O LOBO - 4ª Edição

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O Lobo uma iniciativa da Empresa Jnior da UNESP de Guaratinguet, Jr. Eng, que visa maior disseminao de contedos voltados ao nosso Campus

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  • O ano comeou e o Lobo traz ainda

    mais novidades pra voc!

    Violncia na faculdade.Como funciona o novo sistema de controle de veculos

    Da fico para a realidade

    A gente quer tentar restituir mobilidade em pa-cientes com graves nveis de paralisia corp-rea atravs de uma ligao direta do crebro com uma veste robtica, que vai permitir que ele imagine o movimento, gere uma tempes-tade cerebral que a gente consegue ler, e tra-duz em controles dessa veste robtica para que ele possa andar novamente, autonomamente, so palavras do neurocientista brasileiro Miguel Ni-colelis, criador do projeto milagroso que faz pesso-as com incapacidade motora nas pernas andarem.

    DIVULGAO

    Aprenda a se planejar. Mude seus hbitosAcabou de chegar na fa-culdade? Ainda est em clima de frias? S est com dificuldade para se organizar? O Lobo te ajuda nesse comeo pra voce no passar o ano arrancando os cabelos por falta de organizao!

    Jr. Eng almejando crescimentoFique por dentro de como funciona o pro-cesso seletivo da em-presa jnior da Feg - Unesp. Quem sabe voc no trabalha na sua primeira empresa ainda na faculdade?

  • Mudana de hbitos, mudana de resultados

    Otimize seus resultados de maneira eficiente atravs de novos hbitos

    Aps o comeo do ano letivo, chega a hora de planejar suas aes para atingir suas metas ao longo do ano. E para atingi-las ne-cessrio entender como seus hbitos se relacio-nam com as mesmas. A qualidade dos hbitos modifica a qualidade de nossas vidas e desse modo, saber adaptar seus hbitos aos seus ob-jetivos pessoais, torna-se a chave do sucesso.Mas para que haja a adaptao de hbi-tos, primeiramente, deve-se saber como eles funcionam. Baseados em duas dca-das de estudo, psiclogos, socilogos e cientistas do crebro comearam finalmen-

    te a entender como os hbitos funcionam e, mais importante, como podem ser transformados. Logicamente, com base na leitura de centenas de artigos acadmicos, entrevistas com mais de trezentos cientistas e executivos, alm de pesquisas realizadas em dezenas de em-presas, o autor Charles Duhigg explica no seu livro, The Power of Habit (O poder do h-bito), que os hbitos funcionam de maneira triangular, sendo compostos pelos elementos:Gatilho: estmulo que aciona o crebro e induz o mesmo a entrar no modo automtico.Rotina: sequncia de atividades que podem ser tanto fsicas quanto intelectuais. Recompensa: aquilo que indica ao crebro se esse conjunto de aes vale a pena ou no ser repetido. Quanto maior a expecta-tiva pela recompensa, mais forte o hbito.Para modificar um hbito necessrio man-ter o gatilho e a recompensa, mas mudar a rotina. Alm disso, preciso ficar atento s sensaes que cada ao da rotina provo-ca e assim substituir ou manter cada ao, sempre tendo como foco o seu objetivo.Identificando cada um desses trs elementos, pode-se entender completamente a natureza de cada hbito e assim adapt-lo a sua vontade. A equipe do Lobo sugere a leitura do livro O Po-der do Hbito de Duhigg para mais informaes.

    Por Adrianus de Queiroz Ferreira

  • Buscando o futuro da Jr. Eng

    Conhea um pouco mais sobre como funciona o processo seletivo da empresa jnior da Feg - UnespPor Daniel Galati Sabio

    Toda empresa, seja ela macro ou micro, visa sucesso no mercado. A grande questo : qual a principal maneira de atingir esse sucesso? A resposta muito sim-ples: basta a eficincia em selecionar as melho-res cabeas e persona-lidades para levarem a empresa para o topo. A qualidade, a repercus-so da marca ou qual-quer que seja o motivo de reconhecimento ex-terno da empresa, por trs disso, est ligada fortemente com a exis-tncia de uma equipe eficiente, pr-ativa, apai-xonada e, consequente-mente, de sucesso. Isso s possvel atravs de uma seleo, ao mes-mo passo que rgida, eficiente dos candidatos que desejam fazer parte da empresa em questo.Na Jr. Eng, empresa jnior do campus da Unesp de Guaratingue-t, no diferente, o processo seletivo est acontecendo desde a l-tima semana. Os mais

    de 100 inscritos nessa edio, um re-corde de candidatos em toda a his-tria da empresa, participaram nos dias 24, 25 e 26 de maro, da primei-ra fase a qual foi caracterizada pe-las dinmicas seletivas de qualida-des, capacidades e atribuies dos candidatos, que, alm disso, tiveram como principal objetivo, selecionar os alunos que tm o perfil da empresa jnior. Nesta semana, comea a se-gunda e ltima etapa do processo: as entrevistas individuais, nas quais os candidatos podem mostrar tudo so-bre eles e porqu devem ser contra-tados para fazer parte da empresa.Em ambas as fases, psiclogas au-xiliaram na avaliao de qualidades, personalidade, perfil e tiveram influ-ncia de peso na escolha dos can-didatos, tornando assim, o proces-so seletivo mais eficiente do ponto de vista terico em relao ao real comportamento de cada candidato.Em qualquer empresa, juntamente com o sucesso, vem o maior nme-

    ro de interessados em fazer parte dele dentro dessa empresa, criando assim, um ciclo de cres-cimento o qual carac-terizado pela proporo direta de pessoas capa-citadas entrando e fa-zendo a empresa cres-cer. Por isso, queles que almejam uma par-ticipao, tanto na Jr. Eng, como em outras empresas de sucesso, no sendo aprovados, no devem perder a es-perana, o foco e a de-terminao visto que, segundo Thomas Edi-son, Nossa maior fra-queza est em desistir. O caminho mais certo

    de vencer tentar mais uma vez. Processos seletivos acontecem todos os anos e a pre-parao pode come-ar a partir de agora.

  • Um pequeno chute para o homem, um grande salto para a humanidade

    O projeto que vai fazer a vida de muita gente andar pra frente

    Por Pedro Filipe Fontes

    Com certeza, voc j observou em filmes futursticos os chamados cyborgs, humanos com carac-tersticas robticas anexadas ou implantadas no corpo que os auxiliam a exercer suas atividades coti-dianas. Calma, o mundo no est sendo dominado por eles, porm, segundo o estudo do neurocientista brasileiro, da Universidade de Duke, na Carolina do Norte, Miguel Nicolelis, em um futuro extremamente prximo, humanos que perderam sua capacidade motora nas pernas, paraplgicos, voltaro a ter mo-vimento nas pernas graas sua pesquisa sobre neurotransmisso e seu projeto Walk Again (Andar de novo, em portugus). A gente quer tentar restituir mobilidade em pacientes com graves nveis de paralisia corprea atravs de uma ligao direta do crebro com uma veste robtica, que vai permitir que ele imagine o movimento, gere uma tempestade cerebral que a gente consegue ler, e traduz em controles dessa veste robtica para que ele possa andar novamente, autonomamente, explica Nicolelis.

    Primeiramente, o cientista, por cerca de 25 anos, pesquisou a tecnologia que converte a tempesta-de cerebral, que no nada alm dos sinais el-tricos emitidos pelo crebro em suas atividades, em codificaes para artefatos mecnicos, com-putacionais ou virtuais. Foram realizados testes com ratos e macacos que conseguiram, aps os testes, realizar tarefas simples como, por exem-plo, movimentar um brao mecnico. Isso leva ao projeto Walk Again visto que, com o auxlio da pesquisa nessa tecnologia, o cientista criou um exoesqueleto que, quando acoplado s pernas do indivduo deficiente, apenas com os seus co-

    mandos cerebrais para andar, movimenta as suas pernas de maneira que seja capaz de se locomover.Em agosto de 2013, foram aprovadas as pesquisas do projeto em humanos ten-do em vista que, com a sua repercusso, a primeira utilizao oficial do aparelho, sem es-tar sendo testado, ser no pontap inicial do primeiro jogo da Copa do mundo em 2014 no Brasil o qual uma pessoa com incapacidade motora, utilizando o exoesqueleto, dar.O projeto Walk Again um grande feito, no somente para toda a comunidade cientfica, mas tambm para toda a sociedade. So muitos anos de pesquisa e desenvolvimen-to acerca da tecnologia com neurotransmisso e, de maneira notvel, um resultado mais do que eficiente e satisfatrio que, com certeza, alm de crescer significativamente nos prxi-mos anos, mudar e far andar a vida de muitas pessoas incapacitadas por todo o mundo.

  • E agora? seguro?Entenda o novo sistema de controle de entrada de veculos da Feg - Unesp

    Por Leonardo Hori

    Desde o dia 10 de maro, alunos e funcionrios da FEG que utilizam o estacio-namento do campus, passaram a ter que apresentar um crach, na entrada da guari-ta 1, contendo informaes do veculo. Este novo sistema de identificao tem permiti-do que os vigias possam controlar melhor quais carros que entram no campus perten-cem a alunos, professores, funcionrios ou a visitantes. Porm, este controle tem cau-sado congestionamento na Av. Ariberto Pe-reira da Cunha durante os horrios de incio de aula.A ideia de implantar um controle de entrada de carros vinha sendo discutida desde o ano passado em reunies de Dire-tores de reas da Administrao em conjunto com o Diretor da Faculdade. Mas a tentativa de assalto aos caixas eletr-nicos ocorrida no dia 18 de fevereiro, quando os assaltantes entraram de carro mas no foram identificados pela equipe de segurana, foi o principal motivo da acelerao da im-plantao do sistema de controle para o incio deste ano.A identificao dos carros ajuda a monitorar a entrada de veculos no campus. Para implantar o sistema era neces-srio quantificar o nmero de veculos que circulavam no campus. No se tinha ideia do volume de veculos que tra-fegava diariamente, diz Cristvo Jos Dias da Cunha, di-retor substituto do STI (Servio Tcnico de Informtica). Quando se comeou a fazer o controle de entrada de car-ros, comearam os congestionamentos. Eles eram previs-tos como parte do perodo de adaptao do sistema, j que ainda haviam muitos veculos que no estavam cadastra-dos, ou se cadastrados, ainda no apresentavam o crach.O controle dos veculos funciona com a existncia de duas vias de acesso na guarita 1. A primeira via, da direita, por onde os carros cadastrados entram,