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Revista Portuária 13 Agosto 2014

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Revista Portuária 13 Agosto 2014

Text of Revista Portuária 13 Agosto 2014

  • 4 Agosto 2014 Economia&Negcios

    NDICE

    www.revistaportuaria.com.br

    Navios de maior

    porte s em

    2016

    16

    Duas vezes por semana, a Revista Porturia atualiza o blog da publica-o, que tem sempre informaes exclusivas sobre tudo o que acon-tece no mundo dos negcios no Brasil. O informativo jornalstico en-caminhado duas vezes por semana para uma base de dados segura e criteriosamente construda ao longo de 15 anos de mercado, formada por mais de 90 mil empresas. Composto por notcias econmicas de interesse de empresrios, polticos e clientes, o blog trata de todo e qualquer tema que envolva economia, especialmente aqueles voltados aos terminais porturios de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Para-n. Se voc souber de alguma novidade, tiver informaes relevantes sobre temas econmicos e quiser contribuir com o trabalho da Revista Porturia, entre em contato com a reportagem no endereo eletrnico: [email protected]

    Revista Porturia tambm est na web com informaes exclusivas

    36

    PARABNSNAVEGANTES!Cidade completa 52 anos em ritmo de crescimento e desenvolvimento econmico

    Portos catarinenses devem empregarcerca de dois mil funcionrios em 2014

    Redes de supermercados investem em Itaja

    5426

    Anderson Silva

    Gelson Alves

  • Economia&Negcios Agosto 2014 5

    Editora BittencourtRua Jorge Matos, 15 | Centro | Itaja Santa Catarina | CEP 88302-130 Fone: 47 3344.8600

    DiretorCarlos Bittencourt [email protected]

    Jornalista responsvel: Anderson Silva - DRT SC 2208 [email protected]

    Diagramao:Solange Alves [email protected]

    Contato ComercialRosane Piardi - 47 8405.8776 [email protected]

    Contato Comercial (agncias)Junior Zaguini - 47 [email protected]

    Capa: Direo de ArteDaniel Viecili - Agncia Tatticas

    ImpressoImpressul Indstria GrficaTiragem: 10 mil exemplares

    Elogios, crticas ou [email protected] assinar: Valor anual: R$ 240,00

    A Revista Porturia no seresponsabiliza por conceitos emitidos nos artigos assinados, que so de inteira responsabilidade de seus autores.www.revistaportuaria.com.br twitter: @rportuaria

    ANO 15 EDIO N 174 AGOSTO 2014 EDITORIAL

    Comercial para todo o Brasil

    VIRTUAL BRAZIL Ltda+55 48 3233-2030 | +55 48 9961-5473

    MAIL: [email protected]razil.com.brSKYPE: [email protected]

    Navios de maior porte s em 2016

    A previso do Complexo Porturio do Itaja receber navios de maior porte ainda neste ano no se confirmou, pois o incio das obras da nova bacia de evoluo s vai ocorrer a partir do prximo ano. Com isso, antes de 2016 no ser pos-svel a entrada de navios maiores e mais carregados nos terminais de Itaja e Nave-gantes, que juntos correspondem a segun-da maior movimentao de cargas contei-nerizadas no pas, e a maior no Estado.

    Na reportagem especial, a Revista Porturia Economia & Negcios expe um resumo dos motivos que esto atrasando o incio das obras consideradas essenciais para a economia da regio, a previso do novo cronograma de execuo e detalhes de como a nova bacia de evoluo ser construda.

    A atual bacia permite que apenas navios de at 306 metros de comprimento com 40 metros de boca alcancem os ter-minais locais. J a nova bacia de evoluo considerada essencial para a economia da regio ser construda nas proximidades da foz do rio Itaja-Au, em frente ao Saco da Fazenda e depois da concluso total da obra vai suportar navios cargueiros com at 366 metros de comprimento.

    O impacto da no realizao da obra j foi considerado brutal para toda a regio que envolve o Complexo Porturio pela su-perintendncia do Porto de Itaja. Estima-va-se a perda de R$ 30 milhes mensais a partir do prximo ano, com a queda de aproximadamente 75% no movimento de entrada e sada de navios e a debanda-da dos armadores para outros portos que comportem embarcaes maiores. No en-tanto, diante do novo cenrio, o discurso est mais otimista.

    Alm da reportagem sobre a nova

    bacia de evoluo, esta edio da revista destaca o crescimento econmico de Nave-gantes. Ao completar mais um ano de exis-tncia, o municpio demonstra seguir em ritmo acelerado de desenvolvimento sem abrir mo da qualidade de vida e se desta-ca ao ver o seu PIB (Produto Interno Bruto) crescer mais de 50% entre 2009 e 2011, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica), acima da mdia estadual no mesmo perodo.

    Um dos motivos est s margens do rio Itaja-Au, onde se concentram a maior parte das cerca de 70 empresas de cons-truo naval de Santa Catarina. Esse cres-cimento se reflete na oferta de trabalho. Mas Navegantes tambm se destaca por sua extensa orla com cerca de 10 quilme-tros, uma das mais preservadas de Santa Catarina.

    Falamos tambm sobre os investi-mentos da indstria catarinense em 2014 devem atingir quase R$ 2,5 bilhes e supe-ram em 27% o valor registrado em 2013, de acordo com a pesquisa Desempenho e Perspectivas da Indstria Catarinense 2014. Deste total, 69% sero destinados a unidades em SC, 17% iro para filiais pelo Brasil e 14% sero aplicados no exterior.

    Segundo a pesquisa, os setores que tm os maiores oramentos para inves-timento neste ano so os de mquinas e materiais eltricos (R$ 667,92 milhes), produtos alimentcios (R$ 591,42 milhes) e metalurgia bsica (R$ 296,95 milhes).

    Enfim, no ser possvel neste edi-torial listar tudo que est presente nestas dezenas de pginas que trazem tambm assuntos referentes a logstica, comrcio exterior,mercado industrial e tecnolgico.

    Boa leitura!

  • 6 Agosto 2014 Economia&Negcios

    Para a maior parte das empresas ex-portadoras catarinenses, o ano de 2014 deve terminar com alta de at 10% nos embarques. Esta elevao, no entanto, ser limitada pelos baixos preos internacionais de sete dos 10 principais itens da pauta de exportaes do Estado. Estas concluses integram a Anlise do Comrcio Internacional Catarinense 2014, lanada pela Federao das Indstrias de Santa Catarina (Fiesc).

    Segundo o levantamento, que conta com a participao de 106 empresas liga-das ao comrcio exterior no Estado, o cres-cimento nos embarques ser de at 10% para 36,8% dos entrevistados, de 11% a 30% para 22,8%, de 31% a 50% para 7%

    e superior a 50% para 5,3% das entrevis-tadas. Para 24,6%, est prevista a estabili-dade das vendas, enquanto 3,5% preveem reduo.

    Os preos comearam 2014 em bai-xa, aps forte reduo no ano passado. As maiores quedas foram registradas na carne suna, que recuou 19%, e no compressor de ar, que encerrou o ano passado com va-lor 17% menor.

    "A publicao faz parte da nossa es-tratgia de internacionalizao das inds-trias, principalmente das mdias empresas. Estamos fazendo um esforo grande nas companhias deste porte que tm boa pro-dutividade, que esto investindo em inova-o e tecnologia, para que se integrem ao

    EM ALTA

    Ano ser de crescimento nos embarques para 71% dos exportadores em Santa CatarinaEsta elevao,

    no entanto, ser limitada pelos baixos preos internacionais de sete dos 10 principais itens

    da pauta de exportaes do

    Estado

    Nico Esteves - Fiesc

  • Nico Esteves - Fiesc

    8 Agosto 2014 Economia&Negcios

    comrcio internacional", disse o presidente da Fiesc, Glauco Jos Crte.

    Ele destacou iniciativas como o programa Start Export, que auxilia as empresas a exportar, alm das misses empre-sariais - a Fiesc realizou nove s primeiro semestre do ano. Alm disso, a entidade mantm o portal Business & Invest-ments, que fornece informaes aos investidores sobre as oportunidades de negcios em Santa Catarina.

    Crte tambm falou do programa Portos.SC, que divul-ga no Brasil e no exterior os benefcios e as potencialidades dos portos do Estado, fomentando a movimentao de car-gas e parcerias com os portos estrangeiros. "Temos feito um trabalho conjunto mostrando que mais do que a concorrn-cia, temos que valorizar a estrutura porturia como fator im-portante de competitividade para as indstrias que esto no comrcio internacional. Esse conjunto de aes est inserido no programa de melhoria e de aumento de internacionaliza-o das empresas catarinenses", salientou.

    A Fiesc tambm tem analisado as fragilidades e oportu-nidades existentes no comrcio internacional, principalmente em um momento em que a economia mundial apresenta in-dicadores de crescimento ainda muito tnues. Neste sentido, a Federao trabalha na elaborao do Mapa Estratgico do Comrcio Exterior Catarinense, que prev o incentivo venda de produtos de mdia e alta tecnologia, a diversificao dos mercados de destino e a diversificao da base de empresas com atuao internacional.

    O Mapa deve fomentar a exportao de produtos que apresentam maior dinamismo e participao expressiva nas exportaes mundiais, mas que ainda tm pouca represen-tatividade nos embarques feitos em Santa Catarina. Entre es-tes produtos, foram apontados circuitos integrados, circuitos impressos, ferramentas pneumticas, aparelhos para colheita, papel carto, barris e cubas de madeira.

    A previso de acelerao do comrcio internacional em 2015. Os motivos apontados so o comeo do fim da recesso na Zona do Euro, a continuidade da retomada dos Estados Unidos e uma acelerao na atividade econmica na ndia e na Rssia. A China, por sua vez, deve estabilizar seu crescimento.

    Infraestrutura e burocracia pesamSegundo a gerente-executiva de negcios internacio-

    nais da CNI, Soraya Rosar, os principais entraves s exporta-es brasileiras so a infraestrutura para transportar as mer-cadorias e a burocracia para fazer os despachos aduaneiros.

    "Isso tem um peso para as exportaes e tem piora-do. As condies das rodovias so pssimas. As ferrovias so inexistentes. Os portos ainda tm srios problemas, apesar das legislaes aprovadas nos ltimos anos para

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