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Inovacao enad 2010

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Slides de apoio ao curso sobre Inovação ministrado em Luanda na ENAD de 20 a 24 de Setembro de 2010

Text of Inovacao enad 2010

  • 1. Gesto da Inovaonos Servios Pblicos Luanda 20 a 24 de Setembro de 2010 Lus Vidigalhttp://www.slideshare.net/vidigal/Inovacao_ENAD_2010 1

2. Programa1. Processo de comunicao e Imagem organizacional2. Cultura e nveis de simplificao3. Os relacionamentos decorrentes do e-Government4. As fases de maturidade do e-Government5. Interoperabilidade Organizacional, semntica e tecnolgica6. M-Government7. Do e-Government ao e-Inclusion8. Repensar as estruturas e os processos9. Gesto e partilha de dados e servios10. O sistema Estado como um conjunto integrado e global11. Desmaterializao e automao de processos12. Formulrios electrnicos (personalizados, nicos, dinmicos e inteligentes)13. Maturidade em gesto do conhecimento e inovao14. Modelo de gesto dos sistemas e tecnologias da informao15. Boas prticas de gesto dos Web sites da administrao pblica16. Indicadores de avaliao da administrao pblica electrnica17. Gesto da mudana18. E-Government 2.0 e os desafios para o futuro 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos2# 3. Inovei!? A Inovaono apenas fazercoisas diferentes e criativas criar valorouvindo os outrose aproveitando o que est feito 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos Pblicos 2009 Gesto da Inovao nos Servios3 4. O que desejado pelos UtilizadoresInovao O que possvel O que vivel com a Tecnologiapara a Sociedade2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos4 5. Convergncia 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos5 6. Administrao Pblica inimiga do Cidadoe da Economia 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 6 7. O peso dos papis Simplificao de Processos, Informao e Competitividade / | Lus Vidigal 8. Objectivo da imagem organizacionalAcumular uma imagem positiva exclusiva e perdurvel que reforcetodas as actividades da organizao mediante a obteno de um consenso pblico e de uma personalidade prpriaUma sociedade consumidora de produtos uma sociedade consumidora de imagens 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 8 9. Os olhos da nossa culturaCultura 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 9 10. Representaes mentais Modelo de comunicao de A. MolesFidelidade IdentificaoIntegrao(Imagem mental) (Imagem mental)Codificao Descodificao Mensagem (canal psquico) Produo Identificaoe seleco de sinaisdos sinais conhecidosEmissorReceptor RepertrioRepertrio Emissor Receptor RepertrioComum 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos10 11. Um Organograma no umaOrganizao Imagem realImagemformal 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 11 12. Produo da Imagem Coeficiente de acessoImagem Audincia Nvel de esquecimento Tempo Mensagens voluntriasMensagens no voluntrias2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 12 13. 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 13 14. Tipos de imagem organizacional Imagem Imagem Objectiva ProspectivaO que O que desejaImagemGlobal Imagem Imagem SubjectivaPblica Como percebidaGeneralizada a um grupo social 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 14 15. Tipos de imagem organizacionalImagem Transmitida Imagem Imagem DesejadaPercebida 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 15 16. Um Princpio desde os anos 60 (Programa Apollo)Servios Simples Rpidos Eficientes 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 16 17. A Mudana do Contextopara a Administrao Pblica Era Industrial Era da InformaoBurocracia estvel e centralizadaMudanas muito rpidasGesto hierarquizada AP mais gil / flexvelProcesso de trabalho tradicional Incorporao de TIC, gesto em redeServios de qualidade baixaPresso da procura para servios com mais qualidadeServios standardUtentes que desejam poder escolherOne size fits alle dispor de alternativasServios pblicos em monoplio com AP responsvel perante os utentescapacidade de resposta lentaOramentos em expanso Constrangimentos financeiros severos 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos17 18. Presses para a Mudanada Administrao PblicaPresses para a melhoriada qualidade e eficciado servio:Situao Qualidade dos Servios Prestados Cidado; Empresas;Futura Comparao com osservios privados; Comparao com outras Administraes Pblicas.Presses para a reduo decustos:Situao Competitividade e Actual crescimento; Disponibilidade parainvestimento. Eficincia no Consumo de Recursos 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 18 19. Mudar a Administraopartindo do servio 1. Introduzir uma cultura de simplificao2. Fazer com que a mudana na forma de prestao do servio produza impactos na sua organizao3. Olhar para a procura e estimular a participao dos utentes 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 19 20. Uma prioridade para a a Administrao Pblica Cultura deSimplificao 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 20 21. Nveis de Simplificao do SIMPLEX SIMPLIFICAO PREVENTIVA (ex-ante) Teste Simplex (PCM) SIMPLIFICAO CORRECTIVA (ex-post) 333 Medidas em 2006 (UCMA) 235 Medidas em 2007 (UCMA) 189 Medidas em 2008 (SEMA) 200 Medidas em 2009 (SEMA) 129 Medidas em 2010 (SEMA)2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos21 22. SIMPLIFICAO PREVENTIVA (ex-ante)Teste Simplex (PCM) Caracterizao da iniciativa Encargos administrativos Compatibilidade com a AP Electrnica Consolidao normativa e avaliao 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 22 23. Objectivos SIMPLEXSIMPLIFICAO CORRECTIVA Resposta pronta e eficaz s necessidades doscidados e das empresas Aumentar a confiana dos cidados Permitir s empresas obter mais rapidamentelicenas e autorizaes e cumprir outrasformalidades Facilitar a racionalizao e a eficincia daprpria Administrao Pblica Favorecer a competitividade de Portugal 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 23 24. Caracterizao da iniciativa A Iniciativa deriva deImperativo constitucionalConcretizao de lei-quadro / lei de basesTransposio de directiva comunitria ou deciso-quadroPrograma do GovernoOutro imperativo legalRazes de oportunidade Forma do acto Objecto 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos24 25. A iniciativa comporta encargos administrativos? NoOs destinatrios das normas no esto obrigados a suportar encargos administrativosAs obrigaes constantes da iniciativa no devem ser consideradas encargos administrativos para este efeito SimMantm encargos administrativos anterioresCria novos encargos administrativos ou cargas complementares 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 25 26. Mais questes sobre Encargos administrativos Quais so os encargos administrativos que ainiciativa legislativa ou regulamentar cria,mantm ou agrava? Foram estudados e avaliados cenriosalternativos, envolvendo a eliminao ou areduo dos encargos administrativos? Foi considerada a adopo de medidasfacilitadoras do cumprimento dos encargosadministrativos? Foram considerados os meios administrativos eos custos burocrticos e de contexto, inerentes criao ou manuteno dos encargosadministrativos? 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos26 27. Avaliao dos Encargos administrativos Qual a dimenso do grupo obrigado ao cumprimento dos encargos administrativos? Qual a periodicidade do cumprimento dos encargos administrativos? Quanto tempo gasta, em mdia, cada um dos destinatrios para cumprir os encargos administrativos? Qual a expresso monetria dos encargos administrativos? Quais os custos administrativos e burocrticos para a Administrao Pblica? Qual a relao custo/benefcio? 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos27 28. T x C x Q = EA T Tempo gasto pelos destinatrios C Custo de cumprimento das obrigaes Funo de nvel reduzido = 30 Euro/hora Funo de nvel mdio = 45 Euro/hora Funo de nvel elevado = 60 Euro/hora Contratao externa = 100 Euro/hora Q o produto do nmero previsto de destinatrios abrangidos pelo encargo (N) pela frequncia com que tm de cumprir essa obrigao (F) Q=NxF.2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos28 29. Custos administrativos e burocrticos para a AP Utilizao de bases de dados, redes ou suportesfsicos pr-existentes Criao de bases de dados, redes ou suportesfsicos Criao ou manuteno de servios de apoio Campanhas de divulgao, sensibilizao Funcionrios afectos actividade Funcionamento e manuteno de estruturasadministrativas de aplicao Outros 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos29 30. Compatibilidade com aAP Electrnica Foi prevista a possibilidade de utilizao deformulrios electrnicos? De que tipo?SimplesInteractivos, com dispensa de envio/confirmao pelo correio e com entrega electrnica de recibo de recepo com validade plenaInteligentes, com pr-preenchimento de campos Foi feita a avaliao prvia da pertinncia eactualidade dos dados pedidos nos formulrios? 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos 30 31. Compatibilidade com a AP Electrnica Qual a via ou vias de comunicao previstas para o cumprimento dos encargos administrativos?InternetTransferncia de ficheirosE-mailFaxTelefoneCorreio normalCarta registadaEntrega no local H previso de pontos nicos de recolha e de acesso informao? 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos31 32. Consolidao normativa e avaliao Foi feita a anlise de alternativas legislao agora proposta?Auto-regulaoCo-regulao.ContratualizaoCdigo de conduta Qual o grau de disperso das normas jurdicas, com vigncia real ou aparente, relativas matria constante da iniciativa legislativa ou regulamentar?Entre 0 a 2 diplomasEntre 2 a 4 diplomas.Mais de 4 diplomas (Nesta caso, justificar a razo pela qual no se procede consolidao normativa, caso no esteja prevista) 2010 Luis Vidigal Inovao nos Servios Pblicos32 33. Consolidao normativa e avaliao Qual a extenso das alteraes introduzidas na verso originria do acto normativo?Afectam, no seu conjunto, menos de 1/3Afectam, no seu conjunto, mais de 1/3. Neste caso, justificar a razo pela qual no se procede republicao integral consolidada, caso no esteja prevista Foram identificados todos os actos normativos com vigncia real ou aparente, relacionados com a matria constante da iniciativa?Actualizao e harmonizao normativasEliminao das normas obsoletas e inteisRevogao expres