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Verdades que nos fazem ser Adventistas da Promessa B ÍBLICAS LIÇÕES 4º TRIMESTRE • 2013 • Nº 305 REVISTA PARA ESTUDOS NAS ESCOLAS BÍBLICAS COMENTÁRIOS ADICIONAIS

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  • Verdades que nos fazem ser Adventistas da Promessa

    BBLICASLIES

    4 TRIMESTRE 2013 N 305

    REV ISTA PARA ESTUDOS NAS ESCOLAS B BL ICAS

    COMENTRIOS ADICIONAIS

  • 2 Comentrios Adicionais 4 Trimestre de 2013

    A Suficincia da Bblia:O que queremos dizer quando afirmamos que a Bblia suficiente?

    Queremos dizer que a Bblia um guia adequado para todas as questes de f e conduta. As Escrituras nos apresentam toda a verdade que precisamos para a vida e a espiritualidade. Ou como dizem as palavras da Confisso de F de Westminster, de 1647 d.C.: Todo o conselho de Deus concernente a todas as coisas necessrias para a glria dele e para a salvao, f e vido do homem, ou expressamente declarado na Escritura ou pode ser lgica e claramente deduzido dela. Escritura nada se acrescentar em tempo algum, nem por revelaes do Esprito, nem por tradies dos homens. (MACARTHUR, John (ed.). Pense biblicamente!: recuperando a viso crist de mundo. So Paulo: Hagnos, 2005, p.27).

    Credo bblico:Uma verdadeira viso crist de mundo comea com a convico de

    que o prprio Deus falou nas Escrituras. Como cristos, estamos compro-metidos com a Bblia como sendo a infalvel e soberana Palavra de Deus. cremos que ela fiel e verdadeira de capa a capa, em cada i ou um til (cf. Mt 5.18). As Escrituras, portanto, so o modelo no qual devemos testar todas as outras declaraes da verdade. (Idem, p.25).

    Inspirao no-despersonaliza:As artes criativas sempre foram um dos principais meios de auto-

    -expresso humana. Estamos conscientes de que temos dentro de ns, algo que precisa vir tona, e lutamos para dar-lhe vida. Para alguns o canal apropriado a msica ou a poesia; para outros, uma das artes vi-suais desenho, pintura, ou fotografia, cermica, escultura, entalhe ou arquitetura, dana ou teatro. interessante que, dessas manifestaes artsticas, a cermica a mais frequente na Bblia provavelmente por-que o oleiro era uma figura bem conhecida nas vilas da Palestina. (p. ex.:

    15 DE OUTUBRO DE 2013

    A suficincia da Bblia

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    Gn 2:7; Sl 8:3; Je 32:17). (STOTT, John R. W. A Bblia: o livro para hoje. 2 ed. So Paulo: ABU, 2007, p.15).

    O Livro sem erros:Como revelao de Jesus (Mt 5.17; Lc 24.27,44; Jo 5.39; Hb 10.7), a

    Bblia normativa para toda a estrutura do pensamento cristo. A tarefa do pensador cristo, portanto, deve ser levar cativo todo entendimento obedincia de Cristo (cf. 2 Co 10.5), de acordo com o que est revelado nas Sagradas Escrituras. Devemos pensar, bem como viver, de maneira cristocn-trica (Fp 1.21; Gl 2.20). (GEISLER, Norman. Teologia Sistemtica: vol. 1. Rio de Janeiro: CPAD, 2010, pp.63-64).

    O Livro do cristianismoExiste uma bem-difundida harmonia de pensamento no cristianismo so-

    bre o lugar de importncia especial da Bblia no debate teolgico e na devo-o pessoal. Todas as principais confisses de f protestantes enfatizam sua centralidade. A autoridade da Bblia est ligada ideia de inspirao de alguma maneira, suas palavras comunicam as palavras de Deus, as quais to-dos cristos consideram ser de imensa importncia para as questes da f. (MCGRATH, Alister. Teologia pura e simples: o lugar da mente na vida crist. Viosa: Ultimato, 2012, p.25).

  • 4 Comentrios Adicionais 4 Trimestre de 2013

    212 DE OUTUBRO DE 2013

    O Batismo no Esprito para os salvos 1:... todos os salvos so candidatos ao batismo com o Esprito Santo. Obser-

    ve, contudo, que a salvao no o batismo com o Esprito Santo; este deve seguir-se salvao. Os discpulos do Senhor, juntamente com as mulheres Maria e outras (At 1.13,14) j eram salvos antes do dia do Pentecostes. (GILBERTO, Antonio (ed.). Teologia Sistemtica Pentecostal. 2 ed. Rio de Ja-neiro: CPAD, 2008, p.181).

    O Batismo no Esprito para os salvos 2:Em Atos 2.38,39, fica claro que o batismo com o Esprito Santo des-

    tinado a pessoas salvas, membros do corpo de Cristo. Retrocedendo um pouco na leitura, vemos a nfase: sobre meus servos e minhas servas (v.18). E Paulo perguntou aos vares de feso: Recebestes vs j o Esprito San-to quanto crestes? (At 19.2). numa demonstrao de que o revestimento de poder subsequente experincia do novo nascimento. Por isso, Jesus salientou que o mundo no pode receber o Esprito de Deus (Jo 14.17). (Idem, pp.181,182).

    Condies para o batismo no Esprito Santo:Em todo o batismo h trs condies para que esse ato se realize: um

    candidato a ser batizado; um batizador do candidato; e um elemento ou meio em que o candidato vai ser imerso. No batismo de que estamos tratan-do o batismo com o Esprito Santo , o candidato o crente; o batizador o Senhor Jesus; e o elemento ou meio em que o candidato imerso o Esprito Santo. (Idem, p.191).

    Sinais do batismo no Esprito:Um esboo rpido mostra as vrias maneiras pelas quais esta grande

    experincia foi recebida na primeira igreja. Deus um Deus de variedade infinita, e no devemos pensar que existe qualquer frmula fixa pela qual o

    O batismo no Esprito Santo

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    Esprito seja recebido. 1. De repente, enquanto estavam sentados e esperan-do a sua chagada (At 2:1-4) 2.Instntanea e inesperada, enquanto ouviam um sermo (At 10:44-46) 3.Atravs da orao e da imposio da imposio das mos dos apstolos (At 8:14-17; 9:17; 19:6) 4.Atravs da orao e da f pessoal do indivduo que busca (Lc 11:9-13; Jo 7:37-39). (DUFFIELD, P.; CLEAVE, Nathaniel M. Van. Fundamentos da Teologia Pentecostal: volume 2. 2 ed. So Paulo: Quadrangular, 2000, pp.79-80).

    Aps a salvao:A experincia de batizado no Esprito uma obra do Esprito distinta

    daquela de regenerao (...). Em trs de cinco circunstncias (Samaria, Da-masco, feso), pessoas que haviam tido uma experincia identificvel com o Esprito j eram crentes. Em Cesaria, aquela experincia foi simultnea a f salvfica em Cristo. Em Jerusalm, aqueles que receberam-no j eram crentes em Cristo, muito embora seja difcil (ou mesmo desnecessrio) determinar com absoluta preciso o momento em que nasceram de novo no sentido do Novo Testamento. (PALMA, Anthony. O batismo no Esprito Santo e com fogo. 4 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p.50).

  • 6 Comentrios Adicionais 4 Trimestre de 2013

    19 DE OUTUBRO DE 2013

    3 O que o batismo?:A palavra batismo simplesmente uma transliterao da palavra grega

    baptisma, cuja forma verbal baptizo. O significado primrio da palavra imerso ou submerso. Logo, o batismo literalmente , no caso do batismo pela gua, pr debaixo da gua. (WILLIAMS, J. Rodman. Teologia sistemti-ca: uma perspectiva pentecostal. So Paulo: Vida, 2011, p.935).

    Batismo, um sinal:O batismo um sinal da limpeza no perdo, do lavar na regenerao, de

    ser sepultado com Cristo, e assim por diante. Agostinho define (...) como um sinal visvel de uma coisa sagrada. O batismo verdadeiramente um sinal vi-svel da graa sagrada e invisvel de Deus em todos os aspectos da graa e da salvao. O batismo no produz o perdo dos pecados nem algo semelhante, mas aponta com firmeza nessa direo. (Idem, p.937).

    Tradio batismal 1: possvel que a prtica da imerso esteja relacionada ao rito do batismo

    do proslito. Pouco antes do aparecimento de Joo Batista, surgiu no juda-smo a prtica de no apenas exigir a circunciso dos proslitos gentios, mas tambm, por causa da impureza aos olhos dos judeus, sua imerso total na gua. Joo Batista foi alm do batismo do proslito gentio porque tambm exigiu o batismo dos seguidores judeus. (Idem, p.940).

    Tradio batismal 2:Portanto, bem provvel que Joo tenha seguido a mesma prtica de

    imerso e que os discpulos de Jesus tenham feito o mesmo. No h nenhu-ma sugesto na Bblia de que a prtica da imerso no tenha continuado em Atos e na igreja primitiva. (WILLIAMS, J. Rodman. Teologia sistemtica: uma perspectiva pentecostal. So Paulo: Vida, 2011, p.940).

    O batismo nas guas

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    O reformador Zunglio e o batismo:Os sacramentos so dados como testemunho pblico da graa que est

    previamente presente em todo indivduo. Assim, o batismo administrado na presena da igreja quele que, antes de receb-lo, confessou a religio de Cristo ou tem a palavra da promessa, pela qual se sabe que pertence igreja. por isso que, quando batizamos um adulto, perguntamos se ele cr. E apenas se ele responder sim que recebe o batismo. A f, portanto, no concedida pelo batismo, ela j estava presente antes de ele ser batizado. (OLSON, Roger E. Histria da teologia crist: 2 000 anos de tradio e refor-mas. So Paulo: Vida, 2001, p.415).

  • 8 Comentrios Adicionais 4 Trimestre de 2013

    26 DE OUTUBRO DE 2013

    4 A Ceia o partir do po:O partir do po: A expresso remonta reunio no cenculo (...) [na ceia

    com Jesus] (Mt 26.26). Algumas semanas depois, aps a morte de Jesus, sua ressurreio e a vinda do Esprito Santo, umas 3 mil pessoas se entregaram ao Senhor e foram batizadas. Desse momento em diante, se dedicavam ao ensino dos apstolos e comunho, ao partir do po e s oraes (At 2.42). O partir do po com toda a probabilidade significava a ceia do Senhor. (WILLIAMS, J. Rodman. Teologia sistemtica: uma perspectiva pentecostal. So Paulo: Vida, 2011, p.953).

    A Ceia a pscoa dos cristos:A pscoa crist: Paulo escreve aos corntios: Cristo, nosso Cordeiro pas-

    cal, foi sacrificado (1 Co 5.7), o que estabelece, com vvida simplicidade, que a ceia do Senhor sendo Cristo o Cordeiro pascal a Pscoa crist. Assim, a ceia do Senhor a extenso e o cumprimento da Pscoa judaica. A estreita conexo de Jesus com a Pscoa percebida no fato de que a ceia do Senhor foi basicamente uma refeio pascal [Lc 22.7,8]. (Idem, pp.954-955).

    Na mesa com Cristo:A mesa do Senhor [lemos em 1Co 10.21], (...) [ no versculo], Paulo est

    se referindo particularmente ao ato de sentar-se mesa de um templo pa-go, onde a comida foi sacrificada aos dolos logo, demnios , para mais tarde se sentar e participar da mesa do Senhor. O Senhor o anfitrio de sua ceia e convida seus seguidores a participar de sua mesa. A mesa do Senhor e a dos demnios no tm absolutamente nada em comum. (Idem, p.955).

    Um resumo da ceia do Senhor:... a) um ato de obedincia ao mandamento do Senhor Jesus. (1

    Co 11:23,24). b) um memorial morte expiatria e ao sangue derra-mado de Jesus (1 Co 11:24; Lc 22:19). c) uma proclamao, um ato de

    A ceia do Senhor

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    confisso, pela igreja, da f na eficcia da obra expiatria de Cristo (...) (1 Co 11:26). d) uma afirmao da expectativa da volta de Cristo para concluir sua obra redentora (...) (1 Co 11:26). e) uma experincia de comunho com o Senhor, na qual cada participante recebe pela f a for-a e a beno de sua ligao com o Salvador (...) (1 Co 10:16). f) uma comunho (koinonia) de crentes mesa do Senhor e uma declarao da unidade do corpo de Cristo (1 Co 10:17). (DUFFIELD, P.; CLEAVE, Natha-niel M. Van. Fundamentos da Teologia Pentecostal: volume 2. 2 ed. So Paulo: Quadrangular, 2000, p.247).

    O reformador Zunglio e a Ceia do Senhor:Para Zunglio, ns, os seres humanos, precisamos de palavras e ce-

    rimnias como essas, que nos ajudem a lembrar da obra de Cristo e da nossa f e a proclam-las. Para Zunglio, a ceia do Senhor refeio me-morial na qual o corpo de Cristo na terra a igreja relembra a sua mor-te. O conceito zuingliano da ceia do Senhor tornou-se teoria geralmente aceita pelos anabatistas e, posteriormente, pelos batistas e outros pro-testantes independentes da Inglaterra e da Amrica do Norte. (OLSON, Roger E. Histria da teologia crist: 2000 anos de tradio e reformas. So Paulo: Vida, 2001, pp.415,417).

  • 10 Comentrios Adicionais 4 Trimestre de 2013

    2 DE NOVEMBRO DE 2013

    5 Receita da Bblia:Na Bblia Sagrada temos uma lista de animais, aves, peixes e rpteis

    que servem como alimento e outra lista dos chamados imundos. Essa lista se repete duas vezes. Uma no Livro de Levtico, captulo 11, outra no Livro de Deuteronmio, captulo 14:1-21. As duas listas so bastantes parecidas, com pequenas diferenas. De maneira geral, elas tm o mes-mo objetivo, e uma no caso a de Deuteronmio reafirma a outra. (Doutrina: sbado e abstinncia. So Paulo: Grfica e Editora A voz do Cenculo, 2011, p.61).

    Abstinncia e soberania:Deus fez essa distino [entre animais limpos e impuros] com base em sua

    soberania, e ponto. O Deus da Bblia, que possui santidade perfeita (Lv 11:44) e que detm soberania absoluta (Dt 14:2), alistou para o seu povo, tambm de forma soberana, as carnes proibidas e as carnes permitidas para o con-sumo (Lv 11.44). (Idem, p.66).

    Abstinncia e santidade:Todo o livro de Levtico onde encontramos a instituio da dieta do

    povo de Deus foi escrito com o objetivo singular de convocar o povo de Deus para a santidade pessoal. Todo o povo conclamado a viver de um modo santo, que, com base em Levtico, integral: envolve todos os as-pectos do comprometimento pessoal, familiar, social e inclusive aquilo que comemos. (Idem, pp.67,68).

    Abstinncia e santidade 2:Veja que a Bblia, sem rodeio algum, apresenta a santidade com o ra-

    zo das leis alimentares: Eu sou o Senhor vosso Deus. Portanto, santificai--vos e sede santos (...). Sede santos, porque Eu sou santo (Lv 11:44). A san-tidade do povo de Deus definida pela obedincia a Ele, quem se alimenta

    A dieta bblica

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    corretamente, isto , de acordo com o que Ele soberanamente obedeceu, com certeza O agrada. (Idem, p.69).

    Tradio alimentar:Mesmo depois da ascenso de Jesus, os discpulos continuaram reconhe-

    cendo a validade das leis alimentares, o que mostra que Cristo no as aboliu. Isso pode ser comprovado pela viso de Pedro em Atos captulo 10 (...). Para aqueles que gostam de afirmar que Jesus aboliu as leis alimentares quando esteve entre ns, esta resposta de Pedro no mnimo estranha [quando respondeu ao Senhor: nunca comi nada imundo]. Ser que Jesus disse para todo mundo que no precisava mais seguir estas leis e esqueceu-se de avisar o lder da igreja?! Por que at este momento Pedro continuava abstinente? A resposta clara: as leis continuam valendo. (Idem, p.75).

  • 12 Comentrios Adicionais 4 Trimestre de 2013

    9 DE NOVEMBRO DE 2013

    6 Orando pelos enfermos:Quando os presbteros chegam, eles devem orar (epi) aquele que est

    doente. No grego bblico, apenas aqui proseuchomai (faam orao) segui-do por epi: isto pode indicar simplesmente posio fsica, mas pode tambm subentender que as mos eram impostas sobre a pessoa doente (veja Mt 19.13). Esta orao deve ser acompanhada de uno com leo provavel-mente na mesma hora da orao (...), mas tambm possvel que seja um ato preliminar orao. (MOO, Douglas J. Tiago: introduo e comentrio. So Paulo: Vida Nova, 1990, p.175,176).

    S os presbteros podem ungir!:O papel especfico dos presbteros como sendo daqueles que ungem

    com leo, sugere que Tiago acreditava que esse ato tem uma importncia religiosa especial. Embora o leo fosse muito usado para fins medicinais no mundo greco-romano (cf. Lc 10.32,33), referncias uno com leo pre-sentes no Novo Testamento, ao lado de oraes pelos enfermos (somente nesta passagem e em Mc 6.13), no indicam que esse ato tivesse o prop-sito de ser uma teraputica medicinal. Provavelmente Tiago esteja dizendo que ungir com leo tenha um simbolismo religioso, no sendo meramente um ponto de contato fsico para a f de algum. (ARRINGTON, French; STRONSTAD, Roger. Comentrio bblico pentecostal Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2003, p.1688).

    Uno tradicional:Duas passagens no Novo Testamento abordam a questo da uno

    com leo. Marcos 6.13 reporta ao ministrio de Cristo (...). Tiago 5.14 es-boa a prtica da uno com leo aos enfermos da igreja pelos presbteros (...). Esse tema recebeu pouca ateno nos primrdios da igreja. Rituais para a uno de enfermos podem ser encontrados somente a partir do

    A uno com leo

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    oitavo sculo. (LOPES, Hernandes Dias. Tiago: transformando provas em triunfo. So Paulo: Hagnos, 2006, pp.126,127).

    O reformador Lutero e a cura divina:Lutero, que negou o dom da cura para o seu tempo, viveu para ver seu

    amigo Myconius ser milagrosamente levantado do leito de morte atravs de sua orao de f. Quando Lutero ouviu que seu amigo Myconius estava morrendo, ele caiu de joelhos e orou: Senhor, meu Deus, no! No to-mes agora o nosso irmo Myconius para Ti. Tua causa ainda precisa dele. Amm. (Idem, p.132).

    Deus responde a orao de Lutero:Ento Lutero levantou-se e escreveu: No h razo para temer, meu que-

    rido Myconius, o Senhor no permitir que voc morra agora. Essa carta levantou Myconius do leito da enfermidade de forma milagrosa. A orao de Lutero foi a orao da f, a orao que pede sem jamais duvidar. Em 1545 Lutero escreveu instrues sobre a orao por enfermos, mostrando sua con-fiana no poder de Deus para curar. (Idem, p.132,133).

  • 14 Comentrios Adicionais 4 Trimestre de 2013

    16 DE NOVEMBRO DE 2013

    7 Prazer legal:Paulo tinha prazer na lei de Deus. A expresso homem interior poderia

    ser traduzida por do fundo do meu corao. Emanando das profundezas de sua alma, Paulo tinha um grande amor pela lei de Deus. Seu homem interior, a parte que se renova de dia em dia (2 Co 4.16) e est sendo fortalecida com poder, mediante o Esprito de Deus (Ef 3.16), ressoava com a lei de Deus. (MACARTHUR, JOHN. O evangelho segundo os apstolos: o papel da f e das obras na vida crista. So Jos dos Campos: Fiel, 2011, pp.176-177).

    Uma vida justa:Qual a justia para a qual os cristos so chamados? a justia interna

    e profunda do corao em que o Esprito Santo escreveu a Lei de Deus. o novo fruto exibido na nova rvore, a nova vida brotando da nova nature-za. No temos liberdade, portanto, para tentar esquivar-nos s exigncias superiores da Lei nem nos desviar delas. (DUDLEY, Timothy. Cristianismo autntico: 968 textos selecionados das obras de John Stott. So Paulo: Vida, 2006, pp.247-248).

    Lei crist:A Lei ainda um compromisso para os cristos? A resposta : Sim e

    no. No, denotando que nossa aceitao diante de Deus no depende dela. Em sua morte, Cristo cumpriu totalmente as exigncias da Lei, de forma que estamos libertos dela. Ela no tem mais nenhuma alegao sobre ns. Sim, significando que nossa nova vida ainda uma escravido. Ns ainda servimos. Ainda somos escravos, embora exonerados da Lei. Mas o motivo e os meios de nosso servio foram alterados. (Idem, p.248).

    Lei crist 2:Por que servimos? No porque a Lei nosso amo e devemos obe-

    decer a ela, mas porque Cristo nosso esposo e ele deseja que assim o

    A atualidadeda lei

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    faamos. No porque a obedincia Lei leva salvao, mas porque a salvao leva obedincia Lei. A Lei diz: Faa isso, e voc viver. O Evangelho diz: Voc vive, portanto faa isso. O motivo para a obedin-cia foi modificado. (Idem).

    Livres para obedecer:A liberdade crist no incoerente com a Lei, como tambm o amor

    no o . verdade que os cristos no esto sob a Lei, pois nossa sal-vao no depende da obedincia Lei. Isso, contudo, no nos libera da obrigao de guardar a Lei. A liberdade com a qual Deus nos fez livres no a liberdade para quebrar a Lei, mas a liberdade para guarda-la. (Idem, pp.248,249).

  • 16 Comentrios Adicionais 4 Trimestre de 2013

    23 DE NOVEMBRO DE 2013

    8 A importncia do sbado:A santificao do dia do Senhor no se originou com a igreja nem atra-

    vs de um gnio humano benevolente, mas na mente de Deus, o Criador, que o instituiu para o bem da sociedade humana. A no observncia deste mandamento equivale a no observncia de qualquer outra ordenana, como matar, adulterar, dizer falso testemunho ou cobiar. (REIFLER, Hans Ulrich. A tica dos dez mandamentos: um modelo de tica para os nossos dias. So Paulo: Vida Nova, 2009, p. 87)

    O sbado no Novo Testamento:Fazer o bem, salvar de um perigo, recuperar a vida, sarar o doen-

    te e alimentar o jumento (Lc 13.15, 16) so equivalentes positivos do quarto mandamento no Novo Testamento. Assim, o sbado torna-se o verdadeiro dia de alvio para o jumento que se desprende da manjedoura para beber e libertao para a mulher que havia sido presa por Satans durante dezoito anos. O caminho para o cumprimento do quarto man-damento no o legalismo proposto pelo farisasmo nem a libertinagem praticada pelo antinomismo, mas a f que atua pelo amor (Gl 5.6), o ser nova criatura (Gl 6.15) e o guardar as ordenanas de Deus (I Cor 7.19). (Idem, pp. 91-92).

    Jesus e o sbado:Jesus honrou e reconheceu o sbado, mas, ainda mais importante do que

    isso, ele identificou-se como o Senhor do sbado. Como o Senhor do sbado, ele estabeleceu ter sido o sbado criado para o homem, no o homem para o sbado. (Mohler Jr., R. Albert. Palavra do fogo: como ouvir a voz de Deus nos dez mandamentos. So Paulo: Cultura Crist, 2010, p.68).

    Um mandamento universal e no apenas para Israel:Geerhardus Vos afirmou que o mandamento est na prpria criao,

    O dia de descanso

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    como evidenciado em Gn 2, e o sbado deve ser um padro de lei moral para todos os povos, em todas as pocas e em todos os lugares seis dias de trabalho, um dia de descanso. (Idem, p.66).

  • 18 Comentrios Adicionais 4 Trimestre de 2013

    30 DE NOVEMBRO DE 2013

    9 Trs dias e trs noites:Ora, o Senhor diz que o Filho do homem [...] semelhantemente, ficar

    no corao da terra, na sepultura, durante trs dias e trs noites. A lio central consiste em que, como Jonas fora tragado pelo monstro marinho, assim ele, Jesus, seria tragado pela terra; e como Jonas fora libertado de seu encarceramento, assim tambm o grande Anttipo de Jonas sairia da sepultura. (HENDRIKSEN, William. Comentrio do Novo Testamento: Ma-teus: vol. 2. Traduo: Valter Graciano Martins. So Paulo: Cultura Crist, 2001, p.45).

    Jesus e a Pscoa:H uma estreita relao de entre a antiga pscoa dos judeus e morte de

    Jesus. [...] Jesus morreu por ocasio da celebrao desta importante festa. A Pscoa era a primeira festa do calendrio judaico. Acontecia no ms abibe ou Nis (Dt 16:1). Era celebrada todo ano, no dia catorze do primeiro ms, ao entardecer (Lv 23:5). Fica bem evidente que, quando Jesus foi crucifica-do, a Pscoa oficial, ou seja, a de Jerusalm, ainda no havia acontecido [...] O dia chamado de preparao da Pscoa era o dia em que os cordeiros eram mortos [...] Portanto, em suma, podemos afirmar que Jesus foi cru-cificado na tarde do dia 14 de abibe. (O doutrinal: nossa crena ponto a ponto. So Paulo: GEVC, 2012, pp.272,275).

    O dia da ressurreio:No findar do sbado, ao entrar o primeiro dia da semana, Maria Ma-

    dalena e a outra Maria foram ver o sepulcro (Mt 28:1;cf.Mc 16:2; Lc 24:1-2; Jo 20:1). As expresses no findar do sbado e ao entrar o primeiro dia da semana devem ser bem entendidas. Revelam o momento em que as mulheres foram ver o sepulcro e no o momento da ressurreio de Jesus, pois, quando elas chegaram l, ele no estava mais ali, ressuscitou

    Os dias da morte e da ressurreio

    de Jesus

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    como havia dito (Mt 28:6). Jesus j havia ressuscitado, o que significa que isto aconteceu antes do findar do sbado e do entrar do primeiro dia da semana [...] ou seja, exatamente, um pouco antes do pr-do-sol do sbado, conforme cremos. (Idem, pp.279-280).

    Jesus ressuscitou num domingo?O que nos d mais certeza [de que Jesus ressuscitou no sbado, mas se

    revelou a Maria Madalena somente no domingo] o texto grego. Nele, h uma conjuno adversativa (...), entre as sentenas Havendo Jesus ressus-citado e na madrugada do primeiro dia da semana, apareceu.... Uma conjuno adversativa tem como funo firmar uma divergncia de sentido entre duas sentenas. Fica muito claro pelo texto grego que a madrugada do primeiro dia da semana diz respeito, no ao dia da ressurreio (que aconteceu no final do sbado), mas ao dia do aparecimento de Jesus a Maria Madalena. A conjuno adversativa entre as sentenas no deixa d-vidas quanto a isso. (Idem, p.280).

  • 20 Comentrios Adicionais 4 Trimestre de 2013

    7 DE DEZEMBRO DE 2013

    10 Do que o homem formado?:[...] a natureza humana uma unidade corpo+esprito, que recebe o

    nome de alma: Formou o Senhor Deus ao homem do p da terra (adamah, corpo) e soprou nele o flego da vida (ruah, esprito), e ele se tornou alma vivente (nepesh, alma), diz Gnesis (2:7). Creio que assim a Bblia descreve o ser humano: corpo+esprito= alma. (Kivtz, Ed Ren. O livro mais mal hu-morado da Bblia: a acidez da vida e a sabedoria do Eclesiastes. So Paulo: Mundo Cristo, 2009, p. 64).

    Alma encarnada? No!:Wheeler Robinson diz que a ideia hebraica de personalidade um corpo

    vivente e no uma alma encarnada. O hebraico no possui uma palavra para corpo: nunca se precisou dela, j que o corpo era o homem. O ser humano um composto unitrio entre elemento material [corpo ou matria] e outro, imaterial [o folego de vida soprado por Deus]. (Idem).

    A ideia de uma alma imortal grega e no crist: Muitos cristos ocidentais e muitos no cristos

    acreditam que o cristianismo tem se deixado contaminar por uma verso amenizada do pensamento de Plato. Uma grande quantidade de hinos e poemas cristos revela uma tendncia ao gnosticismo. A espiritualidade de passagem (como na cano espiritual que diz: Este mundo no meu lar/ eu estou apenas de passagem), embora tenha, claro, algumas afinidades com o cristianismo clssico, estimula uma atitude gnstica: o mundo criado , na melhor das hipteses, um lugar irrelevante, escuro, perverso e sombrio, onde as almas imortais, que existiam originalmente em uma esfera diferente, aguardam ansiosamente o momento de retornar a ela, to logo isto lhes seja permitido. (WRIGHT, N. T. Surpreendido pela esperana. Viosa: Ultimato, 2009, p.106).

    A mortalidadeda alma

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    A Bblia no ensina que o ser humano possui uma alma imortal:H uma grande diferena entre a crena na ressurreio e a crena em

    uma alma imortal. Os filsofos platnicos acreditavam que todos os seres humanos tinham um elemento imortal dentro deles, normalmente conheci-do como alma. No Novo testamento, no entanto, imortalidade algo que somente Deus possui por natureza. (Idem, p.177).

  • 22 Comentrios Adicionais 4 Trimestre de 2013

    14 DE DEZEMBRO DE 2013

    11 O sono:O sono a cessao da atividade. Quando uma pessoa morre, acabam-

    -se suas atividades. No existe vida humana ps-morte, como j foi dito, a Bblia enxerga o ser humano de forma integral. Este morre, portanto, em sua totalidade [no fica nenhuma alma vagando por a no ar como um Gas-parzinho]. O ser humano no tem uma alma imortal, que continua existindo fora do seu corpo, depois do seu falecimento. Atualmente existe muita confuso com relao a este assunto. (O doutrinal: nossa crena ponto a ponto. So Paulo: GEVC, 2012, p.266).

    Esprito desincorporado?Na viso bblica do estado dos mortos, no se admite o fato da existncia

    de algum com um esprito desincorporado. No existe vida humana extra-corprea. Esse o ensino da Bblia [...] A pessoa que morre no faz mais pro-jetos, no pensa, no arquiteta; sua memria permanece no esquecimento. Ao dormir, torna-se inoperante, inativa. Fica assim, na sepultura, at o dia da ressurreio [Ec 9:5; Sl 146:4; Sl 6:5] Jesus disse que dos sepulcros que os mortos ressurgiro (Jo 5:28). (Idem, p. 266).

    A morte de acordo com a Bblia:A morte dos crentes , com frequncia, comparada ao dormir [...] A ex-

    presso tem por base a terminologia do Antigo Testamento com referencia a morte (Gn 47.30; 2 Sm 7.12). A comparao que se faz da morte com o sono especialmente apropriada ao subtender no somente repouso do trabalho, mas tambm o glorioso despertar que os crentes esperam [...]. (HENDRIK-SEN, William. Comentrio do Novo Testamento: 1 e 2 Tessalonicenses, Colos-senses e Filemon. So Paulo: Cultura Crist, 2007, pp. 129-130).

    O destino dos mortos

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    Amilenismo:Os amilenistas no acreditam na literalidade deste perodo [o milnio].

    Entendem-no como um longo perodo, sem nmero de anos determinado, que comeou no incio da Era Crist e dever estender-se at a volta de Jesus, e se refere habitao de Cristo no corao dos crentes. (O que cremos: nossas crenas ponto a ponto. Revista para estudos na Escola Bblica das igrejas Adventistas da Promessa, 2010, p.98). [Nesta viso] A igreja, ento, herdeira as promessas feitas nao de Israel. Por necessidade, o cumprimento dessas profecias acontecer num sentido espiritual e no lite-ral. Isso inclui a meno do milnio em Apocalipse 20. (FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemtica: uma anlise histrica, bblica, e apologtica para o con-texto atual. So Paulo: Vida Nova, 2007, p.1103).

    Ps-milenismo:A escatologia ps-milenista, como o nome sugere, afirma que o milnio

    ocorrer antes da segunda vinda de Cristo. O reino de Deus simbolizado pelo milnio de apocalipse 20, ser realizado por meio do sucesso da pregao do evangelho e das misses a todos os povos da terra. O evangelho ser disseminado no mundo inteiro e a maior parte da raa humana ser salva. Os princpios ticos da Escritura se tornaro a base da lei e da sociedade. A tecnologia e a base crist da sociedade capacitaro a humanidade a resolver os problemas da pobreza, fome, crime etc. A natureza ser restaurada, a po-luio vencida e a capacidade produtiva da terra ser plenamente alcanada. Ningum carecer de alimentao, abrigo e roupa. (Idem, p.1104).

    Pr-milenismo pr-tribulacionista ou dispensacional:Foi desenvolvido na Inglaterra, em meados do sculo XIX [...] Essa teo-

    logia tem sido promovida por muitos pregadores populares, entre eles, C. I. Scofield. Um das doutrinas que mais se destacam no dispensacionalismo a ideia do arrebatamento pr-tribulacional da igreja [difundida como o rapto

    1221 DE DEZEMBRO DE 2013

    O milnio no cu

  • 24 Comentrios Adicionais 4 Trimestre de 2013

    secreto da igreja]. Em linhas gerais, esta posio declara que Cristo vir para a sua igreja, depois ele vir com sua igreja. O primeiro estgio da vinda de Cristo chamado de arrebatamento; o segundo chamado de revelao, e a nfase recai sobre a iminncia do arrebatamento secreto da igreja, que ocorrer antes da grande tribulao. (Idem, pp. 1107-1109).

    O milnio para os promessistas:Ns, porm, cremos que o milnio ter incio com a segunda vinda

    de Cristo e no ser na terra, mas no cu. A Escritura no deixa dvidas quanto ao tempo da primeira ressurreio. Ela acontecer por ocasio da volta de Cristo (I Cor 15:33). s a partir da que os salvos comearo a reinar com Cristo (Ap 20:6). Primeiro, durante o milnio, no cu, e, depois disto, na terra (Ap 21:1-2), onde o prprio Deus morar com os salvos (Ap 21:3). Mil anos no cu o tempo de paz e descanso que Deus reservou para aqueles que aceitaram a Jesus Cristo como Senhor e Salvador e a ele permaneceram leais at o fim. (Lies Bblicas: revista para estudos na Escola Bblica, n.293, 2010, p. 100).

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    1328 DE DEZEMBRO DE 2013

    O lugar das crianas no reino

    Crianas e o Reino:As crianas podem e devem ser trazidas a Cristo. Na cultura grega e

    judaica, as crianas no recebiam o valor devido, mas no Reino de Deus elas no apenas so escolhidas, mas tambm so tratadas como modelo para as demais que querem entrar. (LOPES, Hernandes Dias. Marcos: o evangelho dos milagres. So Paulo: Hagnos, 2006, p.448).

    Jesus e as crianas:No a primeira vez que Jesus demonstra amor as crianas. Ele diz que

    quem recebe uma criana em seu nome o mesmo que receber ele prprio (9:36, 37). Jesus afirma, de outro lado, que fazer uma criana tropear uma atitude gravssima (9.42). Agora, Jesus acolhe as crianas, toma-as em seus braos, ora por elas, impe as mos sobre elas e as abenoa. (Idem, p. 450).

    Orao com ternura:O Mestre toma a primeira criana em seus braos e coloca a sua mo na

    cabea do infante. Ento, com ternura ou fervor ele a abenoa por meio de uma orao valiosa ao Pai, para que seu favor seja derramado sobre ela [...] Enquanto ele faz isto, o seu corao est cheio de compaixo e amor pelos pequeninos [...] Essa deve ter sido uma cena muito impressionante, confortadora e memorvel. (HENDRIKSEN, William. Comentrio do Novo Testamento: Marcos. So Paulo: Cultura Crist, 2001, p. 489).

    E quando as crianas crescerem?:Que coisa maravilhosa , quando os pais crentes podem dizer aos seus

    filhos, que agora alcanaram a idade do entendimento: Pense nisto, meu filho: quando voc era apenas um bebezinho, Jesus o tomou em seus braos e o abenoou. Voc j era alvo do seu amor, e ele tem estado com voc desde ento. E, agora, qual a sua resposta?. (Idem).

  • O Evangelho

    Ele mudou a histria. . O mundo viu a luz.

    Sua histria impactou o mundo A luz de Jesus.

    49AssembleiaGeral22, 23 e 24 de Novembro - Estncia rvore da Vida - Sumar / SP

    Junte-se ao coral e orquestra!

    Participe da 49 Assembleia Geral da Igreja Adventista da Promessae seja renovado pela histria mais impressionante que o homem j ouviu.

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