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Parece Iogurte, mas é Bebida Láctea - UDESC - · PDF fileIogurte de pêssego Iogurte natural Calorias (kcal/100g) 55 68 51 ... Brasileiro de Produção Animal Sustentável ... de

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  • Poltica

    EDIO 34 - Quinta-feira, 1 de Abril de 2010

    Diariamente nos depa-ramos com produtos seme-lhantes nas gndo-las dos pequenos mercados e super-mercados e no sa-bemos qual a dife-rena entre eles. Os que vm ganhando destaque so os derivados de leite, como os iogurtes e as bebidas lcteas.

    A bebida lctea um produto seme-lhante ao iogurte, mas que apresen-ta caractersticas de processamento e composio dife-rentes. Conforme o Regulamento Tc-nico de Identida-de e Qualidade de Bebida Lctea (Ins-truo Normativa

    N 16/2005, do Ministrio da Agri-cultura, Pecuria e Abastecimento), sua base deve ser composta por no mnimo de 51% de leite, restando 49% para outros componentes que podem ser adicio-nados. Neste tipo produto, permite-se a adio soro de leite, outros produ-tos lcteos, gordu-ra vegetal, polpa e suco de fruta, o en-riquecimento com vitaminas e/ou mi-nerais e adio de outros ingredien-tes que melhorem o sabor e a consis-tncia do produto. J os iogurtes pos-suem uma poro maior de base lc-

    Parece Iogurte, mas Bebida LcteaPela

    AcadmicaCamila Ducati

    Prof OrientadoraCssia Nespolo

    Curso de ZootecniaCEO - UDESC

    Tabela 1 Composio nutricional da bebida lctea de pssego, io-gurte de pssego e o iogurte natural.

    Parece Iogurte, mas Bebida Lctea

    PelaAcadmica

    Camila DucatiProfessora Orientadora

    Cssia NespoloCurso de Zootecnia

    CEO - UDESC

    Diariamente nos deparamos com produtos semelhantes nas gndolas dospequenos mercados e supermercados e no sabemos qual a diferena entre eles. Os quevm ganhando destaque so os derivados de leite, como os iogurtes e as bebidas lcteas.

    A bebida lctea um produto semelhante ao iogurte, mas que apresentacaractersticas de processamento e composio diferentes. Conforme o RegulamentoTcnico de Identidade e Qualidade de Bebida Lctea (Instruo Normativa N 16/2005,do Ministrio da Agricultura, Pecuria e Abastecimento), sua base deve ser compostapor no mnimo de 51% de leite, restando 49% para outros componentes que podem seradicionados. Neste tipo produto, permite-se a adio soro de leite, outros produtoslcteos, gordura vegetal, polpa e suco de fruta, o enriquecimento com vitaminas e/ouminerais e adio de outros ingredientes que melhorem o sabor e a consistncia doproduto. J os iogurtes possuem uma poro maior de base lctea do que as bebidaslcteas, ou seja, maior contedo de leite em sua composio.

    A composio nutricional mais uma diferena entre estes dois produtos, comoilustrado na tabela comparativa abaixo, a qual apresenta a composio nutricional detrs diferentes derivados lcteos.

    Tabela 1 Composio nutricional da bebida lctea de pssego, iogurte de pssego e o

    iogurte natural.

    Componentes Bebida lcteade pssegoIogurte depssego

    Iogurtenatural

    Calorias (kcal/100g) 55 68 51

    Umidade (%) 87,7 85,1 90,0Protena (%) 2,1 2,5 4,1

    Carboidratos (%) 7,6 9,4 1,9Gordura (%) 1,9 2,3 3,0

    Colesterol (mg/100g) 5 8 14Fonte: Tabela Brasileira de Composio de Alimentos TACO (2006).

    Outra diferena importante a prpria designao do produto, e esta deve ser aprimeira informao a ser encontrada e lida na rotulagem, indicando a real natureza doproduto. No caso dos produtos em questo, a bebida lctea deve ser designada no rtulocomo Bebida Lctea com ou sem adio de componentes, incluindo se foi adicionado

    Fonte: Tabela Brasileira de Composio de Alimentos TACO (2006)

    Uma das apresentaes de embalagens das Bebidas Lcteas

    tea do que as be-bidas lcteas, ou seja, maior conte-do de leite em sua composio.

    A composio nutricional mais uma diferena en-tre estes dois pro-dutos, como ilus-trado na tabela 1, a qual apresenta a composio nutri-cional de trs di-ferentes derivados lcteos.

    Outra diferen-a importante a prpria designao do produto, e esta deve ser a primei-ra informao a ser encontrada e lida na rotulagem, in-dicando a real na-tureza do produto. No caso dos produ-tos em questo, a bebida lctea deve ser designada no rtulo como Bebida Lctea com ou sem adio de compo-

    nentes, incluindo se foi adicionado soro de leite, polpa de fruta ou suco de fruta por exemplo. Como a bebida lc-tea no pode ser considerada iogur-te e nem leite e o consumidor pode-ria vir a se confun-dir pela aparncia e a consistncia do produto que so semelhantes, importante que isso fique claro no rtulo. Se a bebi-da lctea for colo-rida, deve constar na embalagem a informao Bebi-da lctea no io-gurte. A frase Be-bida lctea no leite deve constar no caso das bebi-das lcteas de cor branca.

    Tanto a bebida lctea como o io-gurte apresentam seus benefcios,

    mas o iogurte por ser mais concentra-do nutricionalmen-te ganha destaque neste aspecto. O iogurte apresen-ta vantagens como possuir maiores quantidades de protena e clcio, reduzir os sinto-mas de m digesto e proporcionar a melhoria da micro-biota intestinal, por conter microrganis-mos capazes de co-lonizar o intestino de forma benfica, resultando na re-duo da coloniza-o por bactrias patognicas. J as protenas do soro de leite, utilizadas nas bebidas lc-teas, apresentam caractersticas in-teressantes, como o favorecimento do sistema imunol-gico do indivduo, alm de possuir

    compostos que au-xiliem na digesto. Por isso, no deve ser descartado o consumo de bebi-das lcteas, sen-do uma alternativa mais acessvel e de custo mais baixo. De um modo geral as indstrias brasi-leiras vm amplian-do a variedade de produtos derivados do leite, alm de garantirem a viabi-lidade desses pro-biticos, a maioria tem um paladar agradvel, sendo de boa aceitao no mercado e de agra-do ao consumidor. O que deve ser ga-rantido o direito de escolha do con-sumidor, que deve saber exatamente qual destes produ-tos est adquirin-do no momento da compra conforme desejado.

    Formas tradicionais de embalagens de Iogurtes

  • Quinta-feira, 1 de Abril de 2010

    Sul brasil www.jornalsulbrasil.com.br 16 Anos

    Caderno Rural

    O prazo para inscries foi prorrogado at o dia 12 de abril.

    O prazo para sub-misso de resumos de trabalho est encerra-do. Foram submetidos mais de 100 artigos cientficos, os quais esto sendo avaliados pela Comisso Cien-

    tfica do I ANISUS. Os trabalhos aceitos se-ro apresentados pelos autores em forma de pster durante o con-gresso.

    importante desta-car que as inscries so gratuitas, mas de-vem ser realizadas den-tro do prazo, sendo que as vagas so limitadas.

    I Congresso Sul Brasileiro de Produo Animal Sustentvel I ANISUS

    12 a 14 de maio de 2010Chapec

    Site oficial do evento para inscries on line:

    www.anisus.com.br

    A dieta para ru-minantes ba-sicamente composta por alimen-tos volumosos ou no concentrados, onde se encaixam alimentos de baixo teor energtico, com altos teores de fi-bra em torno de 60% de NDT (Nutrientes digestveis totais) na sua composio. Como exemplo pode-se citar as forrageiras de cli-ma temperado como: Aveia preta Avena stri-gosa Schreb e Azevem Lolium multiflorum Lam..

    Tais plantas pos-suem bons nveis de protena bruta e fibra bruta, porm h um

    dficit de energia para bovinos de leite e cor-te. Por isso impor-tante a suplementao de concentrado ener-gtico, para atender as exigncias de acordo com sua categoria, ob-tendo assim o mximo do seu desempenho dentro da propriedade rural, seja para produ-o de carne ou leite.

    Para prever uma pro-duo das plantas for-rageiras durante o ano, usa-se uma estimativa da disponibilidade de forragem, que o Total de Matria Verde, me-nos o Total de gua na Planta, o que resulta em quilos de Matria Seca por hectare.

    Pastagem com forrageiras de clima Temperado

    PorGrupo de Estudo de Bovinos de Corte

    Professor OrientadorLuis Henrique Farinatti

    Curso de ZootecniaCEO UDESC

    O crescimento do Azevem vai de junho novembro, e tem uma produo mdia de 4.400 Kg de mat-ria seca por hectare ao ano. J a Aveia preta tem seu crescimento de maio setembro e sua produo mdia de 3.400 Kg de mat-ria seca por hectare ao ano.

    Mesmo com essas

    informaes impor-tante o auxlio de um tcnico responsvel (Zootecnista, Agrno-mo, Tc.Agrcola, Vete-rinrio...), que ir reco-mendar a carga animal por hectare, alm do manejo e adubao ne-cessria para ter uma pastagem com quali-dade e promover o bom desempenho dos ani-mais.

    O estgio de vivncia foi realizado na propriedade da fam-lia Pezenatto, localiza-do na linha Suspiro, interior do municpio de Nova Erechim, que tem como principal atividade bovinocul-tura de Leite e Frango de Corte.

    Estgios desta na-tureza so de grande valia para que acad-micos com pouco con-vvio ou experincia no meio rural, como

    Estgio de Vivncia - Relato de uma acadmicaPela

    AcadmicaEstagiria

    Mariele ScandolaraCurso de Zootecnia

    CEO - UDESC

    o meu caso, tenham a oportunidade de pre-senciar a realidade da produo animal, mostrando a rotina no campo e assim co-locando em prtica os conhecimentos teri-cos adquiridos em sala de aula, somando ex-perincia e prtica dos produtores, de forma a

    fortalecer o senso crti-co dos acadmicos.

    Alm disso, im-portante salientar a o vnculo de amizade que se cria com as fa-mlias que acolhem os acadmicos da UDESC durante o perodo de estgio, fortalecendo a relao do curso de Zootecnia para a co-

    munidade da regio.Agradeo a famlia

    Pezenatto pela recep-o, simpatia, carinho e pacincia durante a semana em que per-maneci em sua pro-priedade. Tenho cer-teza que ser de muita utilidade os conheci-mentos passado por eles.

    Mariele C. Scandolara participando vivenciando a atividade de produo de aves

    Famlia Pezenatto, linha Suspiro, municpio de Nova Erechim com a acadmica e estagiria Mariele C. Scandolara

    Sexta-feira, 30 de maio de 2008Sul Brasil 1

    Chapec, 26 de novembro de

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