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Poluição da Água CIÊNCIAS DO AMBIENTE

Poluição da Água CIÊNCIAS DO AMBIENTE. Distribuição da água

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  • Poluio da gua CINCIAS DO AMBIENTE
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  • Distribuio da gua
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  • Disponibilidade da gua no Brasil O Brasil um pas privilegiado no que diz respeito quantidade de gua. Porm, sua distribuio no uniforme em todo o territrio nacional. Cerca de 47% dos recursos hdricos do planeta esto na Amrica do Sul; Grande parte concentrada no Rio Amazonas, o maior rio do mundo em extenso e volume dgua, que corta seis pases: Brasil, Peru, Equador, Colmbia, Venezuela e Bolvia. Floresta amaznica O Brasil possui cerca de 13 % da gua doce disponvel no mundo 73% est na bacia Amaznica 27% no resto do pas Atendem 95% da populao Atendem 5 % da populao
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  • Bacias Hidrogrficas do Brasil Bacia Hidrogrfica um conjunto de terras banhadas por um rio principal e seus tributrios (afluentes, subafluentes etc.); Formao: d-se atravs dos desnveis dos terrenos que direcionam os cursos da gua, sempre das reas mais altas para as mais baixas. Fonte: Ministrio de Minas e Energia
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  • Usos da gua abastecimento humano dessedentao de animais indstria irrigao gerao de energia eltrica - hidroeltricas recreao/lazer harmonia paisagstica conservao da flora e fauna navegao pesca diluio de despejos
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  • gua no corpo humano A gua representa 70% da massa do corpo humano; Sintomas de desidratao: Perda de 1% a 5% de gua Sede, pulso acelerado, fraqueza Perda de 6% a 10% de gua Dor de cabea, fala confusa, viso turva Perda de 11% a 12% de gua Delrio, lngua inchada, morte Uma pessoa pode suportar at 28 dias sem comer, mas apenas 3 dias sem beber gua.
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  • Principais problemas relacionados com a gua Quantidade distribuio; Qualidade poluio; Populao Mundial: crescimento populacional; Vrios pases j enfrentam escassez crnica de gua: Oriente Mdio (Israel, Jordnia, Arbia Saudita e Kuwait), China, ndia e o norte da frica (regio abrange pases situados no deserto do Saara, como Arglia e Lbia); No Brasil: Pernambuco, Alagoas, Paraba, Sergipe, Rio Grande do Norte, Distrito Federal e mais recentemente, a grande So Paulo.
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  • Resumo do saneamento no Brasil De acordo com o IBGE, um quarto da populao do Brasil no conta com gua potvel e quase metade no tm servio de esgoto; Apenas 6% dos esgotos so tratados no Brasil. Mais de 90% so lanados nos rios, nos solos e nos mares; A falta de gua potvel e de saneamento causa de 80% das doenas e 65% das internaes hospitalares no Brasil, implicando gastos de US$ 2,5 bilhes, de acordo com a Organizao Mundial da Sade (OMS).
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  • Principais problemas relacionados com a gua Problemas: Proliferao de doenas transmitidas pela gua, como clera e diarrias; Grande parte da populao no dispem de abastecimento adequado de gua potvel; Imprpria para os diversos usos. Fonte de conflitos internacionais: Guerras mundiais pela gua: em 1967, um dos motivos da guerra entre Israel e seus vizinhos foi justamente a ameaa, por parte dos rabes, de desviar o fluxo do rio Jordo. Pases como a Sria tambm depende desse rio; Crescimento populacional exige cada vez mais dos recursos naturais, principalmente a gua.
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  • Quantidade de gua Estados Unidos: 600 L por habitante dia Serto: 10 L por habitante dia
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  • Qualidade da gua Recursos hdricos condies fsicas e qumicas adequadas para sua utilizao; Devem conter substncias essenciais vida e estar isentos de outras substncias que possam produzir efeitos nocivos aos organismos; Devido s suas propriedades de solvente e sua capacidade de transportar partculas, incorpora a si diversas impurezas.
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  • Padres de qualidade Padres so teores mximos de impurezas permitidos na gua, estabelecidos em funo dos seus usos; So fixados por entidades pblicas, de acordo com uma legislao, com o objetivo de garantir que a gua a ser utilizada para um determinado fim no contenha impurezas que venham a prejudic-lo; Em termos prticos, h 3 tipos de padres de interesse direto dentro da Engenharia Ambiental referentes a qualidade da gua: Padres de lanamento no corpo receptor; Padres de qualidade do corpo receptor; Padres de qualidade para determinado uso imediato (ex.: padres de potabilidade, irrigao);
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  • Padres de lanamento no corpo receptor: Tem como objetivo a preservao da qualidade do corpo dgua; Os padres de lanamento existem apenas por uma questo prtica, j que difcil se manter o controle efetivo das fontes poluidoras com base apenas na qualidade do corpo receptor; Alm de satisfazer os padres de lanamento, deve proporcionar condies tais no corpo receptor, de tal forma que a qualidade do mesmo se enquadre dentro dos padres para corpos receptores; Padres de qualidade
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  • Padres de lanamento e qualidade do corpo receptor Estabelecimento do nvel de qualidade (classe) a ser alcanado e/ou mantido em um segmento de corpo dgua ao longo do tempo; No Brasil o dispositivo legal em vigor a Resoluo CONAMA n. 357 do Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA de 2005, que apresenta: padres de qualidade dos corpos receptores; padres para o lanamento de efluentes nos corpos receptores; padres de balneabilidade; e classifica as guas de acordo com seus usos predominantes.
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  • Padres de lanamento e qualidade do corpo receptor A resoluo CONAMA n. 357/05, dividiu as guas do territrio nacional em: guas doces salinidade 0,5%; Salobras 0,5 < salinidade < 30%; Salinas salinidade 30%; Em funo dos usos previstos, foram criadas classes para guas superficiais brasileiras; guas doces Classe especial e classes 1, 2, 3, 4; guas salinas Classe especial e classes 1, 2, 3; guas salobras Classe especial e classes 1, 2, 3; A cada uma dessas classes corresponde uma determinada qualidade a ser mantida no corpo dgua, so os Padres de Qualidade.
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  • Legislao Cabe aos rgos ambientais dos estados, territrios e Distrito Federal efetuar, no s o enquadramento dos corpos de gua no mbito das classes preconizadas pela Resoluo CONAMA n 0. 357/05, como exercer atividade orientadora, fiscalizadora e punitiva junto s fontes de poluio que possam alterar os valores dos padres de qualidade das guas da classe estabelecida para o corpo dgua receptor.
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  • Poluio hdrica qualquer alterao nas caractersticas fsicas, qumicas e/ou biolgicas das guas, que possa constituir prejuzo sade, segurana e ao bem estar da populao e, ainda, possa comprometer a fauna ictiolgica e a utilizao das guas para fins recreativos, comerciais, industriais e de gerao de energia (CONAMA). POLUIO = f (uso); USO = f(qualidade da gua); QUALIDADE = f(caractersticas fsicas, qumicas e/ou biolgicas das guas).
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  • Causas da poluio Alto grau de urbanizao aliado falta de saneamento bsico; Desenvolvimento da indstria e seus despejos complexos; Aumento da produo agrcola, que resulta numa carga mais pesada de pesticidas e fertilizantes no ambiente.
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  • Fontes poluidoras guas superficiais: Esgoto domstico; Efluentes industriais; guas pluviais, carreando impurezas do solo ou contendo esgotos lanados nas galerias; Resduos slidos (lixo); Pesticidas; Fertilizantes; Detergentes; Precipitao de poluentes atmosfricos (sobre o solo ou a gua); Alterao nas margens dos mananciais, provocando carreamento do solo, como conseqncias da eroso. guas subterrneas: Infiltrao de: esgotos a partir de sumidouros ou valas de infiltrao (fossas spticas); esgotos depositados em lagoas de estabilizao ou em outros sistemas de tratamento usando disposio no solo; esgotos aplicados no solo em sistemas de irrigao; guas contendo pesticidas, Percolao do chorume resultante de depsitos de lixo no solo; fertilizantes, detergentes e poluentes atmosfricos depositados no solo; outras impurezas presentes no solo; guas superficiais poludas; Vazamento de tubulaes ou depsitos subterrneos; Injeo de esgoto no subsolo; Intruso de gua salgada; Resduos de outras fontes: cemitrios, minas, depsitos de materiais radioativos. As guas subterrneas e superficiais muitas vezes se interligam, e assim os mananciais da superfcie proporcionam a recargas dos reservatrios subterrneos, ou, vice-versa, podendo servir de fontes poluidoras; A poluio das guas tambm esto ligadas com alteraes (poluies) provocadas no solo e ar - Ex. uso de fertilizantes e chuva cida.
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  • Fontes poluidoras ou Pontual Descarga de efluentes a partir de indstrias e de estaes de tratamento de esgoto So bem localizadas, fceis de identificar e de monitorar Difusa Escoamento superficial urbano, escoamento superficial de reas agrcolas e deposio atmosfrica Espalham-se por toda a cidade, so difceis de identificar e tratar
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  • Fontes poluidoras
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  • Principais poluentes e indicadores Mat. Orgnica - DBO, DQO e OD (mg/l); Slidos - SS e RS (ml/l); turbidez (unt); cidos e lcalis - pH; Bactrias - IC (coli/100 ml); leos e Gorduras - OG (mg/l); Nitratos - NO3 (mg/l); Fosfatos - PO4 (mg/l); Temperatura - T (C); Metais Metais (mg/l).
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  • Principais formas de poluio Reservas de gua Poluio BiolgicaSedimentarTrmicaDespejo de substncias
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  • Poluio sedimentar Acmulo de partculas em suspenso (solo, produtos qumicos insolveis). Qual a origem?O que causam? Extrao mineral Desmatamentos Eroses Interferem na fotossntese e na capacidade dos animais encontrarem alimentos Extrao mineral Esgotos e efluentes Adsorvem e concentram os poluentes biolgicos e os poluentes qumicos Partculas do solo Produtos qumicos insolveis
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  • Poluio biolgica Presena de microorganismos patognicos, especialmente na gua potvel: 4 bilhes de pessoas no mundo no tm acesso gua potvel tratada; 2,9 bilhes de pessoas vivem em reas sem coleta ou tratamento de esgoto. Controle simples Apesar disso 250 milhes de casos de doenas (clera, febre tifide, diarria, hepatite A) so transmitidas pela gua por ano 10 milhes desses casos resultam em mortes (50% so crianas) Adio de cloreto de sdio Fervura da gua
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  • Poluio trmica Descarte de grandes volumes de gua aquecida em rios e oceanos. Diminui a quantidade de oxignio dissolvido (43,39 mg de O 2 /kg de H 2 0 a 20 C) Diminui do tempo de vida de algumas espcies aquticas Altera os ciclos de reproduo Aumenta a velocidade das reaes entre os poluentes presentes na gua Aumenta a quantidade de gs carbnico na atmosfera (0,86 L de CO 2 /L de H 2 O a 20 C) Potencializa a ao nociva dos poluentes
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  • Poluio por despejo de substncias Substncias txicas cuja presena na gua no fcil de identificar nem de remover; Em geral os efeitos so cumulativos e podem levar anos para serem sentidos; Os poluentes mais comuns das guas so: Fertilizantes agrcolas; Esgotos domstico e industrial; Compostos orgnicos sintticos; Plsticos; Petrleo; Metais pesados.
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  • Poluio por fertilizantes agrcolas Poluio por esgotos domsticos e industriais
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  • Poluio por compostos orgnicos sintticos
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  • Poluio por plsticos Alta produo Longo tempo para degradao Causam a morte de animais por sufocamento Alta velocidade de uso e descarte
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  • Poluio por petrleo Grandes acidentes Vazamentos em poos de petrleo, superpetroleiros, rompimentos de dutos Exxon Valdez: 42 milhes de litros Kuwait: 200.000 t no Golfo Prsico Rio Barigi: 4 milhes de litros Baia de Guanabara: 1,3 milho de litros 5% dos danos Pequenos acidentes Vazamentos de leo de motor de barcos e de carros Somente no Canad: 300 milhes de litros/ano 95% dos danos
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  • Poluio por petrleo O petrleo vaza e se espalha no mar ou no rio; A mancha recobre a superfcie das guas; Sem a luz do sol as algas param de fazer fotossntese.
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  • Poluio por metais pesados
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  • Cu, Zn, Pb, Cd, Hg, Ni e Sn Bioacumulao Minerao (garimpo)Pilhas e baterias Rios e maresAterro sanitrio Os oceanos recebem por ano 400.000 t de metais pesados (80.000 t s de mercrio) Contaminao de guas subterrneas, crregos e riachos
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  • Poluio orgnica Resultante do lanamento de esgotos domsticos e industriais ricos em matria orgnica; Forma de poluio mais presente no dia-a-dia dos brasileiros; Carncia do sistema de esgotamento sanitrio; Esse tipo de poluio causada por matrias orgnicas suscetveis de degradao bacteriana: Degradao aerbia gua rica em oxignio dissolvido e matria orgnica pouco abundante (formam-se gs carbnico, gua e nitratos); Degradao anaerbia gua no contm oxignio suficiente (produo de gs carbnico, metano, amnia, cidos graxos, etc.); Morte do corpo dgua quantidade de esgotos lanada >> volume do corpo receptor e capacidade de de oxigenao proliferao de bactrias consumo de todo oxignio dissolvido.
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  • Estimativa da poluio Poluio orgnica acarreta grande consumo de oxignio; Estimativa da poluio DBO 5 e DQO; DBO 5 corresponde quantidade de oxignio necessria para que as bactrias possam oxidar a matria orgnica (biodegradvel): guas limpas DBO 5 na ordem de 2 a 4 mg/l; guas poludas vrias dezenas de miligramas; Esgoto domstico chega a 300 mg/l; DQO representa a quantidade de oxignio dissolvido, cedido por via qumica, para oxidao de matria orgnica biodegradvel e no-biodegradvel; DQO/DBO 5 d uma idia do tipo de matria orgnica que predomina na poluio: gua poluda DQO/DBO 5 pouca elevada (2 a 3).
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  • Carga poluidora (ou carga de DBO) DBO 5 d uma idia do grau de poluio; Avaliao da poluio necessidade de correlacionar esse indicador com a quantidade de despejos; Representa a quantidade de oxignio que vai ser requerida do corpo dgua na unidade de tempo; CP = Concentrao (DBO 5 ) x Vazo Supervit ou dficit de oxignio;
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  • Equivalente populacional Poluio orgnica f (quantidade mdia de detritos produzidos diariamente por uma pessoa); EP corresponde carga poluidora ou carga de DBO 5 produzida por uma pessoa diariamente. IndstriaQuant./diaEP (hab) Cerveja1000 litros de cerv.1.500 Curtume1 ton de peles2.500 Matadouro1 ton de bovino300 Celulose1 ton de celulose5.000 lcool65 litros de lcool400 Granja de Aves10 aves abatidas2 Laticnios1.000 litros de leite200 Lavanderia1 ton de roupas700 Manual de Tratamento de guas Residurias.
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  • Autodepurao Zona de Degradao Zona de Decomposio Ativa Zona de Recuperao Zona de guas Limpas
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  • Caractersticas das zonas de autodepurao Zona de Degradao: Incio ponto de lanamento dos despejos; gua turva (cor acinzentada); Precipitao de partculas lodo no leito do corpo dgua; Proliferao de bactrias (consumo de matria orgnica); Reduo da concentrao de oxignio dissolvido; Limite da 1 zona concentrao de oxignio atinge 40% da concentrao inicial; No h odor; Presena de oxignio no permite a decomposio anaerbia.
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  • Autodepurao Zona de Degradao Zona de Decomposio Ativa Zona de Recuperao Zona de guas Limpas
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  • Caractersticas das zonas de autodepurao Zona de Decomposio Ativa: Incio oxignio atinge valores inferiores a 40% da concentrao de saturao; gua cor cinza-escura, quase negra; Bancos de lodos no fundo em ativa decomposio anaerbia; Desprendimento de gases mal cheirosos (amnia, gs sulfdrico, etc); Oxignio dissolvido pode zerar ou ficar negativo; Biota aerbia substituda por outra anaerbia; Ambiente ftido e escuro; Oxignio passa a ser reposto ar atmosfrico ou fotossntese; Populao de bactrias decresce; gua comea a ficar mais clara (ainda imprprio p/ os peixes); Fim da 2 zona oxignio elevar-se a 40% da conc. inicial.
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  • Autodepurao Zona de Degradao Zona de Decomposio Ativa Zona de Recuperao Zona de guas Limpas
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  • Caractersticas das zonas de autodepurao Zona de Recuperao: Incio 40% de oxignio inicial; Trmino gua saturada de oxignio; gua mais clara e lmpida; Proliferao de algas que reoxigenam o meio; Amnia oxidada a nitritos e nitratos (+ fosfatos fertilizam o meio, favorecendo a proliferao de algas); Cor esverdeada intensa (alimento p/ crustceos, larvas de insetos, vermes, etc., que servem de alimentos p/ os peixes); Diversificao da biocenose.
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  • Autodepurao Zona de Degradao Zona de Decomposio Ativa Zona de Recuperao Zona de guas Limpas
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  • Caractersticas das zonas de autodepurao Zona de guas Limpas: gua caractersticas diferentes das guas poludas; gua encontra-se eutrfica; No limpa, devido a presena das algas (cor verde); gua recuperou-se, melhorou suas capacidade de produzir alimento protico (piorou no quesito de potabilidade); Pssimo aspecto esttico; Grande assoreamento nas margens; Invaso de plantas aquticas indesejveis.
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  • Eutroficao e eutrofizao Eutroficao resultante da fertilizao das guas por despejos orgnicos domsticos ou industriais, despejos de resduos da agricultura, poluio do ar ou por afogamento da vegetao em represas (processo desencadeado pelo homem); Eutrofizao resultante da fertilizao das guas pelo escoamento das guas de chuva nos solos, que arrasta nutrientes para os corpos dgua (origem natural); Ambos os processos caracterizam-se pelo envelhecimento precoce de um corpo dgua, devido a grande quantidade de nutrientes.
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  • Causa: lanamento de nutrientes na gua, principalmente nitrognio e fsforo (oriundos, principalmente, de esgoto domstico, efluentes industriais e fertilizantes); Reao em cadeia: crescimento excessivo de algas e plantas aquticas em um corpo dgua aumento de oxignio proliferao de pequenos animais que utiliza as algas como alimentos proliferao de peixes que se alimentam desses pequenos animais; Quebra do equilbrio ecolgico mais produo de matria orgnica do que o sistema capaz de assimilar; Aumento das algas alteraes qualitativas surgimento de novas espcies e desaparecimentos de outras; Estgio final (ecossistema agonizante) pouca profundidade, altos dficits de oxignio, organismos mortos flutuantes e grande quantidade de colches de algas. Eutroficao e eutrofizao
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  • mais comum em guas paradas (lagos, lagoas represas), pois no serem favorecidas pelas condues de cursos dgua como a velocidade de escoamento e turbidez; Problemas devido a proliferao excessiva de algas: Sabor e odor; Toxicidade; Turbidez e cor; Aderncia s paredes dos reservatrios e tubulaes (lodo); Prejuzos no tratamento da gua; Uso de tcnicas modernas para controle e correo dos efeitos da eutroficao alto investimento. Eutroficao e eutrofizao
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  • Problemas devido s plantas aquticas: Prejuzos aos usos navegao e recreao; Assoreamento; Reduo gradual do reservatrio; Cobertura da gua com diminuio da penetrao da luz solar; Entupimento de canalizaes e grades; Danos bombas e turbinas hidreltricas. Eutroficao e eutrofizao
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  • Medidas de Controle Regularizao da Vazo estabilizao do Volume Hdrico; Aumento da turbulncia acelera o processo de absoro de O2; Adio de Uma Fonte Qumica Suplementar combate mal odores; Diagnstico Ambiental conhecer a realidade e planejar ajustes; Aplicao de Uma Legislao Eficaz; Tratamento dos Despejos.
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  • FIM