Jornal Em Foco edição 98

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Jornal com nticias de Itapo e Garuva

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  • Pg. 30

    Pg. 06 Pg. 08 Pg. 10 Pg. 27

    ITAPODocumentrio sobre Itapo ser lanado no final de junho

    ITAPOProdutos da Electrolux che-gam ao pas via Porto Itapo

    ITAPOCmara d incio aos trabalhos do Poder Legislativo

    ITAPOIncio de ano registra trs homicdios no Municpio

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    Ano 7 - N 98 - 1 Quinzena Fevereiro de 2013 R$ 1,00 Itapo, Garuva e Regio

    CONTORNO DE GARUVA SAI DO PAPELGovernador assina Ordem de Servio para nova rodovia

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    CNPJ: 14.265.035/0001-67 Itapo/SC 89249-000Avenida Brasil, n 2666 | Itapo Centro FONE: 3443-6673 Rua 1970, n 352 | Bal. Palmeiras FONE: 3443-6238DiretoriaMrcia Tavares - Diretora Geral(47) 9984-4999 | marciatavares@jornalemfocosc.com.brAline Jantara Diretora Comercial(47) 9926-4368 | alinejantara@jornalemfocosc.com.brRoberto Bicudo Editor Grfico

    Thiago Gusso (6562 DRT-PR) - Jornalista Responsvel thiagusso@gmail.comImpresso Editora Grupo RBS

    O Jornal Em Foco no se responsabiliza por contedos contidos em propagandas, bem como pelos artigos assinados, cujos autores

    respondem integralmente pelas ideias al expressadas.

    EXPEDIENTEJornal Em Foco Ltda ME

    Advogado | OAB/SC 24.535O CDIGO DE DEFESA DO CONSuMIDOR

    LEI N 8.078/90Carlos Eduardo

    Editorial

    Mrcia Tavares

    Frases da Edio

    Responsabilidade Segurana

    Deputado vtima de infarto aps ter contracheque

    trocado com professor.

    O contribuinte o nico cidado que trabalha para o

    governo sem ter de prestar concurso.

    O inimigo mais terrvel aquele que j foi nosso amigo,

    pois conhece as nossas fraquezas.

    Se voc for paciente em um momento de raiva, ir esca-par de cem anos de arrependimento.

    Provrbio Chins

    Vale mais a pena ser um sbio calado do que um papa-gaio mal informado.

    Eduquem as crianas e no ser necessrio castigar os

    homens.

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    O segundo caso acontece justamente quando a compra realizada dentro de um estabelecimento comercial. Nesse caso, o prazo para devoluo do produto/servi-o que est com defeito ou inadequado ao consumo varia de acordo com o bem adquirido da mesma forma de quando o consumidor deseja fazer uma troca: 30 dias para bens no-durveis e 90 dias para bens dur-veis contados a partir do recebimento do produto. O CDC garante ainda que o consumidor tenha a opo de substituir o produto por outro em perfeitas condies ou receber um desconto proporcional ao defeito.Tanto a troca, abatimento no valor ou devoluo do produto so direitos previstos no Artigo 18 do Cdigo de Defesa do Consumidor, com um prazo de at 30 dias para reclamao. Caso a empresa crie alguma dificul-dade para a devoluo do produto ou servio, o con-sumidor deve procurar imediatamente um advogado especializado em Direitos do Consumidor ou o apoio do Procon, munido dos documentos pessoais e da Nota Fiscal de compra.No direito, h uma mxima que diz: o nus da prova compete a quem alega. Isto significa que, se eu disser que algum me deve, sou eu quem deve provar que esse algum me deve. No Cdigo de Proteo e Defesa do Consumidor (CDC), esta lei auxilia a parte mais fraca, o consumidor, que dever provar que comprou (nota fiscal) um bem ou contratou (recibo) um servio. Mas quem vai ter de provar que o bem no apresenta defeito, nem o servio prestado se apresenta defeituoso ser o fornecedor e o prestador de servios.

    Parte 2 de 2

    Passadas as primeiras duas semanas de co-moo pelo dramtico episdio de Santa Maria (RS), que deixou o pas e o estado gacho enlu-tado, o incndio na boate Kiss j ceifou a vida de 238 pessoas, a maioria jovens universitrios que estavam naquele recinto festivo, levando todos ao desespero.

    Observamos, por meio da mdia, a emoo de todo e qualquer cidado; os trabalhos e o envol-vimento das autoridades pblicas foram inten-sos; o clima de apoio e solidariedade mostrou a cara do povo gaucho e brasileiro.

    A cidade universitria sempre foi o centro de referncia de jovens do interior, que buscam gra-duao para iniciarem suas vidas profissionais.

    Mas depois dessa barbrie, com certeza ser uma cidade condenada, e doente pelos erros da poltica, da sociedade e das prprias irresponsa-bilidades.

    Diante dessa tristeza, ficaram familiares, ami-gos, conhecidos, um estado e, at mesmo, uma nao sofrendo pela degradao moral e por equivocadas escolhas culturais.

    Hoje, s resta buscar culpados. Mas Culpar quem? O Estado, os bombeiros, os proprietrios? O Estado no tem culpa! um ente incapaz pela prpria natureza. A culpa toda nossa. O Brasil estagnou no coletivismo selvagem. Vivemos com as diferenas sociais e preconceitos todos os dias. Nossas vidas dependem cada vez menos da nossa

    prpria conscincia e cada vez mais do autorita-rismo das foras de coero. A crena no Estado protetor, com seus alvars, proibies, regras e controles, no passa de alienao coletiva. Vive-mos em constante fuga da realidade. Incorremos deliberadamente em omisso de responsabilidade. Coletivizamos a responsabilidade que deveramos assumir individualmente e nos tornamos mais e mais selvagens. No tomamos a iniciativa de fa-zermos a nossa prpria investigao, com raciona-lidade e independncia, para a mais simples pre-veno. Concordamos com a impunidade, porque vivemos tentando imputar aos outros a culpa pela nossa prpria irresponsabilidade. Abandonamos a razo, se algum dia a tivemos.

    Santa Maria acordou em choque pela morte de seus jovens. Todos ns acordamos em cho-que pela morte dos jovens de Santa Maria. Resta, agora, chorar pela dor da perda daqueles que de-veramos proteger, daqueles que amamos. Nos-sas crianas tm sido mrtires da nossa omisso. Estamos matando o nosso futuro, no apenas nas casas noturnas, mas nos estdios, nas escolas e nas ruas.

    Mas, como de costume, ns brasileiros es-quecemos muito rpido as coisas ruins. Esque-cemos da corrupo, das fraudes, das tragdias.

    Neste momento, tempo de se fantasiar, brin-car, se divertir, soltar a franga, enfim... muito comum ouvirmos frases como No carnaval, nin-gum de ningum ou Amor de carnaval dura s quatro dias. Isso demonstra como a maioria das pessoas se sentem nessa poca, pelo menos aparentemente Essa liberalidade toda, porm, pode nos fazer esquecer de muitas coisas impor-tantes quando o assunto a vida. Esses exageros podem fazer da brincadeira um pesadelo pelo resto da vida. Portanto, vamos curtir o carnaval com muita alegria, segurana e, acima de tudo, responsabilidade.

    Esperamos que tenham um timo carnaval cheio de coisas boas. Aproveitem bastante esses dias de folga, divirtam-se e no se esqueam: responsabilidade e segurana acima de tudo!

  • www.jornalemfocosc.com.brITAPO

    Fevereiro 20133

    Mrcia TavaresPg. 2

    Claudio Gilberto CavichioliPg. 25

    Carlos EduardoPg. 2

    Colunistas

    Mrcio GonzattoPg. 15

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    O que a Defesa Civil?A Defesa Civil engloba o Corpo de Bombeiro, Po-lcia Militar, Prefeitura, demais rgos de compe-tncia do municpio e, at mesmo, as associaes de bairro. Isso a Defesa Civil: um todo traba-lhando em prol de um bem maior. O coordenador dessa Defesa Civil deve ser militar, de preferncia bombeiro, que trabalhe na rea. O presidente da Comisso de Defesa Civil deve, obrigatoriamente, trabalhar na Prefeitura. Hoje, para ser declarada uma situao de emergncia ou, ento, calamida-de pblica, necessrio o aval do Comdec (Co-misso Municipal de Defesa Civil).

    Como funciona o trabalho da Defesa Civil?A Defesa Civil atua em estados de stio e calami-dades. a que acionada a Defesa Civil. Atua tambm em situaes como a da eroso de nossa orla martima, em casas que esto caindo, desli-zamentos de terra e enxurradas. Enfim, em todas as catstrofes que envolvam gastos, deve ser acio-nada a Defesa Civil. A prpria populao pod