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ATENÇÃO BÁSICA - PAB Programa - Parte fixa - Ministério da Saúde Secretaria Executiva Brasília – DF 2002 Série C.Projetos, Programas e Relatórios 2.ª edição revista e atualizada

atenção básica - PAB

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Ministrio da SadeSecretaria Executiva

Programa

ATENO BSICA - PAB- Parte fixa -

Srie C.Projetos, Programas e Relatrios

2. edio revista e atualizada

Braslia DF 2002

2002. Ministrio da Sade. permitida a reproduo parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte. Srie C. Projetos, Programas e Relatrios; Tiragem: 2. edio revista e atualizada 2002 200 exemplares Barjas Negri Ministro de Estado da Sade Silvandira Paiva Fernandes Chefe de Gabinete Otavio Azevedo Mercadante Secretrio Executivo Paulo Mostardeiro Werberich Chefe de Gabinete Sady Carnot Falco Filho Diretor Executivo do Fundo Nacional de Sade Ailton de Lima Ribeiro Subsecretrio de Assuntos Administrativos Arionaldo Bonfim Rosendo Subsecretrio de Planejamento e Oramento Maria Ferreira da Silva Coordenadora Geral de Oramento e Finanas Anoildo Felisdrio dos Santos Coordenadora-Geral de Planejamento Elaborao, distribuio e informaes MINISTRIO DA SADE Secretaria Executiva Coordenao-Geral de Planejamento Esplanada dos Ministrios, bloco G, 3. andar CEP: 70058-900, Braslia DF Tel.: (61) 315 2133 Equipe Tcnica da Coordenao-Geral de Planejamento Fernando Ferreira Daltro, Joelma Medeiros Henriques (responsvel pela elaborao), Jos Rivaldo Melo de Frana, Mrcia Batista de Souza Muniz, Marcos Antnio Dantas de Lima, Marcus Csar Ribeiro Barreto, Mauro Marques de Oliveira Filho, Michelle Feversani Prolo (responsvel pela atualizao e reviso) e Vinicius Fernando Veiga Colaborao Especial Coordenao de Estratgias de Desenvolvimento e Gesto da Ateno Bsica/SPS/MS Impresso no Brasil / Printed in Brazil

Ficha Catalogrfica Brasil. Ministrio da Sade. Secretaria Executiva. Programa Ateno Bsica (PAB): parte fixa / Ministrio da Sade, Secretaria Executiva. 2. ed. rev. e atual. Braslia: Ministrio da Sade, 2002. 28 p.: il. col. (Srie C. Projetos, Programas e Relatrios) ISBN 85-334-0640-1 1. SUS (BR). 2. Financiamento Governamental. I. Brasil. Ministrio da Sade. II. Brasil. Secretaria Executiva. III. Ttulo. IV. Srie. NLM WA 540 DB8Catalogao na fonte Editora MS

EDITORA MS Documentao e Informao SIA, Trecho 4, Lotes 540/610 CEP: 71200-040, Braslia DF Tels.: (61) 233 1774/2020 Fax: (61) 233 9558 E-mail: [email protected]

Sumrio

1. Conceito .......................................................................................... 5 2. Funcionamento................................................................................. 7 3. Habilitao/Requisitos...................................................................... 8 4. Responsabilidades ...........................................................................10 5. Breve Avaliao................................................................................11 5.1. Indicadores de Cobertura.....................................................11 6. Planejamento ...................................................................................21 7. Legislao, Normas e Textos Referentes ao PAB............................23 8. Anexos..............................................................................................24

Programa ATENO BSICA- PARTE FIXA -

1. Conceito O Piso de Ateno Bsica (PAB), criado em 1997, implantado no primeiro semestre de 1998 e ampliado em 2001, um mecanismo de financiamento do Sistema nico de Sade (SUS), que altera a lgica do pagamento por produo, modelo este que foi muito criticado por dar nfase ao financiamento da doena em detrimento da ateno integral sade e privilegiar as localidades que possuem maior estrutura de servios. Com a nova sistemtica, os fundos municipais de sade recebem diretamente do Fundo Nacional de Sade (repasse fundo a fundo) um montante, calculado com base em um valor per capita, e a administrao local assume a responsabilidade pela ateno bsica sade da populao de seu territrio. Para acompanhamento do desempenho de estados e municpios no cumprimento de suas responsabilidades nesse nvel de ateno, foi institudo o Pacto de Indicadores da Ateno Bsica, um instrumento formal de negociao entre gestores das trs esferas de Governo (municipal, estadual e federal), cujo objeto de negociao so metas a serem alcanadas em relao a indicadores de sade previamente acordados. Ao fim de cada ano, municpios e estados tm seu desempenho avaliado pelos diversos nveis de gesto em funo do cumprimento das metas pactuadas. A prefeitura deixa de ser tratada pelo Ministrio da Sade como prestadora de servios e o secretrio de sade passa a exercer o papel de gestor da Ateno Bsica no seu municpio, a partir da elaborao de planos de aes em sade, de acordo com a realidade local. Dessa forma, espera-se alcanar um sistema de sade mais eqitativo e eficiente, baseado na preveno das doenas e na promoo da sade, com evidentes ganhos para a sade da populao. O valor per capita repassado pelo governo federal aos municpios, somado s transferncias estaduais e aos recursos municipais, destina-se ao custeio de procedimentos e aes de ateno bsica sade. 5

A ateno bsica pode ser compreendida como um conjunto de aes, de carter individual ou coletivo, situadas no primeiro nvel de ateno dos sistemas de sade, voltadas para a promoo da sade, preveno de agravos, tratamento e reabilitao, tais como: consultas mdicas em especialidades bsicas; atendimento odontolgico bsico (procedimentos coletivos, procedimentos individuais preventivos, dentstica e odontologia cirrgica bsica); atendimentos bsicos por outros profissionais de nvel superior; visita/atendimento ambulatorial e domiciliar por membros da Equipe de Sade da Famlia; vacinao; atividades educativas a grupos da comunidade; pequenas cirurgias; atendimentos bsicos por profissionais de nvel mdio; atividades dos agentes comunitrios de sade; orientao nutricional e alimentar, ambulatorial e comunitria; e pronto atendimento. Com a Norma Operacional de Assistncia Sade (NOAS-SUS 01/ 02), foi criado o Piso de Ateno Bsica Ampliado (PAB-A), que amplia o valor mnimo do PAB pela incorporao tabela da Ateno Bsica de 22 novos procedimentos, como aes de odontologia especializada e de apoio diagnstico (glicemia capilar, teste de gravidez, eletrocardiograma e coleta para exame preventivo de cncer de colo de tero), que complementam a resolutividade desse nvel de Ateno. A Norma Operacional vigente (NOAS-SUS 01/02) tambm define sete reas de atuao estratgicas mnimas da Ateno Bsica, que devem ser assumidas por todos os municpios brasileiros, respeitando o seu perfil epidemiolgico, sendo elas, controle da tuberculose, eliminao da hansenase, controle da hipertenso arterial, controle do diabetes mellitus, sade da criana, sade da mulher e sade bucal. 6

Os usurios do Sistema nico de Sade (SUS) podero obter informaes sobre como se utilizar dos servios acima, procurando o posto de sade de sua cidade, o hospital da rede pblica, a Secretaria Municipal de Sade ou mesmo por meio do DISQUE SADE pelo telefone 0800-611997 (ligao gratuita).

2. Funcionamento O PAB composto de uma parte fixa, destinada assistncia bsica, e de uma parte varivel relativa a incentivos para o desenvolvimento de aes especficas da ateno bsica (Vigilncia Sanitria, Vigilncia Epidemiolgica e Ambiental, Assistncia Farmacutica Bsica, Agentes Comunitrios de Sade, Equipes de Sade da Famlia, Equipes de Sade Bucal). A parte fixa, repassada mensalmente aos municpios, calculada conforme demonstrado a seguir: PAB = n. de habitantes do municpio, segundo IBGE x R$ per capita 12

Quando foi implantado, o valor per capita variava de R$10,00 a R$18,00, com base na srie histrica de produo de cada municpio para alguns procedimentos. A metodologia empregada para obteno desse valor foi a seguinte: Per capita = soma de procedimentos pagos ao municpio em 1996 Populao do municpio em 1997, segundo IBGE/97

A NOAS-SUS 01/02 aumentou o elenco de procedimentos da Ateno Bsica e instituiu o PAB-Ampliado, cujo valor mnimo passou a ser de R$10,50, mas os municpios que hoje j recebem o PAB fixo superior a R$10,50 no sofrero alterao desse valor. Quanto utilizao dos repasses, o dinheiro do PAB deve ser empregado apenas em despesas de custeio e capital relacionadas entre as responsabilidades definidas para a gesto da Ateno Bsica e coerentes com as diretrizes do Plano Municipal de Sade. Portanto, as despesas com aes de sade de mdia e alta complexidade e de assistncia hospitalar no devem ser cobertas com os referidos recursos. Os recursos do PAB no devem substituir as fontes de recursos prprios do oramento do municpio, devendo ser identificados nos fundos municipais de sade como receita operacional proveniente da esfera federal e devem1

Trata-se da mesma estimativa populacional utilizada pelo TCU para determinao das cotas do Fundo de Participao dos Municpios (FPM)

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ser utilizados na execuo de aes de sade previstas nos respectivos planos municipais de sade. A avaliao dos servios de sade prestados populao, a anlise da situao da sade no Pas, a avaliao da gesto municipal e a comparao dos dados de cada municpio so baseadas em bancos de dados nacionais de alimentao obrigatria por parte dos municpios habilitados, tais como: SINAN Sistema de Informao sobre Agravos de Notificao; SIM Sistema de Informao sobre Mortalidade; SINASC Sistema de Informao sobre Nascidos Vivos; SISVAN Sistema de Vigilncia Alimentar e Nutricional; e SIA Sistema de Informaes Ambulatoriais. importante salientar que a transferncia dos recursos do PAB ser suspensa caso os municpios no alimentem esses bancos de dados com regularidade e de acordo com as regras e cronograma especficos de cada um.

3. Habilitao/Requisitos Segundo a NOAS-SUS 01/02, para receber o PAB-A todos os municpios, inclusive aqueles j habilitados em quaisquer das condies de gesto definidas pela NOB-96, devero habilitar-se pela NOAS-SUS 01/02, submetendo-se a um processo de avaliao, realizado pela Secretaria Estadual de Sade e validado pelo Ministrio da Sade, cumprindo os seguintes requisitos: comprovar a operao do Fundo Municipal de Sade; comprovar o funcionamento do Conselho Municipal de Sade (CMS); comprovar capacidade de desempenhar as atividades de avaliao e controle; comprovar a alimentao regular do Sistema de Informao de Oramento Pblico em Sade (SIOPS) e o cumprimento da Emenda Constitucional n. 29, no que diz respeito ao percentual de recursos prprios aplicados em sade; 8

comprovar participao no Pacto de Indicadores da Ateno Bsica do ano em curso; comprovar desempenho satisfatrio segundo critrios de avaliao da Ateno Bsica aprovados pela Comisso Intergestores Tripartite; comprovar capacidade para desenvolver aes de vigilncia sanitria e epidemiolgica; e apresentar o Plano Municipal de Sade do perodo em curso, aprovado pelo CMS. O Plano Municipal de Sade a definio e programao de aes que precisam ser realizadas e de servios que precisam ser prestados, com metas quantificadas e com previso de prazos, para que se possa avaliar se esto sendo cumpridos. Essencialmente um Plano de Sade deve ter: diagnstico devero ser levantados dados de sade da populao e caractersticas do meio ambiente (saneamento, qualidade da gua, agentes transmissores, etc.) e avaliada a capacidade de atendimento dos servios de sade existentes no municpio; definio de objetivos e estratgias considerando-se as situaesproblema, os objetivos a serem atingidos e respectivas aes prioritrias para alcan-los, alm dos recursos para sua execuo; e meios de avaliao. A NOAS-SUS 01/ 02 define dois tipos de condio de gesto aos quais o municpio pode habilitar-se: Gesto Plena da Ateno Bsica Ampliada GPABA: o municpio fica responsvel pela gesto da Ateno Bsica (incluindo os prestadores privados desse nvel de ateno) e pela oferta das aes bsicas de sade, no seu territrio, para a populao residente. Gesto Plena do Sistema Municipal: o municpio passa a ser o gestor das unidades ambulatrias e hospitalares, pblicas ou privadas, que estejam situadas dentro do territrio do seu municpio. Dessa forma, alm da responsabilidade sobre a ateno bsica, o municpio tambm responde pela assistncia de mdia e alta complexidade e pelas internaes hospitalares. 9

Uma vez habilitado, o municpio ter direito a receber os recursos referentes parte fixa do PAB e os recursos relativos ao Incentivo das Aes Bsicas de Vigilncia Sanitria (R$0,25/hab./ano). Posteriormente, o municpio poder se qualificar para receber outros recursos relativos parte varivel do PAB, conforme a implantao de programas especficos (Vigilncia Epidemiolgica e Ambiental, Assistncia Farmacutica Bsica, Agentes Comunitrios de Sade, Equipes de Sade da Famlia, Equipes de Sade Bucal).

4. Responsabilidades O municpio deve elaborar mtodos e instrumentos de planejamento e gesto, coordenao e operacionalizao do sistema municipal de sade. Dever tambm criar mecanismos de controle e avaliao, desenvolver aes bsicas de vigilncia sanitria, administrar recursos humanos para ateno bsica e fortalecer o controle social do municpio. As aes de ateno bsica desenvolvidas pelo municpio no devero limitar-se ao atendimento da demanda espontnea da populao em geral para recuperao de sua sade, devendo incluir aes de promoo e proteo e o acompanhamento de grupos especficos como crianas, gestantes, hipertensos, diabticos, entre outros. Ao Estado cabe: gerir o SUS em mbito estadual; promover as condies e incentivar o poder municipal para que assuma a gesto da ateno bsica; assumir, em carter transitrio, a gesto da ateno sade daquela populao pertencente a municpios que ainda no tomaram para si esta responsabilidade; e, precipuamente, promover a harmonizao, modernizao e integrao dos sistemas municipais de sade em redes hierarquizadas de servios, objetivando garantir a integralidade da assistncia e o acesso da populao aos servios e aes de sade, de acordo com suas necessidades, em todos os nveis de assistncia. Unio cabe: gerir o SUS em mbito nacional; promover as condies e incentivar o gestor estadual com vistas ao desenvolvimento dos sistemas municipais; fomentar a harmonizao, a integrao e a modernizao dos sistemas estaduais; e exercer funes de normalizao e de coordenao no que se refere gesto nacional do Sistema nico de Sade (SUS).

10

5. Breve Avaliao 5.1. Indicadores de Cobertura Diversos indicadores sero apresentados ao longo dessa seo, destacando-se o alto nvel de adeso dos municpios ao Piso de Ateno Bsica (PAB), atingindo, em outubro de 2002, 99,6% dos municpios e uma cobertura populacional da ordem de 99,9%. Apenas 23 dos 5.559 municpios brasileiros ainda no recebem o PAB diretamente (0,04%), por ainda no estarem habilitados em nenhuma condio de gesto do SUS. Cabe destacar que, destes, 16 municpios recebem indiretamente os recursos, por situaremse em estados habilitados. No que diz respeito evoluo dos valores per capita aplicados nos exerccios de 1996 e em outubro de 2002, os mapas a seguir permitem a visualizao de mudanas significativas. Situao do PAB em 1996

Valores do PAB (R$ 1,00) Per Capita/Ano 0 0,01 a 4,99 5,00 a 9,99 10,00 10,01 a 14,99 > 15,00

11

Situao do PAB em outubro/2002

Valores do PAB (R$ 1,00) Per Capita/Ano 0 0,01 a 4,99 5,00 a 9,99 10,00 10,01 a 14,99 > 15,00

Em 1996, mais de 70% dos municpios brasileiros recebiam do Ministrio da Sade menos de R$ 10,00 por habitante/ano para o financiamento da Ateno Bsica e mais de 10% dos municpios no recebiam. Por outro lado, cerca de 5% dos municpios brasileiros faturavam um valor per capita que variava de R$18,00 at R$ 72,00 por habitante/ano. O PAB diminuiu significativamente essa desigualdade e possibilitou a todos os municpios brasileiros habilitados um per capita mnimo de R$ 10,00. A cobertura brasileira pelo PAB alcana, atualmente, 99,6% dos municpios e atende cerca de 99,9% da populao, conforme mostrado a seguir (vide detalhamento nos quadros 1 e 2):

12

Municpios Cobertos pelo PAB - Brasil 1998 - out/200210 0% 80 % 60 % 40 % 20 % 0% To t a l MunicpiosSe m c o b e r t u r a Co m c o b e r t u r a

19 98 5.5 0 7 37 1 5.1 3 6

19 99 5.5 0 7 15 6 5.3 5 1

20 00 5.5 0 7 53 5.4 5 4

20 01 5.5 6 4 30 5.5 3 4

o u t /02 5.5 6 4 25 5.5 3 9

Populao Atendida pelo PAB - Brasil 1998 - out/2002 (milhes)10 0% 80 % 60 % 40 % 20 % 0% Populao To t a lSe m c o b e r t u r a Co m c o b e r t u r a

19 98 163,9 18,9 145,0

19 99 163,9 12,3 151,0

20 00 163,9 10,8 153,0

20 01 172,4 0,3 172,0

o u t /02 172,4 0 172,4

13

A evoluo do nmero de municpios cobertos e da populao atendida, no conjunto das regies brasileiras, pode ser observada nos grficos a seguir (vide detalhamento nos quadros 1 e 2):

Municpios Cobertos pelo PAB - Regio Norte 1998 - out/200210 0% 80 % 60 % 40 % 20 % 0% To t a l MunicpiosSe m c o b e r t u r a Co m c o b e r t u r a

19 98 449 62 387

19 99 449 30 419

20 00 449 13 436

20 01 449 7 442

o u t /02 449 6 443

Populao Atendida pelo PAB - Regio Norte 1998 - out/2002 (milhes)10 0% 80 % 60 % 40 % 20 % 0% Populao To t a lSe m c o b e r t u r a Co m c o b e r t u r a

19 98 12,1 1,3 10,8

19 99 12,1 0,5 11,6

20 00 12,1 0,1 12,0

20 01 13,3 0,1 13,2

o u t /02 13,3 0,1 13,2

14

Municpios Cobertos pelo PAB - Regio Nordeste 1998 - out/200210 0% 80 % 60 % 40 % 20 % 0% To t a l MunicpiosSe m c o b e r t u r a Co m c o b e r t u r a

19 98 1.787 142 1.645

19 99 1.787 28 1.759

20 00 1.787 8 1.779

20 01 1.792 5 1.787

o u t /02 1.792 2 1.790

Populao Atendida pelo PAB - Regio Nordeste 1998 - out/2002 (milhes)10 0% 80 % 60 % 40 % 20 % 0% Populao To t a lSe m c o b e r t u r a Co m c o b e r t u r a

19 98 46,3 2,5 43,8

19 99 46,3 0,3 46,0

20 00 46,3 0,2 46,1

20 01 48,4 0,2 48,2

o u t /02 48,4 0,1 48,3

15

Municpios Cobertos pelo PAB - Regio Sudeste 1998 - out/200210 0% 80 % 60 % 40 % 20 % 0% To t a l MunicpiosSe m c o b e r t u r a Co m c o b e r t u r a

19 98 1.666 95 1.571

19 99 1.666 69 1.597

20 00 1.666 28 1.638

20 01 1.668 14 1.654

o u t /02 1.668 14 1.654

Populao Atendida pelo PAB - Regio Sudeste 1998 - out/2002 (milhes)10 0% 80 % 60 % 40 % 20 % 0% Populao To t a lSe m c o b e r t u r a Co m c o b e r t u r a

19 98 69,9 13,7 56,2

19 99 69,9 11,3 58,6

20 00 69,9 10,5 59,4

20 01 73,5 0,1 73,4

o u t /02 73,5 0,1 73,4

16

Municpios Cobertos pelo PAB - Regio Sul 1998 - out/200210 0% 80 % 60 % 40 % 20 % 0% To t a l MunicpiosSe m c o b e r t u r a Co m c o b e r t u r a

19 98 1.159 70 1.089

19 99 1.159 24 1.135

20 00 1.159 3 1.156

20 01 1.189 0 1.189

o u t /02 1.189 0 1.189

Populao Atendida pelo PAB - Regio Sul 1998 - out/2002 (milhes)10 0% 80 % 60 % 40 % 20 % 0% Populao To t a lSe m c o b e r t u r a Co m c o b e r t u r a

19 98 24,0 1,0 23,4

19 99 24,0 0,1 24,3

20 00 24,0 0,0 24,4

20 01 26,0 0,0 25,5

o u t /02 26,0 0,0 25,5

17

Municpios Cobertos pelo PAB - Regio Centro-Oeste 1998 - out/200210 0% 80 % 60 % 40 % 20 % 0% To t a l MunicpiosSe m c o b e r t u r a Co m c o b e r t u r a

19 98 446 2 444

19 99 446 5 441

20 00 446 1 445

20 01 463 1 462

o u t /02 463 0 463

Populao Atendida pelo PAB - Regio Centro-Oeste 1998 - out/2002 (milhes)10 0% 80 % 60 % 40 % 20 % 0% Populao To t a lSe m c o b e r t u r a Co m c o b e r t u r a

19 98 11,2 0,4 10,8

19 99 11,2 0,0 11,2

20 00 11,2 0,0 11,2

20 01 11,9 0,0 11,9

o u t /02 11,9 0,0 11,9

18

O grfico a seguir compara os diferentes nveis de adeso ao PAB, dos estados e do Distrito Federal em relao mdia nacional que , atualmente, de 99,9% (vide detalhamento no quadro 2):

Piso de Ateno Bsica - PAB % Cobertura Populacional - out/2002AP AC MG PA MA SP BRASIL BA TO SE SC RS RR RO RN RJ PR PI PE PB MT MS GO ES DF CE AM AL 0 20 40 60 80 100

% Co b e r t u r a P o p u la c io n a l

19

Municpios Cobertos pelo PAB Projeto Alvorada 1999 - out/200210 0% 80 % 60 % 40 % 20 % 0% To t a l MunicpiosSe m c o b e r t u r a Co m c o b e r t u r a

19 99 2.313 64 2.449

20 00 2.313 21 2.292

20 01 2.361 60 2.301

o u t /02 2.361 9 2.352

Populao Atendida (milhes) pelo PAB Projeto Alvorada 1999 - out/200210 0% 80 % 60 % 40 % 20 % 0% To t a l MunicpiosSe m c o b e r t u r a Co m c o b e r t u r a

19 99 38,8 0,8 38,0

20 00 38,8 0,5 38,3

20 01 42,8 2,8 40,0

o u t /02 42,8 0,1 42,7

20

6. Planejamento O PAB foi includo no Plano Plurianual 2000 2003 como uma das aes integrantes do Programa Sade da Famlia, sob o cdigo oramentrio 36901.10.301.0001.0587, com o nome de Atendimento Assistencial Bsico com o Piso de Ateno Bsica PAB Fixo. No grfico a seguir, possvel observar os recursos financeiros realizados e programados para o PAB no perodo 2000 2003:

Piso de Ateno Bsica - PAB Recursos Financeiros 2000 - 2003R$ m ilhes 2.000,0 1.950,0 1.900,0 1.850,0 1.800,0 1.750,0 1.700,0 1.650,0 1.600,0 1.550,0

2.000,0 1.920,0

1.789,0 1.726,0

2000Realizado Programado

2001Ano

2002

2003

21

Piso de Ateno Bsica - PAB Municpios Cobertos 2000 - 2003

5.580 5.560 5.540 5.520 5.500 5.480 5.460 5.440 5.420 5.400

5.561 5.534 5.539

5.561

5.454

2000Realizado Programado

2001

out/02Ano

2002

2003

Populao Atendida 2000 - 2003Pop. Atend. (milhes) 180 175 170 165 160 155 150 145 140

176,8 172,1 172,4 172,5

153,1

2000Realizado Programado

2001

out/02Ano

2002

2003

22

7. Legislao, Normas e Textos Referentes ao PAB Norma Operacional Bsica do Sistema nico de Sade (NOB-SUS 01/96) Institui o PAB fixo. Portaria GM/MS n. 1.882, de 18 de dezembro de 1997 Define aes custeadas pelo PAB fixo e sua frmula de clculo, condicionando a transferncia de recursos alimentao de sistemas de informao. Portaria GM/MS n. 1.884, de 18 de dezembro de 1997 Define o valor do PAB. Portaria GM/MS n. 84, de 6 de fevereiro de 1998 Define o valor mximo do PAB fixo. Portaria MS n. 3.925, de 13 de novembro de 1998 Aprova o Manual da Ateno Bsica. Programa de Ao em Sade Diagnstico. Relatrio, voto e deciso do Tribunal de Contas da Unio, 1999. Rede de Proteo Social, Relatrio de Acompanhamento, out/1999. Avana Brasil, Projeto de Lei do Plano Plurianual 2000-2003. O que muda com o PAB?, encarte da assessoria de Comunicao Social do MS. Portaria GM/MS n. 1.128, de 31 de agosto de 1999 Ratifica os valores mnimo e mximo do PAB fixo. Norma Operacional da Assistncia Sade - NOAS-SUS 1/2 Amplia as responsabilidades dos municpios na Ateno Bsica e institui o PAB-A. Instruo Normativa GM/MS n. 01/2002 Regulamenta processo de habilitao de municpios para recebimento do PAB-A. Portaria GM/MS n. 1.634, de 12 de setembro de 2001 Atualiza os valores do teto anual do PAB fixo, por estado, para 2001. Portaria SE/MS n. 130, de 21 de setembro de 2001 Atualiza os valores do teto anual do PAB fixo, por municpio, para 2001. Portaria GM/MS n. 2.034, de 7 de dezembro de 2001 Define o valor mnimo do PAB ampliado. 23

8. Anexos Quadro 1 Piso de Ateno Bsica - PAB Municpios Cobertos - BrasilRegio/UF TOTAL NORTE AC AM AP PA RO RR TO NORDESTE AL BA CE MA PB PE PI RN SE SUDESTE ES MG RJ SP SUL PR RS SC CENTRO-OESTE DF GO MS MT 1998 5.136 387 16 40 7 125 52 9 138 1.645 101 370 172 197 198 185 185 163 74 1.571 71 807 91 602 1.089 399 405 285 444 0 241 77 126 1999 5.351 419 17 52 14 134 52 12 138 1.759 101 406 183 212 213 185 220 164 75 1.597 71 823 89 614 1.135 399 444 292 441 1 242 72 126 2000 5.454 436 18 59 14 139 52 15 139 1.779 100 410 184 215 223 185 221 166 75 1.638 77 831 91 639 1.156 399 464 293 445 1 242 76 126 2001 5.534 442 18 62 14 142 52 15 139 1.787 102 413 184 216 223 185 222 167 75 1.654 78 841 92 643 1.189 399 497 293 462 1 246 77 138 out/02 5.539 443 19 62 14 142 52 15 139 1.790 102 416 184 216 223 185 222 167 75 1.654 78 841 92 643 1.189 399 497 293 463 1 246 77 139

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Quadro 2 Piso de Ateno Bsica - PAB Populao Atendida - BrasilRegio/UF 1998 TOTAL 145.036.273 NORTE 10.839.955 AC 461.323 AM 2.101.536 AP 364.136 PA 5.364.659 RO 1.255.522 RR 216.050 TO 1.076.729 NORDESTE 43.846.398 AL 2.663.071 BA 11.975.424 CE 6.743.281 MA 5.087.773 PB 3.164.646 PE 7.466.773 PI 2.518.473 RN 2.573.122 SE 1.653.835 SUDESTE 56.218.438 ES 2.773.076 MG 16.535.357 RJ 13.555.657 SP 23.354.348 SUL 23.364.702 PR 9.142.215 RS 9.339.640 SC 4.882.847 CENTRO-OESTE 10.766.780 DF 1.877.015 GO 4.637.316 MS 1.964.603 MT 2.287.846 1999 2000 151.646.285 153.149.255 11.589.402 11.997.905 248.055 507.592 2.452.976 2.556.260 431.895 431.895 5.777.726 5.803.485 1.296.856 1.296.856 251.225 266.922 1.130.669 1.134.895 45.995.179 46.122.954 2.713.203 2.705.767 12.824.108 12.859.145 7.092.318 7.106.605 5.377.543 5.393.563 3.326.826 3.375.609 7.580.826 7.580.826 2.729.746 2.734.152 2.637.823 2.654.501 1.712.786 1.712.786 58.594.545 59.373.765 2.884.042 2.938.062 17.127.745 17.167.045 13.517.158 13.807.358 25.065.600 25.461.300 24.282.890 24.438.580 9.375.592 9.375.592 9.811.198 9.964.540 5.096.100 5.098.448 11.184.269 11.216.051 1.969.868 1.969.868 4.848.725 4.848.725 1.990.127 2.021.909 2.375.549 2.375.549 2001 172.083.776 13.199.826 548.359 2.900.240 489.414 6.331.795 1.407.886 337.237 1.184.895 48.185.242 2.856.629 13.078.158 7.547.620 5.720.479 3.468.594 8.008.207 2.873.010 2.815.244 1.817.301 73.361.845 3.155.016 18.045.197 14.558.545 37.603.087 25.453.264 9.694.709 10.309.819 5.448.736 11.883.599 2.097.447 5.116.462 2.111.036 2.558.654 out/02 172.385.826 13.245.084 574.355 2.900.240 498.735 6.341.736 1.407.886 337.237 1.184.895 48.331.186 2.856.629 13.214.114 7.547.620 5.730.467 3.468.594 8.008.207 2.873.010 2.815.244 1.817.301 73.470.763 3.155.016 18.127.096 14.558.545 37.630.106 25.453.264 9.694.709 10.309.819 5.448.736 11.885.529 2.097.447 5.116.462 2.111.036 2.560.584

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Quadro 3 Piso de Ateno Bsica - PAB Municpios Cobertos - Projeto AlvoradaRegio/UF TOTAL NORTE AC AM AP PA RO RR TO NORDESTE AL BA CE MA PB PE PI RN SE SUDESTE ES MG SP SUL PR RS CENTRO-OESTE GO MT 1999 2.249 234 14 37 4 80 11 5 83 1.685 100 388 180 199 208 173 218 149 70 274 5 267 2 20 19 1 36 22 14 2000 2.292 249 14 45 4 83 11 8 84 1.709 99 394 181 202 218 173 220 151 71 278 6 270 2 20 19 1 36 22 14 2001 2.301 252 14 46 4 85 11 8 84 1.713 100 396 181 203 218 173 220 151 71 280 6 272 2 20 19 1 36 22 14 out/02 2.352 267 15 46 4 98 12 8 84 1.739 101 401 182 203 220 175 221 165 71 290 6 282 2 20 19 1 36 22 14

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Quadro 4 Piso de Ateno Bsica - PAB Populao Atendida - Projeto AlvoradaRegio/UF TOTAL NORTE AC AM AP PA RO RR TO NORDESTE AL BA CE MA PB PE PI RN SE SUDESTE ES MG SP SUL PR RS CENTRO-OESTE GO MT 1999 37.951.805 3.792.198 221.567 719.318 28.690 2.164.527 158.452 33.034 466.610 30.827.602 1.926.915 9.210.740 4.593.801 3.976.384 2.260.675 4.330.077 2.022.799 1.454.046 1.052.165 2.856.932 49.577 2.800.648 6.707 215.853 210.503 5.350 259.220 136.998 122.222 2000 38.291.396 3.942.885 221.567 833.708 28.690 2.180.901 158.452 48.731 470.836 30.990.101 1.919.479 9.262.188 4.608.088 3.992.404 2.309.458 4.330.077 2.042.210 1.470.724 1.055.473 2.883.337 54.147 2.822.483 6.707 215.853 210.503 5.350 259.220 136.998 122.222 2001 39.991.023 4.378.029 248.766 919.404 35.214 2.474.876 161.094 66.125 472.550 32.147.812 2.026.331 9.222.941 4.926.567 4.215.126 2.364.565 4.576.445 2.141.099 1.549.485 1.125.253 3.001.418 55.219 2.939.146 7.053 207.286 201.183 6.103 256.478 137.414 119.064 out/02 42.699.519 4.646.212 264.268 919.404 35.214 2.715.594 173.057 66.125 472.550 34.079.903 2.039.185 9.863.662 5.187.267 4.215.126 2.728.175 4.816.243 2.144.129 1.960.863 1.125.253 3.509.640 55.219 3.447.368 7.053 207.286 201.183 6.103 256.478 137.414 119.064

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CARTILHAS TEMTICAS DA SADE

Cartilhas disponveis na internet: www.saude.gov.br/bvs

Home page do Ministrio da Sade www.saude.gov.br Home page do Departamento de Ateno Bsica www.saude.gov.br/psf E-mail: [email protected]

EDITORA MS Coordenao-Geral de Documentao e Informao/SAA/SE MINISTRIO DA SADE (Normalizao, reviso, editorao e impresso) SIA, Trecho 4, Lotes 540/610 CEP: 71200-040 Telefone: (61) 233-2020 Fax: (61) 233-9558 E-mail: [email protected] Braslia DF, dezembro de 2002 OS 1220/2002