.net

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    Tels: (11) 2236-2726 | 2236-0244 [email protected]

  • Escrever sobre os Maias tem fascinado muitas pessoas... Sobre o Calendrio Maia, ento, mui-to mais, antes de tudo a mim, que sendo kin planetrio, isto , seguidora da Frequncia 13:20 que regula o tempo quadridimensional, de acordo com a qual o Universo mantido em ordem sincrnica. Essa a frequncia natural e correta do ser humano, porque nos sincroniza Galaxia, se-gundo dr. Jos Argelles. Ph.D. descodificador dos Sagrados Selos Maias e escritor de vrios livros O Encerrador do Ciclo como era chamado , a quem rendemos gratido imensa.

    Os misteriosos Maias, como alguns assim os definem, formavam uma civilizao muito adian-tada, porque tinham uma misso galctica cientfico-cultural perante a Terra, tendo como principal Avatar Pacal Votan. Eles reuniram conceitos matemticos amplos como nenhum outro povo, e eram

    CAlENDRIO MAIA um povo... uma Terra... um tempo...

  • preocupados com o Tempo, no no sentido da hora que se v no relgio, mas com foco no as-pecto mental.

    Eles, por serem de dimenses mais elevadas, mapearam todo o Cu, o trnsito de Vnus, as distncias entre os Planetas, pois sabiam que em algum momento o Planeta Terra entraria em ace-lerao vibratria. Sabiam que a humanidade da Terra passaria por muitas mudanas, e deixaram seu legado: o Calendrio de 13 Luas de 28 Dias, que traz a frequncia 13:20 nos seus 13 Tons Ga-lacticos, que do movimento aos 20 Selos Sola-res, formando 260 kins, que chamamos TZOLkIN uma grade linear que representa o Calendrio Sagrado dos Maias , um mdulo harmnico da Frequncia Universal que nos faz sintonizar a Galxia todos os dias, mesmo que no tenhamos conhecimento disso. O Tear dos Maias com 52 dias Portais de Ativao Galactica enche nosso corao de alegria.

    Nessa frequncia, o campo mental de nossa conscincia deixa de ser dominado pela meca-nicidade e pela matria tridimensional que blo-queia a mente.

    Tempo a quarta dimenso, que esttico, conhecido atravs da mente, porque a mente a raiz do Tempo.

    Tempo o mecanismo que autorregula o Planeta.

    A medida do Tempo a mesma medida da mente.Tempo o aqui e agora, a intemporalida-de, o presente momento em que fazemos nossas escolhas pelo nosso livre-arbtrio, que uma Lei Espiritual da Humanidade.

    Assim como o ar a atmosfera do corpo, o Tempo a atmosfera da mente. O 13:20 evita a acelerao desregulada do DNA, que causa su-perpopulao e altera as bases sociais dos hu-manos. A Lei Quadridimensional do Tempo nos calibrou para a Sincronizao Galactica de 2012, tanto que estamos no Ano II da Nova Terra.

    E por onde comearemos? Simples: todos os dias, nos sintonizamos com o Orculo de Quinta Fora Fora G (centro da Galaxia) , formado por cinco Selos Sagrados Maias, colocados sob cl-culo matemtico e com o Tom Galctico do dia, sinalizado pelo Cdigo de Ponto e Barra. O Tom d movimento ao Selo, e lemos o texto do dia, que, por ser uma chave numrica, no deve ser entendido com o raciocnio lgico. Essa vibrao nos leva a Sincronicidades, que muitos chamam coincidncias.

    Partindo da, cada pessoa tem um Orculo com base em sua data de nascimento, que so as Energias dos Selos constantes em sua Assinatura Galctica. Isso ajuda em todas as atividades, por-que os Maias sentiram as vibraes em seu pr-prio corpo e as talharam nas pedras do Palcio das Inscries em Palenque, no Mxico.

    Talharam em forma de Geometria Sagrada de Sirius e deixaram grande quantidade de vi-braes, que, hoje, visualizadas atravs dos Se-los, influem no s no DNA, mas tambm no que chamamos Corpo de Luz, ou Presena Divina. Um caminho para a sintonia com a quarta dimenso, lembrando que j estamos em direo Quinta: a dimenso da Luz Cristalina.

    MARIA LUIZA RODRIGUES BURICH Cachorro Solar Branco kin 230

    Pedagoga, com conhecimentos de Numerologia e Iniciada em Reiki nos nveis I e II, CRT 26.189,

    dedica-se, desde 2003, a estudos de Calendrio Maia, realizando desde ento as celebraes de Ano-Novo Maia, a cada 26 de julho. Fez a Abertura do PORTAL 888 Portal de RION. Ministra curso de Calendario Maia, faz Interpretao de Assinatura Galctica, apre-senta o programa Momento13:20, na TVPAX, e diri-ge a Vivncia Maia na PAX, s teras-feiras.

  • A servio da vidaQue tua alma d ouvidos a todo grito de dor, tal como o ltus abre suas ptalas para sorver o sol matutino.

  • Revista da PAX

    Atualmente, um nmero muito grande de pessoas, ao ver as dificuldades pelas quais passa nossa sociedade, movida interna-mente a se perguntar: O que posso fazer? Como posso ajudar?. Mas, ser que a pergunta no de-veria ser: Como posso servir?.

    importante saber exatamente a servio do que e/ou de quem estamos.

    Qual a diferena entre ajudar e servir? A ajuda pura e simples implica desigualdade, porque uma das partes se apresenta sempre em algum tipo de desvantagem. Quem ajuda sente sua autoestima crescer, mas o ajudado pode sen-tir-se diminudo e inferiorizado. Por esta razo, preciso estar atento para no transmitir inad-vertidamente uma impresso de superioridade quando ajudamos algum.

    Servir, por outro lado, implica relacionamen-to entre partes essencialmente iguais embora, circunstancialmente, diferentes.

    Servir ao semelhante um ato de amor, um encontro de seres humanos pelo corao. Quan-do agimos com esprito de servio existe, antes de qualquer coisa, intercambio de afeto, e algo indefinvel e alm do que estamos oferecendo de concreto trocado.

    Sempre que apenas ajudamos algum nos sentimos gratificados, mas no nos compromete-mos amorosamente, e nosso ego muitas vezes se sobrepe generosidade, e se apropria do resulta-do da nossa ao. A ajuda sem esprito de servio espera recompensa e reconhecimento, por isso, muitas vezes, quem ajudamos se sente em dbito e, constrangido, se afasta de ns. Consequente-mente, nos sentimos vtimas da ingratido.

    A ajuda pura e simples inclui retorno e co-brana. Porm, quando servimos, a inteireza do nosso ser se revela na ao amorosa e altrusta, e, ao mesmo tempo em que acolhemos o outro, somos acolhidos por ele, por isso no existe co-

    brana nem dvida. Quando nos dispomos a ser-vir somos movidos pela compaixo, colocamos o amor em ao, e compartilhamos emoes enquanto aprendemos a eliminar preconceitos, pensamentos e atitudes egocentrados.

    Estar a servio uma escolha de vida. Esco-lher servir nos conduz para longe das nossas im-perfeies, e isso acontece porque o servio ins-pira uma viso de mundo compassiva e amorosa. O exerccio da empatia e da solidariedade nutre e fortalece a bondade humana. No servio amo-roso, quem serve tambm servido de alguma maneira. Servir ensina como nos desapegarmos das nossas aes e do resultado delas. Colaborar amorosamente com o bem-estar do semelhante desperta a conscincia de unidade na diversida-de, e o Sagrado Mistrio se faz presente e atuan-te, porque servir trabalhar com e para a alma.

    O servio renova a alegria de viver e refora a f em Deus e nos Seus propsitos insondveis.

    Servir basicamente uma maneira de ver, compreender, sentir, agir e reverenciar a vida. Tudo o que feito por e com amor um servi-o sagrado, por mais corriqueira que seja a ao. No existe limite para o servio amoroso nem lu-gar e hora marcados para servir.

    A famlia, por exemplo, um campo frtil para o servio amoroso. Conviver com os paren-tes, funcionrios e amigos nos ensina como apa-rar arestas do prprio temperamento, e perceber que as pequenas vilanias do cotidiano nos con-vocam para praticar a pacincia, a cincia da paz, da compreenso, do perdo e da tolerncia. Todo gesto, toda palavra ou atitude consciente e amo-rosa um servio ao Bem.

    No trabalho, a convivncia com um compa-nheiro de trato difcil oferece oportunidades pre-ciosas para prestar servio.

    Os colegas, assim como familiares difceis, so mestres, eles nos ensinam como agir diante

  • MARILU MARTINELLI

    Jornalista.Atriz.Educadora.Especia-lista na Formao do Educador em Valores Humanos. Escritora.Confe-rencista Internacional.Professora de tica das Religies,Filosofia Oriental

    e Mitologia Universal.

    Consultora para Formao de Lideranas e Gerencia-mento em Valores Humanos.Professora convidada da Unipaz SP, da Unibem Paran e da PUC-SP.

    das resistncias, a ser flexveis, e a compreender antes de julgar. Mostram-nos quo importan-te enxergar o que existe por traz das palavras, emoes e atitudes. Olhar para quem nos ofende sem mgoa, sem revidar a ofensa, fortalece nos-so equilbrio interior, e a lucidez disciplina nossas emoes. Procurar sentir e ver o que est alm das palavras duras proferidas nos revela que essa pessoa algum que sofre. Se essa pessoa no fosse infeliz no seria agressiva, prepotente e rude, pois, quem feliz no fere ningum. Desse modo, permitimos que a generosidade desabro-che como expresso natural do amor fraterno.

    O servio amoroso pode romper barreiras que nos separam uns dos outros, porque nos coloca disponveis para dar e receber amor. O impulso de servir nasce naturalmente quando

    percebemos que a vida interdependente e que estamos todos interligados na teia da existncia.

    Servir ao semelhante nos torna servidores do Sagrado Mistrio da vida.

    CoLeTNeA em 2 CDs 160 minutos com as melhores msicas xamnicas nativo

    norte-americanas e msica das estrelas utilizadas na Pax, nas vivncias mensais gratuitas de Xamanismo Crstico realizadas

    por Cludio Bueno.

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  • Nossa sra. Aparecida e as Divindades femininas

    Padroeira do Brasil, reverenciada por toda esta nao no dia 12 de outubro, Nossa Sra. Apare-cida representa uma das muitas faces da Me Divina, a quem chamamos carinhosamente de Me Maria.Ao longo das eras, Me Maria tem utilizado as divindades femininas, que se expressam por meio

    das deusas e das nossas senhoras, para revelar qualidades, aspectos e virtudes do divino, omo poder, sabedoria, justia, compaixo etc., que cada povo, cada nao e cada pessoa precisa reconhecer, tra-balhar e manifestar no mundo da matria, a fim de superar todos os obstculos que a vida apresenta a cada instante e seguir em frente, na busca da felicidade.

    Mas se essas virtudes so visveis em manifestaes da Grande Me, como as das deusas Gaia, sis, Afrodite, Atena, kuan Yin e tantas outras, na face das nossas senhoras que o mundo ocidental v, hoje, refletida a virtude que engloba todas as virtudes, a essncia da Me Divina o amor incondicional.

  • esse amor sem limites e sem condies que vemos revelado em nossa Senhora das Graas, de Lourdes, de Ftima e das muitas Virgens Negras, das quais se destaca nossa bem-amada Senhora de Aparecida.

    Me Aparecida, a face da Me que, nos idos de 1717, se mostrou aos brasileiros na forma de uma simples imagem de terracota enegrecida, cujos traos reproduzem os traos de todo o povo brasileiro.

    Me Aparecida, conservada por alguns anos na casa de um humilde pescador e ali venerada pelos moradores prximos por meio de cnticos e oraes.

    Me Aparecida, que, pela f dos humildes, se tornou conhecida de norte a sul, e, pela vontade do povo, se tornou a padroeira do Brasil.

    Me morena, de grossas tranas e rosto ovala-do, no qual se destacam um par de olhos amendo-ados e profundos, que fixam o infinito, e um pene-trante sorriso, do qual emana paz e serenidade; de mos em atitude de prece, que refletem o convite orao, e de ps descalos, que pousam nas nu-vens sustentadas pelos anjos da Grande Me a Me recoberta por um lindo manto azul de velu-do e coroada por todos os brasileiros, seus filhos, como a padroeira do Brasil.

    Que a fora e o amor emanados por Me Aparecida, mola propulsora que, h anos, vem impulsionando o nosso povo e preparando esta terra para ser o bero da nova era, continuem alimentando todos ns, este solo sagrado o Brasil e todo o planeta Terra. E que a devoo e o amor do povo brasileiro Senhora de Apa-recida possam se revelar como amor incondicio-nal a este planeta e a todas as formas de vida.

    Amor e Luz,

    Jane Ribeiro.

    Orao Me Aparecida Padroeira do Brasil

    Canalizada por Jane Ribeiro, em 2 out. 1998.

    Filhos desta amada terra, hora de desper-tar, hora de abrir os olhos, todos vs e o vosso amado Brasil.

    hora de perceber e resgatar a imensa sabedoria de vossos antepassados, os habitantes primeiros desta terra sagrada, vossos irmos, os ndios.

    Que, em conscincia com a sabedoria de vossos ancestrais, todos vs possais se levantar, vislumbrando, numa mesma sin-tonia, a imensa fora e poder de vossa Me Terra, que se encontram concentrados nes-te pedao do planeta, o vosso amado Brasil.

    Levantai! Eis que o tempo de manter o gigante adormecido findou.

    Que, em seu despertar, ele possa acor-dar todos os seres de todos os reinos que nele habitam.

    A partir deste ponto, o Brasil, todos des-pertaro e se levantaro atendendo ao cha-mado de Deus-Pai-Me na Unidade maior com todos os reinos de Luz.

    Minhas bnos a todos vs.

    Eu Sou Vossa Me

    Bem-amada Me Aparecida,Vs, que vigiais todos os passos do nosso amado Brasil desde os primrdios dos tem-pos, zelai por ns.

    Vs, que embalais com tanta pacincia, se-renidade e amor esta amada terra e seus fi-lhos, zelai por ns.

    Vs, que sempre atendestes s splicas dos humildes de corao, zelai por ns.

    Vs, que sempre defendestes as causas dos necessitados e oprimidos, zelai por ns.

  • Revista da PAX

    Vs, que sempre protegeste nossos ndios, nossas matas, nossos rios e nosso solo sa-grado, zelai por ns.

    Vs, que, neste momento, do centro do Pla-nalto Central, irradiais o vosso amor e aben-oais esta amada terra e seus habitantes, zelai por ns.

    Bem-amada Me Aparecida,

    Neste momento de grandes transformaes individuais e planetrias, abri mais uma vez vossos braos e protegei com vosso Manto de Luz nosso amado pas, o Brasil, e todo o planeta Terra.

    Que a vossa Luz e o vosso Amor possam ser sentidos no corao e na mente de todos os brasileiros, para que todos possam perce-ber o momento nico que esto prestes a vivenciar neste solo sagrado.

    Que o gigante adormecido por vossa mo possa finalmente despertar desse sono de eons e, com toda fora e poder acumula-dos, despontar como exemplo de Sabe-doria, Paz e Amor a ser seguido por toda a humanidade.

    Que o vosso Amor ajude a despertar todas as almas que se mantiveram adormecidas com esta terra de gigantes.

    Assim, a noite de mltiplas estrelas refle-tida em vosso manto azul de Luz pode-r ser vista por toda a humanidade e, nas bnos do amor, se transformar em um lindo sol dourado, elevando os coraes e mentes de todas as formas de vida, na Luz de Deus-Pai-Me.

    Bem-amada Me Aparecida,

    Rogai para que todas as foras que desper-taram com este gigante adormecido vis-lumbrem os novos patamares de Luz, que pulsam e brilham acima do Planalto Central, na direo de todos ns e de todas as for-mas de vida.

    Bem-amada Me Aparecida,

    Dai-nos a bno, Me querida, Nossa Senhora Aparecida,

    Dai-nos a bno, Me querida, Nossa Senhora Aparecida.

    Dai-nos a bno, Me querida, Nossa Senhora Aparecida.

    Amm, Amm, Amm.

    JANE RIBEIRO

    Advogada, formada pela USP, dedica-se h mais de 30 anos a estudos e prticas voltados espiritualidade. Em 1996, aps iniciaes recebidas nos Estados Unidos e Hawai, passou a reunir pessoas semanalmente para ancorar as energias de amor e cura da Bem-Amada Me Maria; em 1997, por instruo do plano espiritual, passou a transmitir os ensinamentos conti-dos nas iniciaes ordem de melquisedek; e, em 2000, retomou seus estudos da kabbalah

    e, por orientao do plano espiritual, tem transmitido os princpios bsicos desse conhecimento milenar. Atua ativamente junto Fraternidade PAX desde 1995, realizando vivncias e ministrando palestras e cursos sob a orientao dos Mestres da Grande Fraternidade Branca Universal.

  • fREQUNCIAs DE lUZ

    E DEUs se faz presente no universo!

    Energia suprema de todo a criao, de tudo o que j existe e o que est por vir. At hoje se criam e inventam os mais diversos nomes para essa fora, que onipotente, onipresente e oniscincia, pois tudo parte dela e a ela retorna, seja consciente ou inconsciente.Partindo deste princpio, tudo o que gerado esta contido em uma vibrao de uma frequncia

    determinada para um devido fim em sua criao, seja no homem, no animal, no vegetal e at mesmo no universo.

    Sendo assim, parte um ponto que vibra, emana e irradia uma frequncia de luz, de som e de cor. Essas frequncias podem ser consideradas virtudes, qualidades com o qual ele preenche algo de sua criao, e essas irradiaes partem do princpio do mistrio do nmero 7, que vibra e reverbera de for-ma constante, multiplicando-se e dividindo-se.

    Essas irradiaes exaladas pelo criador apresentam-se nas mais variadas tonalidades e gradaes:

  • Revista da PAX

    Tom Azul Princpio Divino: coragem, f, determinao e re-aleza. Est contido nos seres batalhadores, em-preendedores, cheio de iniciativa.

    Ausncia do tom: arrogncia, prepotncia e auto-ritarismo, isso em qualquer religio ou filosofia, independentemente do grau de instruo.

    Tom DouradoPrincpio Divino: mente fabulosa, rica no apren-dizado, com facilidade no campo mental, tanto para absorver quanto para ensinar.

    Ausncia do tom: loucura, delrio e at a manifes-tao de psicopatias.

    Tom RosaPrincpio Divino: amor, compreenso, encanta-mento, aptido para as artes de modo geral.

    Ausncia do tom: sadismo, incompreenso, fana-tismo, obsesso por pessoas, coisas ou ideias.

    Tom VerdePrincpio Divino: autocura, busca da verdade, de quem somos e para onde vamos; busca da nossa alma e de seu bem-estar, religiosidade, lei divina a ser executada.

    Ausncia do tom: incredulidade, viver por viver, sem um sentido maior para a prpria existncia.

    Tom Rubi-DouradoPrincpio Divino: misericrdia, compaixo, entre-ga, redeno fora suprema que tudo rege, jus-tia divina.

    Ausncia do tom: vazio, falta da razo de se estar vivo e de se fazer parte de um contexto.

    Tom VioletaPrincpio Divino: pureza de corao e alma para se comear uma nova etapa, uma nova jornada, um novo comeo; transmutao, troca do velho pelo

    novo, coragem para trocar o certo pelo incerto a fim de que a vida continue.

    Ausncia do tom: apatia, no ao para lutar pela vida e fazer acontecer a sua histria.

    Tom BrancoPrincpio Divino: paz, serenidade, o encontro con-sigo mesmo, Deus e a criatura, passa a gerar de si, sem isto a busca constante, vazia e incerta.

    Todos os santos, anjos, mestres, seres de alta conscincia, potncias, divindades, orixs e hie-rarquias estelares, todos seguem regras, ritmos e disciplinas tudo parte do holograma da cria-o deste mundo idealizado por Deus para os se-res que nele vivem.

    O que Deus nos reserva uma incgnita, pois tudo depende de nossas aes, palavras, pensa-mentos e sentimentos junto ao universo que nos rodeia. Nada para de evoluir, pois o universo esta em constante transformao, conforme recebe as informaes dadas por todos ns, sendo que cada um reage, pensa e sente de forma diferente diante da mesma situao.

    Deus e sempre ser o criador, e a ns, hu-manos, considerados a mais bela obra de sua criao, resta ser como ele: criar, transformar e no destruir a sua criao e as suas criaturas.

    REGINA FERREIRA

    Terapeuta holstica (CRT 43.884)

    Dirigente do Medicina da Alma, Regina ministra os seguintes aten-dimentos individuais na PAX: lim-peza dos corpos e dos chakras, re-estruturao dos corpos por meio

    de Reiki, Magnifield Healing, karden, Seikim e outras tcnicas de cura; abertura de caminhos e limpeza energtica com magia divina.

  • pRTICAs ORIENTAIs

    Tcnicas que nos que ajudam a viver melhor

  • Reiki O toque que cura equilibra e harmoniza

  • Revista da PAX

    O Reiki no uma religio, uma tcnica de expanso de conscincia que traz a sensao de bem-estar e equilbrio para quem aprende e para quem recebe.

    a unio da energia rei, que significa Uni-versal, e da energia Ki, que equivale energia vi-tal que flui em todos os seres vivos. A energia Rei sutil, sem polaridade, e a ki uma energia com polaridade, na qual o positivo e o negativo se in-tegram, formando a palavra reiki.

    No h contraindicao para se tornar um reikiano, pois esta tcnica pode ser aprendida por qualquer pessoa, at por crianas.

    Para isso, necessrio fazer o curso, a fim de aprender a tcnica, e para que a pessoa passe por uma Iniciao, na qual seus centros de fora (chakras) so sintonizados com a Energia Csmica. Um mestre habilitado pode fazer essa sintoniza-o, utilizando os Smbolos Sagrados encontrados por Mikao Usui, que foi o seu redescobridor .

    Como a atuao do Reiki bastante abran-gente, a Energia Vital age diretamente em cada canal energtico. No fsico, o Reiki flui nos meri-dianos, nadis e chakras, e essa energia nutre as clulas e rgos, estimulando suas funes vitais. No emocional, o fluxo de energia responde s emoes e aos pensamentos. No espiritual, inte-gra o passado ao presente e conecta o Ser ao seu Deus interno, o Divino dentro de cada um.

    Existe o Nvel I, no qual o reikiano aprende a tcnica para autoaplicao e aplicao no outro e tambm aprende sobre a histria da tcnica, as posies para canalizar a energia e a sintoniza-o, onde o Ser conectado energia Csmica. Neste processo, so abertos os chakras da coroa, do corao e das palmas das mos, criando uma conexo especial entre o receptor e a fonte Sa-grada do Reiki.

    No Nvel II, o reikiano recebe alguns Smbolos Sagrados, que tornaro a tcnica mais abrangen-

    te, podendo fazer a transmisso da energia em si mesmo e distncia, pois uma nova Iniciao tor-nar seu canal energtico mais aberto.

    No Nvel III, o reikiano se torna Mestre de si mesmo, ser sintonizado mais uma vez em seus canais energticos, receber mais smbolos sa-grados e aprender outras tcnicas, que o auxilia-ro na aplicao, podendo expandir essa energia de cura e harmonia para multides de pessoas.

    O Nvel Mestre expande mais uma vez a pes-soa, e o reikiano passa a ter condies de ministrar aulas, iniciando outras pessoas na prtica do Reiki, passando seu conhecimento e experincia.

    no momento da sintonizao que a pessoa passa por um processo de limpeza energtica e de descoberta de si mesmo, prestando mais aten-o sua relao com o Criador. A pessoa passa a sentir-se diferente, pois as vibraes em seu corpo, mente e emoes mudam, suas mos se tornam canal de transmisso de Energia de cura e equil-brio, e ela pode ajudar a si mesmo e aos outros. Isso a fortalece e equilibra, permitindo-lhe lidar melhor com o estresse do dia a dia e ajudar as pessoas a terem uma melhor qualidade de vida.

    Por sua simplicidade, o Reiki aceita facilmente a prtica coordenada com outras terapias, como florais, massagem, aromaterapia e cromaterapia, gerando uma sinergia que permite efeitos ainda mais positivos.

    MARIA EMLIA CALDEIRA

    Reiki Master nos Sistemas Usui Reiki, formada por Mrcia Ortiz, Florais de Saint Germain, Florais de Bach, Aromaterapia, Cromote-rapia, Pedras & Cristais. Ministra

    cursos e atendimentos individuais de Reiki karuna ki Tera Mai. e de terapia floral com leos essenciais.

  • Tcnicas teraputicas milenaresDe onde surgiram?

    Desde a Antiguidade, os povos orientais, principalmente da China, faziam uso de ervas, massa-

    gens e acupuntura com fins terapu-ticos. Durante milhares de anos, foram sendo desenvolvidas essas e outras prticas interpretadas e empregadas segundo a filosofia, a cultura e os dog-mas religiosos de cada poca.

    Surgiram importantes conceitos como o de Yin e Yang, foras opostas e complementares que regem o univer-so, e a Teoria dos Cinco Elementos/Mo-vimentos da natureza (Madeira, Fogo,

    Terra, Metal e gua). Esses princpios formam os pilares da Medicina Tradicio-

    nal Chinesa (MTC), cuja viso da sade se baseia no estado de harmonia entre o Yin e

    o Yang que gera a energia vital (CHI ou QI) e os Cinco Elementos/Movimentos.

    Tanto a falta quanto o ex-cesso de uma dessas foras/

    elementos causa desequil-brios energticos e origi-

    na doenas. Segundo a filosofia oriental, o pri-

    meiro passo para se viver em harmonia

    e equilbrio com o mundo encon-trar o equilbrio e a harmonia den-tro de si. Dire-cionando nosso

  • Revista da PAX

    olhar para a sabedoria dos antigos, reaprenden-do a respirar e a comer, a ouvir nossa intuio, reconhecendo os erros e aceitando que existe o momento de empreender, mas tambm o mo-mento de ser paciente e esperar.

    O Homem o elo entre o Cu e a Terra, a conexo com o fluxo constante e infinito de energia vital, que o Universo. E a vida saudvel do Universo depende em primeiro lugar da vida saudvel de cada um de ns.

    Vejamos, a seguir, em que consistem as princpais tcnicas teraputicas culti-vadas pelos orientais.

    Acupuntura. Estmulo do Sistema Nervoso Central por meio de agulhas, libe-rando substncias qumicas capazes de aumentar a imuni-dade e de equilibrar o sistema endcrino e a pele. O foco tanto a acupuntura convencional quanto da esttica a sade. A vermelhido provocada na pele libera neurotransmissores que melhoram a circulao e estimulam o colgeno na pele. Para aqueles que no suportam agulhas, podemos usar magnetos, pastilhas de silcio, pontos de alu-mnio (Apong).

    Auriculoterapia. A orelha comunica-se com o Sistema Nervoso Central por meio de sua rica inervao. Cristais de zircnio so colados em pontos especficos para tratar problemas de or-dem emocional (insnia, ansiedade e depresso). Age tambm nos sistemas digestrio, respirat-rio, muscular e cardiovascular.

    Guash Gua (riscar ou esfregar) e Sh (ex-teriorizar areia ou toxinas). a raspagem da superfcie da pele que elimina toxinas, ativa a circulao sangunea e estimula o metabolismo

    celular. comparada a massagem sem o uso das mos, a sangria sem retirada de sangue e a acu-puntura sem agulha.

    Reflexologia podal. Estmulo na planta dos ps, que alivia dores e auxilia nos distrbios orgni-

    cos e emocionais, sendo eficiente para tratar o estresse.

    Shiatsu. Presso do dedo fei-ta nos canais e meridianos

    energticos, que promove o equilbrio da energia, ca-pacitando o organismo a criar uma resistncia natu-ral, que previne doenas.

    Ventosaterapia. A ven-tosa aquecida interna-mente com fogo, pro-movendo um vcuo. O principal efeito limpar o

    sangue, eliminando gases e toxinas, tornando o pH do

    sangue estvel, aliviando do-res, cansao, tenso muscular

    e formigamento de membros in-feriores e superiores. As impurezas

    oriundas da gua e dos alimentos que in-gerimos, bem como das nossas emoes ruins, causam um desequilbrio, estagnando o sangue e provocando doenas.

    ADRIANA DOURADO

    Formada em Odontologia pela UCCB, com ps-graduao em Acupuntura, pelo Instituto Ibraho, e extenso em Acupuntura Es-ttica Dermato Funcional, pela Ebramec. Atendimento voltado

    ao equilbrio fsico e energtico, por meio da prtica da Medicina Chinesa e demais terapias alternativas orientais e ocidentais.

  • Mudana de hbitos e costumes fACIlITAM O fENG shUI

    Muito tem se falado e escrito sobre a necessidade e a importncia de se cuidar da me Natu-reza. O mais importante de tudo isso a conscincia individual de cada um.No adianta ficarmos sentados a espera de solues mgicas e milagrosas vindas dos nos-sos governantes. Ns, por comodismo ou por j recolhermos altas somas em impostos vindos de todas direes, no temos a iniciativa de mudar nossos hbitos e costumes.

    Desde muito cedo em nossa vida, ainda como meros aprendizes, espelhamos nossos conheci-mentos e aprendizado em nossos pais, depois na escola e, mais tarde, na vida social. E, assim, vamos to somente repetindo os hbitos e os costumes dos nossos antepassados.

    Ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais este verso da msica Como nossos pais, composta por Belchior e imortalizada na voz da ilustre Elis Regina, retrata exatamente o nosso comportamento de repetio de hbitos e costumes.

    Ento, chegou a hora de ns, individualmente, decidirmos mudar os nossos hbitos e os nossos costumes; para tanto, basta tomarmos a deciso de alterar, primeiro na mente, o nosso modo de pensar e, em seguida, a nossa maneira de agir.

    Voc que est lendo este artigo, se chegou at aqui, tenha certeza de que algo j despertou em seu interior e o est impulsionando a mudar os antigos paradigmas de repetio para novos padres de novos paradigmas.

    Aproveite, ento, a oportunidade e comece com pequenas atitudes; assim, ir conviver melhor com o Planeta Terra... E um bom lugar para comear pela cozinha.

  • Revista da PAX

    Cerca de 15% da conta de luz responsabi-lidade dos aparelhos que ficam em stand by. Desligue o micro-ondas quando no o estiver usando.

    Um litro de leo jogado pelo ralo polui 1 mi-lho de litros de gua dos rios. Doe o leo de cozinha usado a entidades sociais que produ-zem sabo.

    Separe o lixo reciclvel do orgnico.

    A geladeira o segundo eletrodomstico que mais consome energia eltrica na casa. Por isso, evite abrir a porta dela para pensar.

    Se cada pessoa comeasse a diminuir um pouquinho o impacto que causa no Planeta j

    viveramos em um lugar muito melhor. Aquele papo de pensar no Planeta que vamos deixar para os nossos filhos ficou no passado e nada foi feito, O importante que cada um tenha conscincia do que pode fazer para

    melhorar o seu relacionaemnto com o meio ambiente e, acima de tudo, consigo mesmo.

    O problema, agora, mais s-rio e emergencial. Vamos l,

    cada um pode fazer um pou-quinho!

    Em uma casa, a cozinha um dos cmo-dos no qual existe o maior uso dos nosso re-cursos naturais; os chineses acreditam que existe um Deus que mora em cada cozinha e que seu lugar predileto o fogo.

    A cozinha, portanto, considerada um dos locais de mais importncia no uso do Feng Shui. Com um pouco de cuidado, pos-svel diminuir o impacto causado ao meio am-biente, assim como ativar incoscientemente as energias positivas de prosperidade, abun-dncia e sade para a nossa vida e para a de todos os moradores da casa.

    Veja s, como fcil! Antes de tudo, va-mos mudar alguns de nossos hbitos e costu-mes dirios at que eles se tornem parte do nosso dia a dia; como resultado, receberemos a recompensa material pelos nossos novos padres mentais:

    Antes de lavar a loua, deixe-a de molho na pia, mergulhada em gua e detergente.

    Reutilize a gua de cozimento de vegetais para fazer sopas, novos cozimentos ou para regar plantas e jardins. Esta gua muito rica em nutrientes.

    Para tirar a gordura de um recipien-te sujo, use a borra do caf. Passe a borra, deixe agir por alguns minutos e depois lave com gua.

    Troque o detergente comum por uma mistura de gua e vinagre (um tero de vinagre e complete com gua).

    Deixe os gros de molho algumas horas an-tes de cozinhar. O alimento utilizar menos gs e tempo para ser preparado. No se es-quea de tampar a panela enquanto cozi-nha. E, de preferncia, use panela de presso.

    Procure o selo de eficincia energtica do Procel ao comprar aparelhos novos ou tro-car os velhos.

    JORDAO TORRES

    Arquiteto desde 1982, com pro-jetos utilizando tcnicas volta-das para o Feng Shui. Participa dos trabalhos na Fraternidade PAX, sob orientao do Mestre Saint Germain e de Mestres da

    Grande Fraternidade Branca Universal, desde 1990.

  • O Tai ChiO Tai chi, antes de ser forma, um princpio: princpio da uniodo homem com a natureza; do equilbrio do corpo e do esprito; da alternncia natural de movimento e serenidade. Seus movimentos suaves e lentos preservam a sade do corpo fsico, e a serenidade cultiva o esprito. O treinamento do tai chi une a energia verdadeira; a inteno do corao e a contrao do baixo abdomen se unem com a contrao das mos e dos ps. O tai chi manifestado por meio do yin e do yang negativo e positivo , em cujo smbolo se tem a imagem do sol refletindo a sua luz sobre a terra.

  • Revista da PAX

    A respirao respons-vel pela harmonia do movi-mento interior e exterior, e a pulsao sempre o resulta-do de um movimento de con-trao e expanso: quanto te-mos a inteno de suspender, de levantar, o assoalho plvi-co se contrai (este o sentido da inspirao).

    O tempo de contrao de-pende do nvel de treinamento do praticante. Como resultado de uma prtica mais elevada, a energia pode subir pela coluna, indo at a cabea. Nesse mo-mento, a essncia j se trans-formou em energia e vai suprir o crebro: esse o sentido da expirao.

    Os trs tesourosO abrao do seu centro energtico umbilical leva unio dos trs tesouros do homem esprito, energia e essncia , promovendo a sade e a longevidade. Num nvel mais elevado, leva rea-lizao por meio da unio do micro e do macro-cosmo. So necessrios trs relaxamentos:

    Dos nervos Para serenar o sistema nervo-so, reca o olhar e reflita-o na regio da ori-gem fetal.

    Dos msculos, Com o olhar recolhido, a musculatura naturalmente relaxa, porque o bao,que representado pela regio do baixo ventre, cuida da musculatura.

    Da respirao Se a inteno do corao es-tiver na regio da origem fetal, a respirao tambm estar l, o que totalmente natural.

    aloNgameNto

    O tai chi uma prtica de alongamento dos ten-des, e o caminho dos tendes o caminho ner-voso, que aquele da energia fluindo, quando o sangue impulsionado.

    A nfase desses movimen-tos dada no estimulo das extre-midades, promovendo a ligao dos canais de energia e o des-bloqueio dos pontos de energia, beneficiando todo o organismo, especialmente o fgado, por ser o rgo que rege os tendes.

    Sua prtica promove bene-fcios rpidos para a sade, tan-to na preveno quanto na cura de doenas crnicas. Recomen-da-se a prtica diria dessas formas, sem forar, segundo a condio fsica de cada um, in-tensificando o treino at atingir o nmero ideal de 108 vezes.

    Lembrete: o exerccio somente contraindi-cado para grvidas, cardacos graves e recm--operados.

    As oito formas1. Esticar os ps para a frente, alongando dos

    quadris at a ponta dos ps.

    2. Punhos, cotovelos e ombros para trs.

    3. Cabea para trs, flexionando o pescoo. Elevar os braos com as palmas para dentro.

    4. Contrair o baixo ventre, suspendendo a regio genital, e virando as palmas das mos para cima.

    5. Empurrar os calcanhares para a frente.

    6. Dobrar a cintura, levando as mos em direo aos ps, sem forar e sem dobrar os joelhos.

    7. Balanar a cabea de cima para baixo.

    8. Dar palmadas no osso sacro, massagear na altura dos rins, bater e massagear os joelhos.

    Nove formas para restabelecer a vitalidadeAtuando beneficamente sobre os nove sistemas orgnicos do corpo, a prtica diria dessas for-mas restaura a vitalidade do praticante.

  • A sequncia consiste de oito formas de auto-massagem, a serem executadas na posio deita-da e uma forma na posio sentada.

    Deve-se utilizar uma presso maior dos dedos mdios, sendo os dedos indicadores e anulares auxiliares, mantendo as palmas relaxadas e, de preferncia, em contato direto com a pele.

    A concentrao fundamental para a obten-o dos benefcios: mantendo os sentidos interio-rizados e a respirao natural, a inteno do cora-o deve acompanhar o movimento das mos.

    S contraindicado para grvidas, e no aconselhvel a prtica com o estmagocheio.

    1. Com os dedos mdios unidos na altura do meio do peito, frente do nosso osso esterno, girar as mos, suave e lentamente no sentido horrio fazer 21 crculos.

    2. A partir dessa posio, ainda no sentido hor-rio, fazer 21 crculos, encadeando-os em mo-vimentos descendentes at o pbis.

    3. A partir do pbis, separar as mos e gir-las em movimento ascendente, a direita no sentido ho-rrio e a esquerda no anti-horrio, 21 crculos encadeados at voltar posio inicial.

    4. A partir da parte superior do osso esterno, des-cer pela linha central at o pbis 21 vezes.

    5. Com a mo esquerda (presso maior do dedo mdio) sobre a virilha esquerda, girar a mo direita ao redor do umbigo no sentido horrio 21 vezes.

    6. Repetir a forma anterior com as mos troca-das girando no sentido anti-horrio 21 vezes.

    7. Com a mo esquerda na cintura, polegar frente, a mo direita massageia a lateral es-querda do corpo, desde o peito at a virilha, 21 vezes.

    8. Repetir a forma anterior com as mos troca-das, massageando a lateral direita do corpo 21 vezes.

    9. Sentar com as pernas cruzadas (perna es-querda frente da direita), as duas mos so-bre os joelhos, flexionar o tronco para frente trs veze e, em seguida, girar o tronco a partir da cintura, 21 vezes em cada sentido.

    Meditao Seu sentido interiorVoc pode observar que a sua evoluo e autor-realizao ocorrem quando voc se interioriza. Seu verdadeiro esprito no pode se manifestar enquanto voc se encontra em um estado de tu-multo. A meditao simples pode ajudar a reali-zar este objetivo, pois ela um meio de aquie-tar a sua mente e o seu corpo e de dirigir as suas energias para o interior.

    Para acalmar a menteSe confortvel para voc, sente-se em uma almo-fada no cho, de modo que seus quadris fiquem mais altos que os joelhos, com as pernas cruza-das e os joelhos o mais perto possvel do solo. A posio de ltus completa a ideal se voc pu-der faz-la. Pode tambm sentar-se na ponta de uma cadeira, com os ps firmemente plantados no cho. Em qualquer caso, tenha as costas retas e as mos repousando, com as palmas para cima, sobre os joelhos.

    JOS PAULO

    Professor de Tai Chi Chuan na Pax 10 anos, discpulo direto do grande Mestre Liu Pai Lin, Mestre de uma linhagem com grande conhecimento na Arte da Cura. Iniciado na linhagem dos mestres

    da Grande Fraternidade Branca, ministrando a Arte da Meditao em movimento, tambm conhecido como Tai Chi.

  • Amados Filhos:

    No Poder da sabedoria da vossa intuio

    continuareis trilhando vossos caminhos

    direcionados Luz. A chave deste novo

    ciclo CONSCINCIA e DISCERNIMENTO.

    Sem essas duas qualidades primordiais no

    atingireis a manifestao

    de vossos ideais.

    A Chama Dourada nunca esteve

    to atuante quanto nos dias

    de hoje, pois somente em

    sincronicidade com todos

    os Planos de Luz todos os

    reinos iro reencontrar a

    luminao.

    Amor e Luz,

    Eu Sou Lanto

    em vs.

  • Revista da PAX

    AsTROlOGIA CAlENDRIO

    MAIANUMEROlOGIA

    O que eles tm a dizer sobre o Brasil

  • O mapa astrolgico do Brasil

  • Revista da PAX

    Indicado como o momento do nascimento do Brasil como nao independente o dia 7 de se-tembro de 1822, s 16h30, aproximadamente, na cidade de So Paulo, podemos dizer que o nosso pas tem:

    Sol em Virgem;

    Ascendente em Aqurio; e

    Lua em Gmeos, em conjuno com Jpiter.

    Portanto, como um pas do signo de Virgem, devemos desenvolver a organizao, a disciplina e a ordem.

    Como o ascendente a nossa imagem, a nos-sa aparncia, e a indicao de como realizamos nosso propsito de vida, o ascendente em Aqu-rio revela a palavra progresso (significado maior do signo de Aqurio) como um dos meios para realizar a nossa vocao como nao. Portanto, quem idealizou a nossa bandeira sabia astrologia e sabia quais eram, de fato, os desafios maiores deste pas.

    A conjuno de Jpiter, com a Lua em Gme-os, na casa 4, cai perfeitamente para um pas to grande. A Lua, que representa o povo alegre (G-meos), brincalho, comunicativo e superotimista pela conjuno com Jpiter.

    Jpiter e Pluto inclinam terras e rique-zas para este mapa, mas como Jpiter est em Gmeos e Pluto est retrgrado, em ries, esses recursos da terra no so nada bem-aproveitados planetas retrgrados pedem reviso e reparo.

    Pluto est na casa que rege as finanas. O Brasil um pas rico, mas riqueza aqui um tema complexo, pois Pluto rege a casa associada ao estrangeiro: fonte de riqueza a ser explorada, e no investida aqui.

    No mapa astrol[ogico do Brasil, Saturno, que simboliza uma rea onde deve haver esforo e trabalho, est na casa 3, do ensino bsico, pedin-do esforos para melhorar a educao.

    Em geral, nas casas de um mapa astrolgico, as deficincias, mesmo as piores, so resolvidas com trabalho e dedicao.

    Saturno, no mapa de um pas, rege o gover-no, e no mapa do Brasil, em particular, rege a casa que trata da prpria classe poltica, e tambm dos transportes e da locomoo.

    Como na casa do povo temos uma grande energia de Lua e de Jpiter no signo de Gmeos, isso influencia o brasileiro a ser um povo falante e que gosta de novidades, e o inclina ainda a viver sempre no presente. Jpiter, por sua vez, inclina ao otimismo. A Lua tambm indica por que boa parte de nosso povo tem uma criatividade espe-tacular muitos de nossos melhores talentos vieram do povo.

    Com Vnus em Leo, amamos o brilho e a alegria, querendo tudo o que aparea e que nos diferencie

    Com o Sol em Virgem, o caminho do Brasil aprender a se organizar. O Sol do Brasil, em aspec-to com Jpiter, inclina, muitas vezes, a um exces-so de leis de mltiplas interpretaes geminianas. Como Sol encontra-se no signo tambm relacio-nado com a sade e em aspecto difcil com a Lua, que um indicativo de povo, h uma grande in-clinao para a dificuldade em levar a sade at quem de fato precisa. Por outro lado, temos o Sol do Brasil fazendo trgono com Saturno, e isso pode trazer mais organizao e eficincia para o nosso pas, com empenho e determinao, mas por mo-bilizaes sociais, pela caracterstica aquariana de seu ascendente. Assim, o Brasil atingir seus obje-tivos como nao quando a sociedade (casa 11) comear a se organizar e a perceber que no so apenas os governantes que devem fazer o que necessrio, mas sim a sociedade

    Com Urano conjunto com Netuno, o mapa expressa um forte desejo de mudana completa.

    Marte est no intenso Escorpio e oposto a Saturno, planeta capaz de abafar e punir dura-mente qualquer oposio.

  • As solues podem ter xito