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Arctel Inovacao

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Slides de apoio ao curso sobre "Inovação e Avaliação nos Serviços Públicos" para ARCITEL, organizado pelo INA e a ANACOM no dia 4 de Dezembro de 2009 em Lisboa

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  • 1.Inovao e Avaliao nos Servios PblicosLisboa 9 de Setembro de 2010Lus Vidigal http://www.slideshare.net/vidigal/arctel-inovacao 1

2. Programa1. Processo de comunicao e Imagem organizacional2. Cultura e nveis de simplificao3. Conceito e relacionamentos decorrentes da administrao pblica electrnica4. Fases de maturidade da administrao pblica electrnica5. Interoperabilidade Organizacional, semntica e tecnolgica6. M-Government7. Do e-Government ao e-Inclusion8. Repensar as estruturas e os processos9. Gesto e partilha de dados e servios Representaes nicas10.O sistema Estado como um conjunto integrado e global11.Desmaterializao e automao de processos12.Modelo de gesto dos sistemas e tecnologias da informao13.Indicadores de avaliao da administrao pblica electrnica14.Gesto da mudana15.E-Government 2.0 e os desafios para o futuro 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 2 # 3. Inovei!? A Inovaono apenas fazercoisas diferentes e criativas criar valorouvindo os outrose aproveitando o que est feito 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos Pblicos 2009 Gesto da Inovao nos Servios3 4. O que desejado pelos UtilizadoresInovao O que possvel O que vivel com a Tecnologiapara a Sociedade2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos4 5. Convergncia 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos5 6. Administrao Pblica inimiga do Cidadoe da Economia 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 6 7. Objectivo da imagem organizacionalAcumular uma imagem positiva exclusiva e perdurvel que reforcetodas as actividades da organizao mediante a obteno de um consenso pblico e de uma personalidade prpria Uma sociedade consumidora de produtos umasociedade consumidora de imagens 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 7 8. Os olhos da nossa culturaCultura 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 8 9. Representaes mentais Modelo de comunicao de A. MolesFidelidade IdentificaoIntegrao(Imagem mental) (Imagem mental)Codificao Descodificao Mensagem (canal psquico) Produo Identificaoe seleco de sinaisdos sinais conhecidosEmissorReceptor RepertrioRepertrio Emissor Receptor RepertrioComum 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos9 10. Um Organograma no umaOrganizao Imagem realImagemformal 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 10 11. Produo da Imagem Coeficiente de acessoImagem Audincia Nvel de esquecimento Tempo Mensagens voluntriasMensagens no voluntrias2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 11 12. 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 12 13. Tipos de imagem organizacional Imagem Imagem Objectiva ProspectivaO que O que desejaImagemGlobal Imagem Imagem SubjectivaPblica Como percebidaGeneralizada a um grupo social 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 13 14. Tipos de imagem organizacionalImagem Transmitida Imagem Imagem DesejadaPercebida 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 14 15. Um Princpio desde os anos 60 (Programa Apollo)Servios Simples Rpidos Eficientes 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 15 16. A Mudana do Contextopara a Administrao Pblica Era Industrial Era da InformaoBurocracia estvel e centralizadaMudanas muito rpidasGesto hierarquizada AP mais gil / flexvelProcesso de trabalho tradicional Incorporao de TIC, gesto em redeServios de qualidade baixaPresso da procura para servios com mais qualidadeServios standardUtentes que desejam poder escolherOne size fits alle dispor de alternativasServios pblicos em monoplio com AP responsvel perante os utentescapacidade de resposta lentaOramentos em expanso Constrangimentos financeiros severos 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos16 17. Presses para a Mudanada Administrao PblicaPresses para a melhoriada qualidade e eficciado servio:Situao Qualidade dos Servios Prestados Cidado; Empresas;Futura Comparao com osservios privados; Comparao com outras Administraes Pblicas.Presses para a reduo decustos:Situao Competitividade e Actual crescimento; Disponibilidade parainvestimento. Eficincia no Consumo de Recursos 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 17 18. Mudar a Administraopartindo do servio 1. Introduzir uma cultura de simplificao2. Fazer com que a mudana na forma de prestao do servio produza impactos na sua organizao3. Olhar para a procura e estimular a participao dos utentes 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 18 19. Uma prioridade para a a Administrao Pblica Cultura deSimplificao 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 19 20. Nveis de Simplificao do SIMPLEX SIMPLIFICAO PREVENTIVA (ex-ante) Teste Simplex (PCM) SIMPLIFICAO CORRECTIVA (ex-post) 333 Medidas em 2006 (UCMA) 235 Medidas em 2007 (UCMA) 189 Medidas em 2008 (SEMA) 200 Medidas em 2009 (SEMA) 129 Medidas em 2010 (SEMA)2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos20 21. 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 21 22. SIMPLIFICAO PREVENTIVA (ex-ante)Teste Simplex (PCM) Caracterizao da iniciativa Encargos administrativos Compatibilidade com a AP Electrnica Consolidao normativa e avaliao 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 22 23. Objectivos SIMPLEXSIMPLIFICAO CORRECTIVA Resposta pronta e eficaz s necessidades doscidados e das empresas Aumentar a confiana dos cidados Permitir s empresas obter mais rapidamentelicenas e autorizaes e cumprir outrasformalidades Facilitar a racionalizao e a eficincia daprpria Administrao Pblica Favorecer a competitividade de Portugal 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 23 24. Os Princpios da Simplificao Deixar o cidado escolher entre pagar uma segurana acrescida ou utilizar formas mais simples e mais baratas Fazer com que as exigncias burocrticas sejam proporcionais ao risco No solicitar informao desnecessria Partilhar informao disponvel na AP2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 24 25. Um exemplo de partilha INFORMAO EMPRESARIAL SIMPLIFICADA Novo modelo de prestao de informao e contas que permite s empresas a sua apresentao por via informtica, num nico ponto e de uma s vez. Neste processo incluem-se declaraes obrigatrias, designadamente no mbito das Finanas, do Trabalho e da Segurana Social, mas tambm a recolha de informao para fins estatsticos, com a consequente eliminao de um conjunto de inquritos feitos, entre outros, pelo Banco de Portugal e pelo Instituto Nacional de Estatstica.Arranque em 2006 para ser enviada em 2007 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos25 26. Uma Viso Agregadora A simplificao no pode ficar reduzida a um qualquersomatrio de medidas pontuais de eliminao delicenas e autorizaes ou de modificao deprocedimentos. Importa transformar o estdio inicial de um programaconstitudo por medidas avulsas e aparentemente semligao entre si num conjunto harmnico e agregado demedidas, visando um objectivo final quantificvel. S uma viso viso agregadora permitir que oscidados e as empresas comecem a associar oresultado dos esforos de simplificao melhoria daqualidade na prestao de servios pblicos.2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 2008 26 27. Aces permanentes de Simplificao A simplificao no se decreta. A simplificao deveser entendida como uma estratgia geral assente emaces permanentes de avaliao, correco ecompensao das normas e das prticasadministrativas. A simplificao uma tarefa sempre inacabada. Asmedidas de simplificao dadas como concludasnum determinado momento devem continuar sobreo escrutnio crtico da permanente avaliao dosresultados.2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 200827 28. AS PRINCIPAIS DIFICULDADES DASIMPLIFICAO Aqueles a quem a simplificao no aproveita O fantasma da insegurana A ameaa do caos e fraude generalizada A ausncia de cultura de simplificao na administrao e na produo legislativa Uma tradio de gesto da AP com uma lgica assente nas prioridades da oferta 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 28 29. 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 29 30. Uma estratgia conjugada 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 30 31. Balco nico 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 31 32. Mais prximo de quem precisa 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 32 33. S. Ex o PapelParadoxo da (in)Produtividade 33 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 34. Colaborao digital 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 34 35. Acesso Informao e a Servios ElectrnicosTodos os cidadosA qualquer Hora Em qualquerLugarCom Segurana 35 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 36. O que se espera do e-Government EficinciaDemocracia TransparnciaConfianaEficciaUsabilidadee-GovPoupanaRapidezMobilidade Disponibilidade2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos36 37. Relatividade do TempoServiosPblicos Cidadania 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 37 38. e-GovernmentO qu? Como? Para qu?Transformao das...atravs de ...para optimizar arelaes internas eoperaes naprestao de serviosexternas do sector Internet e TIC... pblicos, apblicoparticipao democrtica e os processos internos...Polticas, leis eEsquema reguladorIT Governanceregulaes quesuportam a Infra-estruturas sociedade da Educao e Formaoinformao e oe-Government Desenvolvimento Econmico Avanos na adopo da Sociedade da Informao economia interconectada 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 38 39. Os relacionamentos decorrentes do e-GovernmentOrganismoEmpresas OrganismoAdministraoFornecedoresPblicaOrganismoCidadosOrganismo Funcionrios 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 39 40. Dimenses do e-GovernmentServios deServios de Servios Informao ComunicaoTransaccionaisVida do dia a dia Informao sobreForum de discussoReserva deTrabalho, Habitao,relacionado com bilhetesEducao, Sade,assuntos quotidianos. Registo emCultura, Transporte,Anncios de casas e cursos.Ambiente, etc.empregos. .Tele-Administrao Directrio de servios Correio electrnico Preenchimento epblicoscom os funcionrios envio electrnicoGuia de procedimentos pblicos. . de formulrios.administrativosRegistos pblicos e basesde dados.Participao poltica Leis, discussesForum de discussoReferendos.parlamentares, programassobre assuntosEleies.polticos, documentos