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Variação melânica da onça pintada, a onça preta alimenta - se de mamíferos, répteis, aves e peixes Encenação de trecho de Navio Fantasma, de Wagner, apresentou uma mistura do clássico com o folclore do boi - bumbá e o samba Química – Massas atômicas pg. 02 Química – Ácidos pg. 04 Biologia – Citologia III pg. 06 Biologia – Cadeias alimentares pg. 08 Português – Concordância verbal II pg. 10

Apostila Aprovar Ano04 Fascículo26 Bio Qui

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Qumica Massas atmicas Qumica cidos

pg. 02 pg. 04

Encenao de trecho de Navi uma mistura do clssico com o Fantasma, de Wagner, apresentou o folclore do boi bumb e o samba

Biologia Citologia III

Biologia Cadeias alimentares

pg. 06 pg. 08 pg. 10

Portugus Concordncia verbal II

a ona nica d a mel Variao , a ona pret feros, pintada a se de mam talimen aves e peixes rpteis,

Mistura de rit mos at no rao Fest de pera ivalMais uma vez, Manaus foi transformada na capital lrica do Brasil. Termina, nesta semana, o XI Festival Amazonas de pera, evento que j se transformou em marco na cultura e no turismo de brasileiros e estrangeiros. Realizado pelo Governo do Amazonas por meio da Secretaria de Estado da Cultura, o evento est classificado entre os 10 mais importantes festivais lricos do mundo, sendo o maior evento do gnero da Amrica Latina. Com uma programao de 17 espetculos encenados por artistas nacionais e locais, o XI Festival Amazonas de pera comeou no dia 20 de abril, com um concerto ao ar livre marcado pela mistura de ritmos. pera, carnaval e boi-bumb tomaram o Centro Cultural Largo de So Sebastio. A apresentao de trecho da pera Navio Fantasma, de Wagner, contou com participao de duas escolas de samba locais e fundiu a tradio da msica wagneriana europia ao folclore do boi amazonense e ao samba brasileiro. O Festival de pera teve espetculos, tambm, no Teatro Amazonas e no Centro Cultural Palcio da Justia. A programao deste ano incluiu a pera Navio Fantasma, do compositor alemo Richard Wagner (18131883); duas apresentaes da Orquestra Petrobrs Sinfnica, tendo frente o maestro Isaac Karabtchevsky, e o pianista Nelson Freire como solista convidado; um concerto em homenagem a Maria Callas, devido ao 30. ano de sua morte; a pera Lady Macbeth do Distrito de Mtzensk, do compositor russo Dmitri Shostakovich (1906-1975); o musical A Sagrao da Primavera, do compositor russo, Igor Stravinsky (1882-1971); a pera Poranduba, do compositor brasileiro Edmundo Villani-Crtes, e encerra-se com um concerto com a soprano Nuccia Focile. Uma das grandes atraes deste Festival foi a estria mundial da pera Poranduba do compositor brasileiro Edmundo Villani Crtes, que tambm pianista, regente, arranjador e professor. O texto da obra de Lcia Pimentel Ges. A estria foi no Teatro Amazonas, dia 20, com mais duas rcitas nos dias 22 e 24 do mesmo ms. Essa pea, alm dos solistas, teve a participao do Coral Infantil do Centro Cultural Cludio Santoro, do Coral do Amazonas, Amazonas Filarmnica, com direo musical e regncia de Marcelo de Jesus, direo cnica de Francisco Frias e Cenrios de Renato Theobaldo. O encerramento est previsto para este sbado, dia 26, no Teatro Amazonas, com o concerto trazendo a soprano Nuccia Focile e a Orquestra Amazonas Filarmnica, que estar sob a regncia do maestro titular Luiz Fernando Malheiro.

QumicaProfessor CLVIS Barreto

ESTEQUIOMETRIA 1. RELAES A PARTIR DOS COEFICIENTES DE UMA EQUAO Os coeficientes, numa equao qumica, indicam a relao em nmero de moles das substncias participantes. Esta relao em nmero de moles pode ser convertida em relao em nmero de molculas, relao em massa, relao em volume. Exemplo: (H=1; O =16) Equao: 2H2(g) + 1O2(g) 2H2O(l) 2. LEI DA CONSERVAO DA MASSA (OU LEI DE LAVOISIER) Em uma reao qumica, a soma das massas dos reagentes igual soma das massas dos produtos. 3. LEI DALTON OU LEI DAS PROPORES MLTIPLAS Quando duas substncias simples reagem entre si para formar compostos diferentes, se a massa de uma delas permanecer constante, a massa da outra substncia ir variar numa relao de nmeros inteiros e mltiplos. 4. LEI DAS PROPORES DEFINIDAS (OU LEI DE PROUST) Um composto qumico sempre formado pelos mesmos elementos qumicos, combinados sempre na mesma proporo em massa. Exemplo: De acordo com a lei de Proust, o composto H2O ser sempre formado por hidrognio e oxignio combinados sempre na proporo em massa 1:8. Isso no quer dizer que a gua no possa ser preparada a partir de 2g H2 e 8g O2. Neste caso 1g de H2 continua em excesso e no utilizado, aps a combinao de 1g de H2 com 8g de O2. GENERALIZAO DA LEI DE PROUST Qualquer reao qumica obedece sempre mesma proporo em massa. Exemplo: De acordo com a generalizao de Lei de Proust, esta reao obedecer sempre proporo em massa 1 : 8 : 9. A proporo torna possvel calcular quantidades de reagentes e produtos envolvidos nesta reao. ESTEQUIOMETRIA 1. CLCULO ESTEQUIOMTRICO Calcula as quantidades de reagentes ou produtos envolvidos em um processo qumico. REGRA PRTICA: 1. Conhecer a equao representativa da reao qumica. 2. Ajustar os coeficientes da equao. 3. Os coeficientes indicam a relao em nmero de moles que pode ser convertida em relao ao nmero de molculas, em massa, em volume (proporo estequiomtrica). 4. Estabelecer uma regra de trs envolvendo os dados do problema.

Massas atmicas1. MOL O mol uma unidade cujo valor corresponde ao nmero 6,02 x 1023. Assim: 1 mol de tomos so 6,02 x 1023tomos. 1 mol de molculas so 6,02 x 1023molculas. 1 mol de ons so 6,02 x 1023 ons, etc. O nmero 6,02 x 1023, representando pela letra N, denominado nmero de Avogadro.

AplicaoA densidade do alumnio, a 20C , igual a 2,7g/ml.Quantos tomos desse metal existem numa amostra que ocupa o volume de 10ml , a 20C ? a) 10 b) 1,0.103 c)6,0.1023 d)1,0.1026 e)6,0.1026 Resoluo: m m D = = 2,7 = m=27 V 10 1mol 27g 6,021023 tomos 2. TOMO-GRAMA tomo-grama de um elemento qumico a massa, em gramas, de 1mol de tomos desse elemento. Para determinar o tomo-grama tornar a massa atmica do elemento expressa em gramas. 3. MOLCULA-GRAMA Molcula-grama de uma substncia a massa, em gramas, de 1mol de molculas dessa substncia. Para determinar a molcula-grama tornar a massa molecular da substncia expressa em gramas. Observaes: Para compostos inicos, o termo molculagrama substitudo pelo termo frmula-grama. Exemplo: A frmula-grama do NaCl (58,5g) a massa de 1 mol de ctions Na+ e 1mol de nions Cl 4. ON-GRAMA on-grama de uma espcie inica a massa, em gramas, de 1mol de ons dessa espcie inica. Observao: Interpretao de frmulas. Exemplo: Uma molcula de H2O 6,02 x 1023 molculas de H2O Um mol de molculas de H2O

AplicaoQual o nmero de tomos existentes em 3,4g de amnia, NH3(g)? Dados: N=14u , H=1u . a) 4,8. 1023 b) 4,8 .1022 c) 6.1023 d) 1,2 . 1023 e) 16. 1023 Resoluo: 1uma molcula de NH3 4 tomos 17u 1 mol de molculas de NH3 4.6,02.1023 tomos 17g Regra de trs: 17g 4.6,02.1023 3,4g X 17X = 81,872 X=4,816.1023

AplicaoA reao da grafita, C(graf), com o enxofre, S8(rmbico), para formar sulfeto de carbono, CS2(L), (utilizado como solvente), pode ser representada pela equao no-balanceada, a seguir: C(grafite) + S8(rmbico) CS2(L) Em relao a essa reao, responda aos itens abaixo. Dados os valores aproximados das

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massas atmicas dos elementos : C=12u, S=32u a) Qual a quantidade de matria de sulfeto de carbono, CS2(L), obtida na reao completa de 0,5mol de grafita ? b) Qual a massa de enxofre, S8(rmbico), necessria para fornecer 228g de sulfeto de carbono? Soluo: 1. passo: Balanceamento 4C(grafite) + 1S8(rmbico) 4CS2(L) 2. passo: Propores estequiomtricas 4C(grafite) + 1S8(rmbico) 4CS2(L) 4mols 1mol 4mols 4 . 12g 256g 4 . 76g a) 4mols 4 . 76g 0,5mol X X=38g b) 256g . S8(rmbico) 4 . 76g . CS2 X 228g. CS2 X=192g de S8 ESTEQUIOMETRIA CASOS PARTICULARES DE CLCULO ESTEQUIOMTRICO 1. Reagentes em excesso. Quando o problema fornece a quantidade de dois reagentes, provvel que um deles esteja em excesso. Nesse caso: 1. Determinar a quantidade de reagente que est em excesso. 2. Resolver o problema baseado na quantidade de reagente que participa da reao. 2. Grau de Pureza Em clculo estequiomtrico, importa a quantidade de substncia pura existente em uma amostra de determinada percentagem de pureza. Para determinar a quantidade de substncia pura presente em uma amostra, usar a expresso. 3. Rendimento Rendimento de uma reao qumica a relao entre a quantidade de produto obtida na prtica e a quantidade esperada teoricamente: Quantidade produzida n = Quantidade esperada

02. (USP) Quantos gramas de vapor-dgua se formam na decomposio de 0,100 mol de nitrato de amnio segundo a reao: NH4NO3 N2O + 2 H2O? (N = 14; H = 1; O = 16) a) 1,80 d) 18,0 b) 3,6 e) 36,0 c) 5,40

Resoluo: NH4NO3 N2O + 2H2O 80g 44g 36g 1mol 1mol 2mol 1mol NH4NO3 36g H2O 0,1 mol x x = 3,6g H2O Soluo: 3,6g H2O 03. (UFMG) Num recipiente foram colocados 15,0g de ferro e 4,8g de oxignio. Qual a massa de Fe2O3(s), formada aps um deles ter sido completamente consumido? (Fe=56; O=16) a) 19,8g d) 9,9g b) 16,0g e) 10,2g c) 9,6g

Desafio Qumico01. (Unirio) Solues de amnia so utilizadas com freqncia em produtos de limpeza domstica. A amnia pode ser preparada de inmeras formas. Dentre elas: CaO(s) + 2 NH4Cl(s) 2NH3(g) + H2O(g) + CaCl2(s) Partindo-se de 224 g de CaO, obtiveramse 102g de NH3. O rendimento percentual da reao foi de: Dados: Massas atmicas H=1u; N= 14u; O=16u; Cl=35, 5u, Ca=40u)a) b) c) d) e) 100 90 80 75 70

Resoluo: 2Fe(s) + O2(g) 1Fe2O3(s) 2 mols mols 1mol 112g 48g 160g 48g O2(g) 160g x 4,8g O2 x = 16g de Fe2O3 Resposta: 16g de Fe2O3, 15g de ferro esto em excesso e no devem participar do calculo estequiomtricos.

ExercciosConsultar a tabela peridica para ter a massa atmica dos elementos. 01. (PUCRS) Assim como uma dezena indica 10 objetos, um mol indica:a) b) c) d) e) 60,2 x 1023 objetos 6,02 x 10-23 objetos 6,02 x 1023 objetos 6,02 x 10-24 objetos 0,602 x 1023 objetos

02. (U.F.Santa MariaRS) A massa de FeCl3 em gramas, produzida pela reao completa de 111,6g de F com HCl, de acordo com a equao no balanceada Fe + HCl FeCl2 + H2, :a) b) c) d) e) 63,4 126,8 253,6 317,0 507,2

02. (PUCRS) Um mol de cido perclrico contm:a) b) c) d) e) dois moles de tomos de hidrognio; dois moles de tomos de cloro; trs moles de tomos de cloro; trs moles de tomos de oxignio; quatro moles de tomos de oxignio.

03. (Vunesp) Considere a rerao em fase gasosa: N2 + 3H2 2NH3 Fazendo-se reagir 0,8g de N2 com 0,15g de H2 em condies de presso e temperatura constantes, pode-se afirmar que:a) os reagentes esto em quantidades estequiomtricas; b) O N2 est em excesso; c) aps o trmino da reao, os reagentes sero totalmente convertidos em amnia; d) a reao se processa com aumento do volume total; e) aps o trmino da reao, sero formados 0,95g de NH3.

Aplicaes01. (UFES) O nmero de molculas de NO formadas, juntamente com gua, na reao da amnia (NH3) com 3,60.1021 molculas de oxignio : a) 3,60.10 b) 2,88.10 c) 2,40.10 d) 1,80.1021 e) 6,02 .1021 Resoluo: 1) Montar a reao qumica : NH3 + O2 NO + H2O 2) Balancear a reao qumica : 2NH3 + 5/2O2 2NO + 3H2O 3) Estabelecer as propores estequiomtricas : + 5/2O2 2NO + 3H2O 2NH3 2 mols 5/2mols 2mols 3mols2.6,02.1023 5/2.6,02.1023 2.6,02.1023 2.6,02.102321 21 21

03. (AcafeSC) O nmero de moles de tomos de hidrognio em 30,1 x 1023 molculas de gua :a) 10 b) 5 d) 2 x 30,1 x 1021 c) 10 x 30,1 x 1023 e) 60,2 x 1020

04. (MED. MARINGPR) Quantos tomos de oxignio existem em 20g de carbonato de clcio?a) b) c) d) e) 36 x 1023 tomos; 3,6 x 1023 tomos; 0,36 x 1023 tomos; 12 x 1023 tomos; 1,2 x 1023 tomos.

04. (Med. CatanduvaSP) Adicionando-se 5 g de H2S a 3 moles de H2S, e a 3,01 x 1024 molculas de H2S, a massa total ser:a) 277g d) 12,4 g b) 135g e) n.d.a. c) 11,1 g

4) Montar a regras de trs e realizar os clculos matemticos: 5/2.6,02.1023 2.6,02.1023 3,60.1021 X 5/2X = 7,20.1021 X = 2,88.106

05. (UE. LondrinaPR) Na reao representada por H+ + OH H2O, quantos ctions H+ so consumidos para produzir 9,0g de gua? (H =1; O = 16)a) 4,5 d) 6,0 x 1023 b) 9,0 c) 3,0 x 1023 e) 9,0 x 1023

05. (CESGRANRIO) A combusto de 36g de grafite (C) provocou a formao de 118,8g de gs carbnico. Qual foi o rendimento da reao?(C=12; O= 16)a) b) c) d) e) 50% 60% 70% 80% 90%

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Desafio Qumico01. (FGV) A tabela a seguir apresenta algumas caractersticas e aplicaes de alguns cidos:

QumicaProfessor MARCELO Monteiro

cidoscido de Arrhenius Substncia que, em soluo aquosa, libera como ctions somente ons H+ (ou H3O+). Nomenclatura cido no-oxigenado (HxE): cido + [nome do E] + drico Exemplo: HCl cido clordrico cidos HxEOy, nos quais varia o nox de E:

As frmulas dos cidos da tabela so, respectivamente:a) b) c) d) e) HCl, H3PO4, H2SO4, HNO3 HClO, H3PO3, H2SO4, HNO2 HCl, H3PO3, H2SO4, HNO3 HClO2, H4P2O7, H2SO3, HNO2 HClO,H3PO4, H2SO3, HNO3 cidos orto, meta e piro. O elemento E tem o mesmo nox. Esses cidos diferem no grau de hidratao:

02. (FGV) Considere os cidos oxigenados abaixo: HNO2(aq) HClO3(aq) H2SO3(aq) H3PO4(aq) Seus nomes so, respectivamente:a) b) c) d) e) nitroso, clrico, sulfuroso, fosfrico ntrico, clordrico, sulfrico, fosfrico ntrico, hipocloroso, sulfuroso, fosforoso nitroso, perclrico, sulfrico, fosfrico ntrico, cloroso, sulfdrico, hipofosforoso

03. (FGV) O hidrxido de sdio, conhecido no comrcio como soda custica, um dos produtos que contaminaram o rio Pomba, em Minas Gerais, causando um dos piores desastres ecolgicos no Brasil. Dessa substncia INCORRETO afirmar que:a) b) c) d) e) tem frmula NaOH um composto inico em gua, dissocia-se usada na produo de sabes uma molcula insolvel em gua

04. (MackenzieSP) Observe as frmulas do sulfato de amnio (NH4)2SO4 e do hidrxido de potssio KOH e assinale a alternativa que apresenta a frmula do hidrxido de amnio, substncia presente em alguns produtos de limpeza.a) NH1+4 d) NH4 OH b) (NH4)2 OH e) NH4 (OH)4 c) NH4 (OH)2

05. (FuvestSP) A seguir aparecem os nomes alqumicos e os nomes modernos de trs compostos qumicos: natro = carbonato de sdio; sal de Epson = sulfato de magnsio; sal de Glauber = sulfato de sdio. O elemento qumico comum s trs substncias :a) H d) C b) Na e) O c) S

Nome dos nions sem H ionizveis Substituem as terminaes drico, oso e ico dos cidos por eto, ito e ato, respectivamente. Para lembrar: Famoso mosquito no bico do pato Classificao: Quanto ao nmero de H ionizveis: monocidos ou cidos monoprticos dicidos ou cidos diprticos tricidos ou cidos triprticos tetrcidos ou cidos tetraprticos Quanto fora: cidos fortes, quando a ionizao ocorre em grande extenso. Exemplos: HCl, HBr, HI. cidos HxEOy, nos quais (y x) 2, como HClO4, HNO3 e H2SO4. cidos fracos, quando a ionizao ocorre em pequena extenso. Exemplos: H2S e cidos HxEOy, nos quais (y x) = 0, como HClO, H3BO3. cidos semifortes, quando a ionizao ocorre em extenso intermediria. Exemplos: HF e cidos HxEOy, nos quais (y x) = 1, como H3PO4, HNO2, H2SO3. Exceo: H2CO3 fraco, embora (y x) = 1. Volatilidade Todo composto inico no-voltil. Portanto os sais e os hidrxidos metlicos so no-volteis Principais cidos volteis: HF, HCl, HBr, HI, H2S, HCN, HNO2, HNO3 e CH3COOH Principais cidos fixos ou no-volteis: H2SO4 e H3PO4 nica base voltil: hidrxido de amnio. cidos mais comuns na qumica do cotidiano cido clordrico (HCl): O cido impuro (tcnico) vendido no comrcio com o nome de cido muritico. encontrado no suco gstrico. um reagente muito usado na indstria e no laboratrio. usado na limpeza de edifcios aps a sua caiao, para remover os respingos de cal. usado na limpeza de superfcies metlicas antes da soldagem dos respectivos metais. cido sulfrico (H2SO4)

o cido mais importante na indstria e no laboratrio. O poder econmico de um pas pode ser avaliado pela quantidade de cido sulfrico que ele fabrica e consome. O maior consumo de cido sulfrico na fabricao de fertilizantes, como os superfosfatos e o sulfato de amnio. o cido dos acumuladores de chumbo (baterias) usados nos automveis; cido ntrico (HNO3) Depois do sulfrico, o cido mais fabricado e mais consumido na indstria. Seu maior consumo na fabricao de explosivos, como nitroglicerina (dinamite), trinitrotolueno (TNT), trinitrocelulose (algodo plvora) e cido pcrico e picrato de amnio; usado na fabricao do salitre (NaNO3, KNO3) e da plvora negra (salitre + carvo + enxofre); cido fosfrico (H3PO4) Os seus sais (fosfatos) tm grande aplicao como fertilizantes na agricultura; usado como aditivo em alguns refrigerantes. cido actico (CH3 COOH) o cido de vinagre, produto indispensvel na cozinha (preparo de saladas e maioneses). cido fluordrico (HF) Tem a particularidade de corroer o vidro, devendo ser guardado em frascos de polietileno. usado para gravar sobre vidro. cido carbnico (H2CO3) o cido das guas minerais gaseificadas e dos refrigerantes. Forma-se na reao do gs carbnico com a gua: CO2 + H2O H2CO3 BASES Base de Arrhenius Substncia que, em soluo aquosa, libera como nions somente ons OH. Classificao Solubilidade em gua: So solveis em gua o hidrxido de amnio, hidrxidos de metais alcalinos e alcalinoterrosos que so muito pouco solveis. Os hidrxidos de outros metais so insolveis. Quanto fora: So bases fortes os hidrxidos inicos solveis em gua, como NaOH, KOH, Ca(OH)2 e Ba(OH)2. So bases fracas os hidrxidos insolveis em gua e o hidrxido de amnio. O NH4OH a nica base solvel e fraca. Bases mais comuns na qumica do cotidiano Hidrxido de clcio (Ca(OH)2) a cal hidratada ou cal extinta ou cal apagada. obtida pela reao da cal viva ou cal virgem com a gua. o que fazem os pedreiros ao preparar a argamassa. consumido em grandes quantidades nas pinturas a cal (caiao) e no preparo da argamassa usada na alvenaria. Amnia (NH3) e hidrxido de amnio (NH4OH) Hidrxido de amnio a soluo aquosa do gs amnia. Esta soluo tambm chamada de amonaco. A amnia um gs incolor de cheiro forte e muito irritante. A amnia fabricada em enormes quantidades na indstria. Sua principal aplicao a fabricao de cido ntrico. tambm usada na fabricao de sais de amnio, muito usados como fertilizantes na agricultura. Exemplos: NH4NO3, (NH4)2SO4, (NH4)3PO4 A amnia usada na fabricao de produtos de limpeza domstica, como Ajax, Fria, etc. Hidrxido de magnsio (Mg(OH)2) pouco solvel na gua. A suspenso aquosa de Mg(OH)2 o leite de magnsia, usado como anticido estomacal. O Mg(OH)2 neutraliza o excesso de HCl no suco gstrico. Mg(OH)2 + 2HCl MgCl2 + 2H2O Hidrxido de alumnio (Al(OH)3) muito usado em medicamentos anticidos estomacais, como Maalox, Pepsamar, etc.

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Teoria protnica de Brnsted-Lowry e teoria eletrnica de Lewis Teoria protnica de Brnsted-Lowry cido um doador de prtons (H+) e base um receptor de prtons. cido(1) + base(2) cido(2) + base(1) Um cido (1) doa um prton e transforma-se na sua base conjugada (1). Um cido (2) doa um prton e transforma-se na sua base conjugada (2). Quanto maior a tendncia a doar prtons, mais forte o cido. Quanto maior a tendncia a receber prtons, mais forte a base, e vice-versa. Teoria eletrnica de Lewis cidos so receptores de pares de eltrons, numa reao qumica e bases so doadoras de um par de eltrons na reaes. Todos os nions so bases de Lewis e mais os compostos neutros ricos em eltrons, tais como gua e amnia. So cidos de Lewis todas as espcies qumicas deficientes em eltrons ou que recebe um par de eltrons, tais como os ctions, o BF3 e o AlCl3. SAIS Sal de Arrhenius Composto resultante da neutralizao de um cido por uma base, com eliminao de gua. formado por um ction proveniente de uma base e um nion proveniente de um cido. Nomenclatura: nome do sal = [nome do nion] + de + [nome do ction] + Nox ction Ex.: CuCl2 cloreto de cobre II Classificao: Os sais podem ser classificados em: sal normal (sal neutro, na nomenclatura antiga); hidrognio sal (sal cido, na nomenclatura antiga); hidrxi sal (sal bsico, na nomenclatura antiga). Reaes de salificao Reao da salificao com neutralizao total do cido e da base Todos os H ionizveis do cido e todos os OH da base so neutralizados. Nessa reao, forma-se um sal normal. Esse sal no tem H ionizvel nem OH. Reao de salificao com neutralizao parcial do cido Nessa reao, forma-se um hidrognio sal, cujo nion contm H ionizvel. Reao de salificao com neutralizao parcial da base Nessa reao, forma-se um hidrxi sal, que apresenta o nion OH ao lado do nion do cido. Sais mais comuns na qumica do cotidiano Cloreto de sdio (NaCl) Alimentao obrigatria por lei a adio de certa quantidade de iodeto (NaI, KI) ao sal de cozinha, como preveno da doena do bcio. Conservao da carne, do pescado e de peles. Nitrato de sdio (NaNO3). Fertilizante na agricultura. Fabricao da plvora (carvo, enxofre, salitre). Carbonato de sdio (Na2CO3). O produto comercial (impuro) vendido no comrcio com o nome de barrilha ou soda. Bicarbonato de sdio (NaHCO3) Anticido estomacal. Neutraliza o excesso de HCl do suco gstrico. NaHCO3 + HCl NaCl + H2O + CO2 O CO2 liberado o responsvel pelo arroto. Fabricao de digestivo, como Alka-Seltzer, Sonrisal, sal de frutas, etc. O sal de frutas contm NaHCO3(s) e cidos orgnicos slidos (tartrico, ctrico e outros). Na presena de gua, o NaHCO3 reage com os cidos liberando CO2(g), o responsvel pela efervescncia. NaHCO3 + H+ Na+ + H2O + CO2 Fabricao de fermento qumico. O crescimento da massa (bolos, bolachas, etc) devido liberao do CO2 do NaHCO3. Fluoreto de sdio (NaF)

usado na preveno de cries dentrias (anticrie), na fabricao de pastas de dentes e na fluoretao da gua potvel. Carbonato de clcio (CaCO3) encontrado na natureza constituindo o calcrio e o mrmore. Fabricao de CO2 e cal viva (CaO), a partir da qual se obtm cal hidratada (Ca(OH)2): CaCO3 CaO + CO2 CaO + H2O Ca(OH)2 Fabricao do vidro comum. Sulfato de clcio (CaSO4) Fabricao de giz escolar. O gesso uma variedade de CaSO4 hidratado, muito usado em Ortopedia, na obteno de estuque, etc. XIDOS xido Composto binrio de oxignio com outro elemento menos eletronegativo. Nomenclatura xido ExOy: nome do xido = [mono, di, tri ...] + xido de [mono, di, tri...] + [nome de E] O prefixo mono pode ser omitido. Os prefixos mono, di, tri... podem ser substitudos pelo nox de E, escrito em algarismo romano. Nos xidos de metais com nox fixo e nos quais o oxignio tem nox = 2, no h necessidade de prefixos, nem de indicar o nox de E. xidos nos quais o oxignio tem nox = -1: nome do xido = perxido de + [nome de E] xidos cidos, xidos bsicos e xidos anfteros Os xidos dos elementos fortemente eletronegativos (no-metais), como regra, so xidos cidos. Excees: CO, NO e N2O (indiferentes). Os xidos dos elementos fracamente eletronegativos (metais alcalinos e alcalinoterrosos) so xidos bsicos. Os xidos dos elementos de eletronegatividade intermediria, isto , dos elementos da regio central da Tabela Peridica, so xidos anfteros. xidos mais comuns na qumica do cotidiano xido de clcio (CaO) um dos xidos de maior aplicao e no encontrado na natureza. obtido industrialmente por pirlise de calcrio. Fabricao de cal hidratada ou Ca(OH)2. Preparao da argamassa usada no assentamento de tijolos e revestimento das paredes. Pintura a cal (caiao). Na agricultura, para diminuir a acidez do solo. Dixido de carbono (CO2) um gs incolor, inodoro, mais denso que o ar. No combustvel e nem comburente, por isso, usado como extintor de incndio. O CO2 no txico, por isso no poluente. O ar contendo maior teor em CO2 que o normal (0,03%) imprprio respirao, porque contm menor teor em O2 que o normal. O CO2 o gs usado nos refrigerantes e nas guas minerais gaseificadas. Aqui ocorre a reao: CO2 + H2O H2CO3 (cido carbnico) O CO2 slido, conhecido por gelo seco, usado para produzir baixas temperaturas. Atualmente, o teor em CO2 na atmosfera tem aumentado e esse fato o principal responsvel pelo chamado efeito estufa. Monxido de carbono (CO) um gs incolor extremamente txico. um seressimo poluente do ar atmosfrico. Forma-se na queima incompleta de combustveis como lcool (etanol), gasolina, leo, diesel, etc. A quantidade de CO lanada na atmosfera pelo escapamento dos automveis, caminhes, nibus, etc. cresce na seguinte ordem em relao ao combustvel usado: lcool < gasolina < leo diesel. A gasolina usada como combustvel contm um certo teor de lcool (etanol), para reduzir a quantidade de CO lanada na atmosfera e, com isso, diminuir a poluio do ar, ou seja, diminuir o impacto ambiental.

Anot a A!XIDOS E SUAS REAES

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Desafio Biolgico01. A digesto intracelular precedida da ingesto de partculas alimentares que, depois, so digeridas no interior do vacolo digestivo. A ingesto de tais partculas alimentares resulta de um processo de:a) difuso b) osmose c) transporte ativo d) clasmocitose e) fagocitose

BiologiaProfessor JONAS Zaranza

Citologia III1. Citoplasma celular O citoplasma celular ou hialoplasma uma massa lquida que contm diversas substncias, canais, bolsas e as chamadas organelas citoplasmticas. Organelas citoplasmticas So indispensveis ao funcionamento do organismo vivo. importante sabermos sua biognese e funes. Ribossomos Biognese: nuclolo Os ribossomos so as organelas responsveis pela sntese protica. So pequenos grnulos, sem membrana envoltria, compostos de protenas e RNA-ribossmico (rRNA). Por vezes, esto dispersos no citoplasma, aderidos membrana nuclear, ou superfcie externa do retculo endoplasmtico rugoso; outras vezes, unidos a um RNA-mensageiro (mRNA), formam um conjunto denominado polissomo ou polirribossomo. Esto presentes em todas as clulas vivas e s so visveis ao microscpio eletrnico.

02. (Fuvest) Um antibitico que atue nos ribossomos mata:a) bactrias por interferir na sntese de protenas; b) bactrias por provocar plasmlise; c) fungos por interferir na sntese de lipdios; d) vrus por alterar DNA; e) vrus por impedir recombinao gnica.

Funes do complexo de Golgi As principais funes do complexa de Golgi so armazenamento e secreo de substncias. Alm disso, ele origina o acrossomo, ou capuzceflico do espermatozide, e a lamela mdia das clulas vegetais. Por ltimo, tambm participa da sntese dos lisossomos. Lisossomos Biognese Complexo de Golgi Os lisossomos (do grego lsis, quebra; soma, corpo) so responsveis pela digesto intracelular e esto presentes apenas em clulas animais. So pequenas bolsas delimitadas por membrana lipoprotica, visveis somente microscopia eletrnica e repletas de diferentes tipos de enzimas digestivas. Ciclo lisossmico A digesto heterofgica (do grego htero, diferente; phagen, comer) ocorre com substncias englobadas pela clula, como na fagocitose e na pinocitose. O vacolo, formado na digesto heterofgica, chama-se vacolo digestivo (ASSOCIAO ENTRE LISOSSOMOS E FAGOSSOMA). Os lisossomos tambm podem digerir substncias e velhas organelas citoplasmticas da prpria clula (autofagia), reaproveitando seus compostos em uma espcie de reciclagem, ao fundamental para a preservao da vida celular. Esse processo a digesto autofgica (do grego autos, prprio; phagein, comer).

03. (Fuvest) Uma clula animal est sintetizando protenas. Nessa situao, os locais indicados por I, II e III na figura a seguir, apresentam alto consumo de:

Esquema de ribossomo.

a) (I) bases nitrogenadas, (II) aminocidos, (III) oxignio. b) (I) bases nitrogenadas, (II) aminocidos, (III) gs carbnico. c) (I) aminocidos, (II) bases nitrogenadas, (III) oxignio. d) (I) bases nitrogenadas, (II) gs carbnico, (III) oxignio. e) (I) aminocidos, (II) oxignio, (III) gs carbnico.

04. (Fuvest) Alimento protico marcado com radioatividade foi fagocitado por paramcios. Poucos minutos depois, os paramcios foram analisados e a maior concentrao de radiatividade foi encontradaa) nos centrolos; b) nas mitocndrias; c) na carioteca; d) no nuclolo; e) no retculo endoplasmtico.

Retculo endoplasmtico Biognese: Membrana plasmtica O retculo endoplasmtico (do latim reticulu, pequena rede) uma rede de canais, na forma de tubos e bolsas achatados. O retculo endoplasmtico s encontrado em clulas eucariticas e s visualizado por meio do microscpio eletrnico. delimitado por membrana lipoprotica, podendo ou no apresentar ribossomos aderidos sua face externa. Tipos de retculo endoplasmtico H dois tipos de retculo endoplasmtico no citoplasma: o retculo endoplasmtico liso ou agranular (sem ribossomos) e o retculo endoplasmtico rugoso ou granular (com ribossomos), tambm conhecido como ergastoplasma.

Representao do ciclo lisossmico

REL RER Representao dos dois tipos de retculo endoplasmtico

05. (FuvestGV) A figura a seguir indica as diversas etapas do processo que uma ameba realiza para obter alimento.

Funes do retculo endoplasmtico REL Transporte de substncias, armazenamento de, sntese de lipdios(esterpides) e dotoxificao RER Transporte de substncias, armazenamento, sntese de protenas. Complexo de Golgi ou Sistema golgienses BIOGNESE: REL O complexo de Golgi constitui-se de inmeras vesculas, bolsas e sculos achatados, delimitados por membrana lipoprotica. Existe em clulas animais e vegetais (dictiossomos), mas no est presente em clulas procariticas.

O vacolo digestivo, formado na digesto autofgica, recebe o nome de vacolo atofgico. Aps ter realizado a digesto, a clula aproveita compostos que podem ser teis, como aminocidos, carboidratos e lipdios, e coloca para fora os restos inteis, na forma de corpos residuais, pela exocitose. Todo esse processo de digesto celular conhecido como ciclo lisossmico. Quando ocorre o rompimento da membrana dos lisossomos, chamamos de autlise ou apoptose liberando enzimas hidrolitica, causando destruo celular. Ex.: Decomposio de cadaver, reduo da cauda do girino. Peroxissomos Biognese REL Os peroxissomos tambm so bolsas originadas do retculo endoplasmtico liso repletas de enzimas originadas do RER. So organelas diferentes dos lisossomos: possuem enzimas oxidantes(CATALASE), enquanto os lisossomos possuem enzimas hidrolisantes. Suas enzimas agem sobre substncias oriundas de um catabolismo. Centrolos Biognese autoduplicao Os centrolos so formados por dois cilindros perpendiculares entre si. Cada um dos cilindros composto de vrios tubos no delimitados por membrana lipoprotica e DNA. Podem ser vistos, com dificuldade, ao microscpio ptico. Ao microscpio eletrnico constatase que so formados por nove grupos de trs microtbulos. Suas funes bsicas so as de auxiliar a diviso celular formando os fusos e auxiliando na formao de clios e flagelos.

A organela que se funde ao fagossomo contma) b) c) d) e) produtos finais da digesto; enzimas que sintetizam carboidratos; enzimas digestivas; enzimas da cadeia respiratria; reservas energticas.

O complexo de Golgi um sistema de sculos e bolsas achatadas.

Os centrolos so formados por nove grupos de trs microtbulos. Cada centrolo fica perpendicular ao outro.

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Origem e estrutura dos clios e dos flagelos Os clios e os flagelos originam-se dos centrolos. Por isso, tambm so feixes de microtbulos. Todavia, so revestidos por membrana lipoprotica. Eles esto inseridos em estruturas semelhantes aos centrolos chamadas corpsculos basais ou cinetossomos. A parte que se projeta para cima possui nove grupos de microtbulos, com dois microtbulos centrais.

Esquema da estrutura de clios e flagelos

Fuso mittico Durante a diviso da clula, os centrolos duplicam-se, e um dos pares migra para o plo inferior da clula. Ao redor de cada um desses pares, surgem fibras de microtbulos formando o ster. De cada par de centrolos, saem prolongamentos de protena formando o fuso mittico. Durante a diviso celular, os cromossomos tero sua distribuio orientada por esse fuso. Mitocndrias Biognese autoduplicao As mitocndrias so organelas presentes em todos os seres eucariontes. Possuem a forma de bastonete e so revestidas por uma membrana dupla. A membrana externa lisa, e a interna, pregueada, formando as cristas mitocondriais, onde esto as enzimas respiratrias. O preenchimento interno das mitocndrias chamado matriz mitocondrial. Em sua composio, alm de lipdios, protenas e enzimas respiratrias, existem clcio, magnsio, fsforo, DNA, RNA e minsculos ribossomos.

freqentemente, possui ribossomos aderidos sua face externa. A carioteca permanece ntegra durante a vida da clula e s se desmancha durante a diviso celular. Diferentemente da membrana celular, a carioteca no se regenera quando lesada. Cariolinfa A cariolinfa tambm conhecida como nucleoplasma, carioplasma ou suco nuclear. Ela uma soluo de gua, protenas e outras substncias, semelhante ao hialoplasma, que preenche o interior do ncleo, Nuclolo Pode existir um ou vrios nuclolos dentro de um mesmo ncleo. O nuclolo no possui nenhuma membrana envoltria e to-somente um agregado de rRNA e protenas. Durante a diviso celular, o nuclolo desfaz-se, originando os ribossomos, que, uma vez formados e amadurecidos, migram para o citoplasma, onde iro responsabilizar-se pela sntese protica. O que d origem ao nuclolo um tipo especial de cromossomo chamado cromossomo organizador do nuclolo em uma pequena parte chamada zona SAT, zona satlite ou zona organizadora do nuclolo. Cromossomos O cromossomo uma estrutura que contm as informaes genticas da clula. Ele constitudo de uma molcula de DNA associada a protenas chamadas histonas. Nos locais de contato entre o DNA e as histonas, formam-se granulaes conhecidas como nucleossomos. Como so formados por cromossos so capazes de autoduplicar-se. O conjunto de cromossomos chamado cromatina. A cromatina pode ter regies mais espiralizadas, portanto, mais condensadas e corveis, e regies menos espiralizadas, portanto, menos condensadas e menos corveis. As regies mais condensadas da cromatina so chamadas helorocromatina, e as menos condensadas, eucromatina.

Desafio Biolgico01. (Puccamp) Os centrolos so organelas celulares relacionadas coma) b) c) d) e) o surgimento de vacolos autofgicos; a remoo do excesso de gua; o processo de recombinao gentica; a formao de clios e flagelos; os fenmenos de plasmlise e deplasmlise.

02. (Ufrs) Qual das estruturas a seguir est relacionada com o processo da diviso celular e com os movimentos de clios e flagelos?a) b) c) d) e) Retculo endoplasmtico; Lisossoma; Vacolo; Centrolo; Ribossoma.

03. (Fuvest) As mitocndrias so consideradas as casas de fora das clulas vivas. Tal analogia refere-se ao fato de as mitocndriasa) estocarem molculas de ATP produzidas na digesto dos alimentos; b) produzirem ATP com utilizao de energia liberada na oxidao de molculas orgnicas; c) consumirem molculas de ATP na sntese de glicognio ou de amido a partir de glicose; d) serem capazes de absorver energia luminosa utilizada na sntese de ATP; e) produzirem ATP a partir da energia liberada na sntese de amido ou de glicognio.

Esquema de heterocromatina e eucromatina.

Esquema de mitocndria.

Funo e localizao A mitocndria tem a funo de produzir energia (ATP) para as atividades celulares por meio da respirao celular. Isso significa que regies da clula com maior necessidade de energia exigem mais mitocndrias. O conjunto de mitocndrias de uma clula recebe o nome de condrioma. 2. NCLEO INTERFSICO Estrutura nuclear Exceto em seres procariontes, em que o ncleo no existe e o material nuclear est disperso no citoplasma, os demais seres vivos possuem um ou mais ncleos bem delimitados pela carioteca. Dentro do ncleo, mergulhados em uma soluo semelhante ao hialoplasma, a cariolinfa, encontramos um ou mais nuclolos e os cromossomos.

Os cromossomos apresentam estrangulamentos chamados constries. A constrio primria ou centrmero separa o cromossomo em dois braos. Cada brao uma cromtide. Tambm podem existir outras constries ao longo de um cromossomo. A constrio secundria pode conter a zona satlite, responsvel pela organizao do nuclolo.

04. (Uece) Relacione a coluna I (organela celular), com a coluna II (funo respectiva).Cromossomos segundo o centrmero Dependendo da localizao do centrmero, os cromossomos podem classificar-se em:

Representao do ncleo

Carioteca Tambm chamada de membrana nuclear. A carioteca tem constituio lipoprotica, dupla e apresenta poros, por onde podem passar grandes molculas em direo ao citoplasma e em sentido contrrio. Ela comunica-se com o retculo endoplasmtico, que lhe d origem, e,

COLUNA I I. Mitocndria II. Ribossomo III. Lisossomo IV. Centrolo COLUNA II ( ) Digesto celular ( ) Sntese protica ( ) Respirao ( ) Diviso celular Marque a opo que contm, na coluna II, a seqncia correta, de cima para baixo, de sua relao com a coluna I:a) b) c) d) III, IV, I, II IV, II, III, I III, II, I, IV II, I, III, IV

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Desafio BiolgicoTEXTO PARA A PRXIMA QUESTO (Puccamp) Flora e fauna dos manguezais apresentam grande diversidade. Bem adaptadas a esses ambientes ricos em nutrientes, esto plantas lenhosas, herbceas, epfitas, hemiparasitas. Em toda sua extenso, so habitados por diversos animais, desde formas microscpicas at grandes peixes, aves, rpteis e mamferos. 01. Observe a descrio a seguir. Na gua de um manguezal o fitoplncton serve de alimento tanto para microcrustceos como para as larvas de crustceos. Esses animais so comidos por peixes os quais, por sua vez, so ingeridos por garas. As folhas das rvores de mangue, que caem na gua, so comidas por caranguejos que so caados por guaxinins. Estes mamferos so picados por insetos que se alimentam de seu sangue. Pode-se concluir que, nessas relaes trficas do manguezal,

BiologiaProfessor GUALTER Beltro

Cadeias alimentaresFluxo de matria e energia 1. A Ecologia e sua importncia A palavra Ecologia deriva de duas palavras gregas: oiks = casa e logos estudo. Podemos dizer que, literalmente, Ecologia significa o estudo da casa. Considerando, entretanto, o termo casa como todo o ambiente terrestre, a palavra Ecologia passa a se referir ao estudo do ambiente. A Ecologia uma cincia que se tem tornado cada vez mais importante nos dias atuais, uma vez que a interferncia do homem sobre os ecossistemas vem aumentando consideravelmente. Essa interferncia pode provocar srios desequilbrios ecolgicos. Por isso, cada vez mais imperioso conhecermos a estrutura e o funcionamento dos ecossistemas, a fim de podermos propor maneiras racionais de utilizao dos recursos naturais sem provocar alteraes ambientais drsticas. 2. Componentes estruturais de um ecossistema. Os ecossistemas apresentam dois componentes principais que se inter-relacionam: Fatores abiticos So os fatores no-vivos. Podem ser fsicos, como a radiao solar, temperatura, luz, umidade, ventos, ou qumicos, como os nutrientes, presentes nas guas e no solo. Fatores biticos Representados pelos seres vivos que compem a comunidade ou biocenose ou biota. O conjunto desses fatores forma o bitopo (bio = vida; topos = lugar). Podem ser consideradas ecossistemas parcelas da biosfera de diferentes tamanhos, como, por exemplo, uma pequena lagoa ou o oceano todo, desde que haja intercmbio de matria e de energia entre seus elementos. A biosfera toda pode ser considerada um grande ecossistema. 3. Hbitat e nicho ecolgico O lugar que um organismo ocupa no ecossistema o seu hbitat; o seu papel, ou seja, a sua funo, o seu nicho ecolgico. 4. Estrutura trfica dos ecossistemas O conjunto de todos os organismos de um ecossistema com o mesmo tipo de nutrio constitui um nvel trfico. O primeiro nvel trfico formado pelos organismos auttrofos, tambm chamados de produtores. Por sua vez, os hetertrofos podem ser classificados como consumidores, quando se alimentam de outros organismos, ou decompositores, quando obtm energia a partir da decomposio do corpo de organismos mortos. Os decompositores devolvem ao ambiente substncias orgnicas e inorgnicas que podero ser utilizadas pelos produtores. Este processo fundamental no ciclo da matria na natureza. Os consumidores podem ser: Primrios, quando se alimentam de produtores caso dos animais herbvoros, ou seja, que se alimentam de plantas. Ocupam o segundo nvel trfico.

Secundrios, quando se alimentam de herbvoros. Ocupam o terceiro nvel trfico. Tercirios, quando se alimentam de consumidores secundrios. Ocupam o quarto nvel trfico. Quaternrios, quando se alimentam de consumidores tercirios. Ocupam o quinto nvel trfico. Os animais onvoros alimentam-se tanto de auttrofos quanto de hetertrofos, podendo ocupar mais de um nvel trfico. o caso, por exemplo, do ser humano: quando se alimenta de plantas, ocupa o segundo nvel trfico (consumidor primrio), mas, quando se alimenta de carne de boi, ocupa o terceiro nvel trfico (consumidor secundrio). 5. Cadeias e teias alimentares A cadeia alimentar corresponde seqncia de organismos em que um serve de alimento para o outro, a partir do produtor. Na cadeia a seguir foram representados seis nveis trficos.

a) os crustceos so consumidores primrios; b) os peixes so consumidores tercirios; c) as garas so consumidores secundrios; d) os guaxinins so consumidores tercirios; e) os insetos so consumidores quaternrios.

TEXTO PARA A PRXIMA QUESTO (Uerj)Polcia Federal: NARCOTRFICO POLUI NASCENTES DE RIOS NA AMAZNIA Relatrio alerta para risco de desastre ambiental por conta do despejo de produtos qumicos usados no refino da cocana (...). Cerca de 2500 espcies de peixes esto ameaadas, segundo a Polcia Federal, por este tipo de poluio, alm de milhes de variedades de vegetais, insetos e microorganismos. (O GLOBO, 31/08/97) 02. Os diversos organismos citados no texto anterior distribuem-se em diferentes nveis trficos e representam um exemplo de teia alimentar. No exemplo citado, os vegetais ocupam o seguintes nicho ecolgico:a) b) c) d) decompositor; consumidor; herbvoro; produtor.

Nos ecossistemas, entretanto, no existe apenas uma cadeia alimentar possvel, mas vrias cadeias que se inter-relacionam, formando o que se chama de teia ou rede alimentar.

03. (Puc-rio) Em relao transferncia nutricional entre os seres vivos correto afirmar:a) No existe perda de biomassa ao longo de uma cadeia alimentar. b) A magnificao trfica maior nos indivduos autotrficos. c) Os heterotrficos produzem O como subproduto de sua respirao. d) Somente os indivduos fotossintticos podem ser autotrficos. e) Os onvoros podem ocupar vrios nveis trficos de uma teia alimentar.

Exemplo de teia alimentar em um ambiente terrestre. Os seres representados no esto em escala. muito importante que tenhamos conhecimento das cadeias e teias alimentares dos

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ecossistemas para planejar o uso de determinada regio. No se pode retirar elos da estrutura trfica, nem acrescentar outros, sem que se avalie o impacto que essa interferncia pode trazer ao ecossistema. 6. Energia e matria nos ecossistemas Os principais produtores da Terra so os organismos fotossintetizantes. A energia luminosa do Sol fixada pelo auttrofo e transmitida, sob a forma de energia qumica, aos demais seres vivos. Essa energia, no entanto, diminui medida que passa pelos consumidores, pois parte dela utilizada para a realizao dos processos vitais do organismo e a outra liberada sob a forma de calor. Sempre restar, portanto, uma parcela menor de energia disponvel para o nvel seguinte. Como na transferncia de energia dos seres vivos no h reaproveitamento da energia liberada, diz-se que essa transferncia unidirecional e d-se como um fluxo de energia. A matria, no entanto, pode ser reciclada; por isso, fala-se em ciclo da matria ou ciclo biogeoqumico. 7. Pirmides ecolgicas As transferncias de matria e de energia nos ecossistemas so freqentemente representadas de forma grfica, mostrando as relaes entre os diferentes nveis trficos em termos de quantidade. Como h perda de matria e de energia em cada nvel trfico, as representaes adquirem a forma de pirmides. As pirmides ecolgicas podem ser de nmero, de biomassa ou de energia.

TEXTO PARA A PRXIMA QUESTO (Puccamp 2004) As florestas so os ecossistemas mais complexos do ambiente terrestre. O aumento das reas naturais impactadas, as altas taxas de desmatamento e os problemas ambientais justificam o esforo mundial para o plantio de grandes reas com espcies arbreas. 02. Considerando a quantidade total de matria orgnica presente em diferentes seres vivos de uma floresta, a seqncia decrescente correta a indicada por:a) b) c) d) e) carnvoros, plantas e decompositores; herbvoros, plantas e decompositores; plantas, carnvoros e herbvoros; herbvoros, carnvoros e plantas; plantas, herbvoros e carnvoros.

Desafio Biolgico01. (Ufrs 2004) Considere a seguinte situao hipottica e os grficos que seguem. Em um determinado momento (tempo C), ocorreu um derramamento de leo numa lagoa, o que provocou o extermnio de uma populao de sapos. Como conseqncia, ocorreu uma proliferao de gafanhotos nos arredores da lagoa, o que levou a um consumo desenfreado de capim. O capim extinguiu-se naquela rea e, na ausncia de alimento, a populao de gafanhotos tambm se extinguiu.

TEXTO PARA A PRXIMA QUESTO (Ufsm 2004) O sistema radicular do aguap forma uma verdadeira cortina que retm as partculas em suspenso. Nesse microambiente, proliferam bactrias, algas microscpicas, protozorios, pequenos crustceos, larvas de insetos e moluscos. Em guas poludas por mercrio, os microorganismos presentes ao redor das razes dos aguaps facilitam a bioacumulao desse metal ao transform-lo em metilmercrio. Esse composto atravessa com facilidade a membrana plasmtica e causa graves danos ao sistema nervoso. 03. Os microorganismos que vivem associados s razes dos aguaps e os outros seres vivos que deles se alimentam formam uma cadeia trfica. Assinale a alternativa que apresenta uma possvel cadeia trfica para um lago, iniciando pelo nvel dos produtores.a) aves aquticas peixes carnvoros peixes planctfagos zooplncton fitoplncton b) fitoplncton peixes planctfagos zooplncton aves aquticas peixes carnvoros c) fitoplncton aves aquticas peixes carnvoros zooplncton peixes planctfagos d) fitoplncton zooplncton peixes planctnicos peixes carnvoros aves aquticas e) zooplncton fitoplncton peixes planctnicos aves aquticas peixes carnvoros

Quais dos grficos anteriores representam, respectivamente, as populaes de sapos, de gafanhotos e de capim?a) 5 - 3 - 2. d) 5 - 2 - 3. b) 2 - 3 - 5. e) 2 - 1 - 4. c) 1 - 2 - 4.

02. (Uel 97) O esquema a seguir representa as relaes trficas em uma comunidade.

ExercciosTEXTO PARA A PRXIMA QUESTO (Ufsm 2004) Quando uma rea com floresta precisa ser encoberta para a formao do lago artificial de uma hidroeltrica, toda a madeira deve ser retirada. Se isso no ocorrer, esse material entra em decomposio, podendo provocar danos nas turbinas, alm de crescimento descontrolado da populao de algas azuis (cianobactrias) e verdes (Chlorophyta) e de algumas plantas flutuantes, como Eichornia crassipes, o aguap (Angiospermae), e Salvinia sp. (Pteridophyta). 01. A decomposio da matria orgnica promovida por certos tipos de bactrias e fungos. Assinale a alternativa que indica a caracterstica que esses organismos chamados decompositores tm em comum.a) b) c) d) e) Realizam fotossntese. Formam hifas. So eucariontes. So simbiontes. So hetertrofos. 9

De acordo com o esquema, os decompositores esto representados ema) I d) IV b) II e) V c) III

04. (Puc-rio) Quando nos referimos ao ecossistema de um lago, dois conceitos so muito importantes: o ciclo dos nutrientes e o fluxo de energia. A energia necessria aos processos vitais de todos os elementos deste lago reintroduzida neste ecossistema:a) pela respirao dos produtores; b) pela captura direta por parte dos consumidores; c) pelo processo fotossinttico; d) pelo armazenamento da energia nas cadeias trficas; e) pela predao de nveis trficos inferiores.

03. (Uel) O esquema a seguir mostra as relaes trficas de uma comunidade de lagoa.

Dos peixes dessa teia alimentar, o que consegue aproveitar menos energia nesse ecossistema oa) I d) IV b) II e) V c) III

Desafio gramat ical01. (FGV) Assinale a alternativa em que os trechos do texto, reescritos, apresentam emprego de pronomes bem como concordncia (nominal e verbal) de acordo com a norma culta.a) Atividade bom para os homens, que com ela se distrai da prpria vida e desvia-se da viso assustadora de si mesmo. b) Lancem-se os homens no trabalho, para que no fiquem ociosos, pois bastam-lhes a ociosidade que lhes ensinam muitas coisas perniciosas. c) Certamente deve existir vises que colidem frontalmente com um dos esteios da sociedade; assim se fortaleceu obsesses laborais. d) Voltaire foi um dos grandes pensadores iluministas, que escreveu contra o governo e o clero franceses, o que acabaram por lev-Io Bastilha. e) Houve muitos que defenderam o trabalho; no os acompanhou Paul Lafargue, em cuja obra encontram-se crticas explorao humana.

PortugusProfessor Joo BATISTA Gomes

Concordncia Verbal II1. SUJEITO COMPOSTO DE PESSOAS DIFERENTESO sujeito composto de pessoas diferentes faz o verbo flexionar-se no plural, na pessoa que tiver predominncia: a primeira pessoa (eu/ns) predomina sobre a segunda (tu/vs) e a terceira (ele/eles); a segunda (tu/vs), sobre a terceira (ele/eles). Observao Se o sujeito vier posposto, a concordncia com o ncleo mais prximo ser sempre legtima. Veja construes certas e erradas: 1. Chamar a polcia: o que deveramos fazer tu e eu. (certo) 2. Chamar a polcia: o que deverias fazer tu e eu. (certo) 3. Chamar a polcia: o que deveria fazer eu e tu. (certo) 4. Eu, tu e Maria iremos a Presidente Figueiredo. (certo) 5. Tu e Maria iro a Presidente Figueiredo. (errado) 6. Tu e Maria ireis a Presidente Figueiredo. (certo)

a fuga da criana. (errado) 2. Nem o pai, nem a me tinham percebido a fuga da criana. (certo) 3. No tinha percebido a fuga da criana nem o pai, nem a me. (certo) 4. Nem Teodoro, nem Cabeo tinha notado a presena da polcia. (errado) 5. Nem Teodoro, nem Cabeo tinham notado a presena da polcia. (certo) 6. No notou a presena da polcia nem Teodoro, nem Cabeo. (certo) 7. Nem eu nem ela faremos a viagem (certo). Excluso Se houver idia de excluso, isto , se o fato s puder ser atribudo a um dos elementos do sujeito, impe-se a concordncia no singular. 1. Nem Pedro nem Maria podero ocupar a Presidncia do clube. (errado) 2. Nem Pedro nem Maria poder ocupar a Presidncia do clube. (certo)

4. SUJEITO COLETIVOQuando o sujeito um substantivo coletivo, h trs situaes a considerar: a) Coletivo sozinho, no singular O verbo ficar, obrigatoriamente, no singular. b) Coletivo acompanhado de uma expresso no plural O verbo poder ficar no singular ou concordar com o plural indiferentemente. c) A maior parte de, parte de, a maioria de, grande nmero de Se vierem acompanhadas de expresso no plural, o verbo pode ficar no singular ou concordar com o plural indiferentemente. Veja construes certas e erradas: 1. A multido vociferava ameaas. (certo) 2. A multido vociferavam ameaas. (errado) 3. A multido de eleitores vociferava ameaas. (certo) 4. A multido de eleitores vociferavam ameaas. (certo) 5. Uma boa parte dos meninos de rua no quer voltar para os pais. (certo) 6. Uma boa parte dos meninos de rua no querem voltar para os pais. (certo) 7. A maioria da populao votam sem a devida conscincia poltica. (errado) 8. A maioria dos eleitores votam sem a devida conscincia poltica. (certo) 9. Grande nmero de ribeirinhos sobrevive apenas da pesca. (certo)

2. NCLEOS DO SUJEITO UNIDOS POR OUA conjuno ou pode indicar excluso/retificao ou, por meio do verbo, expressar uma idia abrangente, de noexcluso. Em verdade, a idia reside mais no verbo que na conjuno ou. a) Excluso ou retificao Se a conjuno ou (aliada idia verbal) indicar excluso ou retificao, o verbo concordar com o ncleo do sujeito mais prximo. As idias de casar, ser presidente, ser eleito para algum cargo sugerem excluso. b) Idia abrangente Se a idia expressa pelo verbo referir-se a todos os ncleos do sujeito, o verbo ir para o plural ou concordar com o ncleo mais prximo. Veja construes certas e erradas: 1. Paulo ou Antnio sero presidente do clube. (errado) 2. Paulo ou Antnio ser presidente do clube. (certo) 3. O ndio ou os ndios j estiveram aqui. (certo) 4. O homem ou o seu filho, no me lembro bem, arrebentaram a porta. (certo) 5. O homem ou o seu filho, no me lembro bem, arrebentou a porta. (certo) 6. Eu ou ele seremos eleitos para o cargo. (errado) 7. Ele ou eu serei eleito para o cargo. (certo)

02. (FGV) A concordncia verbal est correta em:a) Precisam-se de muitos tcnicos. b) Os Estados Unidos contrrio a essas medidas. c) Neste ms, deve haver muitos feriados. d) Tratavam-se de profissionais competentes. e) Obedecem-se rigidamente s normas impostas construo civil.

03. (FGV) Assinale a alternativa que completa corretamente a frase:..................................... os documentos que encaminharemos Prefeitura. a) b) c) d) e) Ter de serem formalizados. Tero de ser formalizado. Ter de ser formalizado. Tero de serem formalizados. Tero de ser formalizados.

5. UM OU OUTROO sujeito composto um ou outro, por expressar excluso, obriga o verbo a ficar no singular. Veja construes certas e erradas: 1. Um ou outro assumiro a diretoria da empresa. (errado) 2. Um ou outro assumir a diretoria da empresa. (certo)

ArapucaPassando-se a frase Disso advm o aspecto miditico-popular para o plural, teremos:a) Disso advm os aspectos miditicospopulares. b) Disso advm os aspectos miditicopopulares. c) Disso advm os aspectos miditicopopulares. d) Disso advm os aspectos miditicospopulares. e) Disso advm os aspectos miditicospopular.

6. QUE, QUEM (pronomes relativos)Quando os pronomes relativos que, quem esto na funo sinttica de sujeito, h duas situaes a considerar: a) Com o pronome relativo que, o verbo concorda, obrigatoriamente, com o pronome ou com o substantivo que o antecede. b) Com o pronome relativo quem, o verbo fica, obrigatoriamente, na terceira pessoa do singular. Contrariando a norma culta

3. NCLEOS DO SUJEITO UNIDOS POR NEMSe os ncleos do sujeito estiverem unidos pela conjuno nem, com frase na ordem direta, o plural obrigatrio. Na ordem inversa (sujeito posposto), a concordncia pode ser feita com o ncleo mais prximo. Veja construes certas e erradas: 1. Nem o pai, nem a me tinha percebido

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da lngua, muitos autores admitem, nesse caso, a concordncia com o pronome ou com o substantivo antecedente. Veja construes certas e erradas: Fui eu que fiz este relatrio. (certo) Fui eu quem fiz este relatrio. (errado) Fui eu quem fez este relatrio. (certo) Fomos ns que fizemos todos os relatrios. (certo) 5. Fomos ns quem fizemos todos os relatrios. (errado) 6. Fomos ns quem fez todos os relatrios. (certo) 1. 2. 3. 4.

7. QUAL DE NS, QUAIS DE NS... QUAL DE VS, QUAIS DE VS...Quando o sujeito vem representado pelas expresses interrogativas iniciadas por qual, quais, quantos ou por um dos indefinidos algum, alguns, nenhum, muitos, poucos, acompanhados dos pronomes ns, vs, vocs, h duas situaes a observar: a) Pronomes interrogativos ou indefinidos no singular O verbo tambm ficar no singular. b) Pronomes interrogativos ou indefinidos no plural O verbo tambm ir para o plural, concordando com os pronomes ns, vs ou vocs. Veja construes certas e erradas: 1. Qual de ns seremos aprovados no concurso? (errado) 2. Qual de ns ser aprovados no concurso? (certo) 3. Quais de ns seremos aprovados no concurso? (certo) 4. Qual de ns ser escolhido para visitar Parintins? (certo) 5. Quantos dentre ns conhecemos o Encontro dos guas? (certo) 6. Quais de vs podereis participar da experincia? (certo) 7. Alguns de ns j estivemos em tribos indgenas. (certo)

2. O Tiet um dos rios paulistas que atravessa o Estado de So Paulo. (certo) 3. O Sol um dos astros que do luz e calor Terra. (errado) 4. O Sol um dos astros que d luz e calor Terra. (certo) 5. Serei eu um dos que votar contra o projeto. (errado) 6. Serei eu um dos que votaro contra o projeto. (certo) 7. Voc representa um dos que venceu na vida. (errado) 8. Voc representa um dos que venceram na vida. (certo) 9. Um dos que se comprometeram em apoiar o projeto voltou atrs. (certo)

Desafio Gramatical01. (Desafio da TV) Nos perodos seguintes, classifique o sujeito dos verbos em destaque:1. Ningum desconfia que estamos aqui. 2. Algum nos denunciou. 3. Andam dizendo que ele viciado. a) Indeterminado, indeterminado e indeterminado. b) Simples, simples e oculto. c) Indeterminado, indeterminado e oculto. d) Simples, simples e indeterminado. e) Simples, simples e simples.

10. UM MILHO, UM BILHO, UM TRILHO...Estes substantivos numerais admitem as seguintes construes: a) O verbo fica no singular quando no existe conjuno e ligando um milho, um bilho, um trilho a outra expresso numrica. b) O verbo ir para o plural quando existe conjuno e ligando um milho, um bilho, um trilho a outra expresso numrica inteira no plural. Veja construes certas e erradas: 1. Um milho de reais foram destinados construo de uma ponte que no existe. (errado) 2. Um milho de reais foi destinado construo de uma ponte que no existe. (certo) 3. Um milho e duzentos mil reais foram destinados construo de uma ponte que no existe. (certo) 4. Um milho de dlares foram gastos na construo da nova fbrica. (errado) 5. Um milho de dlares foi gasto na construo da nova fbrica. (certo) 6. Um milho e trezentos mil dlares foram gastos na construo da nova fbrica. (certo)

02. (Desafio do Rdio) Nos perodos seguintes, classifique o sujeito dos verbos em destaque:1. Aqui, faz-se, com bastante discrio, trabalho de macumba. 2. Fazem trabalho de macumba aqui. 3. Faz muito frio aqui no inverno. a) Indeterminado, indeterminado e inexistente. b) Indeterminado, inexistente e indeterminado. c) Simples, indeterminado e inexistente. d) Simples, oculto e inexistente. e) Indeterminado, oculto e indeterminado.

03. Nos perodos seguintes, classifique o sujeito dos verbos em destaque:1. Fizeram muitas perguntas a voc? 2. Eles fizeram muitas perguntas a voc? 3. Algum fez perguntas a voc? a) Indeterminado, indeterminado e indeterminado. b) Indeterminado, simples e indeterminado. c) Oculto, simples e indeterminado. d) Oculto, simples e simples. e) Indeterminado, simples e simples.

8. NMEROS FRACIONRIOSQuando o sujeito da orao um nmero fracionrio, a concordncia dever ser feita com o numerador. Veja construes certas e erradas: 1. Um tero dos alunos ficaram reprovados. (errado) 2. Um tero dos alunos ficou reprovado. (certo) 3. Um quinto dos bens couberam amante. (errado) 4. Um quinto dos bens coube amante. (certo) 5. Dois quintos dos bens couberam amante. (certo) 6. Dois teros dos parentes apoiaram a deciso de Genivaldo. (certo)

11. NMEROS PERCENTUAISO verbo deve concordar com o nmero expresso na porcentagem. Veja construes certas e erradas: 1. S um por cento dos alunos ficaram reprovados. (errado) 2. S um por cento dos alunos ficou reprovado. (certo) 3. Cerca de dez por cento dos eleitores no compareceram s urnas. (certo) 4. Hoje, mais de cinqenta e dois por dento das mulhers trabalham fora. (certo)

04. Nas construes seguintes, classifique o sujeito dos verbos em destaque:1. Come-se muito bem nesta casa. 2. Come-se pouco feijo nesta casa. 3. Comem muito bem nesta casa. a) Simples, simples e oculto. b) Indeterminado, simples e indeterminado. c) Indeterminado, simples e oculto. d) Simples, indeterminado e indeterminado. e) Indeterminado, indeterminado e indeterminado.

9. EXPRESSO UM DOS QUEA expresso um dos que exige o verbo sempre no plural. Nesse caso, a concordncia feita com dos (= daqueles). H casos, entretanto, que obrigam o verbo a ficar no singular. quando o verbo se refere a um s ser, e no a mais do que um. Veja construes certas e erradas: 1. O Tiet um dos rios paulistas que atravessam o Estado de So Paulo. (errado)

12. NOMES QUE S EXISTEM NO PLURALCom a presena do artigo, o verbo vai para o plural. Sem o artigo, o verbo fica no singular. Veja construes certas e erradas: 1. Estados Unidos vencem mais uma crise poltica (errado). 2. Estados Unidos vence mais uma crise poltica (certo). 3. Os Estados Unidos vencem mais uma crise poltica (certo).

05. H uma construo errada. Identifique-a.a) b) c) d) e) Plantou-se muito neste inverno. Plantou-se muitas rvores neste inverno. Planta-se grama. Aqui, assistiu-se a vrias tragdias. Faz-se, sob encomenda, roupa infantil.

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Encarte referente ao curso pr-vestibular Aprovar da Universidade do Estado do Amazonas. No pode ser vendido.

Governador Eduardo Braga Vice-Governador Omar Aziz Reitor Loureno dos Santos Pereira Braga Vice-Reitor Carlos Eduardo Gonalves Pr-Reitor de Planejamento e Administrao Antnio Dias Couto Pr-Reitor de Extenso e Assuntos Comunitrios Ademar R. M. Teixeira Pr-Reitor de Ps-Graduao e Pesquisa Walmir Albuquerque Coordenadora Geral Munira Zacarias Rocha Coordenador de Professores Joo Batista Gomes Coordenador de Ensino Carlos Jennings Coordenadora de Comunicao Liliane Maia Coordenador de Logstica e Distribuio Raymundo Wanderley Lasmar Produo Renato Moraes Projeto Grfico Jobast Alberto Ribeiro Antnio Carlos Aurelino Bentes Heimar de Oliveira Mateus Borja Paulo Alexandre Rafael Degelo Tony Otani Editorao Eletrnica Horcio Martins

AMABIS, Jos Mariano; MARTHO, Gilberto Rodrigues. Conceitos de Biologia das clulas: origem da vida. So Paulo: Moderna, 2001. CARVALHO, Wanderley. Biologia em foco. Vol. nico. So Paulo: FTD, 2002. COVRE, Geraldo Jos. Qumica Geral: o homem e a natureza. So Paulo: FTD, 2000. FELTRE, Ricardo. Qumica: fsicoqumica. Vol. 2. So Paulo: Moderna, 2000. LEMBO, Antnio. Qumica Geral: realidade e contexto. So Paulo: tica, 2000. LEVINE, Robert Paul. Gentica. So Paulo: Livraria Pioneira, 1973. LOPES, Snia Godoy Bueno. Bio. Vol. nico. 11.a ed. So Paulo: Saraiva. 2000. MARCONDES, Ayton Csar; LAMMOGLIA, Domingos ngelo. Biologia: cincia da vida. So Paulo: Atual, 1994. REIS, Martha. Completamente Qumica: fsico-qumica. So Paulo: FTD, 2001. SARDELLA, Antnio. Curso de Qumica: fsico-qumica. So Paulo: tica, 2000.

DESAFIO QUMICO (p. 3) 01. C; 02. E; 03. B; 04. C; 05. a)Sem resposta. b) Ao aquecermos o panetone as pontes de hidrognio existentes entre o aditivo e gua so rompidas umedecendo o mesmo; 06. B; DESAFIO QUMICO (p. 4) 01. B; 02. 27Kcal ; 03. a) C12H22O11+12CO2+11H2O b) 1368 Kcal/Mol; 04. Falso. Processo exotrmico j que a energia liberada que aquece o recipiente.; 05. D; DESAFIO QUMICO (p. 5) 01. D; 02. C; 03. D; 04. C; 05. A; 06. C; 07. D; DESAFIO BIOLGICO (p. 6) 01. E; EXERCCIO (p. 7) 01. A; 02. B; 03. E DESAFIO BIOLGICO (p. 7) 01. E; 02. B; 03. A DESAFIO BIOLGICO (p. 8) 01. D; 02. C; 03. D; 04. A; 05. A; 06. C; 07. B; DESAFIO BIOLGICO (p. 9) 01. C; 02. C; 03. B; 04. C; 05. C; 06. D; 07. C; DESAFIO LITERRIO (p. 11) 01. D; 02. C; 03. D; 04. B; 05. B;

Este material didtico, que ser distribudo nos Postos de Atendimento (PAC) na capital e Escolas da Rede Estadual de Ensino, base para as aulas transmitidas diariamente (horrio de Manaus), de segunda a sbado, nos seguintes meios de comunicao: TV Cultura (7h s 7h30); sbados: reprise s 23h Amazon Sat (21h30 s 22h) RBN (13h s 13h30) reprise: 5h30 e 7h (satlite) Rdio Rio Mar (19h s 19h30) Rdio Seis Irmos do So Raimundo (8h s 9h e reprise de 16h s 16h30) Rdio Panorama de Itacoatiara (11h s 11h30) Rdio Difusora de Itacoatiara (8h s 8h30) Rdio Comunitria Pedra Pintada de Itacoatiara (10h s 10h30) Rdio Santo Antnio de Borba (18h30 s 19h) Rdio Estao Rural de Tef (19h s 19h30) horrio local Rdio Independncia de Maus (6h s 6h30) Rdio Cultura (6h s 6h30 e reprise de 12h s 12h30) Centros e Ncleos da UEA (12h s 12h30) Postos de distribuio: PAC So Jos Alameda Cosme Ferreira Shopping So Jos PAC Cidade Nova Rua Noel Nutles, 1350 Cidade Nova I PAC Compensa Av. Brasil, 1325 Compensa PAC Porto Rua Marqus de Santa Cruz, s/n. armazm 10 do Porto de Manaus Centro PAC Alvorada Rua desembargador Joo Machado, 4922 Planalto PAC Educandos Av. Beira Mar, s/n Educandos

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